Agora em horário de playlist com as entradas da Joana Gama (que deve andar pelos 35/36) e da Inês Henriques pelos 33/34 e as saídas da Isilda Sanches, Luís Oliveira e do Van der Ding de painel a média de idades está um pouco mais baixa mas reconheço que neste momento abaixo dos 30 só talvez a Teresa Oliveira, o Alexandre Guimarães ou o Diogo Pires da Mega é que se poderiam encaixar.
De resto está tudo muito formatado para o espalhafato das rádios jovens.
Ora bem, isso é verdade, para a malta que nasceu entre meados de 80's e 90's está ok, mas para a malta mais jovem, quem está nos inícios dos 30 (como eu!) começamos a ser os velhotes. Não é à toa que vemos na Mega a chegarem aos 30 e a encostar, e na Cidade embora a idade limite seja um pouco mais, não andará longe disso. Aqui depende muito de uma decisão da estação: querer apostar na geração 90 ou na geração 00. Eu não me importava nada que escolhessem a primeira, dado que neste momento entendo ser a menos representada no espectro.

A Joana Gama tenho alguma reservas quanto ao público que pode ou não atrair e salvo erro andará pelos 37/38. A Inês Henriques é mais nova, tem 32, mas no estilo é q.b. formal e está longe de ser uma crítica, porque também eu o sou, e gosto bastante da locução dela. Dos nomes que referes, sem dúvida que a que melhor encaixaria na Antena 3 seria a Teresa. E atenção que ainda não está fechada na RR, à atenção da direção da A3! Sem dúvida que masculinos o Diogo e o Alexandre seriam apostas ganhas. Mas também podem usar prata da casa, assim de repente, quer a Joana Perez quer a Andreia Rocha estão subaproveitadas na Internacional.
Agora, não esquecer que se querem aumentar o segmento de público a que chegam, também não podem ser tão "alternativa" e podem ter um lado notoriamente mais comercial, até com outras sonoridades. E aí, podem ter vozes ditas mais "populares", portanto, o que convinha era definir um rumo que permitisse lugar pelo 3º lugar nas audiências.
Para além disso, a RDP deveria ser a grande Escola de formação de rádio, na vertente animação e formação. Portanto, tal significa que não temos de assumir que quem for para a 3 tem de partir primeiramente de outras paragens. Porque não apostar em lançar novos valores?