Autor Tópico: Renascença  (Lida 1105728 vezes)

joao_s

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1011
Re: Renascença
« Responder #150 em: Março 05, 2017, 12:46:17 am »
Eu que moro em Leiria ,confirmo que os 106,0 da RR dentro da cidade e em outras zonas o sinal é fraco comparativamente aos 91,7 da RFM. A RFM que possui uma frequência aqui em Leiria 107,7 (Serra da Maunça) que em nada serve,visto que o meu rádio quando sintoniza a RFM fica sempre nos 91,7. Acho que os 91,7 e 106,8 (Montejunto) davam bem conta do recado para o Distrito de Leiria. Se fosse possível era manter os 95,1 para a Rádio SIM e os 107,7 transmitirem a RR. Conheço pessoas que deixaram de ouvir a RR devido ao sinal não ser estável,mas este problema já existe à muitos anos. Alias eu gravei um video que partilhei aqui que demonstra que os 106.0 no centro de Leiria não possui RDS.
‘Asantosc12’, o seu diagnóstico vem clarificar esta questão. O problema que relatou relativamente a Leiria acontece, pontualmente, em várias localidades, devido à orografia, em que o sinal de 106.0 apresenta-se instável e o de 91.7 apresenta-se estável. Mudar a emissão para 107.7, que é um emissor mais fraco que 95.1, poderá resolver o problema em Leiria mas não resolve nas outras localidades. A solução passa por trocar as frequências dos emissores da Serra da Lousã, passando a ‘RR’ para 91.7 e ‘RFM’ para 106.0.

Dentro dos edifícios é praticamente impossível ouvir a ‘RR’ em condições aceitáveis, nos casos aludidos, ao passo que 91.7 ouve-se em perfeitas condições. A frequência de 91.7 é a mais indicada para o canal generalista da ‘Emissora Católica Portuguesa’, aquele que pretende chegar às diferentes faixas etárias e a diferentes camadas de público. Manter a situação como está é um disparate!

Luis Carvalho

  • Administrator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1588
  • Façam a TSF Grande Outra Vez!
Re: Renascença
« Responder #151 em: Março 05, 2017, 02:58:27 am »
De referir que os 107,7 MHz da Maunça tratam-se, ao contrário dos 95,1, de uma frequência com restrições de azimute, o que limita a sua cobertura a sul de Leiria. Como exemplo concreto, refiro o caso de Fátima, onde os 95,1 MHz da Sim se escutam em muito boas condições; não obstante, os 107,7 MHz da RFM constituem uma frequência que se ouve em más condições por terras da Cova da Iria. A alternativa é o emissor da Lousã (91,7) e, naturalmente que para o caso da RR, a melhor sintonia é nos 106,0.

Enviado através de Tapatalk

« Última modificação: Março 05, 2017, 10:05:13 am por Luis Carvalho »
Cumprimentos,
Luís Carvalho

Administrador do "Fórum da Rádio"

Asantosc12

  • Global Moderator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 736
Re: Renascença
« Responder #152 em: Março 05, 2017, 01:54:16 pm »
Já agora encontrei uma resposta do colega joao_s que vou transcrever "O canal 2 da Renascença antecedeu a RFM, utilizou alguns emissores da rede FM da Renascença, por exemplo 93.2 Lisboa, 91.7 Coimbra, etc. (...) A rede de emissores da RFM atual foi constituída com alguns emissores da antiga Rádio Renascença e , por esse motivo,  verifica-se a variação significativa de frequências de uma região para outra na RFM e RR, porque ambas resultam da mistura de frequências de duas redes. Se ouvir a RFM numa frequência mais alta do que a RR, tal significa que nessa região não se ouvia a Renascença Canal 2." Outro exemplo de Sintra, em que as rádios nacionais apresentavam fragilidades no sinal, instalaram novos emissores e a RR não foi excepção (105.0FM). Se instalarem um emissor como a RFM ou a Comercial para Leiria, só ganhavam com isso.

