Autor Tópico: Rádio Nostalgia  (Lida 85861 vezes)

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #60 em: Outubro 04, 2016, 07:01:37 pm »
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Era interessante surgir uma rádio mais focada na informação, mas ao mesmo tempo que tivesse música de qualidade, uma mistura entre a Rádio Nova, a Smooth e a ex-Nostalgia. Tenho saudades do Rádio Clube Português (podia ter este nome) de 2006 e de 2009/10.
Se não, que se aposte a sério na Radar, ficariam com uma frequência excelente em Lisboa e podiam libertar os 97,8 para outro projecto, para além de passarem a emitir no Porto.

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.

AG

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #61 em: Outubro 04, 2016, 07:14:34 pm »
E que tal ocupar a emissão em Lisboa com a Rádio Nova? Isso é que era.
Era interessante também. Até a Nova Era.

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #62 em: Outubro 04, 2016, 08:07:40 pm »
E que tal ocupar a emissão em Lisboa com a Rádio Nova? Isso é que era.
Era interessante também. Até a Nova Era.

Isso é que era...

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #63 em: Outubro 04, 2016, 09:16:01 pm »
E que tal ocupar a emissão em Lisboa com a Rádio Nova? Isso é que era.
Era interessante também. Até a Nova Era.

Isso é que era...

Não entrem em "Delírio" ( já foi uma Rádio no Porto...) Sejam realista e "desçam" á terra...!!!

joao_s

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #64 em: Outubro 04, 2016, 11:34:48 pm »
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Era interessante surgir uma rádio mais focada na informação, mas ao mesmo tempo que tivesse música de qualidade, uma mistura entre a Rádio Nova, a Smooth e a ex-Nostalgia. Tenho saudades do Rádio Clube Português (podia ter este nome) de 2006 e de 2009/10.
Se não, que se aposte a sério na Radar, ficariam com uma frequência excelente em Lisboa e podiam libertar os 97,8 para outro projecto, para além de passarem a emitir no Porto.

Caro “AG”, o lançamento de uma estação de rádio que tenha na sua génese o modelo do RCP, mesmo que se refira à primeira versão da estação, que foi para o ar, salvo erro, em 2003, seria ambicioso e dispendioso, como reconhecerá. Por um lado, devido ao necessário investimento em recursos humanos, por outro na desabituação por parte do público a esse tipo de modelo. Os operadores regem-se pelas audiências, a subida, ou descida de 1 ponto percentual faz toda a diferença, e não arriscam. Para mais o país vive em época de contenção, pelo que seguem os modelos formatados e os menos dispendiosos que os mantêm à tona. Talvez por isso, não se verifica inovação, originalidade e espontaneidade, e a estruturação das horas de emissão numa grelha de programas é coisa do passado, prefere-se a locução de continuidade, que sai mais barata. Os programas mais elaborados, quer a nível de conteúdo falado, quer a nível de conteúdo musical, que regra geral iam para o ar durante o período da noite, infelizmente quase desapareceram. Juntar os conteúdos das 3 rádios que referiu numa única estação parece-me arriscado quando se olha a resultados (audiências), porque estas já são rádios de nicho. Acho que faz mais sentido arrumar esses géneros numa grelha de programas e dar espaço também ao que é mais popular, isto é, ao que generalidade das pessoas procuram quando ligam um rádio, como seja o POP, etc. Talvez uma grelha equilibrada de géneros musicais e em tipologia de programas leve a que o ouvinte médio se predisponha a ouvir programas diferenciados entre si, em lógica de continuidade, porque perceciona que a sua cultura geral ganha com isso e também pela curiosidade.

O operador que poderia inovar nesse sentido seria a RTP, por um lado tem um orçamento estável, por outro não está condicionado às audiências como os outros operadores, pode inovar, arriscar mais, fazer diferente e melhor. Na minha opinião o setor de radiodifusão da RTP presta um serviço público insatisfatório. Pouco ambicioso, muito parado, feito na base do deixa andar…

Boxx

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #65 em: Outubro 04, 2016, 11:35:32 pm »
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Era interessante surgir uma rádio mais focada na informação, mas ao mesmo tempo que tivesse música de qualidade, uma mistura entre a Rádio Nova, a Smooth e a ex-Nostalgia. Tenho saudades do Rádio Clube Português (podia ter este nome) de 2006 e de 2009/10.
Se não, que se aposte a sério na Radar, ficariam com uma frequência excelente em Lisboa e podiam libertar os 97,8 para outro projecto, para além de passarem a emitir no Porto.
Percebo esse "andar ás aranhas". Há muito tempo que o Eng. não consegue lançar nada que consiga furar as audiências...Lembro-me da Comercial formato radio rock e do renascer temporário da Antena 3. Fora isso, apenas rádios de minorias que diga-se estão estagnadas há anos - Radar e Oxigénio. Só no Porto, com a Rádio Nova, que julgo ter ainda gestão partilhada com a Sonae, é que se tem visto algo, vá lá, "diferente"...

