Autor Tópico: RTP Antena 1  (Lida 1173168 vezes)

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8745 em: Março 27, 2026, 02:47:42 pm »
É um artigo pertinente por parte do Conselho de Redação, mas acho que é excessivo o receio face a uma mera mudança de imagem. Eu ainda sou do tempo em que se dizia RDP Antena 1 e aí ninguém considerou que se deixavam as rádios para segundo plano em nome da marca RDP. Percebo porquê, RDP já remetia para Rádio. Mas RTP pode também remeter para Rádio.

Inclusive é a primeira letra e vem antes da Televisão: é Rádio e Televisão de Portugal.

Portanto se não havia tema nos anos 90, não é relevante haver agora.

Um pouco mais preocupante é a situação da Casa das Notícias e o projeto nem sequer incluir a rádio. Acharam que ia tudo no multimédia? Ou quem fez o projeto achou que era só ter "uns microfones" e já está, nem importa a acústica nem a forma nem nada? Muitas questões e poucas respostas aí. Convinha isso ser bem visto.

O jornalista de Rádio pode fazer muito bom serviço na Televisão, e o de Televisão... normalmente não tem timbre de voz para ir fazer serviço à Rádio. A fusão não prejudica, à partida, e bem feitas as coisas, beneficia. Claro que se a Administração só quiser saber da televisão, como tanto se propala, as coisas podem começar por ser ensaiadas ao contrário do que devem ser. Cabe a quem é da Rádio lembrar que vem primeiro que a Televisão. Desde sempre.

Quem chega à tv está preparado para a rádio...

Se a Júlia Pinheiro fez rádio e tv...

Qualquer um com consistência o faz...

A Júlia Pinheiro começou precisamente com dois nomes sonantes da rádio a estagiar na RTP (Fernando Alves e Emídio Rangel) e depois esteve 8 anos na rádio... lol

Quem chega à TV não está preparado para a rádio automaticamente, muito menos se não tiver lá posto os pés. Já o contrário é integralmente verdade porque toda a gente sabe... olhar e ler.

Veja-se o desastre técnico que foi a participação dela neste segmento, ainda andava ela pela TVI toda estridente: https://www.youtube.com/watch?v=G60w1DHN8Ok

A tese não colhe.

O Carlos Daniel serve.
Manuel Fernandes Silva serve.
Alexandre Santos serve.
João Adelino Faria serve.
Palmeirim serve.
Hélder Silva serve.
João Alves Domingos serve (tanto serve que passou para a rádio).

A maioria adapta-se.

Claro que há sempre alguns que não.

Atento

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8746 em: Março 27, 2026, 02:52:22 pm »
Muito honestamente, questiono a pertinência desta mudança meramente estética. Qual o motivo? Qual a necessidade?

Para além de todo o trabalho e dinheiro que se irá dispender a mudar microfones, decorações de estúdios, etc..

Enfim, estamos num país onde se valoriza mais o aspecto em detrimento do conteúdo...

Entretanto, parece que saiu um artigo/tomada de posição por parte dos jornalistas da RTP - Rádio na edição de hoje (26/3) da revista "Visão" alusivo ao assunto...

