Autor Tópico: Rádio Observador  (Lida 809092 vezes)

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #690 em: Setembro 25, 2020, 08:30:03 pm »
Não digas isso aqui muitas vezes pois vais ser criticado. O importante para a maioria dos que aqui escrevem são as rádios centralistas e até aplaudem a ocupação das rádios locais por emissões a partir da Capital. Por alguma razão só falam sempre nas mesmas. O Observador é o exemplo mais gritante de uma rádio local de Lisboa que ocupa uma frequência do Grande Porto, puramente lisboeta, que nada contribui para o Porto, não emprega ninguem no Porto, e pior, não sai do estúdio. A Observador é uma radio feita de e para Lisboa e apenas quer a frequência de santo Tirso para efeito de publicidade. Nem sabem onde fica Tondela. Já agora, se disser mal do centralismo ainda lhe colocam o titulo de "zeca".



É o centralismo no seu pior... É isso e as emissões de frequencias locais/regionais compradas pelos grandes grupos, em direto dos estudios da capital....

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Re: Rádio Observador
« Responder #691 em: Setembro 25, 2020, 08:32:16 pm »
Zequinha, essa cegueira é tal que nem sabe que a frequência é de Vila do Conde...

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Re: Rádio Observador
« Responder #692 em: Setembro 25, 2020, 09:49:26 pm »
Lá está : o "zequinha" também anda na "balda" e a faltar à "tele-escola"... Ai que a geografia está um nadinha mal. Se calhar também não sai do escritório na Foz. Os "telhados de vidro"...!!!

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Memorias da Radio

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Re: Rádio Observador
« Responder #693 em: Setembro 26, 2020, 03:50:45 am »
Não digas isso aqui muitas vezes pois vais ser criticado. O importante para a maioria dos que aqui escrevem são as rádios centralistas e até aplaudem a ocupação das rádios locais por emissões a partir da Capital. Por alguma razão só falam sempre nas mesmas. O Observador é o exemplo mais gritante de uma rádio local de Lisboa que ocupa uma frequência do Grande Porto, puramente lisboeta, que nada contribui para o Porto, não emprega ninguem no Porto, e pior, não sai do estúdio. A Observador é uma radio feita de e para Lisboa e apenas quer a frequência de santo Tirso para efeito de publicidade. Nem sabem onde fica Tondela. Já agora, se disser mal do centralismo ainda lhe colocam o titulo de "zeca".



É o centralismo no seu pior... É isso e as emissões de frequencias locais/regionais compradas pelos grandes grupos, em direto dos estudios da capital....

Tanta coisa errada aí, ai jesus...
- A Observador emprega sim gente no Norte, apesar de não ter redação fixa tem alguns correspondentes no Porto e alguns jornalistas em certas secções, o que não tenho conhecimento que haja mais algum jornal integralmente online dos novos a fazer, pelo menos neste momento, esses sim 100% centralizados em Lisboa;
- A estação não tem que querer a frequência de Santo Tirso porque a) já tem uma frequência, melhor, no Norte, que é de Vila do Conde e cobre parte de Viana, quase todo o distrito de Braga, sólida parte do distrito do Porto até Paredes e ainda entra bem dentro do distrito de Aveiro; b) essa frequência tem apenas 400w o que mal daria para render o peixe em 3/4 do Porto à distância que aquilo está; c) essa frequência está em cima da TSF da Lousã logo o alcance é ainda mais limitado.
- Não raras vezes, os destaques do início de hora são eventos no Porto no Museu de Serralves, a Casa da Música, espetáculos especiais, iniciativas das câmaras do Porto e de Gaia, e etc. Basta ouvir. Na TSF por exemplo isso está limitado a dois blocos fixos uma vez por semana, apenas à Quinta (o Magazine Serralves), que são feitos um às 8 e tal da manhã e repete depois a mesma coisa, no mesmo dia, às 17, e acabou até à Quinta seguinte - e eles acham que estão a fazer serviço assim, em vez de ir divulgando à medida que as coisas aparecem. Nem vamos falar da Renascença que a estas coisas liga zero. Disso que tem o lamegoaltodouro a dizer?

