Autor Tópico: Mega Hits  (Lida 577728 vezes)

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4866
Re: Mega Hits
« Responder #1290 em: Fevereiro 02, 2023, 06:55:48 pm »
De todo, Imcompreensivel!!!

ocentos15

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 267
Re: Mega Hits
« Responder #1291 em: Fevereiro 06, 2023, 02:24:21 pm »
Outra coisa incompreensível é este programa que entra ao inicio da tarde. Posso estar já muito desconectado do publico alvo da mega, mas não sei quem fica a ouvir este estilo de musica de sexta-feira à noite… às 2 da tarde… todos os dias!!! Normalmente mudo de estação quando chega o In The Mix, volto depois às 3. Hoje fiquei para dar uma hipótese… desisto. Acho que apenas estraga a dinâmica imposta pela dupla que está no ar. Alguém aqui tem opinião diferente?

radiokilledtheMTVstar

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4868
  • "Quintão e Costa, a dupla que o povo gosta!"
Re: Mega Hits
« Responder #1292 em: Fevereiro 06, 2023, 02:39:23 pm »
Outra coisa incompreensível é este programa que entra ao inicio da tarde. Posso estar já muito desconectado do publico alvo da mega, mas não sei quem fica a ouvir este estilo de musica de sexta-feira à noite… às 2 da tarde… todos os dias!!! Normalmente mudo de estação quando chega o In The Mix, volto depois às 3. Hoje fiquei para dar uma hipótese… desisto. Acho que apenas estraga a dinâmica imposta pela dupla que está no ar. Alguém aqui tem opinião diferente?

Pelo que aprendi o programa de dance music mais conhecido da história da Rádio, o Danceteria na Comercial, era as 14h... agora não será assim mas não vejo grande problema, o absurdo é ter programas desse género na Comercial e RFM para públicos mais velhos e não na Mega e Cidade.

pdnf

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8071
Re: Mega Hits
« Responder #1293 em: Fevereiro 06, 2023, 03:13:48 pm »
Outra coisa incompreensível é este programa que entra ao inicio da tarde. Posso estar já muito desconectado do publico alvo da mega, mas não sei quem fica a ouvir este estilo de musica de sexta-feira à noite… às 2 da tarde… todos os dias!!! Normalmente mudo de estação quando chega o In The Mix, volto depois às 3. Hoje fiquei para dar uma hipótese… desisto. Acho que apenas estraga a dinâmica imposta pela dupla que está no ar. Alguém aqui tem opinião diferente?
Mix feelings... em parte concordo com o que referes, por outro lado, é uma hora mais letárgica e por vezes ajuda a despertar. Admito que poderia funcionar melhor se depois o Drive-In pegasse logo às 15:00H, mas também me parece exagero umas tardes de 5h. A menos que, claro, o GNO começasse às 19:00H e terminasse pelas 23H.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

AG

  • Global Moderator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 3726
  • R CLUB P
Re: Mega Hits
« Responder #1294 em: Fevereiro 06, 2023, 03:24:56 pm »
Outra coisa incompreensível é este programa que entra ao inicio da tarde. Posso estar já muito desconectado do publico alvo da mega, mas não sei quem fica a ouvir este estilo de musica de sexta-feira à noite… às 2 da tarde… todos os dias!!! Normalmente mudo de estação quando chega o In The Mix, volto depois às 3. Hoje fiquei para dar uma hipótese… desisto. Acho que apenas estraga a dinâmica imposta pela dupla que está no ar. Alguém aqui tem opinião diferente?

Pelo que aprendi o programa de dance music mais conhecido da história da Rádio, o Danceteria na Comercial, era as 14h... agora não será assim mas não vejo grande problema, o absurdo é ter programas desse género na Comercial e RFM para públicos mais velhos e não na Mega e Cidade.
O Danceteria era na Antena 3 com o saudoso Nuno Miguel, mas sim, era as 14:00.

Estás a confundir com o Discoteca do Adelino Gonçalves na Comercial (ainda no grupo RDP) porém não era propriamente de Dance Music mas mais de R&B/música negra. Também era emitido ao início da tarde, passando para os finais da tarde numa fase posterior, creio eu.

Boxx

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1209
Re: Mega Hits
« Responder #1295 em: Fevereiro 06, 2023, 03:43:58 pm »
O danceteria da Antena 3 também provocava uma quebra na continuidade da emissão e por isso esteve muito pouco tempo na grelha.
Já o programa do Adelino Goncalves na Comercial era uma referência absoluta na nova música desse estilo de música!