Luis Carvalho

  • Administrator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1588
  • Façam a TSF Grande Outra Vez!
Re: Renascença
« Responder #153 em: Março 05, 2017, 06:12:03 pm »
Já agora encontrei uma resposta do colega joao_s que vou transcrever "O canal 2 da Renascença antecedeu a RFM, utilizou alguns emissores da rede FM da Renascença, por exemplo 93.2 Lisboa, 91.7 Coimbra, etc. (...) A rede de emissores da RFM atual foi constituída com alguns emissores da antiga Rádio Renascença e , por esse motivo,  verifica-se a variação significativa de frequências de uma região para outra na RFM e RR, porque ambas resultam da mistura de frequências de duas redes. Se ouvir a RFM numa frequência mais alta do que a RR, tal significa que nessa região não se ouvia a Renascença Canal 2." Outro exemplo de Sintra, em que as rádios nacionais apresentavam fragilidades no sinal, instalaram novos emissores e a RR não foi excepção (105.0FM). Se instalarem um emissor como a RFM ou a Comercial para Leiria, só ganhavam com isso.

...se ignorássemos o "pormaior " da já existência de um emissor em Leiria pertencente (do ponto de vista oficial) à rede nacional de emissores da RR. Refiro-me, obviamente,  aos 95,1. Para que a RR e a Rádio Sim emitissem de Leiria, só havia uma hipótese: a RR adquirir a Liz FM (que engraçado seria ver uma igreja vender a sua rádio à "concorrência na fé "), ou a 94FM e migrar a Rádio Sim para a frequência local em causa, deixando os 95,1 livres para a RR.
Cumprimentos,
Luís Carvalho

Administrador do "Fórum da Rádio"

joao_s

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1011
Re: Renascença
« Responder #154 em: Março 05, 2017, 07:34:40 pm »
...se ignorássemos o "pormaior " da já existência de um emissor em Leiria pertencente (do ponto de vista oficial) à rede nacional de emissores da RR. Refiro-me, obviamente,  aos 95,1. Para que a RR e a Rádio Sim emitissem de Leiria, só havia uma hipótese: a RR adquirir a Liz FM (que engraçado seria ver uma igreja vender a sua rádio à "concorrência na fé "), ou a 94FM e migrar a Rádio Sim para a frequência local em causa, deixando os 95,1 livres para a RR.
Pois, Luís, mas 95.1 foi retirado da rede nacional para integrar uma rede de menor dimensão, e é um emissor estratégico para o projeto atual ou outro que lhe venha a suceder. Uma nota de relevo, serve Leiria e Fátima. Portanto, esqueça esse emissor. A ‘R/Com’ só tem que otimizar os recursos que dispõe, fazendo regressar a ‘RR’ à sua frequência natural, umas décadas depois. Porventura, dispõe da informação relativa à data de entrada em funcionamento de 106.0?

Reitero que 91.7 é uma frequência mais estável que 106.0, quando se analisa o fator orografia. Basta informarem os ouvintes da ‘RR’ e ‘RFM’ que, por motivos técnicos, irão  proceder à migração da ‘RR’ para 91.7 e ‘RFM’ para 106.0, beneficiando as condições de escuta em várias localidades da região centro. Evidentemente que o público da ‘RFM’ é suburbano e não será afetado pela alteração técnica, porque nos centros urbanos ou dispõem de emissores próprios (como acontece com 107.7 em Leiria) ou 91.7 e 106.0 ouvem-se de forma idêntica. Por falar em ‘RFM’, que não oiço, porventura não serão os produtos ‘RFM’ e ‘MEGA FM’ redundantes?

