Não me parece que tal aconteça...
Num país normal, depois de três pântanos e algo mais que se verá semana após semana o PS devia desaparecer ou ficaria reduzido a uma certa insignificância eleitoral. Veja-se, a título exemplificativo, o que aconteceu em França, Itália e Grécia...
Pois, mas Portugal ainda tem bem presente o que foi o Estado Novo, e, como tal, há uma confusão muito grande sobre onde se esbate a fronteira entre o centro-direita e o fascismo. Aliás, se não existisse essa iliteracia política, que justifica que o PS seja o principal partido português, pese embora tenha uma implantação quiçá até menor que o PSD, que faz com exista a necessidade de uma rádio como a Observador, tão marcadamente ideológica, para desmitificar este receio infundado. Daí que seja mais fundamental do que nunca o afastamento face aos extremos, tanto à direita, quanto à esquerda. E por aqui me fico na discussão política, porque como adoro, sou capaz de seguir e estamos num fórum de rádio.
Em qualquer país da Europa aquilo que aconteceu e que terá desenvolvimentos levaria àquilo que aconteceu em França, Grécia, Itália.
Seja com o PS seja com outro partido. Nesses países, não há tolerância para quem comete atos menos, digamos assim, legais.
A comunicação social é ativa e atenta. Por cá, é tudo porreiro até o desastre acontecer. Bater em moribundos é fácil.
Resumindo: em Portugal exige-se uma comunicação social mais atenta e interveventiva que não privilegiie a subserviência com a capa da falsa independência.
Observador
TSF
ANTENA 1
RR
Devem estar atentas, escrutinar os futuros programas eleitorais e criar equipas que possam desmontar os programas eleitorais e as eventuais patranhas ou incoerências que possam aparecer por lá.
Economia
Finanças
Saúde
Educação
Inovação
Transição energética
Justiça
Há muito por onde "apertar os calos" aos candidatos...
Menos folclore jornalístico e dos comentadores que, por vezes, são meras correias de transmissão...