Autor Tópico: Renascença  (Lida 1090823 vezes)

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #3660 em: Agosto 27, 2023, 12:09:05 am »
E a sua opinião, que é a também   a de muitos, mas que por agora Está longe de ser a maioria.
Por exemplo, já reparei  em algo que nunca tinha visto, o jornalista editor das notícias ao fim de semana, é o mesmo na RR e RFM.
Por isso é injusto ESTE mês, fazer grandes críticas aos sacrificados jornalistas que estão a tentar aguentar o barco.
Para o ano, de certeza que a esse nível (jornalístico), as coisas estarão melhores.
Repito, este é um mês atípico...
Mas se querem continuar a bater, força...
E sim, a informação da RR ainda é de referência e negar isto é até um insulto a jornalistas como o Frazão, Miguel Coelho ou Sérgio Costa.
Ou porque será, que foi ao grafismo do site da RR que espurio Ventura recorreu para lançar os suas habituais fake news?
« Última modificação: Agosto 27, 2023, 12:11:39 am por Julio Carvalho »

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Re: Renascença
« Responder #3661 em: Agosto 27, 2023, 01:25:28 am »
Para o que há de informação na RFM atualmente, sou sincero, até podia ser sempre o mesmo editor de informação e era menos 1 salário. Pensemos que em tempos a RFM fazia simultâneos com a RR para a informação (em 97, por exemplo).

Suspeito que o colocar de informação fora do topo da hora possa servir a médio prazo para haver gente que faz informação nas duas: ao minuto 53 na RFM e à hora certa, em maior profundidade, na RR.

Também se podia aproveitar a RFM e dizer que a informação estaria em maior detalhe naquele que sempre foi o canal principal, a RFM, mas compreende-se que não queiram canibalizar os 19% da RFM durante um par de minutos.

18 jornalistas que foram embora numa equipa de 53... Se não me engano tinha chegado aqui a escrever que o grosso do total de saídas poderia rondar vinte e tal - com os vários locutores passou mesmo as duas dezenas, então.

A RR começou a padecer da síndrome Agência Lusa ao colocar 4 notícias no topo do website mas nesse aspeto não é melhor que qualquer concorrente direta não informativa. E também não é pior. Está rigorosamente a meio, de acordo com o formato. Não quero dizer com isto que me satisfaça ou encha as medidas, mas o modelo é este e estão a cumprir. O que ditará o sucesso disso será não só a audiência em si, mas também o aumento ou redução das pageviews, sendo que dentro disso será cedo para falarmos até pelo menos ao final do ano.

Quanto aos estudos que o Júlio menciona: eu já fiz parte deles. E vou ter que dizer uma verdade bastante incomoda - não para si nem para mim, mas para as empresas que disso fazem o seu ganha-pão e mesmo alguns diretores.

É que muitas vezes existe um viés subreptício nesses estudos no sentido do que é o pensamento da administração. Isto é: não se deixa o pensamento do focus group fluir livremente, induzem-se perguntas já previamente pensadas e combinadas, mas a coisa já vai com pendor. E a pergunta, depois, influencia a resposta de maneiras que são parcialmente não-lineares e podem por vezes extravasar o conteúdo e entrar no vazio. Neste ponto não sei a que empresa é que a R/Com recorre, mas só espero que não seja à Pitagórica. E mais não digo.

Os estudos acabam por vezes por funcionar como caixa de ressonância de si mesmos e ainda que sejam a melhor forma de se perceber consumo que existe, têm margem grande para falhar se a coisa não for direcionada. E eu estou demasiado habituado a vê-la mal direcionada para recear. Até já tendo trabalhado na área.

Basicamente nesse estudo o pendor das pessoas que foram para lá foram o consumidor médio, ao que percebo, e não o especializado. E toda a posição segue no sentido de cortar tempo. A tudo. Para dar lugar à musica (que ainda por cima na RR tem uma playlist muito diferente e totalmente diversificada, como sabemos). Não há uma preocupação sobre o conteúdo concreto, pelo que percebi das palavras do Júlio; há uma orientação à marca e ao objeto abstractos - a informação, o Extremamente Desagradável, as Três da Manhã como produto de entretenimento - e não há o aprofundamento que devia haver sobre isso.