Faz se calhar falta alguma emissão feita a partir do Porto para Lisboa na continuidade e uma representação mais oficial do Observador a Norte, com um outro centro? Podemos falar disso. Até lá... Teve toda a razão a criticar o lapso geográfico, mas meteu água a seguir. É pena.

« Última modificação: Setembro 26, 2020, 03:52:30 am por Memórias da Rádio »

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #694 em: Setembro 26, 2020, 08:32:20 am »
Tem razão, a Rádio Observador é um exemplo de descentralização. É uma rádio do Porto que ocupa uma frequência da Grande Lisboa. Tem estúdios no Porto e emprega algumas pessoas na Capital até alguns colaboradores on line desde Lisboa. Frequentemente fala de iniciativas culturais de Lisboa e até começa alguns noticiários com notícias do Museu dos Coches e do Teatro Nacional S. Carlos. A Observador é um exemplo de descentralização. . Quanto á frequência, a distância de Santo Tirso a Vila do Conde é de facto enorme, muito maior que de Tondela a Vila Real e por isso o meu erro geográfico está muito para além do erro do Observador. Quanto ao centralismo, não fui eu que falei nele mas sim outros elementos do Fórum, o que lamento, pois eles estão obviamente errados. Que tal uma nova rubrica na Observador : " Como descentralizar sem sair de Lisboa ? "

Boxx

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Re: Rádio Observador
« Responder #695 em: Setembro 26, 2020, 09:11:41 am »
Convém recordar que a emissão da Radio Observador nos 98.4 FM veio substituir uma jukebox musical chamada XL-FM. Era preferível manter esta situação a definhar até ao seu encerramento definitivo? Prefiro mil vezes ter a Observador (o único projeto radiofónico que trouxe algo de novo ao marasmo reinante), e da qual sou ouvinte regular, do que ter uma cassete musical que nunca sintonizei... Isto independente da emissão ser mais centralizada ou não. Só tenho pena que a cobertura seja relativamente fraca, apesar de fazer milagres com a potência que tem.

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #696 em: Setembro 26, 2020, 09:37:47 am »
Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Memorias da Radio

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Re: Rádio Observador
« Responder #697 em: Setembro 26, 2020, 11:00:05 am »
Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Afirmação muito discutível. Precisa mesmo de ouvir a estação.

Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Acha que isso é uma rádio?

Então... se calhar acha que a Rádio 5 atual também não é uma cassete, com locução de manhã e aí final da tarde e notícias no ar... Isto apesar da qualidade ser o que é e apesar de ser um exemplo de utilização indevida de frequência, dado que está a servir o Porto mas é... de Espinho... (devil mode on)

Tem razão, a Rádio Observador é um exemplo de descentralização. É uma rádio do Porto que ocupa uma frequência da Grande Lisboa. Tem estúdios no Porto e emprega algumas pessoas na Capital até alguns colaboradores on line desde Lisboa. Frequentemente fala de iniciativas culturais de Lisboa e até começa alguns noticiários com notícias do Museu dos Coches e do Teatro Nacional S. Carlos. A Observador é um exemplo de descentralização. . Quanto á frequência, a distância de Santo Tirso a Vila do Conde é de facto enorme, muito maior que de Tondela a Vila Real e por isso o meu erro geográfico está muito para além do erro do Observador. Quanto ao centralismo, não fui eu que falei nele mas sim outros elementos do Fórum, o que lamento, pois eles estão obviamente errados. Que tal uma nova rubrica na Observador : " Como descentralizar sem sair de Lisboa ? "

Isso foi uma espécie de exercício de ironia? Se foi custou a entender. A escrita ficou bastante errática...

