Entrevista extensíssima que dá uma grande perspetiva para o que se está a passar na GMG:
https://eco.sapo.pt/entrevista/nao-tenho-prazer-em-que-se-perca-ate-200-trabalhadores-mas-se-nao-fizermos-isso-este-grupo-morre/Basicamente arranjaram um buffer que o CEO diz que foi um "investimento muito forte", que foi a injeção do dito fundo, e que foi o que os salvou, porque senão nada feito, e o Estado na compra da posição da Lusa ia meter mais cerca de 2. Presumo que esse "investimento muito forte", em linguagem de CEO já descontada do marketing (o pdnf vai perceber), seja um valor entre 6 e 10 milhões de euros, não espero mais que isso daquela posição.
A ser assim, com aquela despesa, dá para 6-12 meses, não mais que isso, e daí a urgência de assegurar o equilíbrio com o "investimento muito forte" que aconteceu.
Parece que o PSD terá sido quem virou o bico ao prego neste caso e não o PS, confirmando um lado da suspeita que tinha.
Também estarão em causa ordenados extremamente desiguais em varias frentes (dá o exemplo dos 800 e dos 8800), de coisas que nunca foram corrigidas na casa, e afirma que se gasta 1 milhão de euros em salários por mês. Admite avançar para um despedimento coletivo
N'O Jogo estavam 150 e saem 100; no JN saem cerca de 35/40; na TSF saem 30 jornalistas e técnicos, fora o que ainda vier. Isso é o que têm projetado. Na prática pode-se estender aos locutores.
Isto essencialmente significa que a TSF deverá ficar com uma capacidade informativa fortemente reduzida, inferior à da Rádio Observador, Renascença e Antena 1, a pior das 4...