Ainda bem que citou esses exemplos, comprovando o falhanço, por trilharem esses caminhos...
RCP liderado por alguém que não reunia os mínimos olímpicos...
TSF a perder qualidade a olhos vistos ...
Rádios locais em declínio...
Gestão danosa.
Cuidado com os diferenciais de conceitos: gestão danosa é diferente de má gestão. No caso das Antenas Públicas, sendo a Administração fundamentalmente dependente direta ou indiretamente do Executivo, cabe ao povo português, a cada 4 anos fazer pesar essa gestão, como mais um dos considerandos na hora de votar. Naturalmente, que poucos o farão, porque o universo empresarial do Estado é de facto bastante opaco, e porque na campanha eleitoral, muito raramente se fala das 4 antenas públicas (li alguns programas, vi menção apenas em 2 ou 3, e nenhum deles era os dos dois grandes partidos de poder, PSD e PS).
Casos que configurariam uma figura susceptível de criminalização: fraude, desvio de dinheiros públicos, assédio laboral (ou sexual). Agora, a escolha de um locutor menos competente? Nunca. Eu concordo com o Atento, prefiro JCT, voltou a Mónica e lá voltei a mudar para a RR, mas certamente há quem goste mais de Mónica Mendes. Eu verdadeiramente, gostava de uma dupla, como referiu e bem o AG à la Observador. Isto não é uma ciência exata. Nos tópicos das musicais, nomeadamente das jovens, temos tido algumas conversas interessantes sobre estes critérios de escolha. Temos de ter algum cuidado, nós ouvintes, porque quem está do outro lado, estará certamente a dar o seu melhor, e por vezes a agarrar com unhas e dentes oportunidades escassas. Direções, em não ceder a critérios da popularidade ou de "escuta fácil", particularmente numa rádio com o pendor institucional que tem a Antena 1, queira-se ou não, a principal estação a operar em Portugal.
Neste momento, até acho que o principal problema da Antena 1 é o envelhecimento dos animadores, não falta de qualidade. Sinceramente, gostava de ver um rasgo de criatividade e pegar em 1/2 jovens até aos 35 e pô-los ao comando de uma emissão, como aconteceu com estas "estrelas" hoje com 50's/60's. Há muito talento por aí, pronto a fazer coisas bem mais sérias do que 1500 minutos de música sem parar.
Há muito talento por aí?
Onde?
A administração do grupo RTP não depende do governo. Não é o governo que nomeia.
O modelo de governo do grupo RTP é semelhante ao da BBC.
Se não estão a cumprir essas linhas orientadoras, já estão a resvalar...
No fundo é gestão danosa...
Má gestão que leva ao abandono de ouvintes e consequências a partir daí.
Num grupo privado, perda de publicidade.
Problemas financeiros...
Aqui não! Por isso, insistem.
É um verdadeiro assédio moral e "financeiro " ao Zé contribuinte...
Acha que os responsáveis da BBC, ou da Rádio France lançavam assim duas pessoas para um horário sem os devidos testes feitos e aprovados?
A diretora da France Inter (Laurence Bloch até fevereiro de 2022 - atingiu o limite de idade 70 anos, tendo sido substituída por Adele Van Reeth de 39 anos) e a sua equipa ouvem todos os programas que passam em antena e fazem, sempre que se justifique, os devidos reparos.
O programa da manhã da Antena1 e os seus protagonistas desde 14 de fevereiro de 2022 aguentariam no máximo três dias. O programa seria suspenso e os dois artistas teriam ido dar uma volta...
Aliás jamais seriam contratados para o principal horário da rádio...
Moral da história: a Rádio France é o grupo nacional com mais ouvintes em França. A RTP - RÁDIO tem cada vez menos.
Por essa Europa temos grupos públicos com ouvintes, liderando na maior parte dos casos. Em Portugal, temos os vários diretores a dizer que tanto faz ter ouvintes como não ter.
Esta tangada só em Portugal e no grupo público rtve em Espanha (aqui pelo miserável assalto dos partidos políticos).