Sim, Carla Jorge de Carvalho veio da SIC. Tirando ela e o Juca não vejo investimentos avultados como vi no RCP de LuÃs Osório (João Adelino Faria, Mário Crespo, Pacheco Pereira, etc) , longe disso.
Quanto aos emissões, tem 51% do emissor do Seixal e 2 alugados a Acácio Marinho e outro à cooperativa Rádio Mais. Mais uma vez não vejo investimentos avultados.
A nÃvel de audiência há dois meses era 0,6% e há quatro meses era 0,3%.
Penso que um valor à volta de 1,5% a nÃvel nacional será um valor muito bom para a Observador dado os poucos emissores que possui.
Se daqui a um ano a audiência estiver igual, aà sim, digo com todas as letras que é um fracasso.
Mas não vou insistir mais nesta discussão.
1- A Observador precisa de ter cobertura nacional;
2- Deve apostar na grelha de forma transversal. Não basta nas manhãs e tardes e depiois ter repetições à noite e ao fim de semana;
3- Deve investir mais nas manhãs e alargar o horário até as 12:00;
4- A tarde deve começar às 15:00 e ir até às 20:00, contratando uma profissional como Fátima Lopes para construir um magazine transversal que consiga englobar as classes A/B/C1;
5'- É preciso ter uma noite informativa completa., entre as 20:00-23:00. Havia uma profissional disponÃvel que agora já não está que faria bem esse papel - Judite de Sousa;
6- Neste modelo, o desporto não pode ser descurado e seria importante que o canal tivesse um espaço alargado entre as 23:00 e as 00:30, da responsabilidade, por exemplo, de Pedro Sousa;
7- Enquanto as outras "dormem", Ana Filipa Rosa poderia apresentar entre as 00:30 e as 02:30 as madrugadas da Observador com a participação do auditório (não só...mas também...);
8- Ao fim-de-semana, a Observador deveria apostar no desporto não só no futebol mas também nas outras modalidades, criando um programa desportivo que rompesse com o atual marasmo. Seria uma equipa que deveria conjugar consagrados com gente de qualidade que esteja agora a sair das Universidades. Deste modo, tentaria contratar para a Observador nomes consagrados como Pedro Azevedo, José Pedro Pinto, Nuno Matos, Pedro Castro Alves, Fernando Eurico e Alexandre Afonso que se juntariam aos atuais da Observador e a novos talentos saÃdos da Universidade. Teria igualmente de ter os melhores especialistas das diferentes modalidades.