A Vera Fernandes é assim mas tem um grande público infelizmente e não me admirava se fosse ela uma das principais razões para a Elsa Teixeira ter saído...
Quanto à RFM não se percebe muito bem a situação do Luís Franco Bastos porque já foi convidado 2 ou 3 vezes em programas, tudo indica que deve ter sido uma rescisão amigável mas na altura da saída lembro-me que apagou tudo relacionado com a rádio no Instagram. Acho que não iam à falência se o mantivessem, podiam cortar dois ou três pseudo-influencers da Mega de que ninguém quer saber e já podia chegar...
Elsa Teixeira que por sinal está num registo muito bom nas manhãs da M80, que tenho escutado mais nos últimos tempos, embora a Susana Romana a mim me custe um bocadinho a digerir... Para mim, sem margem para dúvidas, muito superior à Vera Fernandes.
Quanto à RFM e ao caso do Luís Franco Bastos, pode ter sido uma rescisão não amigável que se tenha convertido em, daí a reaproximação. Voltar a se tornar colaborador permanente, sinceramente, não me acredito que seja do interesse do próprio.
Quando referia que nem precisavam de ir muito longe, para ter humor, falava na própria equipa do Café. Não sei até que ponto o Rodrigo Gomes, que justiça seja feita, é bastante bem disposto e faz umas coisas engraçadas a net, não poderia explorar caminho por aí. Também na equipa de produtores, dois deles fazem stand up comedy, o Duarte Pita Negrão que até era locutor na versão antiga do Café e a Inês Bento. Não digo que tivesse de ser uma rubrica diária, até aqui já escrevi se o próprio ED da RR não deveria passar a ser 2/3x por semana apenas, mas se calhar sem investir muito, conseguiam ter alguma coisa que se apresentasse.
É. Se não fossem influencers, queria ver se lá estavam. Santinha mediocridade.
Penso que seja preciso distinguir claramente dois planos: os influenciadores que são locutores dos locutores que são influenciadores. Começando pelo segundo, na verdade, sempre existiu, ainda antes de serem chamados enquanto tal. Neste momento, na Mega, nessa situação só a Ana Pinheiro e a Inês Nogueira. Ambas ganharam notoriedade por serem locutoras, as agências e o facto de serem bonitas fizeram o resto. Lembro-me bem da Inês Nogueira quando começou na Mega ter 500 e tal seguidores. A Catarina Palma faz alguma #pub mas classificá-la como influencer, parece-me um tanto ou nada exagerado, pelo menos no espectro do lifestyle.
Efetivamente, influencers que se tornaram locutores, temos o caso do Conguito, da Mafalda Castro (que já saiu) e o mais flagrante agora, da Catarina Maia. Qualquer um destes três nomes, honestamente, não tenho certeza que se teriam afirmado no meio sem terem o Instagram por trás a suportar. Mas não retiremos mérito, dá trabalho... só que, mais uma vez, quem não devia alinhar por este diapasão são os Senhores Diretores das estações. Digo eu...
E não esquecer que a Observador mete sinal para aparecer em mais três regiões do Bareme: Braga (por causa dos 98.4), Aveiro (pelos 88.1), e Litoral Norte que apanha ambas as zonas de sinal mais uma parte do Porto.
Os 0,6 são *só* Porto. A rádio tem 2 emissores a 25-30km de distância ambos e ouve-se com um ou outro pior ponto na baixa do Porto e na zona de Oliveira do Douro. Muito bom já é este resultado.
Exatamente. Sendo sempre de lembrar que nos dois maiores municípios da AMP, Gaia e Porto as condições de escuta são tudo menos famosas, particularmente nas zonas onde o trânsito se adensa de manhã. Ninguém morre de amores por ouvir rádio com ruído de "fritar batatas" por trás.

Portanto, não sendo um bom resultado, porque não é, também de longe se pode considerar mau, até tendo em conta o estilo de rádio que a Observador trouxe ao éter.