Não estive nunca a dizer que era um exemplo de descentralização, apenas indiquei onde descentralizava face à acusação de que era tudo só em Lisboa. Você tem uma tendência perigosa para ler palavras onde não existem - outro dia foi ler Área Metropolitana do Porto onde era Grande Porto, agora é ler que foi um exemplo de descentralização quando eu nunca disse isso, e a seguir que virá?

Com tanta ironia e o irónico é que ainda não entendeu que não pode ler como lhe apetece, é como está escrito... Cultive-se!

« Última modificação: Setembro 26, 2020, 11:07:20 am por Memórias da Rádio »

Luis P Borges

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Re: Rádio Observador
« Responder #698 em: Setembro 26, 2020, 11:11:42 am »
Convém recordar que a emissão da Radio Observador nos 98.4 FM veio substituir uma jukebox musical chamada XL-FM. Era preferível manter esta situação a definhar até ao seu encerramento definitivo? Prefiro mil vezes ter a Observador (o único projeto radiofónico que trouxe algo de novo ao marasmo reinante), e da qual sou ouvinte regular, do que ter uma cassete musical que nunca sintonizei... Isto independente da emissão ser mais centralizada ou não. Só tenho pena que a cobertura seja relativamente fraca, apesar de fazer milagres com a potência que tem.

Não discuto gostos. Cada um tem a sua sensibilidade, preferência.

Há aqui uma opinião expressa por um membro deste fórum, e não venho aqui também exercer qualquer direito de contradição, não se trata disso. É só a minha opinião, de certa maneira a discordar, tenho esse direito ao ler num fórum público algo com que discorde e poder dar a minha opinião, é de todo salutar.

Gosto muito de rádio, sou um ouvinte de rádio, queria ser mais, mas projectos radiofónicos em Portugal que me dêem aquilo que realmente queria não existem. Tento conciliar diferentes estações de Rádio para ter um pouco aquilo de que gosto de ouvir em Rádio. Reparto a minha audição da seguinte forma: A informação oiço na Antena 1, melhores editores, repórteres... linguagem cuidada, rigor na informação. Música, fiquei meio orfão nesta área, com a saída dos 4 bons animadores da Radar. As novas vozes da radar, as do futuro, não me dizem nada, para quem estava habituado àquela equipa de excelentes animadores, ouvir estas novas vozes sabe a muito pouco, mas a música mantém-se, continua a ser a música Radar. O resto da audição recai na Antena 2, com alguns excelentes programas de autor. A Antena 2 não é muito comentada neste fórum, mas tem bons programas, bons profissionais, acho que ganhou muito com a vinda de João Almeida para diretor.   

Neste momento e já desde há algum tempo que o marasmo se instalou no meio radiofónico, é verdade e aí concordo com o Boxx, é um marasmo reinante. Por isso quando foi anunciada chegada de um novo projecto de Rádio, exultei... pertencente a um grupo com um Jornal, o Observador, não sendo leitor, reconhecia-lhe alguma qualidade. A expectativa foi grande em relação a esse projecto. Arrancou, ouvi durante algum tempo a Rádio observador, até perceber que era um projecto pifio, um engano, uma manta de retalhos, eu nem lhe chamaria Rádio. Não sei se vai ser esse o futuro da Rádio, algo similar ao projecto do Observador, seguindo a estratégia das redes sociais. Seria a Rádio Observador uma espécie de rede social audio. Atualmente não oiço a rádio Observador, ganhei até uma certa repulsa em sintonizá-la. Não comento a estratégia da rádio observador, pode ser até, e como já referi, o modelo audio que as rádio poderão seguir no futuro, a mim desagrada-me profundamente este modelo.
« Última modificação: Setembro 26, 2020, 11:15:52 am por Luis P Borges »

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #699 em: Setembro 26, 2020, 12:01:07 pm »
Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Afirmação muito discutível. Precisa mesmo de ouvir a estação.

Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Acha que isso é uma rádio?