"Chegamos com más notícias.
Não é incomum no nosso ramo, mas desta vez a notícia são os jornalistas. Da RTP mas, particularmente, da rádio pública. E somos muitas rádios públicas: Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP Internacional, RDP África.
Estes são os nomes pelos quais todos nos conhecem há décadas. São os nomes que se escutam nas frequências de um rádio velhinho ou que se leem nos ecrãs dos carros modernos. É como se vê no telemóvel, no computador, ou como se ouve dizer numa conversa qualquer.
No dia 30 de março, deixará de ser assim. No rádio vão ouvir "RTP Antena 1" (ou 2 ou 3, mas sempre com o mesmo prefácio). Os portugueses no estrangeiro vão ouvir "RTP Mundo" em vez de "RDP Internacional". A RDP África passa a ter o mesmo nome do canal de televisão: RTP África.
O nome "RTP" não só vem primeiro, como também vem em letras garrafais, para tornar os nomes das rádios numa espécie de rodapé.
A questão é mais simbólica do que semântica ou visual. Despem-nos, cada vez mais ao longo dos anos, e agora vêm vestir-nos com uma marca que se associa primeiro, e sobretudo, à televisão. Passamos a parecer bem vestidos, talvez mais apresentáveis e modernos, mas na prática continuaremos a ser uma manta de retalhos.
No dia 30 de março mudam-se também as "esponjas" dos microfones, que passarão a ser todas iguais, azuis, com o logótipo da RTP, e uma pequena barra ao fundo, impossível de distinguir a mais de um palmo de distância, a identificar cada uma das rádios ou canais de televisão. O azul "da televisão" substitui o vermelho, o roxo, o amarelo e o laranja das rádios.
Conhecemos os argumentos para a uniformização da marca. Internamente, explicam-nos que se deve à necessidade de todos perceberem que há uma só RTP, que é coesa e unida, e que junta é mais forte. Promover a marca. Fortalecer a marca. Uma espécie de mantra. Será inofensivo? Não acreditamos. É que ao mesmo tempo que nos dizem que é só um nome, uma esponja, uma imagem, etc., também nos vão dizendo que temos de nos "adaptar", "aproximar", já que "fundir" é palavra proibida, mas parece estar sempre debaixo da língua.
Dizem-nos que, nesta empresa, não há jornalistas da rádio. Há jornalistas da RTP. Recusamos que assim seja.
É que sabemos que somos jornalistas de rádio em momentos como o apagão de 28 de abril do ano passado. Sabemos que somos jornalistas de rádio quando os incêndios chegam, todos os verões, e se ligam os rádios a pilhas porque falta a eletricidade. Sabemos que somos jornalistas de rádio quando a tempestade Kristin destrói tudo, e as tempestades seguintes, e as que virão depois. Sabemos por que motivo um kit de emergência deve incluir um rádio a pilhas. Num incêndio, num terramoto, num temporal, numa catástrofe, sabemos que somos jornalistas de Rádio.
Sabemos que somos o meio mais resiliente de comunicação e sabemos, também, que temos o mundo aos nossos pés quando se lembram que somos precisos quando tudo o resto falha. Desdobram-se em elogios, em homenagens, faz-se uma grande festa porque a rádio não nos deixou mal. Mas a memória é quase tão curta como a manta.
O financiamento da RTP não beneficia a rádio e não lhe permite, demasiadas vezes, estar onde é precisa. Somos menos do que antes e continuaremos a diminuir de número no futuro, com mais saídas e muito menos entradas. Não podemos correr o risco de, em cima de tudo isto, permitirmos que se condicione mais o nosso trabalho.
Não sabemos se, sendo a partir de agora todos "jornalistas RTP", de microfone idêntico na mão, continuaremos a fazer o trabalho como até agora. Um segundo "jornalista RTP" tem direito a fazer uma segunda pergunta depois de um primeiro "jornalista RTP" fazer uma primeira?
Se "a RTP" aparece tantas vezes, dá-se razão àqueles que julgam que somos muitos, demasiados, a fazer o mesmo, à custa do "dinheiro dos contribuintes", como tantas vezes ouvimos. É propositado? É que não, não somos muitos, não somos demasiados, não fazemos todos o mesmo.
A explicação mais simples é que os canais de rádio e televisão não têm o mesmo auditório. Mas acrescentamos: a linguagem não é a mesma, os horários nobres não são os mesmos, o tempo e o prazo das notícias não é o mesmo.
Os "jornalistas RTP" - da rádio e televisão -, recusam-se, como ficou claro num plenário conjunto de jornalistas das duas redações, a "uniformizar-se" sem saber o que isso significa.
O novo grafismo, que é uma mudança de identidade, é um sintoma e um teste do que está para vir. Em 18 meses, em Lisboa, 130 de nós vão estar em simultâneo na "Casa das Notícias", um projeto das redações da televisão e multimédia, com novos estúdios e equipamentos, preparado para sinergias e outros mantras. Problema: o projeto até há bem pouco tempo não incluía a rádio. Porquê? A nossa convicção é que, pura e simplesmente, ninguém se lembrou de que também aqui estamos.
Desaparecemos… à vista de todos.
E não, a nós, jornalistas da rádio, ninguém nos perguntou nada. Sobre identidades gráficas ou casas de notícias. Bem sabemos que somos nós quem tem de fazer perguntas, mas desta vez é para reverter papéis: façam vocês, de nós, notícia.
Os membros eleitos do Conselho de Redação da Rádio
Alexandra Sofia Costa
Ana Isabel Costa
Camila Vidal
Cláudia Aguiar Rodrigues
Cláudia Martins
Gonçalo Costa Martins
João Couraceiro
Oriana Barcelos"