Acham o ED longo porquê? Se a informação leva muito tempo mas também gostam da informação, *que tópicos* é que gostam e preferem na informação? Que referências é que têm de profissionais e jornalistas da casa na informação, há alguém que retiveram? Se as Três da Manhã falam muito, quem é que acham que fala mais? Quem é que não está a acrescentar e sentem que faz perder o tempo? Se em vez de dividirem X vezes numa hora metessem outros protagonistas, gostavam?

Eu tenho muitas, muitas dúvidas que o estudo tenha sido conduzido assim. Porque por norma, não são. São sessões de meia hora, não mais que isso, porque se paga uma ninharia quando se paga aos entrevistados, e depois ficam as coisas todas pela rama porque não há tempo para mais e acabou-se. E o produto Renascença tem que de uma vez por todas convencer não só pela rama, não só pela ideia e pelo conceito, mas pela profundidade *e em* profundidade, porque senão daqui a uns tempos nem seis, nem cinco nem quatro pontos percentuais.

A Comercial não chegou aos 21% a andar a estudar coisas pela rama. Percebeu o gosto, valorizou a figura do radialista sobre a do locutor (ajudada por quem sempre teve uma visão disso, o Pedro Ribeiro), detalhou o produto de tal forma que introduziu pequenos elementos de conforto e agora está onde está, sem egos, e a valer por toda uma estação.  E em que é que isto é diferente da Renascença de há 15/20/25 anos? Zero. E foi com essa RR que eu cresci.

Desta vez têm nos pontas de lança gente que realmente está e que é sim senhor, pelo menos das 06 às 20, e isso pode ser o suficiente para a RR subir. Mas isso não significa que está tudo bem e foi feito claramente à custa da informação, que perdeu esta batalha e quase que perdia a guerra. E eu não estou a gostar do circunstancialismo desta gestão na informação. Para mim é inconcebível que um artigo no site não tenha revisão textual, seja qual for a época do ano.

Vivo melhor com a questão da Lusa do que vivo com isso. Porque se numa é um retrato na média, noutra é desleixo. E a RR não tem margem para isso porque ou vai, ou racha outra vez e eu quero ver aguentarem esta estrutura se caírem para os 4 pontos.

Já nem sequer falo da profunda teimosia que é não diversificarem a playlist fora de certas horas, que me é totalmente inconcebível. Ninguém pede o pino da música alternativa, apenas mero bom senso. Alargou, mas não me enche nem de perto as medidas. Está ainda muito longe do razoável.

Único ponto positivo que vejo disto: a RR perdeu a imagem de beata e está mais neutralizada mentalmente, sem perder a força de passar a mensagem. Valha isso.

Cristiano Carmo

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Re: Renascença
« Responder #3662 em: Agosto 27, 2023, 02:22:38 am »
Caro Júlio:
1. Não sei se a minha opinião corresponde à opinião maioritária dos ouvintes da Renascença ou não, mas há uma coisa que sei - o Júlio tb não sabe;
2. Na crítica que escrevi à informação da RR no meu último post, há um advérbio de modo que parece ter lhe escapado - ESTRUTURALMENTE. Portanto, a minha crítica não diz respeito apenas à redação jornalística de agosto de 2023 mas à dos últimos anos. A informação da Renascença tem, pois, a meu ver, um problema estrutural e não apenas pontual ou sequer conjuntural;
3. A informação da RR é cada vez menos de referência ou de excelência, e negar isto é faltar a uma verdade gritante e cometer uma injustiça para com outros órgãos de comunicação social e suas redações jornalísticas que são efetivamente de referência ou de excelência na informação. Agora o facto de a Renascença ser cada vez menos competente nesta componente não significa que não tenha profissionais jornalistas altamente competentes, que os tem, nomeadamente os três que referiu, e outros. Mas não têm sido suficientes para manter a informação da RR num patamar de referência ou de excelência. Nem quero imaginar, no entanto, o que seria a informação da Renascença atualmente sem eles ou outros da sua qualidade! ;
4. Não sei por que motivo André Ventura recorreu ao grafismo do site da RR para lançar as suas habituais fake news, mas há uma coisa de que desconfio - o Júlio tb não sabe.