Termino com uma provocação. Suponhamos que a ’R/Com’ resolve alterar o projeto ‘R Sim’ por outro mais cultural, erudito e trabalhado, com conteúdos de oldies, smooth jazz, country, folk, orquestras, musicais, etc. (como se ouve na ‘BBC Radio 2’) e que adquire as frequências de 92.8 e 97.7 à MCR. Neste cenário, as frequências de Leiria, Santarém e Figueiró dos Vinhos encaixavam na perfeição (ou quase), qual peças de um puzzle e tínhamos uma cobertura uniforme numa parte significativa da região centro, assim como no trajeto Lisboa <-> Porto. Ok, chega de divagação.

somdafrente

  • Jr. Member
  • **
  • Mensagens: 49
Re: Renascença
« Responder #155 em: Março 08, 2017, 10:31:35 pm »
Parece-me que uma das grandes alterações dos últimos meses, nomeadamente na RR (o canal, não o grupo), foi um claro esbatimento entre duas coisas muito diferentes e que estavam antes bem demarcadas: a programação/animação e a informação. Diga-se o que se disser da linha programática (é uma emissora católica, conservadora, de direita), a informação era sólida e definida. Agora, os espaços esbateram-se, os jornalistas entram na emissão a qualquer altura, os animadores têm de fazer de pivôs de informação, querem fazer uma mistura mais leve e arejada... Só que não se muda as pintas ao leopardo, uma casa com o peso e a tradição não muda facilmente, e é por vezes penoso ouvir gente que percebe é de música a ter que introduzir temas em que se vê  que não estão à vontade. Acho que nenhuma das secções ficou a ganhar. Mas a informação ficou claramente a perder. 

somdafrente

  • Jr. Member
  • **
  • Mensagens: 49
Re: Renascença
« Responder #156 em: Março 08, 2017, 10:40:28 pm »
Já agora, em relação à SIM, tem-se falado muito por aqui em fecho, em cobertura, mas no que toca à rádio em si mesma:
- a estrutura não é assim tão pesada, e, ao que sei, os valores salariais não são de outro mundo
- é uma rádio que apanha muito bem quem já não tem muita paciência para rádios "jovens" mas não está assim tão idoso que se refugie na Rádio Amália.
- agora, o estilo de apresentação parece ter ficado nos anos 50. Estou quase à espera de ouvir a "coxinha do Tide"!
Dúvida: a emissão na Grande Lisboa é um aluguer da rádio PAL, de Palmela?  Se sim, em que condições e durante quanto tempo?   

Radiofilo

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 987
Re: Renascença
« Responder #157 em: Março 09, 2017, 08:59:49 pm »
A emissao na Grande Lisboa e, em grande parte, assegurada pelos 963 kHz AM (tx do Seixal). A frequencia da Pal nao entra bem em muitas zonas da Grande Lisboa. Na zona onde resido (Campo de Ourique), por exemplo.

AG

  • Global Moderator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 3802
  • R CLUB P
Re: Renascença
« Responder #158 em: Março 09, 2017, 10:52:03 pm »
A emissao na Grande Lisboa e, em grande parte, assegurada pelos 963 kHz AM (tx do Seixal). A frequencia da Pal nao entra bem em muitas zonas da Grande Lisboa. Na zona onde resido (Campo de Ourique), por exemplo.
Como de resto com as rádios com emissores na Margem Sul.

estvmkt

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 2918
Re: Renascença
« Responder #159 em: Março 10, 2017, 09:10:46 am »
Para a RR,é verdade que falta cobrir Leiria e Braga.
Acho que nestas zonas poderiam tentar emitir a Rádio Sim,nem que fosse via onda média ou até mesmo com alguma parceria com alguma rádio local.

Luis Carvalho

  • Administrator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1588
  • Façam a TSF Grande Outra Vez!
Re: Renascença
« Responder #160 em: Março 10, 2017, 01:20:23 pm »
A emissao na Grande Lisboa e, em grande parte, assegurada pelos 963 kHz AM (tx do Seixal). A frequencia da Pal nao entra bem em muitas zonas da Grande Lisboa. Na zona onde resido (Campo de Ourique), por exemplo.
Como de resto com as rádios com emissores na Margem Sul.
Com efeito, e não obstante o bom desempenho do emissor de Palmela, existem, inevitavelmente, zonas de sombra dos 102,2 MHz , não apenas em Lisboa como foi aludido, mas igualmente até na margem sul (Sesimbra, por exemplo), onde a emissão OM via Seixal constitui a alternativa de escuta. Creio que terá sido esta a razão pelo qual a r/com, de forma acertada, não "matou" o tx do Seixal, como,  infelizmente, fez com tantos outros. Em todo o caso, o desempenho dos 102,2 MHz é bastante bom em toda a região, chegando a complementar os 97,5 Portel a Oeste de Évora, onde esta última frequência é pressionada pela Rádio Comercial (97,4).

