Soares continua hoje no horário nobre da rádio...
O Programa da Manhã continua cheio de palha e muletas.
Quando se esperava algo robusto na informação - como acontece nos serviços públicos europeus - e na apresentação eis que a montanha pariu um rato.
Nova direção de informação e chefinho do desporto chumbam com estrondo.
Galopim e o eterno adjunto Soares manifestamente não devem ouvir com atenção aquilo que tem saído do Programa da Manhã.
Mais um ato falhado.
Que vergonha!
Completamente de Acordo.
Estou de acordo convosco. As alterações recentes na Antena 1 souberam a pouco e há muito que afinar.
Contudo, caro Atento, imagine-se que era o Presidente do Conselho de Administração da RTP.
Quem nomearia para as direcções?
Como era a grelha de programação?
Quem seriam as vozes que conduziam as emissões e que conteúdos retirava e colocava no ar?
Não considere isto uma picardia, mas sim uma forma de lhe questionar o que realmente fazia, caso tivesse o poder de decisão no principal canal de radiodifusão público.
O senhor é o membro do fórum que mais demonstra interesse pela Antena 1.
Depois do inenarrável programa da manhã com Mónica Mendes, esperava-se mais, muito mais.
O que é que nos foi dado?
Um programa da manhã cheio de palha e muletas.
Viva bom dia
Ora viva
Esta é a sua rádio
Estamos juntos
Ora viva
Viva Francisco
Ora viva
Em 50 minutos você leva comnisto "ad nauseam"...
Virtude do meio - tudo a correr com a paraquedista Lira.
Depois Sónia Morais Santos a querer ser a santa positiva, martelando jmas historietas...
O direto e gente dentro desapareceu...
Moreno ao fim de uma semana desapareceu!
Acho que ninguém disse porque é que desapareceu...
Está doente?
Foi de férias?
(...)
Reaparece Soares que já estava entre as 16:00 e as 20:00...
Um dos melhores - Nuno Rodrigues - deixa de editar a informação...
Escolher alguém para a informação com a finalidade de agilizar e modernizar nunca pode passar por alguém habituado à nomenclatura organizacional cristalizada...
Galego tem mais de 30 anos de casa!!!
Os restantes membros da equipa mais de 25 anos...
Considera que é esta equipa que vai alterar alguma coisa?
E o do desporto?
Ahahahahahahahah
Não tarda nada começam as mensagens orquestradas para a Provedora com o objetivo de atacar a tarde desportiva e o excesso de desporto em antena.
Tão previsíveis estes retorcidos e retorcidas...
Esta mudança no desporto faz lembrar aquela no início da década de 90, quando Costa Martins foi substituído pelo inapto António Gonçalves. Ia destruindo a secção de desporto da Antena1. A RR na altura ria-se...
Não acha curioso que as direções de informação da TSF e da RTP-Rádio tenham sido substituídas num período temporal relativamente próximo?
Além das (habituais) criticas, ainda nao vi nenhuma solução/decisão a implementar bem explicada... Para alguém que critica tanto, e que se que quer considerar util para remodelação do que existe ainda nao vi nada de relevante.
Tem de ir lendo/ ler o que já fui escrevendo em comentários anteriores.
Mais logo poder-lhe-ei fazer uma súmula.
No programa da manhã podem começar por acabar com as muletas e a palha dada...
Já é um bom começo!
Não tendo eu qualquer experiência radiofónica para tal (com muita pena minha), na óptica do ouvinte teceria as seguintes considerações:
Nem sempre um grande comunicador dá um grande director de algo e vice-versa. Exemplo claro disso é o Pedro Ribeiro que, na minha visão, não é o melhor comunicador deste país, mas é um director que alavancou e cimentou na liderança a sua Rádio Comercial. O reverso disso é o Nuno Reis que, a meu ver, tem uma extraordinária voz, mas como director, ajudou a destruir aquela que era a minha estação de eleição... a nossa BBC Radio.
No caso em concreto da Antena 1, há que definir estratégias, nomeadamente o real papel da mesma. Se é uma rádio de cariz informativo ou se é uma rádio generalista. Penso que o meio termo não existe.
