Eu sei que isto está fora do tópico, mas vejamos as diversas direções regionais, há a do Norte, em Lisboa, chamam-se Lisboa e Vale do Tejo.
Mas não entendo mesmo esta alergia ao termo norte.
Eu sou nortenho com muito orgulho, nascido e criado no Nordeste transmontano.
E por acaso a locutora que originou toda esta inutil e insólita discussão é de Guimarães, ou seja o tal cunho nortelho até tem razão de ser...
Sobre o que realmente Interessa, o novo programa matinal da Cidade, fraquinho. Um Rui bastante esforçado ( louve - se esse espÃrito) e uma Catarina ainda muito por fora do que é fazer rádio.
Também depois desse "furacão" chamado Laura, tudo o que viesse a seguir tinha que ser com outra " fera", que arrasasse...
Portanto, mudança para pior...
R4 não podia estar mais de acordo. Apesar de no norte existirem 3 identidades distintas entre si, os portuenses e arrabaldes (*aias, Matosas, Gondomares desta vida), minhotos e transmontanos, é mais o que nos une, até em traços identitários do que aquilo que nos separa. O nosso paÃs está dividido ao nÃvel das NUT's II em Norte, Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve. Lisboa nunca se identificou nem como sul nem como Norte e reconheço que, diferentemente do Porto, tem uma realidade muito dispare face à s regiões vizinhas. Quando Bruxelas, que é quem é responsável pela divisão em NUT's (vertido na legislação Nacional na Lei da AR nº. 21/2010, não na Constituição) propôs a criação de uma NUT's II para o Douro Litoral, foi unânime o posicionamento polÃtico dos agentes portuenses ao rejeita-lo, pois o Norte é mais forte como um todo: o Porto precisa e muito do Minho e de Trás-os-Montes e o inverso também é válido.
Posto isto, a troca da Laura pela Catarina não põe em causa o equilÃbrio regional, até o acentua, porque a Catarina é assumidamente minhota convicta, não vai aburguesar, tem na veia o mesmo sangue do Zeca, pois já a ouvi insurgir violentamente contra a concentração da CS em Lisboa e como tal nesse aspeto estamos conversados. O resto, temos outros tópicos onde já (quase) todos afloramos, eu incluÃdo, o que penso ser a proposta de valor para a rádio a Norte. Friso, contudo, que qualidade é o mais importante no produto.
Indo ao que interessa, o R4 disse tudo. A Catarina está ainda pouco à vontade, mas acredito que isso passe. O Rui a fazer o frete, completo, afinal foi despromovido...vá na gÃria futebolÃstica "emprestado". (
https://magg.sapo.pt/cultura/artigos/rui-simoes-e-mafalda-castro-no-mesmo-horario-em-radios-rivais-nao-durmas-com-a-concorrencia). A propósito, o diretor da Cidade é o advogado Miguel Cabral que acumula com a Vodafone FM, não o André Henriques. Tinha mesmo ideia que era este último.
Hoje ouvi a Laura Ferreira na Cidade Vale de Cambra, ao que parece continua na Rádio..
É incompreensÃvel como o "furacão" Laura Ferreira é encostado na local de Vale de Cambra. Da malta da nossa idade, é sem dúvida das que mais sabe de rádio. Se fosse para fazer uma local à séria até podia admitir... mas mesmo assim não. A jóia da coroa não se coloca no produto secundário, coloca-se no principal. Já tinha percebido que a Laura estaria na rádio, pois vi numa promo no IG ela a tirar a foto de grupo. Deve estar à espera de sair, vai ostracizar tal como aconteceu com a Joana e com a Inês. É inadmissÃvel darem o mesmo tratamento a alguém com 10 anos de casa que a uma estagiária. Daà a revolta que o marido expressou nas redes... compreende-se! Qual é o horário que está a fazer, sabem dizer? Quero apanhar!
O que ainda é mais estranho é como estás mudanças foram tão repentinas. Sem falar do problema no Facebook e Instagram na segunda feira mas a MCR apenas anunciou o programa no LinkedIn e fez a press release na tarde de ontem, já depois da estreia...
Enviado do meu M2010J19SY através do Tapatalk
Claro que é estranho, porque isto não foi planeado. Algo se passou para isto acontecer, principalmente quando lideravam nas manhãs, que diga-se eram o único horário deles com melhor locução do que na Mega (discoro do tuscano). A playlist isso é outro filme, a Mega aà bate a pontos, mas também trabalha mais o target fim dos 20's inÃcios dos 30's.
Não temos dados da estreia, como se tem na TV, o que é pena, mas deve ter sido fraca, até porque a Mega apostou fortÃssimo com os Now United, que descobri que fazem furor entre os adolescentes de hoje.

Voltando à rádio, entre as 7h45 e as 8h15 foi música a metro e pouco mais, por isso não posso falar muito mas têm de melhorar este ponto porque há cada vez mais miúdos a começar as aulas às 8h. Espero que isto de ter dois recém-chegados diretamente nas Manhãs não cause mais uma onda de choque na equipa do que trará coisas novas...
Certo, com os horários COVID as aulas começam mais cedo, a hora das sete tem de ser mais trabalhada para a pequenada, as outras para os mais adultos.
Claro que causará chatices...só não se toca quem não é filho de boa gente. O que pensará a Tecas que devia estar nas manhãs? A miúda da locução de Viseu e Loulé que me parece ter uma excelente voz (escutei-a ontem e achei-a muito boa mesmo).
Já agora, o que vai fazer o Hélder quando a Yolanda regressar? E o Gonçalo Roque? Vai tudo parar às locais?
Parece que a Cidade tem como objectivo imediato ter mais palavra. Por exemplo, para amanhã já estão anunciar entrevistas para as 9, 11 e 12 h.
Louvre-se esse espÃrito...
Sem dúvida. Andamos a bater nisso há imenso tempo, incluindo nas generalistas. Ainda esta semana falava com uma voz da Mega sobre a importância que está a ser dada, cada vez mais nas jovens... já perceberam que música a metro está a deixar de ser fórmula de sucesso, se é que alguma vez o foi.
Aà quem me dera que uma rede de emissores tão boa fosse uma rádio "de jeito"...
No fundo toda esta thread (e por arrasto a da Mega) resume-se a isto.
Enviado do meu iPhone usando o Tapatalk Pro
Eu acho que em parte o insucesso das jovens, por comparação a Espanha ou ao Reino Unido passa precisamente muito pela rede de emissores que é fraca para o que um público jovem exige, nomeadamente estabilidade e qualidade de áudio. Não serve qualquer coisa. Mas isso é problema da Lei da Rádio, muito fazem Cidade e Mega com os emissores que têm. Quanto à qualidade, vamos ser honestos... em que diferem da RFM ou da Comercial? Há horários em que é 10x preferÃvel sintonizar as irmãs mais novas do que as mais velhas, com locução muito mais profissional, menos fofocas e mexericos do que quem ocupa redes nacionais. A passagem da Giulia Be por Portugal, foi exemplo disso mesmo, onde Cidade e Mega deram banho a Comercial e à RFM na qualidade das entrevistas. Falta melhor informação, sem dúvida. Impunham-se noticiários estilo M80 com uma linguagem mais descomplicada nestas estações. Nesse campo, a rubrica do Toque de SaÃda, pelos caminhos da Europa, é um excelente exercÃcio da Cidade FM, fora da sua zona de conforto.