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4866
Re: Mega Hits
« Responder #1296 em: Fevereiro 06, 2023, 03:48:49 pm »
Próxima segunda é dia mundial da Rádio, e tal como sucedeu no ano passado, três programas da manha do grupo R/com serão emitidos em conjunto...

ocentos15

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 267
Re: Mega Hits
« Responder #1297 em: Fevereiro 06, 2023, 04:01:42 pm »
Próxima segunda é dia mundial da Rádio, e tal como sucedeu no ano passado, três programas da manha do grupo R/com serão emitidos em conjunto...
E drive in será feito na Universidade Católica de Lisboa.

AG

  • Global Moderator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 3726
  • R CLUB P
Re: Mega Hits
« Responder #1298 em: Fevereiro 06, 2023, 04:17:07 pm »
O danceteria da Antena 3 também provocava uma quebra na continuidade da emissão e por isso esteve muito pouco tempo na grelha.
Já o programa do Adelino Goncalves na Comercial era uma referência absoluta na nova música desse estilo de música!
Ainda durou uns dois ou mesmo três anos, ali entre 1996 e 1998 ou mesmo 1999.

pdnf

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8071
Re: Mega Hits
« Responder #1299 em: Fevereiro 06, 2023, 04:45:31 pm »
Próxima segunda é dia mundial da Rádio, e tal como sucedeu no ano passado, três programas da manha do grupo R/com serão emitidos em conjunto...

Pensei que este ano fossem apostar na emissão conjunta nas tardes. Por outro lado, salvo erro o ano passado foi 07/10H, este ano encurtam o simultâneo para duas horas. É uma iniciativa muito salutar, é preciso reforçar o entrosamento entre as três rádios do grupo.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4866
Re: Mega Hits
« Responder #1300 em: Fevereiro 06, 2023, 11:03:27 pm »
Nas tardes era complicado, a única hora disponível era 19/20...

pdnf

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 8071
Re: Mega Hits
« Responder #1301 em: Fevereiro 07, 2023, 02:12:03 am »
Nas tardes era complicado, a única hora disponível era 19/20...

Valha-nos... por um dia? Quando há futebol não transmitem...tudo bem, sei que é dia 13, mas ainda assim... ???
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Radiofilo

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 952
Re: Mega Hits
« Responder #1302 em: Fevereiro 13, 2023, 07:15:08 pm »
Ainda na sequência do caso do Conguito, reportagem do Expresso (tribuna.expresso.pt) de hoje, a qual retrata o lado humano do drama vivido pelos jogadores do Villa Athletic Club e a completa falta de ombridade, por parte dos principais dirigentes, ao lidarem com a situação.

"E o Villa Athletic Club? O fundador “nunca mais disse nada e escondeu-se”, os jogadores lidaram com “peso emocional de terem escolhido mal”

E depois do Villa Athletic Club, fundado pelo radialista conhecido por Conguito, que não pagou salários nem fez o que prometeu aos jogadores? A Tribuna Expresso falou com dois futebolistas que estavam no plantel do clube que, o ano passado, terminou pouco tempo depois de começar. Pedro Lagoa mudou de área e deixou o futebol em suspenso, Francisco Pardana mudou de equipa depois de um período mais difícil
RITA MEIRELES 13.02.2023 ÀS 11H11


“Era um projeto que nos parecia, a todos nós jogadores, que tinha pernas para andar. Supostamente tinha uma base sustentada, porque era muito à base de patrocínios que supostamente seria o presidente, o Conguito, que arranjava”, conta Francisco Pardana à Tribuna Expresso.

Fábio Lopes, mais conhecido por Conguito, começou a sua carreira no digital. Os vídeos no YouTube foram a base de um percurso que, mais tarde, passou pela rádio e televisão, mas nem por isso as redes sociais deixaram de fazer parte do seu dia-a-dia. O criador de conteúdo conhece o poder do trabalho com marcas e outras entidades e sabe que a fórmula funciona.

O que não funcionou foi a reprodução do modelo de negócio no futebol. Ou, pelo menos, não foi suficiente. Se as marcas saírem do digital, a profissão perde a dimensão que tem e o negócio deixa de ser sustentável para os criadores. Das duas, uma: ou existem outras fontes de receita que lhes permitem manter as redes por gosto ou é o fim do projeto. Sem os patrocínios, no futebol acontece exatamente o mesmo: é necessário que outra fonte de investimento garanta o negócio. Mas, quando os patrocinadores falharam, não havia plano B.