Enviado através de Tapatalk

Cumprimentos,
Luís Carvalho

Administrador do "Fórum da Rádio"

guest6

  • Visitante
Re: Renascença
« Responder #161 em: Março 10, 2017, 01:48:59 pm »
A emissao na Grande Lisboa e, em grande parte, assegurada pelos 963 kHz AM (tx do Seixal). A frequencia da Pal nao entra bem em muitas zonas da Grande Lisboa. Na zona onde resido (Campo de Ourique), por exemplo.
Como de resto com as rádios com emissores na Margem Sul.
Com efeito, e não obstante o bom desempenho do emissor de Palmela, existem, inevitavelmente, zonas de sombra dos 102,2 MHz , não apenas em Lisboa como foi aludido, mas igualmente até na margem sul (Sesimbra, por exemplo), onde a emissão OM via Seixal constitui a alternativa de escuta. Creio que terá sido esta a razão pelo qual a r/com, de forma acertada, não "matou" o tx do Seixal, como,  infelizmente, fez com tantos outros. Em todo o caso, o desempenho dos 102,2 MHz é bastante bom em toda a região, chegando a complementar os 97,5 Portel a Oeste de Évora, onde esta última frequência é pressionada pela Rádio Comercial (97,4).

Enviado através de Tapatalk



Mas Sesimbra é uma zona problemática para quase todos os emissores, se exceptuarmos os emissores da Arrábida. Acho que no tempo da tv analógica existia um retransmissor para o centro da vila. Estarei errado?

Luis Carvalho

  • Administrator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1588
  • Façam a TSF Grande Outra Vez!
Re: Renascença
« Responder #162 em: Março 10, 2017, 05:02:59 pm »
Correcto. Havia um retransmissor de TV que,  aliás, ainda existe... melhor dizendo, agora em DVB-T (TDT). O que apenas quis dizer foi que os 963 kHz constituem uma emissão que continua a ser muito útil em zonas onde o tx de Palmela não consegue fazer milagres.

Enviado através de Tapatalk

Cumprimentos,
Luís Carvalho

Administrador do "Fórum da Rádio"

joao_s

  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1011
Re: Renascença
« Responder #163 em: Março 10, 2017, 08:11:48 pm »
Parece-me que uma das grandes alterações dos últimos meses, nomeadamente na RR (o canal, não o grupo), foi um claro esbatimento entre duas coisas muito diferentes e que estavam antes bem demarcadas: a programação/animação e a informação. Diga-se o que se disser da linha programática (é uma emissora católica, conservadora, de direita), a informação era sólida e definida. Agora, os espaços esbateram-se, os jornalistas entram na emissão a qualquer altura, os animadores têm de fazer de pivôs de informação, querem fazer uma mistura mais leve e arejada... Só que não se muda as pintas ao leopardo, uma casa com o peso e a tradição não muda facilmente, e é por vezes penoso ouvir gente que percebe é de música a ter que introduzir temas em que se vê  que não estão à vontade. Acho que nenhuma das secções ficou a ganhar. Mas a informação ficou claramente a perder.

