Há pessoas que têm mais sorte na carreira do que talento. E depois há outras que têm o azar de não serem bem compreendidas em lado nenhum. A Joana e a Inês Henriques foram uma lufada de ar fresco na pesadíssima Antena 3. Se a estratégia for a de renovar a 3, para a por uma rádio para o target under 35, até concordo, mas não pode ser só a Joana, é ela e os demais que estão em antena. E, sendo por esse critério, diria que a Joana está nos últimos lugares das dispensáveis. A Antena 3, infelizmente, é mesmo uma rádio pouco convidativa de ser escutada.
Depois admirem-se do dito duopólio...
Assino por baixo. A Antena 3 há muito que é madrasta a quem tem talento e amiga para quem tem «sorte».
Não escuto as Manhãs da 3 com a regularidade de outrora, mas a Joana Gama, de certa forma, herdou o lugar algo pesado da Inês Lopes Gonçalves, que hoje dá cartas no terceiro programa da manhã mais escutado da rádio portuguesa.
A Joana Gama é um espírito livre e gosto da postura dela.
Tal como disse o pdnf, haveria alguns nomes que teriam primazia na lista de dispensas da Antena 3, começando pela sua direcção.
André Santos que não está no ar desde Janeiro, ou teve problemas com o seu recém nascido ou não sei que futuro terá...
Neste momento não sei se a melhor opção seria mesmo puxar a Andreia Pinto para as Manhãs e a Inês Henriques para as tardes.
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Ora aí está uma prova que a meritocracia, sobretudo no sector público, é uma autêntica treta no nosso país.
O André Santos lutou imenso desde que chegou às Manhãs da 3 como produtor, vindo pela mão do visionário Alvim!
Estudava e trabalhava em simultâneo na Rádio Amália como produtor, até que o Fernando o viu, creio que na ESCS, e decidiu referênciá-lo para a 3.
Fez de tudo: tapou buracos nas manhãs, fins-de-semana, substituiu a Isilda Sanches nas tardes e até chegou a assumir temporariamente o lugar da Mónica Mendes quando esta se fartou de estar desterrada no painel nocturno em 2015.
Tenho especial estima pelo André Santos pois ouvia-o com bastante frequência quando estávamos nos confinamentos da COVID-19. E posso dizer que ele ajudou a salvar os meus dias, sendo sempre bastante positivo em antena.
O maior elogio que lhe dirijo é que eu me tornei dador de sangue após um repto lançado por ele em antena, nomeadamente quando naquele fatídico Janeiro de 2021, as reservas de sangue atingiram mínimos dramáticos.
A BBC Radio 1 portuguesa, como diz o Atento, é a Antena 3 e ela cumpriu esse requisito, pelo menos, de 2008 a 2012, havendo mesmo naqueles anos tenebrosos do «relvismo», um maior brio naquela casa que nos anos que se seguiram. E naquela altura, o Rui Pêgo assumiu a sua direcção e levou os veteranos Rui Santos (que cobriu muito bem o Eurosonic de 2014) e Augusto Fernandes para suprir necessidades.
Devemos recordar as proféticas palavras do Pantaleão sobre a A3 há uns anos, bem como o alegado
Facebookjacking à página da A3. Eram proféticas!
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Que amor! Obrigada ??
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Boa sorte, cara amiga da onça. Espero que continues na rádio!