Caro Memórias da Rádio,
Sim, tb convivo melhor com a questão da Agência Lusa do que convivo com o que referiu e eu aqui tb referi.
Não sei se a Renascença já perdeu completamente a imagem de beata, mas se a perdeu, por mim, tudo bem. O que me preocupa é que perca a pouca aparência e a pouca essência que ainda lhe resta de católica, que é muito diferente de ser ou de parecer beata. De resto, não sei como é que uma RR "mais neutralizada mentalmente" pode manter a força de passar qualquer mensagem. E tb não sei a que é que se refere. Se me puder esclarecer, agradeço lhe.

Cumprimentos a ambos.

pdnf

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Re: Renascença
« Responder #3663 em: Agosto 27, 2023, 02:32:05 am »
Júlio, não reparei nunca nessa partilha de editores no próprio dia, com exceção do caso da Beatriz que esteve a fazer noticiários na RFM e na MEGAHITS durante a JMJ, mas acredito que tenha sido um caso pontual de gestão de férias. Coisa diferente é termos habituais da RR na RFM, isso sim, tem acontecido. No outro dia aconteceu o caricato, Tomás Chagas na RFM e uma voz que costuma estar na RFM, penso sem certeza que a Isabel Pacheco, na RR. Resultado: o Tomás a tratar o auditório da RFM na terceira pessoa, ao ponto de quando se apercebeu, voltar atrás, já sobre a publicidade e corrigir a frase para o "tu", e logo de seguida na edição da RR termos um "tens mais notícias dentro de uma hora e podes sempre consultar em rr.pt".

Sem desprimor para a RFM, daí que até tenha criticado aquela entrada a pés juntos descrita pelo Júlio do Sérgio Costa, há nomes que não podem andar a fazer "vacinas de cultura alargadas", falo de um Miguel Coelho, de um Sérgio Costa, de um José Pedro Frazão, ou até mesmo do Tomás, que sendo bastante novo, já o incluo no rol dos excelentes. A própria Beatriz, não fosse estar no CdM, considerando a qualidade do trabalho dela, também acharia descabido. Isto porque a RFM tem aqueles boletins minúsculos, que não lembram a ninguém, não é qualquer questão com a rádio em si.
Agora, se a ideia é porem o mesmo jornalista a editar dois boletins, palpita-me que a redação vai demonstrar, e bem, o seu desagrado. É que as notícias podem ser as mesmas, mas são dois noticiários que têm de ser escritos, e fazer a síntese nos da RFM também não é tarefa fácil, precisamente devido a esse pouquíssimo tempo.

Quanto ao comentário do Memórias, não poderia estar mais de acordo. Offtopic para contextualizar: Em 2017 participei num fócus group para a SCTP. Pagavam 3 meses de passe por 3h de entrevista, achei que valia a pena. Os trabalhos foram conduzidos pelo Prof. Carlos Brito, professor da FEP, com especialização em Marketing, e na altura vice-Reitor da UP para a comunicação, portanto, alguém que sabe perfeitamente o que está a fazer. Não obstante, fiquei com a clara sensação que mais do que auscultarem o público, estavam ali a obter respaldo para uma decisão já tomada, a mudança das cores da STCP do laranja para o verde água. As perguntas eram tão direcionadas, que dificilmente terias margem para dar uma resposta que não fosse ao encontro do que era pretendido pelo cliente.

E o Memórias tocou num ponto importante também, que eu gostaria ainda de explicitar mais. A RR tem excelentes pontas de lança, nunca será culpa de quem dá a cara, sejam animadores ou jornalistas, qualquer resultado menos feliz que por aí venha. E sim, para mim a única mudança positiva foi mesmo o fim do Rosário nas tardes, quando já nem a Rádio Maria ousava interromper o beato regresso a casa para o transmitir. Mas em termos de mensagem, neste momento, acho que a RFM acaba por parecer mais Católica do que a RR, basta que sem contar com o Rosário, passa mais conteúdo espiritual (os Pensa Nisto) que a RR.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

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Re: Renascença
« Responder #3664 em: Agosto 27, 2023, 01:46:23 pm »

Caro Memórias da Rádio,
Sim, tb convivo melhor com a questão da Agência Lusa do que convivo com o que referiu e eu aqui tb referi.
Não sei se a Renascença já perdeu completamente a imagem de beata, mas se a perdeu, por mim, tudo bem. O que me preocupa é que perca a pouca aparência e a pouca essência que ainda lhe resta de católica, que é muito diferente de ser ou de parecer beata. De resto, não sei como é que uma RR "mais neutralizada mentalmente" pode manter a força de passar qualquer mensagem. E tb não sei a que é que se refere. Se me puder esclarecer, agradeço lhe.

