Essencialmente as resistências começam a cerca de 4km do mar pela N252. Os emissores de Lisboa (como a M80!) aguentam-se bastante bem até lá, mas da Cotovia para baixo começam a apresentar falhas - é natural, a distância já é boa e o relevo começa a subir bastante.
Na zona de Santana é o total caos e em Sesimbra também: salva entre Lisboa, Grandola e Algarve, sendo que em Santana cheguei a ir ver o rádio do carro onde ia apanhar Montejunto. Num alto da Serra, bem entendido, mas aconteceu. A coisa não é tematizável, é rua a rua a melhor frequência, mesmo. Há zonas de Santana em que a única rádio da AML que se capta com qualidade é a Sesimbra FM!
Grândola mudar-se para a Arrábida, @AG, é difícil. Segundo sei há limitações ao número de emissores na Serra da Arrábida por questões de espaço, proximidade e controlo de espectro. Além da falta de apoio de Sesimbra já mencionada temos ainda que juntar algumas dificuldades que passaria a ter na Serra de Grândola (apoiada pelo emissor algarvio do Barlavento mas não chega a 100%), e depois na zona entre o lado sul da serra e Santiago do Cacém em que… digamos que há umas questões, a escuta podia ser mais limpa.
Santiago do Cacém e Sines, bem como Santo André, não sofreriam. Mas são zonas em que a frequência do Barlavento começa a ser uma séria hipótese de escolha.