Era de valor colocar essas gravações online. 
AG, a gravação de cassetes áudio pela rádio era um hábito relativamente usual nas gerações dos 40’s/ 50´s. No meu caso, na infância/adolescência, gravava a música da rádio, não o programa A, B ou C. Portanto, as cassetes contêm uma sucessão de músicas, sem as intervenções dos radialistas da época, jingles, etc., que eram deliberadamente cortadas. Assim, não estou a ver grande interesse em fazer o upload de ficheiros de música para a web.
O que lhe posso afiançar é que o arranque do Rock, pela mão de Rui Veloso e muitos outros, pop, etc. não teria o mesmo impacto se não fosse o “FM Estéreo da Rádio Comercialâ€, rádio pública. Não julgue que o formato era “quadrado†como agora o da Antena 3, pelo contrário, tinha a matriz das congéneres europeias, cosmopolita, eclética, e de pertença ao espaço europeu onde nos situamos (também EUA), focada na formação de gostos com base no critério qualidade (não era alternativa a nada, tinha identidade bem definida. Se tivermos as melhores canções POP do mundo, a Antena 3 não as passa? Temos uma Antena 3 que segrega música contemporânea, limitada à partida, isso faz algum sentido?). Não tenha a mÃnima dúvida que os gostos musicais das gerações dos 40’s, 50’s…, têm a influência nesse “FM Estéreo da Rádio Comercialâ€â€¦ Uma rádio com essas caracterÃsticas passou à história (nem pública, nem privada), o que é um erro crasso.
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Este modelo de sintonizador da Harman Kardon, HK 500, de 1979, continha um medidor analógico de força de sinal. Qualquer semelhança com os atuais indicadores digitais de força de sinal de rede nos telemóveis/smartphones é…
