Não aprecio a forma como a jornalista Fátima Valente, que tem feito algumas noites na TSF, conduz as notícias. Demora uma eternidade a desenvolver, um noticiário que em condições normais, com poucas novidades, seria apresentado em 10 minutos, às vezes quase chega à meia hora para terminar. 1 ou 2 minutos depois, claro, vêm as notícias da meia hora.
Confirmo a lentidão no desenvolvimento. São 2/2,5 minutos por cada noticia, agora deu 5. No entanto, lê bem e engana-se pouco ou nada. Jornalistas a 33 rotações neste caso.
Entretanto mais coisas giras a acontecer nos emissores da TSF: sibilantes a cortar o som e pequenos ruídos de distorção (picos que parecem de ruído, mais notórios em pianos) em 105.3. O som está alto demais na origem, em Lisboa…
Luís Osório ridiculamente mal no fim e início de hora do espaço de conversas de Quinta, 23-01: tenta “cavar o penálti” a dizer “aqui que ninguém nos ouve, você falava mal da Marta Temido não falava?” e ela “não não, nunca fiz isso”, sem nem por um momento haver algo que denunciasse ironia no tom, e vai ele e diz “Parece-me um belo teaser para o princípio da próxima hora”.
Um teaser a dizer o que ele não queria e o que ela sempre disse inúmeras vezes?
E depois no início de hora Luís Osório a não dar via para a Graça Freitas (contrariando uma regra óbvia em rádio) e depois diz “não não, mas eu tenho uma reverência por si” - e cala-se durante quase 5 segundos.
A tendência para o PS é tão visível que até é constrangedor num jornalista, supostamente com o dever de ser isento. Mas não é só isso que é criticável - são estes erros técnicos, graves, de quem quer puxar a barra sem ter material para isso.