Falar do Villa Athletic Club equivale a falar de um projeto forte o suficiente para atrair nomes como Edinho, internacional português, André Carvalhas, formado no Benfica, ou o treinador Meyong, antigo jogador do Vitória de Setúbal. Poucos meses após o clube ser fundado, contudo, surgiram queixas de salários em atraso, notícias de falta de comparência a jogos e licenças retiradas para utilizar um estádio em Ponte de Sor, onde a equipa ia apenas jogar, treinando em Lisboa.

O que lhes foi apresentado, afinal?

“Era um projeto de continuidade. Era ambicioso. Queriam o clube na primeira liga em poucos anos, acho que eram oito ou 10. Não era, por exemplo, criar uma equipa este ano e para o ano a maior parte dos jogadores iam embora e iam buscar outros. Continuava a maior parte da equipa junta e, claro, ia-se reforçar a equipa, como é normal, mas ficava ali um grande núcleo. Era um projeto que tinha, de facto, pernas para andar e tudo o que foi apresentado parecia bater certo, mas depois não”, explica Francisco Pardana.


O que correu mal no Villa já não é uma surpresa a esta altura. O clube começou a deixar salários por pagar aos seus jogadores até que o presidente foi obrigado a terminar o projeto por não ter forma de o sustentar. O campeonato já tinha começado, não era o momento de os clubes se reforçarem e, de repente, todo o plantel ficou sem saber o que fazer a seguir. Na prática, o ‘conto de fadas’ só durou um mês.

“Começamos a desconfiar quando começaram a atrasar os pagamentos, logo no primeiro mês”, diz Francisco, que foi um dos que, apesar de tudo, teve a sorte de não ver esse pagamento atrasar por estar a trabalhar a recibos verdes. “Depois começou a atrasar, começámos a querer respostas junto com o presidente e começámos a ver que ele estava um bocado nervoso. Ao início escondeu, depois foi dizendo as coisas por meias palavras e depois acabou por nos dizer tudo, que o projeto era sustentado com os tais patrocínios e que, afinal, os patrocínios já não iam mandar dinheiro nenhum”.

Tudo antes do caso ser tornado público. Na altura em que fora do balneário ainda se acreditava no projeto, os jogadores já tinham feito “três ou quatro reuniões” para tentar solucionar o problema. Não foi possível.

MUDANÇA DE PLANOS
Sem clube, uma fonte de rendimento e perspetivas para o futuro, o grupo de futebolistas teve que procurar soluções.

“Na altura andei a fazer os contactos que tinha a fazer, à procura de integrar um novo projeto. Acabei por receber algumas propostas. No entanto, nenhuma que realmente desejasse na altura. Não ia de acordo com o que pretendia”, conta Pedro Lagoa à Tribuna Expresso. “Neste momento estou com outros projeto em mãos. Eu também pertenço a uma consultora imobiliária e estou a desenvolver esse negócio”.

Para quem, como o jogador, fazia do futebol vida, mudar pode ser um pouco difícil, mas, neste caso, Pedro passou de uma área que gostava para outra: “Foi fácil porque considero-me uma pessoa ambiciosa e que não gosta de estar parado. Não sou de ficar a remoer sobre as coisas porque correram mal. Esta área sempre foi uma área que eu gostei também e além de voltar a estudar, que estava a tirar o curso de engenharia informática quando parei para ir para o estrangeiro, esta é uma área que realmente gosto e que me vejo a fazê-la”.

Para os que optaram por continuar na modalidade, as coisas foram mais difíceis. Não se tratou apenas do facto de muitos clubes já terem o plantel fechado - o Villa já tinha feito um jogo e isso teve influência.

“Era muito complicado arranjar clube ou, pelo menos, um clube que fosse desportivamente bom para nós. Falei com um ou outro empresário que conheço, um ou outro amigo. Na minha cabeça passava um bocado por tentar voltar aos campeonatos nacionais. Como já tinha feito um jogo pelo Villa, esta época já só poderia jogar por mais um clube. O próximo clube que eu fosse e jogasse teria que ser até ao fim da época, então pensei que tinha que escolher bem”, enquadra Francisco.

Além das dificuldades físicas, naturais para qualquer atleta que passa algum tempo parado, estes jogadores tiveram também que lidar com o problema a nível psicológico. O ritmo competitivo diminui, mas é possível não parar os treinos. Francisco, que é guarda-redes, recorda até a altura em que era a mãe que o ajudava a treinar. Mas lidar com todo o lado emocional da situação é mais difícil.