A tal RDP com muitos fazia muito menos do que faz hoje.

Eles deviam era estar preocupados porque é que o serviço público, mormente o da rádio não tem as audiências que as congéneres europeias têm.

Ou preocuparem-se por ter uma Provedora que ataca abertamente o desporto na Rádio Pública.

INAUDITO nas congéneres europeias.

Será que a BBC RÁDIO Não tem qualquer relevância?

Também estará diluida?

Lol
Lol
Lol
Não tem mais audiências, porque se estiverem muito tempo a falar e é como deve ser a Antena1, é o serviço público, é assim que ele deve ser feito, muitos mudam o posto.

A maioria em Portugal, talvez você não aprecie e eu a espaços também não, quer é rádio com música em playlist, algumas piadas, mesmo que sejam forçadas e poder fazer comentários no WhatsApp da que estiverem a ouvir, sobre qualquer tema meio fútil que tenham por lá decidido falar nesse dia. Exceto claro, em caso de catástrofes, como foram as cheias, o apagão, ou algum relato de futebol.

 É a rádio desejável para o dia todo, não não é, mas é a que temos e parece ser o que a maioria quer.

A France Inter  - principal canal da rádio pública francesa - é a líder de audiências em França. 99% da sua programação é exclusivamente de palavra.

a BBC Rádio 4  - só de palavra  - é a segunda rádio mais ouvida no Reino Unido atrás da BBC Rádio 2...

Portanto...

Nos outros países, os vários canais das Rádios Públicas não têm audiências residuais.

A grande exceção é em Espanha...


Memorias da Radio

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8747 em: Março 27, 2026, 03:58:15 pm »
O Carlos Daniel serve.
Manuel Fernandes Silva serve.
Alexandre Santos serve.
João Adelino Faria serve.
Palmeirim serve.
Hélder Silva serve.
João Alves Domingos serve (tanto serve que passou para a rádio).

A maioria adapta-se.

Claro que há sempre alguns que não.

O Carlos Daniel só se for para eu ter uma dor de cabeça a ouvir rádio. Para ouvir jornalistas em tom alto a falar já há a CMR e os seus simultâneos.

João Adelino Faria já fez rádio e serve, Manuel Fernandes Silva também. Alexandre Santos tenho dúvidas, o Vasco não conta porque começou na rádio (Mega FM), Hélder Silva não de todo e muito menos com aquele resto de pronúncia que tinha completamente que ir, e João Alves Domingos é um caso à parte.

Quem chega à TV não serve para a rádio. A TV não escolhe timbres, não exige dicção perfeita, não exige saber haver postura a um microfone, não exige pensar no que se diz até certo ponto porque pode-se escudar na imagem para distração (veja-se o caso da CMTV).

É só quando há formação em rádio, antes ou depois, que isso acontece, mas jamais em tempo algum de forma automática. Não é um dado adquirido.

Disse.

