Como mero ouvinte de rádio, discordo “broadcastfm”. Antes do DAB+, temos o FM e este não vai ser desligado de um dia para o outro. Com DAB+, o switch-off do FM leva anos. O FM está totalmente desajustado ao SÉC. XXI, suportado por leis rígidas e medievais. Caso uma rádio local esteja “ligada à máquina” e as populações não quiserem saber daquilo, porque não retransmitirem projetos pertinentes de abrangência nacional? O que o “broadcastfm” está a falar é em impingir às populações aquilo que não querem ouvir, impedindo-as de ouvirem o que querem. O que está a falar é em bloquear o desenvolvimento do setor da radiodifusão, impedindo novos projetos nacionais, profissionalmente estruturados e ambiciosos, de singrarem. Não posso concordar com esta visão de “velho do restelo”.
Porque motivo racional, lógico, não é possível ouvir em condições a OBSRVDOR em Coimbra, quando tem emissores a norte e a sul? A lei não permite, mude-se a lei e, para variar, pense-se nos ouvintes. A rádio não serve para separar, serve para unir. Resolvam o problema!
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Uma banda sonora bem afinada vem sempre a calhar, seja em que rádio for.
Todos os temas seguintes passaram em rádios nacionais ou semi-nacionais, ao longo do tempo.
i. Antes do Rock, o mainstream era dominado pelas orquestras e grupos inspirados no Jazz, como, neste caso, vindo de Nova Orleães. Música “boa-onda”. || ii. No final da década de 70, um filme encheu as salas de cinema e fez esgotar o LP da Banda Sonora Original (BSO), apenas possível de adquirir 20 anos depois, quando foi editado em CD. A BSO era de presença usual na rádio OM || iii. Fez parte de um dueto consagrado e com presença habitual na rádio OM. O tema “boa-onda”, retrata um certo tipo de adolescência e do protecionismo maternal || E1. Letra gélida, cortante, brilhantemente interpretada com uma composição sonora de topo. || E2. Música “boa-onda”, afinal as decisões fundamentais também dependem da inteligência
(**anoLançamento) – segunda hiperligação para a versão original tocada na rádio
i.
LLOYD PRICE – Personality (1959) 4|5 || ii.
SHA-NA-NA - Those Magic Changes (1978) 3|5 || iii.
PAUL SIMON – Kodachrome (**
1973) 4|5 || E1.
PAT BENATAR - Painted Desert (**
1984) 5|5 || E2.
ERIC CLAPTON - It's in the Way That You Use It (1987) 5|5
O tema da Inteligência Artificial vem de longa data, nomeadamente, no material SCI-FI. Em finais da década de 70, início dos anos 80, o assunto era amplamente discutido, na embalagem de filmes como Star Wars, 2001 Odisseia no Espaço, etc. Cientificamente era dado como certo num futuro relativamente próximo. Entre outros aspetos, falava-se na inteligência artificial como instrumento de controlo da mente das multidões, substituição dos humanos nas mais variadas tarefas, nomeadamente repetitivas, na interação homem-máquina (robô, androide), estando a máquina na posição de vantagem, revoltas sociais, a criação virar-se contra o criador, etc. Em suma, uma revolução em toda a linha.
À boleia deste assunto, e falando no arranque do Rock em Portugal e da música moderna portuguesa, impulsionado pela RTP rádio e televisão, Lena D’Água estreia-se com um enorme sucesso. || O tema da IA era explorado nos mais diversos meios, por essa Europa fora. Na Alemanha, que dispõe de dois operadores públicos em concorrência pelo lugar cimeiro das audiências, ARD (cluster de vários operadores públicos regionais, dispões de vários canais regionais e nacionais) e ZDF (vários canais, primazia na produção própria, produção estrangeira, nomeadamente norte americana e inglesa, coproduções e parcerias com operadores estrangeiros), dizia, o canal WDR, associado da ARD, exibia em 1978 um tema de rock eletrónico que foi popular em toda a Europa, Portugal incluído (aqui rodou a versão em inglês).
LENA D’ÁGUA & SALADA DE FRUTAS – Robot (1981) ||
KRAFTWERK - Die Roboter (1978)---