Aqui está a gravação. São cerca de 70 minutos de áudio condensados para 19.
A plástica é mesmo Wise Buddah mas não estou a conseguir encontrar a referência de momento.
Está aqui:
https://vocaroo.com/1a0UPm3EUCHACortei toda e qualquer música, exceto os primeiros ou os últimos segundos só para sinalizar qual passou. Deixei as intervenções do Carlos Bastos na íntegra, para vermos a... ahm... utilidade delas.
Deixei os 3 primeiros minutos do boletim da meia-noite (os outros dois foram para acontecimentos internacionais) e deixei a integralidade do boletim da 01h, incluindo declarações de José Luís Ramos Pinheiro que vão incendiar e muito este fórum e que eu fiquei estupefacto quando ouvi.
Deixei também, apesar de serem os mesmos:
- separadores de frequência
- indicativos de publicidade
- quase todos os blocos de publicidade, exceto nos primeiros dois, em que foram editados para tirar publicidade inútil.
É claro, deixei todos os separadores novos da Renascença. Todas as transições, sem exceção, foram editadas por mim e tentei fazer a coisa o mais suave possível ou o mais impactante possível, conforme o separador que vinha. Os mais atentos de ouvido perceberão onde elas estão, mas há algumas que não são propriamente óbvias, por isso qualquer dúvida perguntem.
Como a emissão online tem uma qualidade que só uma mãe pode amar, em 96k, isto levou pós-processamento on the fly do meu próprio portátil HP (que a tem!) com alguma afinação extra minha dentro do possível, é uma captação a partir do loopback do computador. Assim, salvo as quebras pontuais de som (um tema da HP, não meu), já aproxima ao que se ouve em FM e "mascara" a falta de brilho e expansão. O ruído dos microfones ouve-se sempre na própria emissão e é particularmente notório em vários segmentos, mesmo em FM, desde a Edição da Noite ao Carlos Bastos a falar.
O site foi abaixo à uma da manhã, e não à meia-noite, e foi a essa hora que entrou a "nova imagem": ou seja, um logo, cinco ícones, e uma fonte que não dá com nada com o resto do site.
Quase todo o alinhamento musical é de fugir, com exceção dos temas de Seal e Sting, de uma surpreendente Billie Eilish ali pelo meio, da Song 2 dos Blur (ainda que já muito batida) e de uns absolutamente inesperados The Smiths logo no final da hora. A música portuguesa então é pavorosa.
Digam de vossa justiça. Para mim... isto foi uma mão cheia de nada.