Aliás, até vou fazer melhor: vou abrir o jogo.
Quem registou esse domÃnio fui eu. Obviamente que isto tem uma lógica, e não é por maus motivos.
É que quando foi aqui anotado por duas vezes que o domÃnio se encontrava disponÃvel, e após pensar um bocadinho sobre esta situação inédita no nosso meio audiovisual, receei que alguém da concorrência (das rádios de Setúbal, das de Lisboa...) fosse adquirir o domÃnio, causando com isso custos acrescidos que considerei serem relevantes e significativos. Além disso, gosto da rádio.
Foi nessa sequência que registei esse domÃnio. O objetivo era simples: guardar o domÃnio em minha posse e garantir já que não aconteciam chatices que iam dar conversa, evitar incómodos acrescidos para quem não registou antecipadamente o domÃnio por não o ter feito, e depois negociar com quem estava a tratar esta situação um valor razoável para ambas as partes (tendo em conta que domÃnios não são caros, claro! Nada exorbitante!) para transferir esse mesmo domÃnio, salvaguardando a rádio e os seus responsáveis, algo que de certeza ficaria bem abaixo do valor que acabaram por dar neste caso por todo o processo de mudança que tiveram de fazer, sem mencionar a chatice.
Era 2 em 1: ficavam com o domÃnio e sem 1/4 do trabalho, e eu recuperava o dinheiro que coloquei, talvez com algum valor extra. Simples, lógico, direto. Não tive quaisquer más intenções com isto nem procurei limitar o trabalho de outrem, nem por sombras: foi o contrário. A ideia penso que era boa, mas acabaram por optar pela solução mais complicada - é o que temos. Paciência.
Agora pensem o que quiserem, mas para mim isto tem lógica.