SamM

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8748 em: Março 27, 2026, 04:03:15 pm »
O Carlos Daniel serve.
Manuel Fernandes Silva serve.
Alexandre Santos serve.
João Adelino Faria serve.
Palmeirim serve.
Hélder Silva serve.
João Alves Domingos serve (tanto serve que passou para a rádio).

A maioria adapta-se.

Claro que há sempre alguns que não.

O Carlos Daniel só se for para eu ter uma dor de cabeça a ouvir rádio. Para ouvir jornalistas em tom alto a falar já há a CMR e os seus simultâneos.

João Adelino Faria já fez rádio e serve, Manuel Fernandes Silva também. Alexandre Santos tenho dúvidas, o Vasco não conta porque começou na rádio (Mega FM), Hélder Silva não de todo e muito menos com aquele resto de pronúncia que tinha completamente que ir, e João Alves Domingos é um caso à parte.

Quem chega à TV não serve para a rádio. A TV não escolhe timbres, não exige dicção perfeita, não exige saber haver postura a um microfone, não exige pensar no que se diz até certo ponto porque pode-se escudar na imagem para distração (veja-se o caso da CMTV).

É só quando há formação em rádio, antes ou depois, que isso acontece, mas jamais em tempo algum de forma automática. Não é um dado adquirido.

Disse.

O Alexandre Santos veio da RR, o Joao Pedro Mendonça veio da RR, o Gonçalo Ventura veio da Antena1...

tuscano332

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8749 em: Março 27, 2026, 05:47:45 pm »
Muito honestamente, questiono a pertinência desta mudança meramente estética. Qual o motivo? Qual a necessidade?

Para além de todo o trabalho e dinheiro que se irá dispender a mudar microfones, decorações de estúdios, etc..

Enfim, estamos num país onde se valoriza mais o aspecto em detrimento do conteúdo...

Entretanto, parece que saiu um artigo/tomada de posição por parte dos jornalistas da RTP - Rádio na edição de hoje (26/3) da revista "Visão" alusivo ao assunto...