Então... se calhar acha que a Rádio 5 atual também não é uma cassete, com locução de manhã e aí final da tarde e notícias no ar... Isto apesar da qualidade ser o que é e apesar de ser um exemplo de utilização indevida de frequência, dado que está a servir o Porto mas é... de Espinho... (devil mode on)

Tem razão, a Rádio Observador é um exemplo de descentralização. É uma rádio do Porto que ocupa uma frequência da Grande Lisboa. Tem estúdios no Porto e emprega algumas pessoas na Capital até alguns colaboradores on line desde Lisboa. Frequentemente fala de iniciativas culturais de Lisboa e até começa alguns noticiários com notícias do Museu dos Coches e do Teatro Nacional S. Carlos. A Observador é um exemplo de descentralização. . Quanto á frequência, a distância de Santo Tirso a Vila do Conde é de facto enorme, muito maior que de Tondela a Vila Real e por isso o meu erro geográfico está muito para além do erro do Observador. Quanto ao centralismo, não fui eu que falei nele mas sim outros elementos do Fórum, o que lamento, pois eles estão obviamente errados. Que tal uma nova rubrica na Observador : " Como descentralizar sem sair de Lisboa ? "

Isso foi uma espécie de exercício de ironia? Se foi custou a entender. A escrita ficou bastante errática...

Não estive nunca a dizer que era um exemplo de descentralização, apenas indiquei onde descentralizava face à acusação de que era tudo só em Lisboa. Você tem uma tendência perigosa para ler palavras onde não existem - outro dia foi ler Área Metropolitana do Porto onde era Grande Porto, agora é ler que foi um exemplo de descentralização quando eu nunca disse isso, e a seguir que virá?

Com tanta ironia e o irónico é que ainda não entendeu que não pode ler como lhe apetece, é como está escrito... Cultive-se!

O tópico é a Observador e limito-me a a falar dela. Se quiser abrir um outro tópico sobre a Rádio 5 e demais cassetes, terei todo o gosto em comentar. Quanto à Rádio Observador, eu resumo o que é:
È uma rádio local de Lisboa com tiques de rádio nacional, retransmitindo no Grande Porto a sua emissão lisboeta.
È uma rádio que usa frequência local no Grande Porto de forma a obter mais receita publicitária, limitada a estúdio, sem reportagem. A grande maioria dos diretos usam do som dos canais de tv, mesmo em Lisboa. No Porto, não existe qualquer tipo de reportagem, não há há cobertura de nenhum evento em direto, porque simplesmente não existe quem o faça. A Observador no Porto é um zero. Uma rádio que quer ser uma rádio para o Porto exige proximidade com a cidade, que sinta a cidade e feita por pessoas da cidade. A Observador é feita a 300km de distancia, por pessoas que não são do Porto, não vivem no Porto, não sabem o nome de duas praças do Porto ou até três nomes de ruas do Porto. A Observador é isso mesmo, observa o Porto ao longe mas aproveita-se do Porto apenas para obter receita publicitária.

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Re: Rádio Observador
« Responder #700 em: Setembro 26, 2020, 05:54:56 pm »
Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Afirmação muito discutível. Precisa mesmo de ouvir a estação.

Isso não é completamente verdade. A XL tinha locução na manhã e final da tarde, com noticiário, sendo verdade que no resto era uma cassete FM. Tinha mais informação local do que a Observador todo o dia sobre o Grande Porto.

Acha que isso é uma rádio?

Então... se calhar acha que a Rádio 5 atual também não é uma cassete, com locução de manhã e aí final da tarde e notícias no ar... Isto apesar da qualidade ser o que é e apesar de ser um exemplo de utilização indevida de frequência, dado que está a servir o Porto mas é... de Espinho... (devil mode on)