Cumprimentos a ambos.

Caro Cristiano,

Referia-me neste ponto a um aspeto simples, mas ao mesmo tempo complexo: há muitos anos, especialmente em zonas onde a RR não possui tanta penetração em termos de auditório, que as pessoas por exemplo no sul do país (sobretudo aí, não vejo problemas com isto a Norte ou no centro) têm ou tinham uma questão com a Renascença, várias delas, em que não ouviam porque "era da Igreja" e esta era mal vista.

Não me refiro a quaisquer casos de abusos, refiro-me apenas ao rótulo de ser beata/etc e ao desligar imediato que provocava nas pessoas mentalmente, levando a que não se ouvisse, como tive várias vezes hipótese de presenciar.

Desta forma, ao perder essa associação e com o avançar dos tempos, tornou-se possível captar estes ouvintes, numa primeira fase, para numa segunda fase continuar a executar o que tem que ser obviamente executado num alvará destes. Por isso é que digo que manteve a força: porque caiu o rótulo. O peso dos anos e das mudanças fez isso mesmo.

Cumprimentos!

Júlio, não reparei nunca nessa partilha de editores no próprio dia, com exceção do caso da Beatriz que esteve a fazer noticiários na RFM e na MEGAHITS durante a JMJ, mas acredito que tenha sido um caso pontual de gestão de férias. Coisa diferente é termos habituais da RR na RFM, isso sim, tem acontecido. No outro dia aconteceu o caricato, Tomás Chagas na RFM e uma voz que costuma estar na RFM, penso sem certeza que a Isabel Pacheco, na RR. Resultado: o Tomás a tratar o auditório da RFM na terceira pessoa, ao ponto de quando se apercebeu, voltar atrás, já sobre a publicidade e corrigir a frase para o "tu", e logo de seguida na edição da RR termos um "tens mais notícias dentro de uma hora e podes sempre consultar em rr.pt".

Sem desprimor para a RFM, daí que até tenha criticado aquela entrada a pés juntos descrita pelo Júlio do Sérgio Costa, há nomes que não podem andar a fazer "vacinas de cultura alargadas", falo de um Miguel Coelho, de um Sérgio Costa, de um José Pedro Frazão, ou até mesmo do Tomás, que sendo bastante novo, já o incluo no rol dos excelentes. A própria Beatriz, não fosse estar no CdM, considerando a qualidade do trabalho dela, também acharia descabido. Isto porque a RFM tem aqueles boletins minúsculos, que não lembram a ninguém, não é qualquer questão com a rádio em si.
Agora, se a ideia é porem o mesmo jornalista a editar dois boletins, palpita-me que a redação vai demonstrar, e bem, o seu desagrado. É que as notícias podem ser as mesmas, mas são dois noticiários que têm de ser escritos, e fazer a síntese nos da RFM também não é tarefa fácil, precisamente devido a esse pouquíssimo tempo.

Quanto ao comentário do Memórias, não poderia estar mais de acordo. Offtopic para contextualizar: Em 2017 participei num fócus group para a SCTP. Pagavam 3 meses de passe por 3h de entrevista, achei que valia a pena. Os trabalhos foram conduzidos pelo Prof. Carlos Brito, professor da FEP, com especialização em Marketing, e na altura vice-Reitor da UP para a comunicação, portanto, alguém que sabe perfeitamente o que está a fazer. Não obstante, fiquei com a clara sensação que mais do que auscultarem o público, estavam ali a obter respaldo para uma decisão já tomada, a mudança das cores da STCP do laranja para o verde água. As perguntas eram tão direcionadas, que dificilmente terias margem para dar uma resposta que não fosse ao encontro do que era pretendido pelo cliente.

E o Memórias tocou num ponto importante também, que eu gostaria ainda de explicitar mais. A RR tem excelentes pontas de lança, nunca será culpa de quem dá a cara, sejam animadores ou jornalistas, qualquer resultado menos feliz que por aí venha. E sim, para mim a única mudança positiva foi mesmo o fim do Rosário nas tardes, quando já nem a Rádio Maria ousava interromper o beato regresso a casa para o transmitir. Mas em termos de mensagem, neste momento, acho que a RFM acaba por parecer mais Católica do que a RR, basta que sem contar com o Rosário, passa mais conteúdo espiritual (os Pensa Nisto) que a RR.