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.

Boxx

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #66 em: Outubro 04, 2016, 11:39:24 pm »
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Era interessante surgir uma rádio mais focada na informação, mas ao mesmo tempo que tivesse música de qualidade, uma mistura entre a Rádio Nova, a Smooth e a ex-Nostalgia. Tenho saudades do Rádio Clube Português (podia ter este nome) de 2006 e de 2009/10.
Se não, que se aposte a sério na Radar, ficariam com uma frequência excelente em Lisboa e podiam libertar os 97,8 para outro projecto, para além de passarem a emitir no Porto.

Porque é que o Montez não junto todos os recursos que tem e cria duas rádios verdadeira inovadoras e competitivas no mercado? Porquê manter um portfolio tão diversificado, com audiência minoritária e rádio que metade do tempo são fantasmas, ie, sem qualquer intervanção humana (noites e fins de semana)?
Percebo esse "andar ás aranhas". Há muito tempo que o Eng. não consegue lançar nada que consiga furar as audiências...Lembro-me da Comercial formato radio rock e do renascer temporário da Antena 3. Fora isso, apenas rádios de minorias que diga-se estão estagnadas há anos - Radar e Oxigénio. Só no Porto, com a Rádio Nova, que julgo ter ainda gestão partilhada com a Sonae, é que se tem visto algo, vá lá, "diferente"...

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.

radiokilledtheMTVstar

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #67 em: Outubro 05, 2016, 12:54:46 am »
Será que bem por aí a SBSR Radio? O pedido de registo aguarda resposta na INPI.

SBSR Radio? Para fazerem o que fazem com a rádio MEOMusic quase fantasma mais vale estarem quietos... Eu cá no Porto queria a Oxigénio.

Do que a "Musica No Coração " tem e não emite no Porto, a que algum dia pode cá chegar é a Radar, e não sou eu a querer, é o que existe de vontade/intenção dentro da gestão do grupo. A MeoSW só ocupou, e ocupa, os 102.7 por questões financeiras.
Até pode ser a vontade deles mas acho que é muito mais díficil a afirmação da Radar no Porto com a concorrência com a Vodafone e a própria Antena 3 (mesmo em Lisboa fica atrás destas nas audiências) do que da Oxigénio onde era uma lufada de ar fresco na cidade.
« Última modificação: Outubro 05, 2016, 01:01:09 am por radiokilledtheMTVstar »

ZECA

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #68 em: Outubro 05, 2016, 09:58:44 am »
Mas porque não a Nova Era em Lisboa?  Ou a Nova? 

telefoniadouro

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #69 em: Outubro 05, 2016, 02:49:01 pm »
Também acho que sim, Nova Era ou Radio Nova em Lisboa, e Oxigénio ou Radar no Porto, ou até as duas do Porto em Lisboa, já que a Oxigénio, Radar e Marginal acabam por ser muito idênticas, não esquecendo que pela grande Lisboa existem duas frequências que devem sofrer mudanças nos próximos tempos, falo da FiFM e da MFM, acho que o Montez devia pensar muito bem no que vai fazer, sim porque ao contrário do que disseram esta mudança já estava a ser pensada desde alguns meses atrás, quando decidiram não renovar o contrato com a Nostalgie.

AG

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #70 em: Outubro 05, 2016, 05:28:38 pm »
Porque é que o Montez não junto todos os recursos que tem e cria duas rádios verdadeira inovadoras e competitivas no mercado? Porquê manter um portfolio tão diversificado, com audiência minoritária e rádio que metade do tempo são fantasmas, ie, sem qualquer intervanção humana (noites e fins de semana)?
Percebo esse "andar ás aranhas". Há muito tempo que o Eng. não consegue lançar nada que consiga furar as audiências...Lembro-me da Comercial formato radio rock e do renascer temporário da Antena 3. Fora isso, apenas rádios de minorias que diga-se estão estagnadas há anos - Radar e Oxigénio. Só no Porto, com a Rádio Nova, que julgo ter ainda gestão partilhada com a Sonae, é que se tem visto algo, vá lá, "diferente"...

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.
Exacto, porque não apostar numa reorganização como esta:

"Nova Rádio" - perfil um pouco mais generalista com uma playlist de qualidade com músicas de todas as épocas: 90,4 Lisboa + 100,8 Almada + 91,0 Matosinhos
      
Radar+Oxigénio: 97,8 Almada + 102,7 Gondomar + 102,6 Oeiras

Amália: 92,0 Loures + 100,6 Setúbal + 98,1 Cascais   

Mais vale apostar a sério nas rádios com mais potencial de crescimento, do que dispersar recursos de forma desnecessária.


