Começando pela Mega, e de fonte segura, as emissões são, regra geral, em direto. Podem ser gravadas momentos antes de ir para o ar mas, neste caso, não se aplica o que o R4 descreve.
Obrigado pelos esclarecimentos! Na Mega tinha essa ideia, e posso dizer com certeza que até abril deste ano, mesmo ao final de semana, era usual ser sempre direto. Em abril, isso mudou e só pontualmente passou a ser direto os fins de semana.
Na RR o Júlio Heitor é quase sempre gravado mas, nesse horário, o noticiário é em direto. O Júlio deixa gravado a locução com a hora e as frases de lançamento do jornalista: “ vamos as notÃcias das 10 estes são os destaques “ … “ estes foram os destaques e agora vamos ao desenvolvimentos destes e de outros assuntos†.
Sobre a questão de como é gerido em antena, eu julgo que são planeados 5 ou 6 minutos para notÃcias, caso haja algo de última hora o jornalista poderá usar mais tempo porque depois alguém ( ou até o próprio jornalista) poderá acertar o alinhamento.
Na RR o horário das 20:00 ser gravado… ok, acho que ainda é um horário demasiado cedo para que assim seja, mas são opções editoriais. Pelo menos o jornalista está on air em direto, é o mais importante. Permite ter margem de manobra, mas depois dá azo aos cortes a eito, trilhas sonoras sobrepostas, etc.
Para as três rádios da R/Com:
São opções que se respeitam, devido a contenção de custos, mas uma boa gestão consegue arranjar forma de fazer diferente, dando, por exemplo, um dia de folga adicional, uma semana de férias extra, etc. Até porque fazer um fim-de-semana, calha a cada um uma vez por mês, exceto se for um animador que, efetivamente, só esteja no ar nos dias de descanso (penso que só na RR é que se aplica esta situação.
Parece é que o caro Pdfm não sabe o que é uma emissão gravada. Acima de tudo é uma aldrabice a fingir que estão em directo. Se estão a gravar para os stories, obviamente têm que mudar ponteiros do relógio.
O número de watssapp pode ser atendido em casa, a qualquer hora, por elas ou por alguém da produção.
Pronto, não é fácil explicar, mas eles e elas sabem bem que é assim.
O trabaho à noite e ao fim de semana fica mais caro e para passar músicas e dar meia dúzia de palavras, não compensa o investimento.
Mas então há um qualquer racional que não faz sentido. Pois, se eu gravei um programa de manhã, por hipótese, mas deixo espaço aberto para a linha do Whatsapp., por exemplo, no alinhamento à s 22. Vou ter de estar a ver as mensagens em casa, gravar um take a correr e po-lo no ar? Ainda para mais em dupla? Mas afinal, o que é isso senão trabalho? Uma coisa é gravar e ir para o ar minutos depois. Isso sei que fazem (confidenciaram-me até que por vezes para saÃrem um nada mais cedo, mas não é diário). Outra bem diferente, é quase um esquema que, no fim de contas, pouco acrescentaria em termos de descanso.
Admito que sendo o painel das 20h agora feito apenas por uma pessoa, possa estar a ser gravado, numa lógica de contenção de custos. Mas se está a ser feito é à coisa de 15 dias, não foi logo desde que passou a ser só um animador.
Numa coisa dou.lhe toda a razão: falta palavra na Mega. A música é muito importante, mas insistir num modelo que é uma espécie de Spotify com publicidade e umas palavrinhas... não faz sentido. A malta nova gosta de palavra também.
Claro que o Diogo ainda não é visto na Mega como potencial para muito mais... Não grita, não desata com gargalhadas falsas ou anda com falsos entusiasmos.
Via-o numa Antena 3 ou Vodafone, mas com as administrações das duas rádios claro que tenho de tirar o cavalinho da chuva.
Mas isso escrevi eu há um mês e chamaram-me de especulador. Vamos lá ver, eles dão-se todos muito bem, sem dúvida, mas há, como em todos os trabalhos, perfis diferenciados. E ali na Mega há três/quatro pessoas que são mais apagadas e que se nota que não são tão valorizadas por isso. Como em PT o que dá dinheiro e vende é o produto popularucho… pessoas mais low profile, mas que são excelentes profissionais, ficam mais encostados.
Convém, contudo não esquecer que o Diogo faz rádio há 10 ou 12 anos. As locais também contam, e ainda bem!