Aos demagogos cá do sitio.
Onde são os estúdios e escritórios da Rádio Observador na cidade Porto onde trabalham os jornalistas da Observador ?
Digam lá.
E essa pergunta é relevante? As locais do Porto estavam onde? Ainda não respondeu.
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As duas locais do Porto são temáticas musicais. Essa pergunta sabe muito bem que nao faz sentido algum.
A Observador é que se apresenta como uma rádio de informação e ocupa dois emissores locais no Grande Porto, sem gastar um euro em estúdios ou jornalistas ou outra coisa qualquer nos concelhos destes emissores.
A Rádio Nova, com informação de 30 em 30 minutos, sendo que os estúdios são no mesmo ponto onde está o Público no Porto, e inúmeros conteúdos generalistas, não está colocada pela ERC como uma temática musical. É uma generalista.
A Rádio Festival não é uma temática musical, é uma generalista.
Ambas acabaram as sínteses de informação antes da altura em que a tempestade teve o seu foco.
Menos desonestidade intelectual, sff.
Meia dúzia a malhar no Zezinho.
Vamos a factos.
O temporal no Grande Porto / Braga aconteceu ontem ao final da tarde, entre as 19h30 e as 20h30h.
Até á meia noite, algum reporter da Observador andou pelas ruas do Grande Porto ou até de Braga a descrever o que via ? Não.
Quando é que apareceu em antena pela primeira vez a única pessoa que a Observdor tem no Porto ?
No programa matinal, depois das 7 da manha.
Apenas 12/13h horas depois, no noticiário das 7 da manha, ou seja, eu já tinha chegado à Austrália ou Nova Zelandia e a Observador ainda não tinha ninguém no Porto.
São estes os factos.
A Observador não existe no Porto e ontem mostrou que é uma rádio local de Lisboa.
Quem me conseguir desmentir, que o escreva e que me diga que estou a mentir.
Hoje, até já tinha repórteres na rua em Lisboa, a antecipar as cheias.
As estações de rádio por norma nunca têm ninguem no terreno após as 19/20h, e isto é verdade em TODAS as rádios: TSF, Antena 1, Renascença e Observador. Além disto, a própria cidade do Porto largamente morre após essa hora (20/21h) porque a forma de viver é distinta de Lisboa, com apenas bolsas mínimas a funcionar e quase toda a gente em casa.
Portanto é intelectualmente desonesto esperar um repórter quando não é prática jornalística e é aliás perigoso.
Mas claro que isso para o "Zezinho" não interessa. Desonestidade intelectual profunda.
Mais: a Observador faz perto de 3 minutos de referência no noticiário das 22h, é o primeiro em que acontece, e então neste das 23h foi de fio a pavio.
https://observador.pt/programas/noticiario/as-noticias-das-23h-1330/
Diretos do Porto (via RTP3), registos da ANEPC, referências a Braga e Guimarães, num global de seis, SEIS minutos e quarenta segundos, mais 1 minuto ao final com referências à barra piscatória das Caxinas em Vila do Conde, tão importante para tanta gente, e a um evento em São João da Madeira.
Num noticiário NACIONAL de doze minutos, praticamente oito foram para o Norte.
Portanto não, não foram 14 horas. Não, os ouvintes da Observador não ficaram sem saber disto durante 14h. Os relatórios de 492 ocorrências foram obtidos até às 21h30 e às 22h estavam a ser noticiados no jornal. Melhor não se pode esperar. O que é preciso é chegar a informação.
Demagogia pura, brindada que a cidade do Porto recolhe a casa depois das 21h e que Lisboa, a Nova York cá do sitio, está muito bem acordada. Estamos em 2023 e vê-se que não anda na baixa do Porto há muito tempo.
Quantos jornalistas a Observador tem em Lisboa e quantos tem no Porto?
Será que lhe custa dizer que a Rádio Observador é uma rádio local de Lisboa com emissores no Grande Porto e que no Porto apenas tem uma jornalista e nem precisa de ter campainha na porta porque nem porta tem.
Não ando na baixa do Porto? Ainda nem há umas semanas

A Observador tem muito mais que uma jornalista no Grande Porto. Muito, muito mais.
Como diz o modernices, vai dormir Araújo...
(grande momento de comédia, Júlio!)