Worry not, porque o modelo da Joana Marques começa a esgotar-se. Mudou outra vez de genérico, para um pior que o anterior (que já de si era pior que o outro), e os programas vão com uns penosos 17 minutos - com 2 dias de Sinel de Cordes, levou 34 minutos para ir buscar a situação toda, o que não é eficiente.
Isto não é comparável com o RAP que está fixo a um certo modelo e despacha temas em 5 minutos.
Dantes não perdia um Extremamente Desagradável. Agora perco quase todos e é só o TikTok quem puxa escutar algumas edições para o Spotify justamente porque a edição do TikTok tem algo que a Joana não está a saber ter: poder de síntese e de renovação. E o modelo de "descontextualização desonesta" também se está a esgotar rapidamente, em particular nos tempos que vivemos hoje.
Por comparação, nenhuma rubrica de humor ou entretenimento, em nenhuma rádio, tem mais que 10/11 minutos.
Outra coisa que começa a desgastar são os risos da Ana Galvão, que a este ponto - e não sendo ela nada assim! - já começam a passar para o ouvinte como algo de "velhaco" (à falta de melhor palavra).
Em sentido contrário, usar vozes fora das manhãs para descrever elementos é uma boa forma de renovar. Já ir buscar músicas para ilustrar coisas parece o Linha Avançada com o José Nunes e transpira a 1997.