Tal como foi falado aqui, a RTP necessita de uma Antena 4 vocacionada para a informação. Só não concordo que se deva adoptar o modelo e a estrutura da Radio 5 da RTVE pois, entre noticiários, pouco ou nada acrescenta ao éter.
No dia após as Eleições Autonómicas de Espanha, o Presidente de Governo anuncia a sua demissão e, consequentemente, pede ao Rei e às Cortes, novas eleições gerais. Ora, ao saber disso, tentei escutar a Radio 5 de Badajoz e, tirando os noticiários às horas certas, pouco ou nada se falava, passando enlatados de música e desporto. Além de mais, as emissões territoriais são bem escassas ao longo do dia, resumindo-se à hora de almoço (em simultâneo com a RNE) e a uns pequenos blocos noticiosos de manhã e há tarde.
Havendo a Antena 4, esvaziava-se a Antena 1 do cariz mais informativo, podendo esta se transformar numa rádio generalista de palavra.
Mas como isso não deve acontecer, sendo que eu nos meus 28 anos tenho como imaginário de rádio de palavra o defunto Rádio Clube, tomo a liberdade (ou a loucura) de deixar algumas ideias:
O programa da manhã deveria começar às 6h de modo a apanhar aqueles que fazem longas deslocações no trânsito para chegarem às 7h ou às 8h ao trabalho.
Não desfazendo das qualidades do Ricardo Soares, creio que a A1 deveria investir nos seus horários nobres, trazendo figuras da televisão credíveis e com cartas dadas na rádio como o João Adelino Faria para conduzir as manhãs. Creio que, para pivô de informação, dada a prata da casa, deveria (caso ele queira) recrutar uma voz enérgica como o Daniel Belo ou a Rita Colaço, devendo estes fazerem explicadores e entrarem em diálogo com o condutor das manhãs. Privilegiava-se sempre o directo, com rubricas feitas ao vivo e com o JAF, por exemplo, a interagir com o Francisco Sena Santos no seu «Um Dia No Mundo».
A música poderia ter espaço na emissão, mas seleccionada pelo animador e a espaços curtos. Creio que o «No País das Maravilhas» e «O Último Terço» são boas ideias que devem ser mais trabalhadas. Fico contente com o fim dos «Portugueses (Licenciados de Sucesso) no Mundo».
O período da tarde deveria ser mais leve e menos formatado, podendo, em dupla, se aproveitar a Mónica Mendes (o caro Atento vai discordar) com o enérgico José Carlos Trindade, metendo na informação, de meia em meia hora, o Nuno Rodrigues e a Carolina Ferreira. O José Carlos Trindade, com a sua experiência jornalística, poderia interagir mais com os jornalistas e a Mónica Mendes puxava mais pela parte mais lúdica.
As noites, creio que «Uma Noite em Forma de Assim», a par da mexida na playlist, foram as grandes escolhas do Galopim e está bem assim.
Por fim, reitero que há um hiato entre o Jorge Afonso e o José Candeias que, nem a Antena 1, nem as restantes rádios aproveitam que é o horário das madrugadas.
Fazem falta programas de companhia, com interacção do público que, àquela hora, ou têm profissões específicas que os privam de estar com os seus, ou sofrem de um grande mal generalizado na cultura ocidental: solidão.
Tal como o José Candeias tão bem faz, é necessário mais companhia, mais empatia com o ouvinte...
Uma espécie de crossover entre o Oceano Pacífico e o Antena Aberta... 😅
Não sei bem explicar, mas lembro-me que em adolescente o Óscar Daniel tinha um programa na Rádio Renascença que era mais ou menos desse género.
A meu ver, internamente, talvez o Edgar Canelas fosse a pessoa com melhor valia para tal.
Contudo e agora que está reformado e desavindo da TSF, penso que o Mestre Fernando Alves cairia como sopa no mel para esse espaço que, creio, já o desempenhou nos anos 90 e 2000, num programa que creio que se chamava «O Postigo».
Também concordo com a ideia de renovação das vozes na estação.
Contudo, para isso ser eficaz, deveríamos ter uma Antena 3 jovem que fosse uma escola para as melhores vozes que saem dos cursos de comunicação social ou que andam por aí em podcasts/locais.
Peço imensa desculpa a todos por este longo testamento e pelas possíveis alarvidades que redigi.
Saudações bigodeanas! 😎