Vai haver novidades até ao final do ano, vai, isso concordo. Sendo que a novidade que vai haver é a de que haverá Ano Novo, e arranca já a dia 1.
Qualquer tentativa de privatização terá firme e vigorosa oposição da minha parte e certamente, como em 2003, de toda a sociedade civil. E continuarei a pagar mesmo que a taxa não seja obrigatória. Aliás, se for preciso até ouço mais.
O mercado já não está brilhante e em vez de se falar em concentração ou em fusão fala-se em privatização? Então está bem.
Repito: isto foi tudo porque lhe mexeram no desporto. É tão mas tão absurdo como tirarem os programas de autor da TSF e vir reinvindicar a nacionalização. Ah espere...
Aliás a vida está facilitada...o próprio Nicolau Santos abriu a porta ao encerramento e alienação de canais...
Quem não respeitou a maioria foram os decisores da Antena1 que numa atitude arrogante e sem fazerem pontes , quais netos do Gonçalvismo cruzados de pelagem com os do Salazarismo, tiraram o tapete ao Sporting de Braga, cedendo a uma minoria acantonada com a Desprovedora.
Agora cada um que use "as armas" que tem ao seu dispor...
Questões editoriais...
Questões orçamentais...
É a vida como dizia o outro...
É de um rigor extraordinário.
Primeiro, no seu entender, quer acabar com as delegações (ler o que disse sobre a delegação do Algarve).
Mas critica a Antena 1 de acabar com os relatos do Sp. Braga.
Sabe mesmo porquê que acabou?
Talvez se a Antena 1 continuar a desinvestir nas regiões, continue a perder recursos humanos, que não dá para fazer cobertura do Sp. Braga, e de muitos outros.
Sim, a Antena 1 tem os recursos humanos limitados, e ainda há quem queira acabar com as delegações.
Ah esperem, mas é a mesma pessoa que defende e é contra o seu ponto...
Um pouco mais de rigor Sr. Atento.
Já não vou sequer entrar dentro da aberração da privatização.
Aí é que o desporto ia mesmo de vela, até porque com as rádios portuguesas no estado em que estão, e com a mentalidade que os Srs. Doutores da Rádio em Portugal têm, alegariam logo que por contenção de custos, que iriam acabar com o desporto, e fariam mais duas rádios de música a metro, que está na moda, e nem temos muitas em Portugal.