É que eu dou por mim a desejar ter esses momentos na própria Renascença, vê tu bem...

pdnf

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Re: Renascença
« Responder #3665 em: Agosto 28, 2023, 12:13:17 am »
Sim, o Júlio tem razão, hoje houve partilha do editor, o Vitor Mesquita fez as notícias na RFM e na RR. E agora às 24h, deu grande asneira. O concerto dos Excesso atrasou, a Ana Colaço ainda esteve ali a "encher chouriços", resumindo, as notícias na RFM entraram às 23:59:30, podiam perfeitamente ter entrado logo aos '57 depois do concerto. Mal a Ana acabou de falar entrou a trilha das notícias a todo o gás, o Vitor Mesquita começou ainda na parte inicial da trilha a todo o vapor, percebi logo o que ia acontecer, deu 4 notícias em 35 segundo, nem deixou acabar a mesma, interrompeu-a e entra música a martelo.
Troco para a RR, depois das 24h ainda está a dar música, pouco depois da 0:01 entra o sinal horário e um Vitor Mesquita a arfar... a sensação que me deu, mesmo, é que deve ter ido a correr de um estúdio para o outro, que sendo próximos, não são porta com porta. Com isto pelo menos ficamos a saber, uma vez que está a versão Carlos Bastos robot no ar, que o jornalista consegue controlar a emissão e atrasá-la ou adiantá-la. O boletim da RR foi o mesmo da RFM só que com as declarações do Marques Mendes e do Paulinho do Sporting... e acabou a ser corrido também para não atrasar a emissão. Soa mesmo mal. E nunca a RR deve sair prejudicada em detrimento da RFM em matéria de informação. Já estava em cima das 24h, não havia notícias na RFM ou faziam-nas depois das 24h.
No meio disto tudo, um grande aplauso para o Vítor Mesquita, que tem de gerir esta autêntica trapalhada, desculpem, não me ocorre melhor expressão, e fê-lo da melhor forma possível.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #3666 em: Agosto 28, 2023, 10:32:51 am »
É assim, felizmente Agosto está a acabar e já agora uma saudação para os sacrificados jornalistas  que estiveram ao serviço este mês de Agosto, especialmente ao fim de semana.
E ver se aqueles que tanto criticam entendem isto, que já sei dizer, nem escrever mais nada.
Uma nota, o Vítor Mesquita é da redação de Gaia e que tem sido um dos tais sacrificados...

ouvinte

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Re: Renascença
« Responder #3667 em: Agosto 28, 2023, 12:05:46 pm »
Dia 20 de agosto também dei conta de uma situação semelhante na Renascença.

Entrou o sinal horário / topo da hora, a locutora disse (gravado) " - Agora os destaques do jornal das 4 ", tocou a trilha dos destaques (que tem 15 a 20 segundos), o jornalista só apareceu uns segundos depois da rádio ter ficado em silêncio e, quando chegou, pareceu-me estar ofegante.

Por acaso não me lembrei de picar a RFM e perceber se ele estaria por lá a fazer o noticiário.

Memorias da Radio

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Re: Renascença
« Responder #3668 em: Agosto 28, 2023, 08:45:34 pm »
Sim, o Júlio tem razão, hoje houve partilha do editor, o Vitor Mesquita fez as notícias na RFM e na RR. E agora às 24h, deu grande asneira. O concerto dos Excesso atrasou, a Ana Colaço ainda esteve ali a "encher chouriços", resumindo, as notícias na RFM entraram às 23:59:30, podiam perfeitamente ter entrado logo aos '57 depois do concerto. Mal a Ana acabou de falar entrou a trilha das notícias a todo o gás, o Vitor Mesquita começou ainda na parte inicial da trilha a todo o vapor, percebi logo o que ia acontecer, deu 4 notícias em 35 segundo, nem deixou acabar a mesma, interrompeu-a e entra música a martelo.
Troco para a RR, depois das 24h ainda está a dar música, pouco depois da 0:01 entra o sinal horário e um Vitor Mesquita a arfar... a sensação que me deu, mesmo, é que deve ter ido a correr de um estúdio para o outro, que sendo próximos, não são porta com porta. Com isto pelo menos ficamos a saber, uma vez que está a versão Carlos Bastos robot no ar, que o jornalista consegue controlar a emissão e atrasá-la ou adiantá-la. O boletim da RR foi o mesmo da RFM só que com as declarações do Marques Mendes e do Paulinho do Sporting... e acabou a ser corrido também para não atrasar a emissão. Soa mesmo mal. E nunca a RR deve sair prejudicada em detrimento da RFM em matéria de informação. Já estava em cima das 24h, não havia notícias na RFM ou faziam-nas depois das 24h.
No meio disto tudo, um grande aplauso para o Vítor Mesquita, que tem de gerir esta autêntica trapalhada, desculpem, não me ocorre melhor expressão, e fê-lo da melhor forma possível.

