Afinal, agora é que é...
A palavra tem de estar noutro sítio...
Temos Pinheiro!!!
https://www.atelevisao.com/geral/da-radio-ao-pequeno-ecra-renascenca-pode-estar-a-caminho-da-televisao/?utm_source=atv&utm_medium=facebook&fbclid=IwdGRzaARCEPhjbGNrBEIQsmV4dG4DYWVtAjExAHNydGMGYXBwX2lkDDM1MDY4NTUzMTcyOAABHh-uSrIZZSg2m5wVcqjf6cazsMX7fi7-uRHWorQZ0a6ib9tK1ACxO7Wx6c0o_aem_lDOzLNxQFyDZlIMAjIT89Q
Não sei por onde começar.
A minha reação é idêntica à da maioria dos foristas.
Criticar a Marktest, quando uma esmagadora maioria dos ouvintes de rádio sente que as audiências até parecem maiores nas métricas face à realidade...
Sobre a TV: não sei se a ideia não passa por criar um canal generalista, como a irmã espanhola (COPE) fez com a Trece. Se financeiramente não rebentar com o grupo RR, não vejo por que não. Mas, se for para criar outro canal de informação, questiono se não faria mais sentido apostar na informação radiofónica, tendo em conta a ausência de rádios informativas nacionais fortes em Portugal. Informação televisiva? Mais um canal de informação? Somos 11 milhões ou 110 milhões? Acho inenarrável a quantidade já existente de canais de informação televisiva para um país pequeno como o nosso. Ainda por cima, mais um canal em que tudo estaria centralizado em Lisboa e no Porto, como acontece com quase todos os órgãos de comunicação social. Um bom canal de informação teria a obrigatoriedade de descentralizar. É sobretudo por isso que a CMTV tem a audiência que tem: porque está em todo o lado.
Eu sei que o mercado publicitário da rádio neste país, é um mercado miserável, temos um tecido empresarial pequeno. Eu tenho noção disso. Mas será que não se podia rever os pacotes comerciais de publicidade? Será que a RR, quando tenta vender publicidade às empresas, tem, por exemplo, um pacote para quem apenas quer patrocinar o desporto? Ao que julgo saber (informações internas que podem ser falíveis), julgo que não.
Para finalizar: a RR, quando pode fazer diferente para melhor, escolhe sempre fazer diferente para pior. As decisões de quem gere o grupo deveriam ser caso de estudo.