A TSF nunca foi uma grande empresa, quanto muito foi uma média empresa, nos dias de hoje, é uma pequena empresa. Teve os seu anos áureos na decada de 90. Desde aà tem vindo a decrescer, e a isso se deve principalmente, a saida de bons profissionais, uns saindo pelo próprio pé, abraçando novos projetos, outros, na sua maioria, foram convidados a sair através de programas de rescisão de contrato. Hoje em dia, a TSF sustenta-se nos bons profissionais que restam, acabando, previsivelmente, também por vir a perdê-los no futuro, porque tem sido essa a politica da empresa que detém a TSF: cortar, cortar cortar. É o que eles mais bem sabem fazer. A TSF sustêm-se, na atualidade, nos poucos bons profissionais que restam, e pelo nome, prestÃgio conseguido no passado, e também por não ter qualquer outra rádio, concorrente, á altura, sendo a mais próxima, a generalista Antena 1, do lado da infomação.
O Caso Carlos Vaz Marques (CVM) é outro triste episódio protagonizado pela Global Noticias ( depois de outros, vem-me á memória o despedimento do Jornalista João Paulo Baltazar, um excelente editor, um dos melhores, então da TSF). Desta vez o episódio tem como figura: Domingos Andrade, que é administrador, diretor, e não sei que mais da TSF e outras publicações do grupo Global Noticias, figuras recorrentes, surgem não sei onde e ocupam estes cargos, para fazeren esse tipo de coisas, pessoas sem sensibilidade, que desconhecem os meios que dirigem, direções espantalho, para afastarem os profissionais dos meios de comunicação que dirigem. Este senhor e a Empresa Global Noticias não querem acrescentar qualquer valor ás empresas que dirigem, são empresas com nomes feitos, prestigio conquistado, importa é que continuem a funcionar com o menor dos recursos possiveis. Eles não querem saber daquilo que o CVM fez, dos programas que desenvolveu ao longo de anos, da qualidade, prestigio, prémios que ganhou, em favor da TSF. Porque se tivesse havido boa fé, e perante o valor do Carlos Vaz Marques, que seria sempre bom para enriquecer a programação da TSF, teriam-lhe sido propostos novos trabalhos, um novo prgrama, rúbrica, que fosse, afinal não são todas as redações que têm um Carlos Vaz Marques na 'prateleira' (escrevo prateleira porque com a realização de um único programa: 'Governo Sombra', muito o CVM tem para dar e podia dar). Perante aquilo que se sabe, aquilo que foi proposto a CVM não foi um novo programa, uma nova rúbrica, algo de valor para se ouvir na TSF (que tanta falta faz á antena da TSF, com tantos programas requentados, faz falta ouvir novos programas com real valor), mas o que lhe foi proposto foi um corte no ordenado ou então integrar tunos de noticiário (para fazer face á falta de profissionais, pelos cortes em recursos humanos que tém vindo a realizar). Não acho que seja por si só mau para um jornalista integrar um turno, fazer tarefas banais, mas necessárias: como fazer telefonemas. O CVM já tinha feito isso no passado, e fez isso, quando já tinha no ar o programa 'Pessoal e TransmissÃvel', nas férias de Verão integrar equipas de Turno. Mas pelo que entendi, desta vez seria de modo permanente. E aÃ, pelo seu passado, CVM tem todo o direito indignar-se, e colocar as coisas como colocou, que estaria a ser alvo de assédio moral, ao ser colocado perante entre o corte de ordenado ou fazer trabalhos de turno, que uma pessoa com trinta anos de casa, e depois de ter feito o que fez, voltar de novo a esse trabalho, não sendo desprestigiante, há uma clara despromoção, se tivermos em conta o que CVM fez antes, e os programas que teve. Há profissionais na TSF, e com anos de casa que fazem e sempre fizeram esse tipo de trabalho, integram equipas de turno, fazem de tudo um pouco, desde edição, reportagem, apoio, telefonemas. O CVM, começou assim, mas enveredou por outros caminhos, tem um percurso próprio, e chegou onde chegou. Ser confrontado com redução de ordenao ou voltar a integrar turnos, entende-se a reação de CVM e o extremar de posição, e levar o caso a tribunal. Já não entendo o comunicado do conselho de redação da TSF que se coloca ao lado do seu diretor e da empresa Global Noticias. Há um alinhamento nas posições... vindo com a justificação de o Jornalista CVM não ter separado águas e ter envolvido a redação da TSF, o que não parecer ser o caso. Porque CVM nunca escreveu nos seus comunicados, de qualquer elemento da redação da TSF, não envolveu qualquer colega seu, só e únicamente a direção e a administração do Grupo detentor da TSF. Era assim tão importante este caso(um caso entre duas partes, trabalhador e empresa empregadora) para se justificar um comunicado do Conselho de Redação?... Foi um comunicado fabricado? (alinhado com a direção da TSF)... Temos um Pastor: Domingos Andrade e um rebanho de Ovelhas, redação TSF?