Eu não conheço a Provedora, por isso não tenho nenhuma razão para a defender ou para a atacar.
Do que ouvi hoje, só não gostei de uma coisa, falou que recebe muitas cartas sobre a Tarde Desportiva, uns ferverosos defensores outros que acham que há muito futebol na Antena 1.
Isto, já se sabia, mas ela leu duas cartas e as duas a atacar o desporto e a Tarde Desportiva. Ora aqui esta o pecado, podia ler uma, de cada opinião.
De resto, se as outras rádios não interronperam o relato, era obrigação da A1 difrenciar -se da restante concorrência.
De salientar, que segundo disse o director de informação, João Paulo Baltazar, a A1, desinformatou a programação habitual, quando terminou o relato e respetivas entrevistas e comentários, com um especial até à 1 da manhã...
Ainda não ouviu o programa...
Mas já sabia que o objetivo não eram os tumultos, mas atacar o Desporto e a Tarde Desportiva.
Confirmam-se as minhas suspeitas.
Se dúvidas houvesse, o R4 confirmou-as, quando a desprovedora toma partido ao ler os anti...
Devia estar preocupada com o fim do programa Biblioteca Pública...
O pior de tudo isto é termos fanáticos intelectuais de qualidade questionável em determinados postos chave.
As Humanidades e a Academia dispensam este fanatismo. Normalmente tal fanatismo visa esconder limitações.
O esperado portanto...
Nada que não tivesse dito há uns tempos por aqui.
Remato o comentário com uma citação:
"Penso que um excesso de decretos e de interditos prejudica a autoridade da lei. Podemos observá-lo: onde existem poucas proibições, estas são obedecidas; onde a cada passo se tropeça em coisas proibidas, sente-se rapidamente a tentação de as infringir. Além disso, não é preciso ser-se anarquista para se ver que as leis e os decretos, do ponto de vista da sua origem, não gozam de qualquer carácter sagrado ou invulnerável. Por vezes são pobres de conteúdo, insuficientes, ofensivas do nosso sentido de justiça, ou nisso se tornam com o tempo, e então, dada a inércia geral dos dirigentes, não resta outro meio de corrigir essas leis caducas senão infringi-las de boa vontade! Para mais, é prudente, quando se pretende manter o respeito por leis e decretos, não promulgar senão aqueles cuja observação ou infracção possam ser facilmente controladas."
Sigmund Freud, in 'As Palavras de Freud'