"Chegamos com más notícias.
Não é incomum no nosso ramo, mas desta vez a notícia são os jornalistas. Da RTP mas, particularmente, da rádio pública. E somos muitas rádios públicas: Antena 1, Antena 2, Antena 3, RDP Internacional, RDP África.
Estes são os nomes pelos quais todos nos conhecem há décadas. São os nomes que se escutam nas frequências de um rádio velhinho ou que se leem nos ecrãs dos carros modernos. É como se vê no telemóvel, no computador, ou como se ouve dizer numa conversa qualquer.
No dia 30 de março, deixará de ser assim. No rádio vão ouvir "RTP Antena 1" (ou 2 ou 3, mas sempre com o mesmo prefácio). Os portugueses no estrangeiro vão ouvir "RTP Mundo" em vez de "RDP Internacional". A RDP África passa a ter o mesmo nome do canal de televisão: RTP África.
O nome "RTP" não só vem primeiro, como também vem em letras garrafais, para tornar os nomes das rádios numa espécie de rodapé.
A questão é mais simbólica do que semântica ou visual. Despem-nos, cada vez mais ao longo dos anos, e agora vêm vestir-nos com uma marca que se associa primeiro, e sobretudo, à televisão. Passamos a parecer bem vestidos, talvez mais apresentáveis e modernos, mas na prática continuaremos a ser uma manta de retalhos.
No dia 30 de março mudam-se também as "esponjas" dos microfones, que passarão a ser todas iguais, azuis, com o logótipo da RTP, e uma pequena barra ao fundo, impossível de distinguir a mais de um palmo de distância, a identificar cada uma das rádios ou canais de televisão. O azul "da televisão" substitui o vermelho, o roxo, o amarelo e o laranja das rádios.
Conhecemos os argumentos para a uniformização da marca. Internamente, explicam-nos que se deve à necessidade de todos perceberem que há uma só RTP, que é coesa e unida, e que junta é mais forte. Promover a marca. Fortalecer a marca. Uma espécie de mantra. Será inofensivo? Não acreditamos. É que ao mesmo tempo que nos dizem que é só um nome, uma esponja, uma imagem, etc., também nos vão dizendo que temos de nos "adaptar", "aproximar", já que "fundir" é palavra proibida, mas parece estar sempre debaixo da língua.
Dizem-nos que, nesta empresa, não há jornalistas da rádio. Há jornalistas da RTP. Recusamos que assim seja.
É que sabemos que somos jornalistas de rádio em momentos como o apagão de 28 de abril do ano passado. Sabemos que somos jornalistas de rádio quando os incêndios chegam, todos os verões, e se ligam os rádios a pilhas porque falta a eletricidade. Sabemos que somos jornalistas de rádio quando a tempestade Kristin destrói tudo, e as tempestades seguintes, e as que virão depois. Sabemos por que motivo um kit de emergência deve incluir um rádio a pilhas. Num incêndio, num terramoto, num temporal, numa catástrofe, sabemos que somos jornalistas de Rádio.
Sabemos que somos o meio mais resiliente de comunicação e sabemos, também, que temos o mundo aos nossos pés quando se lembram que somos precisos quando tudo o resto falha. Desdobram-se em elogios, em homenagens, faz-se uma grande festa porque a rádio não nos deixou mal. Mas a memória é quase tão curta como a manta.
O financiamento da RTP não beneficia a rádio e não lhe permite, demasiadas vezes, estar onde é precisa. Somos menos do que antes e continuaremos a diminuir de número no futuro, com mais saídas e muito menos entradas. Não podemos correr o risco de, em cima de tudo isto, permitirmos que se condicione mais o nosso trabalho.
Não sabemos se, sendo a partir de agora todos "jornalistas RTP", de microfone idêntico na mão, continuaremos a fazer o trabalho como até agora. Um segundo "jornalista RTP" tem direito a fazer uma segunda pergunta depois de um primeiro "jornalista RTP" fazer uma primeira?
Se "a RTP" aparece tantas vezes, dá-se razão àqueles que julgam que somos muitos, demasiados, a fazer o mesmo, à custa do "dinheiro dos contribuintes", como tantas vezes ouvimos. É propositado? É que não, não somos muitos, não somos demasiados, não fazemos todos o mesmo.
A explicação mais simples é que os canais de rádio e televisão não têm o mesmo auditório. Mas acrescentamos: a linguagem não é a mesma, os horários nobres não são os mesmos, o tempo e o prazo das notícias não é o mesmo.
Os "jornalistas RTP" - da rádio e televisão -, recusam-se, como ficou claro num plenário conjunto de jornalistas das duas redações, a "uniformizar-se" sem saber o que isso significa.
O novo grafismo, que é uma mudança de identidade, é um sintoma e um teste do que está para vir. Em 18 meses, em Lisboa, 130 de nós vão estar em simultâneo na "Casa das Notícias", um projeto das redações da televisão e multimédia, com novos estúdios e equipamentos, preparado para sinergias e outros mantras. Problema: o projeto até há bem pouco tempo não incluía a rádio. Porquê? A nossa convicção é que, pura e simplesmente, ninguém se lembrou de que também aqui estamos.
Desaparecemos… à vista de todos.
E não, a nós, jornalistas da rádio, ninguém nos perguntou nada. Sobre identidades gráficas ou casas de notícias. Bem sabemos que somos nós quem tem de fazer perguntas, mas desta vez é para reverter papéis: façam vocês, de nós, notícia.
Os membros eleitos do Conselho de Redação da Rádio
Alexandra Sofia Costa
Ana Isabel Costa
Camila Vidal
Cláudia Aguiar Rodrigues
Cláudia Martins
Gonçalo Costa Martins
João Couraceiro
Oriana Barcelos"


A tal RDP com muitos fazia muito menos do que faz hoje.