Tem razão, a Rádio Observador é um exemplo de descentralização. É uma rádio do Porto que ocupa uma frequência da Grande Lisboa. Tem estúdios no Porto e emprega algumas pessoas na Capital até alguns colaboradores on line desde Lisboa. Frequentemente fala de iniciativas culturais de Lisboa e até começa alguns noticiários com notícias do Museu dos Coches e do Teatro Nacional S. Carlos. A Observador é um exemplo de descentralização. . Quanto á frequência, a distância de Santo Tirso a Vila do Conde é de facto enorme, muito maior que de Tondela a Vila Real e por isso o meu erro geográfico está muito para além do erro do Observador. Quanto ao centralismo, não fui eu que falei nele mas sim outros elementos do Fórum, o que lamento, pois eles estão obviamente errados. Que tal uma nova rubrica na Observador : " Como descentralizar sem sair de Lisboa ? "

Isso foi uma espécie de exercício de ironia? Se foi custou a entender. A escrita ficou bastante errática...

Não estive nunca a dizer que era um exemplo de descentralização, apenas indiquei onde descentralizava face à acusação de que era tudo só em Lisboa. Você tem uma tendência perigosa para ler palavras onde não existem - outro dia foi ler Área Metropolitana do Porto onde era Grande Porto, agora é ler que foi um exemplo de descentralização quando eu nunca disse isso, e a seguir que virá?

Com tanta ironia e o irónico é que ainda não entendeu que não pode ler como lhe apetece, é como está escrito... Cultive-se!

O tópico é a Observador e limito-me a a falar dela. Se quiser abrir um outro tópico sobre a Rádio 5 e demais cassetes, terei todo o gosto em comentar. Quanto à Rádio Observador, eu resumo o que é:
È uma rádio local de Lisboa com tiques de rádio nacional, retransmitindo no Grande Porto a sua emissão lisboeta.
È uma rádio que usa frequência local no Grande Porto de forma a obter mais receita publicitária, limitada a estúdio, sem reportagem. A grande maioria dos diretos usam do som dos canais de tv, mesmo em Lisboa. No Porto, não existe qualquer tipo de reportagem, não há há cobertura de nenhum evento em direto, porque simplesmente não existe quem o faça. A Observador no Porto é um zero. Uma rádio que quer ser uma rádio para o Porto exige proximidade com a cidade, que sinta a cidade e feita por pessoas da cidade. A Observador é feita a 300km de distancia, por pessoas que não são do Porto, não vivem no Porto, não sabem o nome de duas praças do Porto ou até três nomes de ruas do Porto. A Observador é isso mesmo, observa o Porto ao longe mas aproveita-se do Porto apenas para obter receita publicitária.

Sugeria que encaminhasse esta sua visão e a respetiva reclamação para o seguinte endereço:

Rua Professor Álvaro Rodrigues
4149-003 Porto
Tel: 22 619 2400

Seguramente dar-lhe-ão uma resposta rápida.

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Re: Rádio Observador
« Responder #701 em: Setembro 26, 2020, 06:15:17 pm »
[quote author=Memórias da Rádio

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Mas nem aí a paciência aguenta... Nem aí...

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Re: Rádio Observador
« Responder #702 em: Setembro 26, 2020, 06:31:26 pm »
Citação de: Memórias da Rádio

Sugeria que encaminhasse esta sua visão e a respetiva reclamação para o seguinte endereço:

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Acho que só mesmo a esposa é que tem paciência...
« Última modificação: Setembro 26, 2020, 06:36:03 pm por AG »

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Re: Rádio Observador
« Responder #703 em: Setembro 26, 2020, 06:32:18 pm »
[quote author=Memórias da Rádio

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[/quote]Ainda falta saber se isso é facto...

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XFM

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Re: Rádio Observador
« Responder #704 em: Setembro 26, 2020, 06:42:22 pm »
O Zequinha do Norte sempre armado com argumentos anticentralismo lisboeta até já coloca a Vila do Conde e Santo Tirso no mesmo saco. Eu sou nortenho não somente de nascença mas sobretudo de coração e gostava de ver o Norte melhor representado na Rádio Observador; a diferença é que não sou um fanático que perde a razão quando comete erros de geografia tão grosseiros que se não o conhecesse diria que o Zeca era algarvio.