Está rádio observador é uma rádio de direita transmite e difunde as ideias da direita e direita radical, é um perigo para o paÃs se está rádio passar a ter uma rede nacional de emissores.
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Sim, tem comentadores alucinados e completamente desligados de uma realidade que se quer democrática - exemplos, os residentes Alberto Gonçalves, Rui Ramos, José Diogo Quintela, o padreco Portocarrero de Almada, ou o convidado e perigosÃssimo (mas risÃvel) Gabriel Mithá Ribeiro, ou, também na rádio, o fraquÃssimo espaço de humor do Tiago Dores. Isto para não falar do palco a que se dá a outras figuras execráveis já no campo do jornalismo (isso sim, é mais grave), entre elas a inenarrável Judite França, uma jornalista com agenda clara (basta passar pelo Twitter dela) e o publisher José Manuel Fernandes, mas a maior parte da redação é de valor e fazem o que mais nenhuma está a fazer de momento: marcam a atualidade e estão em todas, ao segundo. Faz lembrar a TSF na sua génese.
Tem também programas de autor interessantes, no plano musical.
Pena os desvarios ideológicos aqui e ali.
Diga-se que a questão com o Tiago Dores foi de facto muito fraca no inÃcio, nas primeiras 3/4 semanas, mas vem melhorando. Curiosamente, melhorou quando o Tiago Dores recuperou algumas coisas dos Gato Fedorento e começou a ter mais noção de como fazer as coisas para rádio (que no inÃcio, meu deus).
Certos dias em que os textos saem de tal maneira fracos levam-me a afirmar: se já não tiver um (não ouço esses espaços há 2 meses), precisava de um guionista / ghost writer, mas tipo urgentemente, mesmo. Havia algumas trocas de diálogos terrÃveis, nada naturais... e a barra está alta hoje em dia, porque na RR a Joana Marques é humorista E guionista, e também já o RAP o era. O cerne do problema está aÃ: o Tiago Dores nunca o foi. Leva tempo ou mais dinheiro para se construir uma dessas - até lá vende da imagem.
Ainda assim penso que é melhor que o anterior espaço bipartido de humor. Vejo-lhe algum potencial, é mais do que se podia dizer do anterior. Agora quando ouvi em Novembro um compacto já não estava tão mau. Algumas coisas a tratar ainda, mas estava melhor. Tenho que ir ouvir novamente para perceber o ponto de situação.
Quanto aos comentadores, prefiro que a opção seja refletida nos comentadores que nas notÃcias que escutamos (mas é uma opinião, meramente). Além disso, se não concordarmos, sempre dá para rir ou criticar, ao menos dá alguma variedade, e elas são endereçadas muito neutralmente. Deixar os accionistas irem buscar um pouco do seu aà que não tem mal nenhum.
No resto das crÃticas (rádio de amigos, bafienta, sempre as mesmas pessoas no Porto, fechada na capital) não acompanho e insisto: escutem mais a estação e vão perceber que não é bem isso. Ok, há algumas concessões ridÃculas nitidamente de cÃrculo lisboeta fechadinho e elitista (caso do Eduardo Schultz, do Eduardo Sá, de certos comentadores, certas tendências na Conversa Extra do João Paulo Sacadura...), mas no geral é equilibrada.
Aliás, se fôssemos falar em fechos e centralizações em Lisboa por onde é que tÃnhamos de começar nos outros grupos, com bem mais responsabilidade de não ser assim. O MCR então é por demais. Esses sim, com trinta e tal frequências tinham mesmo a obrigação.
Com quatro frequências e a TSF sem sequer estar entre as mais escutadas no interior do paÃs, começa a ser uma séria ameaça à liderança da TSF que resta, no litoral. Está à beirinha. Faz o target melhor que a incumbente neste momento em termos de projeto. E irrita-me profundamente, não nego, como a TSF está adormecida e letárgica. A nova grelha era em Janeiro que ano?