Eles deviam era estar preocupados porque é que o serviço público, mormente o da rádio não tem as audiências que as congéneres europeias têm.

Ou preocuparem-se por ter uma Provedora que ataca abertamente o desporto na Rádio Pública.

INAUDITO nas congéneres europeias.

Será que a BBC RÁDIO Não tem qualquer relevância?

Também estará diluida?

Lol
Lol
Lol
Não tem mais audiências, porque se estiverem muito tempo a falar e é como deve ser a Antena1, é o serviço público, é assim que ele deve ser feito, muitos mudam o posto.

A maioria em Portugal, talvez você não aprecie e eu a espaços também não, quer é rádio com música em playlist, algumas piadas, mesmo que sejam forçadas e poder fazer comentários no WhatsApp da que estiverem a ouvir, sobre qualquer tema meio fútil que tenham por lá decidido falar nesse dia. Exceto claro, em caso de catástrofes, como foram as cheias, o apagão, ou algum relato de futebol.

 É a rádio desejável para o dia todo, não não é, mas é a que temos e parece ser o que a maioria quer.

A France Inter  - principal canal da rádio pública francesa - é a líder de audiências em França. 99% da sua programação é exclusivamente de palavra.

a BBC Rádio 4  - só de palavra  - é a segunda rádio mais ouvida no Reino Unido atrás da BBC Rádio 2...

Portanto...

Nos outros países, os vários canais das Rádios Públicas não têm audiências residuais.

A grande exceção é em Espanha...

Não estamos em França, nem na Inglaterra e muito menos em Espanha, isto é Portugal e aqui não é assim. Já aqui disse uma vez, que já ouvi várias vezes, coisas parecidas com esta de gente que foi a Espanha, "raios que tanto têm os espanhóis para falar, é uma canseira, não se consegue ouvir uma música", referindo-se à rádio, portanto a coisa por cá não me parece que vá mudar tão depressa .

tuscano332

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8750 em: Março 27, 2026, 05:57:19 pm »
Em relação as pessoas citadas, não sei  se o Helder Silva seria do melhor para ir fazer rádio, o resto sim até as acho adequadas.
O maior exemplo de não adaptação à rádio, já foi mencionada, foi a entrada da comediante e não só, Luisa Barbosa no Programa da Manhã da Comercial, é certo que tinha o peso de substituir a Vanda Miranda, o que era já de si complicado, mas mesmo tendo isso em conta não se adaptou e eu até tinha esperanças nela, pois gostava do seu tipo de humor.

AG

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8751 em: Março 27, 2026, 06:14:54 pm »
Hélder Silva também fez rádio, na Nova e na Fundação (penso eu).

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8752 em: Março 27, 2026, 06:22:00 pm »
Hélder Silva também fez rádio, na Nova e na Fundação (penso eu).

Começou na Rádio Vizela

AG

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8753 em: Março 27, 2026, 07:13:59 pm »
Hélder Silva também fez rádio, na Nova e na Fundação (penso eu).

Começou na Rádio Vizela
Isso. Rádio Vizela e Rádio Nova.


tuscano332

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8755 em: Março 28, 2026, 12:21:04 pm »
Não sabia que o Helder Silva tinha feiro rádio, mas parece que hoje dia ele, já não puxaria audiências em rádio.

Atento

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8756 em: Março 28, 2026, 12:50:48 pm »
Não sabia que o Helder Silva tinha feiro rádio, mas parece que hoje dia ele, já não puxaria audiências em rádio.

Tudo depende das promoções.

As promoções são um grande problema da casa.

Atento

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8757 em: Março 28, 2026, 02:25:02 pm »
https://www.rtp.pt/play/p4987/antena-1-memoria


Pelo meio, entre 1991-1994, ainda houve a marca RDP1.

Atento

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gomarquesradio

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Re: RTP Antena 1
« Responder #8759 em: Março 29, 2026, 11:17:37 pm »
Agora fica a curiosidade, teremos nova plástica em antena nas 3 antenas da RTP?