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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #71 em: Outubro 05, 2016, 06:56:16 pm »
Porque é que o Montez não junto todos os recursos que tem e cria duas rádios verdadeira inovadoras e competitivas no mercado? Porquê manter um portfolio tão diversificado, com audiência minoritária e rádio que metade do tempo são fantasmas, ie, sem qualquer intervanção humana (noites e fins de semana)?
Percebo esse "andar ás aranhas". Há muito tempo que o Eng. não consegue lançar nada que consiga furar as audiências...Lembro-me da Comercial formato radio rock e do renascer temporário da Antena 3. Fora isso, apenas rádios de minorias que diga-se estão estagnadas há anos - Radar e Oxigénio. Só no Porto, com a Rádio Nova, que julgo ter ainda gestão partilhada com a Sonae, é que se tem visto algo, vá lá, "diferente"...

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.
Exacto, porque não apostar numa reorganização como esta:

"Nova Rádio" - perfil um pouco mais generalista com uma playlist de qualidade com músicas de todas as épocas: 90,4 Lisboa + 100,8 Almada + 91,0 Matosinhos
      
Radar+Oxigénio: 97,8 Almada + 102,7 Gondomar + 102,6 Oeiras

Amália: 92,0 Loures + 100,6 Setúbal + 98,1 Cascais   

Mais vale apostar a sério nas rádios com mais potencial de crescimento, do que dispersar recursos de forma desnecessária.



Tudo hipóteses "acadêmicas" mas que não tem pernas para andar e por razões muito simples: o Montez não quer e por questões financeiras.
Senão vejamos:
1º Das rádios de Lisboa, as únicas que se vão mantendo economicamente são a MeoSW e a Amália. A Radar está no "limbo" da viabilidade e a Oxigênio e a Marginal vão sendo "tapadas" economicamente pelo dinheiro dos festivais.
2º No Porto a Nova não é propriedade da "musica no coração" logo ele não "faz e desfaz"  (http://www.musicanocoracao.pt/index.php?p=Radios ), mas também poucas ou nenhumas hipóteses tem em ir para Lisboa pois se no Porto não tem audiência (menos de 1% de share), e tem dificuldades econômicas como acham que vingaria em Lisboa...??!!! E  eu sou um dos acérrimos consumidores da Nova.
3º Do Porto para Lisboa a que teria mais possibilidades de vingar, se pensarmos bem é capaz de ser a Festival (e que aqui ainda ninguém referiu...), pois é um tipo de rádio que pouca ou nenhuma concorrência teria em Lisboa, já a Nova Era teria a Cidade e a Mega como concorrentes mais próximas e muito implantadas ou a Orbital com um longo caminho já feito.

Linxtuga

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #72 em: Outubro 05, 2016, 07:28:26 pm »
Porque é que o Montez não junto todos os recursos que tem e cria duas rádios verdadeira inovadoras e competitivas no mercado? Porquê manter um portfolio tão diversificado, com audiência minoritária e rádio que metade do tempo são fantasmas, ie, sem qualquer intervanção humana (noites e fins de semana)?
Percebo esse "andar ás aranhas". Há muito tempo que o Eng. não consegue lançar nada que consiga furar as audiências...Lembro-me da Comercial formato radio rock e do renascer temporário da Antena 3. Fora isso, apenas rádios de minorias que diga-se estão estagnadas há anos - Radar e Oxigénio. Só no Porto, com a Rádio Nova, que julgo ter ainda gestão partilhada com a Sonae, é que se tem visto algo, vá lá, "diferente"...

Pelo que é dito no artigo, quase de certeza que é um projeto novo simultâneo nas duas frequências. Só falta perceber o que será? Embora eu ache que o Montez anda ás "aranhas" sem saber o que fazer, pois se o soubesse já teria apontado alguma pista.
Exacto, porque não apostar numa reorganização como esta:

"Nova Rádio" - perfil um pouco mais generalista com uma playlist de qualidade com músicas de todas as épocas: 90,4 Lisboa + 100,8 Almada + 91,0 Matosinhos
      
Radar+Oxigénio: 97,8 Almada + 102,7 Gondomar + 102,6 Oeiras

Amália: 92,0 Loures + 100,6 Setúbal + 98,1 Cascais   

Mais vale apostar a sério nas rádios com mais potencial de crescimento, do que dispersar recursos de forma desnecessária.

Penso que as generalistas estão fora de mão para o eng. Montez, infelizmente. O custo que é envolvido em todas para a falta de impacto que teria só com dois emissores... Já houve uma generalista. Chamava-se Rádio Capital. Por outro lado, se ele lançar a SBSR Rádio e tiver o azar de num ano os artistas de um serem demasiado próximos dos do outro - e há esse risco, são dois mainstream!... é um choque desnecessário.