Muito mal gerido. A Ana Colaço tinha que encher chouriços durante mais 4 minutos no mínimo para dar tempo ao Vítor Mesquita de acabar na RR e trocar, com calma, de estúdio, e tinha ela própria que dar entrada e lançar manualmente o Vítor na emissão da RFM.

Inacreditável que entre a rádio que está em direto e atrasa, e a rádio que grava e não pode atrasar, se ande a tentar colar pontas que não são colaveis como se o Vítor Mesquita tivesse que ser o super-homem.

Não há telemóveis ou WhatsApp entre o Porto e Lisboa?

Eu sou do tempo em que isso era logo tudo planeado à cabeça, o "se"... mas como as rádios são diferentes e neste miserável país abdica tudo em Agosto, é o que temos...

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #3669 em: Agosto 29, 2023, 09:22:24 pm »
Mais uma vez a RR muito mal ao não transmitir o relato do Braga, apenas o faz via on line. Caramba é um jogo de Champion, decisivo...
Imcomprensivel...

Atento

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Re: Renascença
« Responder #3670 em: Agosto 29, 2023, 09:34:10 pm »
Mais uma vez a RR muito mal ao não transmitir o relato do Braga, apenas o faz via on line. Caramba é um jogo de Champion, decisivo...
Imcomprensivel...


Se os estudos dizem que os ouvintes da RR querem mais música, os responsáveis não podem ser incoerentes e têm de dar a dose diária...

Julio Carvalho

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Re: Renascença
« Responder #3671 em: Agosto 29, 2023, 09:41:36 pm »
Está enganado! Não leu a entrevista que o todo poderoso Pedro Leal deu quando apresentou a grelha? Que os principais jogos teriam relato em antena.
Ora se um jogo de Champion, ainda por cima decisivo, não é dos principais jogos, então ele não está mesmo a ser coerente!

Memorias da Radio

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Re: Renascença
« Responder #3672 em: Agosto 29, 2023, 10:22:55 pm »
Há algo de muito errado a acontecer no desporto. É que nem na falta de pessoal conseguiria justificar tal questão.

EDIT: Só se os cortes afetaram os técnicos de exterior em Gaia e não há gente para mandarem vir a Braga...........

radiokilledtheMTVstar

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Re: Renascença
« Responder #3673 em: Agosto 29, 2023, 10:29:37 pm »
Não acho que seja nada de "errado", basta ligar a TV e ver quantos canais estão a fazer neste momento o rescaldo do Panathinaikos-Braga e quantos fariam com um chamado grande.O Braga pode passar a fase de grupos da Champions que continuará a ser alvo de preconceitos parolos e inexplicáveis no século XXI.

Quanto à RR é mais uma vez a montanha a parir um rato... quer dizer, o rato infelizmente nem chegou a nascer.
« Última modificação: Agosto 29, 2023, 10:32:51 pm por radiokilledtheMTVstar »

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Re: Renascença
« Responder #3674 em: Agosto 29, 2023, 10:35:30 pm »
Não acho que seja nada de "errado", basta ligar a TV e ver quantos canais estão a fazer neste momento o rescaldo do Panathinaikos-Braga e quantos fariam com um chamado grande.O Braga pode passar a fase de grupos da Champions que continuará a ser alvo de preconceitos parolos e inexplicáveis no século XXI.

Quanto à RR é mais uma vez a montanha a parir um rato... quer dizer, o rato infelizmente nem chegou a nascer.

Fui vítima da minha própria pressa a escrever: errado no desporto da RR especificamente... mas acabaste por fazer aqui um grande ponto face ao desporto no geral no qual estou totalmente de acordo.

Mas aqui há gato. A RR até tem mais 1 pessoa do que com quem contava antes (Pedro Azevedo)...