“Acaba por ser um pouco triste até porque nós sabíamos o grupo que tínhamos, as condições que tínhamos para fazer algo mais e vermos isso tudo a cair por terra, e nós a tentar fazer de tudo para levantar novamente o clube e não ser possível”, lamenta Pedro Lagoa, lembrando a ressaca da extinção da equipa.

Para Francisco, a altura em que tudo aconteceu foi difícil, mas nada se compara ao que veio em seguida: “Foram dias que não foram fáceis. Psicologicamente não foi fácil. É o peso emocional que já temos de ter escolhido mal, de tudo o que passámos, e o peso de ‘agora o que é que eu vou fazer?’. No início, logo quando acaba, parece que a ficha ainda não tinha caído bem, mas depois, com o passar do tempo, começa a ser cada vez mais difícil”.

“QUEM SE ESCONDEU FOI O PRESIDENTE”
Pedro deixou o futebol e não tem previsões de voltar e Francisco acabou por assinar pelo Oriental Dragon FC. Na altura em que as coisas não estavam tão certas nas suas vidas, foi a solidariedade entre os jogadores e o apoio do futebol português que ajudaram naquilo que foi possível.


“Fizemos de tudo para nos ajudarmos uns aos outros, com os conhecimentos que temos dentro deste tempo que temos de futebol. Acredito que as equipas tenham prestado atenção e sabiam que havia qualidade ali para darem oportunidade”, explica Pedro.

“Houve até um empresário que falou comigo e disse que estava a ajudar os jogadores do Villa porque ficou sensibilizado com a nossa situação. Muitas outras pessoas, mesmo não podendo ajudar diretamente, enviavam uma mensagem a perguntar se estava tudo bem, colegas de profissão que eu nunca tinha falado, agentes desportivos. Houve muita solidariedade. Inclusive o próprio mister Sérgio Conceição que doou alimentos a alguns dos nossos jogadores que viviam numa casa, enviou um carregamento enorme”, acrescentou Francisco.

E da parte do Villa? Depois de tudo o que aconteceu, o clube ficou ao lado dos jogadores neste momento difícil ou retirou-se totalmente de cena?

Alguns membros do clube ficaram. Francisco Pardana realça o apoio do diretor-desportivo Pedro Campos Ribeiro. Além de ajudar o grupo de jogadores que vivia na mesma casa, manteve o contacto com todos e tentou ajudar sempre que conseguiu, até mesmo financeiramente.

Mas há também quem não tenha voltado a aparecer.

“Quem não ajudou, nunca mais disse nada e se escondeu foi o presidente, o Conguito, e o vice-presidente também. Nunca deram uma palavra aos jogadores. Nós tentámos por diversas vezes confrontá-lo e a verdade é que ele se escondia muitas vezes, dizia que não podia ou tentava conversas um a um, parecia que não queria enfrentar o grupo como um todo, mas nós sempre tentámos fazer as coisas nesse sentido porque é assim que as coisas têm que ser feitas e tratadas”, afirma Francisco.

O caso do Villa é, provavelmente, um dos mais extremos no que ao futebol distrital diz respeito, mas o tema dos salários em atraso não é novo. Manter os clubes, principalmente nestes últimos anos depois de uma pandemia e com a situação económica atual, é tudo menos fácil. Para que seja possível garantir que os jogadores não continuam a ser apanhados nestes problemas, Francisco Pardana deixa uma proposta à Federação Portuguesa de Futebol.

“Isto também passa um bocado pela federação tomar medidas para analisar se, de facto, os clubes podem garantir as condições que acordam com os atletas porque acho que falta um bocado esse rigor e essa disciplina. Esta aqui foi um pouco mais grave, mas existem situações destas de incumprimento salarial, de dizerem que é uma coisa e depois é outra. Infelizmente, continua-se a verificar e acho que é uma coisa que se vai verificar sempre se não se tomarem medidas mais sérias”, antecipa, prevendo que situações semelhantes possam vir a surgir."


in tribuna.expresso.pt

« Última modificação: Fevereiro 13, 2023, 07:17:41 pm por Radiofilo »

Julio Carvalho

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 4866
Re: Mega Hits
« Responder #1303 em: Fevereiro 13, 2023, 07:37:12 pm »
Este post até pertinência é faz todo o sentido ser debatido, mas não no tópico da Mega!


Porque acham que o Conguito já não está na Mega?

Radiofilo

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 952
Re: Mega Hits
« Responder #1304 em: Fevereiro 13, 2023, 08:01:34 pm »
Só coloquei aqui porque anteriormente já se tinha abordado esta situação precisamente neste tópico.

Se os administradores entenderem mudar o post para outro local, não me oponho de todo.