Especializando-a em rock, choca de frente com a já establecida SuperFM quer pelo nome quer pelo produto e é capaz de dar chatice, porque a SuperFM faz serviço às duas margens e é um choque de frente com o produto que é. Podia ser bem sucedido pela máquina que ele tem montada nos festivais, mas sujeitava-se a complicações e a um mercado que já tem duas rádios rock (uma mais focada em oldies, a 105.4, e outra como é a SuperFM). Três é demais, minha opinião.

Acho que já chega sinceramente de tanta rádio diferente e nova. Mais vale focar e especializar o que tem, de modo a dar mais reconhecimento às mesmas.

A minha sugestão é um pouco diferente da tua (embora ache a tua ideia de consolidação excelente). É esta:

MEO Music - *91.0 Matosinhos + 100.8 Almada
Amália - 100.6 Setúbal + *90.4 Lisboa + *98.1 Cascais
Radar + Oxigénio - *92.0 Loures + 97.8 Almada + *102.7 Porto
Nova Era - 101.3 Paredes + 100.1 Vila Nova de Gaia + *102.6 Oeiras.

*emissores com rádio alterada

Tem os seguintes pontos de suporte:
» A MEO Music deve, a meu ver, focar-se nos centros urbanos e nada mais. Mas tem alguns ouvintes fidelizados ao emissor de Almada (e alterar a frequência era tornar a rádio irrelevante, além de ser uma rádio patrocinada) e para isso acho que usarem os 102.7 de Gondomar é demais. Mais vale aproveitarem os 91.0 de Matosinhos, mantendo o emissor de Almada na Meo Music, e caso arrumado.

» A Radar deve fundir-se com a Oxigénio, e aqui sou da mesma opinião que tu. Mas acho que meteres dois emissores na zona ribeirinha do Tejo é muito redundante, porque os 97.8 chegam a Oeiras e vice versa. Por outro lado, qualquer uma das duas tem às vezes dificuldades grandes para se fazer ouvir na parte mais alta de Lisboa, e seria excelente se se puderem ouvir aí. Proponho para isso os 92.0 de Loures para suprir essas falhas. Quanto ao Porto, os 102.7 dão lhe o destaque que merece. Aqui tenho muitas dúvidas se ficaria a Radar ou a Oxigénio como marca, e qual das duas a mais integrada na outra.

» A Amália tem procura muito essencialmente em Lisboa e na Península de Setúbal, com grandes ligações ao fado lisboeta e ao "além-tejo". O emissor da baixa de Palmela, embora excelente, está distante de Lisboa, e à Linha de Cascais e Sintra, que também têm essa tradição do fado e algum turismo também por isso, é mais difícil chegar. Proponho um reforço de cobertura em Cascais para fazer face a essa questão.

» Acho que a Nova Era tem potencial em Lisboa e na Linha, porque nem toda a gente na zona ribeirinha fica totalmente servida quer com a Radar quer com a Oxigénio. E provavelmente apanhará muitos ouvintes que não gostam da Orbital, que convenhamos, está decadente e ultrapassada. A zona mais alta de Lisboa, no entanto, já está muito fidelizada à Orbital, em particular Loures, Odivelas e Amadora.

» O ponto mais importante é este: como são frequência única, não há uma cadeia de rádios, preocupei-me em assegurar ao máximo que pelo menos um dos emissores de cada rádio ficava na mesma, de modo a que os ouvintes não percam rasto das mesmas e possam usufruir das melhoradas capacidades de escuta.

Boxx

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #73 em: Outubro 05, 2016, 10:09:54 pm »
Hoje dediquei alguma horas a ouvir a emissão dos 91FM e fiquei com a sensação de que foram repescar a playlist da comercial radio rock. Apenas faltou o ingrediente "musica nova", de resto ouvi Queen, Bowie, Clash, Nirvana, Radiohead, The Cure, Rolling Stones, Bryan Adams, etc.
Portanto, cheira-me que vem aí uma radio rock.

Luis Carvalho

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Re: Rádio Nostalgia
« Responder #74 em: Outubro 05, 2016, 10:17:03 pm »
Notem que as frequências de Oeiras (102,6) e Cascais (98,1)  têm os respectivos emissores no concelho de Almada; para nem falar, obviamente, da Radar e Meo SW. Mais: de um lado do rio, no alto do Monsanto, temos a Nostalgia. Do outro lado, irradia-se a Marginal, Radar, Oxigénio e Meo SW. Faz sentido haver uma duplicação supérflua de frequências, quando não existem problemas de recepção que o justifiquem?
Cumprimentos,
Luís Carvalho

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