Não esqueçam o défice de representatividade feminina que existe nas rádios do universo RTP. Na A3, tens a Ana Markl, a Andreia Pinto e a Isilda Sanches, na Antena 1 a Filomena Crespo e a Mónica Mendes, na Antena 2 sempre que apanho locução é masculina. Portanto, não falando do target a que o Memórias aludiu, o que penso que em 2022 já nem deverá ser questão, os problemas de dicção e timbre penso que hoje em dia já não são algo tão valorizado quanto há uns anos.