Se o meu caro tivesse essa acutilância crÃtica em relação à A1, até seria interessante de ver.
A rádio, nesta altura, é mais de palavra, do que de informação, onde apresenta lacunas evidentes. Por exemplo, a repórter em Viana é fraquinha, mas muito esforçada. Ontem esteve de manhã à noite, lá no prédio que vai ser demolido. E hoje, como ela já salientou, chegou antes das 7...
Mas o meu caro tem uns ódios de estimação, a Carla Rocha, o Nuno Reis e agora o Observador, a quem já dava nota baixa, mesmo antes dela começar a emitir...
Sentido crÃtico sim, já perseguições implacáveis, não me parece, até porque rádios de palavra que fogem ao paradigma vigente, tem que ser apoiadas e não vilenpendiadas.
A rádio não trouxe nada de novo? Mas o que queriam? O jornalista a fazer o pino, enquanto lê as notÃcias? Ou seria uma emissão feita num elevador ou quiçá num avião?
Calma, há que dar tempo à rádio.