Sou da opinião contrária à sua, “somdafrente”. Acho que o modelo acrescenta interesse às emissões da RR, é o mais adequado ao estilo de vida quotidiano do público-alvo, no qual a rádio se adapta às rotinas, que não permitem uma atenção contínua por longos períodos de tempo. Um maior dinamismo e interação entre jornalistas e locutores de continuidade, o desenvolvimento de temas de atualidade fora do espaço tradicional do noticiário, o tratamento de assuntos do interesse de cada um e das suas famílias, curiosidades, rúbricas, o tom mais descontraído, etc. tudo conjugado com “boa” música, retira monotonia à emissão, até porque os conteúdos falados são tratados de forma a serem rapidamente percecionados por quem os ouve. Trata-se de um 2 em 1: permite os momentos de descontração que cada um procura quando liga um rádio, bem como satisfaz a necessidade de se manter a par da atualidade. A RR modernizou-se e está a inovar. Pena é que a banda sonora musical, e alguns espaços da grelha, ainda fiquem aquém das expetativas.

A informação não ficou a perder, sai a ganhar, assim como a parceria com o grupo “Impresa” acrescenta credibilidade e permite ampliar o auditório a ambas as partes.

A forma tradicional de fazer rádio está gasta, fazer um produto desligado das rotinas de cada um e dos seus interesses faz com que a rádio perca importância e influência junto da sociedade. A rádio deve acompanhar o avançar dos tempos, adequar o discurso aos seus ouvintes e, simultaneamente, manter patamares de qualidade. Para produtos radiofónicos menores, já dispõe da RDP.

Luis Carvalho

  • Administrator
  • Hero Member
  • *****
  • Mensagens: 1588
  • Façam a TSF Grande Outra Vez!
Re: Renascença
« Responder #164 em: Março 10, 2017, 08:25:57 pm »
Parece-me que uma das grandes alterações dos últimos meses, nomeadamente na RR (o canal, não o grupo), foi um claro esbatimento entre duas coisas muito diferentes e que estavam antes bem demarcadas: a programação/animação e a informação. Diga-se o que se disser da linha programática (é uma emissora católica, conservadora, de direita), a informação era sólida e definida. Agora, os espaços esbateram-se, os jornalistas entram na emissão a qualquer altura, os animadores têm de fazer de pivôs de informação, querem fazer uma mistura mais leve e arejada... Só que não se muda as pintas ao leopardo, uma casa com o peso e a tradição não muda facilmente, e é por vezes penoso ouvir gente que percebe é de música a ter que introduzir temas em que se vê  que não estão à vontade. Acho que nenhuma das secções ficou a ganhar. Mas a informação ficou claramente a perder.

Sou da opinião contrária à sua, “somdafrente”. Acho que o modelo acrescenta interesse às emissões da RR, é o mais adequado ao estilo de vida quotidiano do público-alvo, no qual a rádio se adapta às rotinas, que não permitem uma atenção contínua por longos períodos de tempo. Um maior dinamismo e interação entre jornalistas e locutores de continuidade, o desenvolvimento de temas de atualidade fora do espaço tradicional do noticiário, o tratamento de assuntos do interesse de cada um e das suas famílias, curiosidades, rúbricas, o tom mais descontraído, etc. tudo conjugado com “boa” música, retira monotonia à emissão, até porque os conteúdos falados são tratados de forma a serem rapidamente percecionados por quem os ouve. Trata-se de um 2 em 1: permite os momentos de descontração que cada um procura quando liga um rádio, bem como satisfaz a necessidade de se manter a par da atualidade. A RR modernizou-se e está a inovar. Pena é que a banda sonora musical, e alguns espaços da grelha, ainda fiquem aquém das expetativas.

A informação não ficou a perder, sai a ganhar, assim como a parceria com o grupo “Impresa” acrescenta credibilidade e permite ampliar o auditório a ambas as partes.

A forma tradicional de fazer rádio está gasta, fazer um produto desligado das rotinas de cada um e dos seus interesses faz com que a rádio perca importância e influência junto da sociedade. A rádio deve acompanhar o avançar dos tempos, adequar o discurso aos seus ouvintes e, simultaneamente, manter patamares de qualidade. Para produtos radiofónicos menores, já dispõe da RDP.

No que diz respeito ao enquadramento musical... passar One Direction e Queen na mesma hora... Enfim.
Cumprimentos,
Luís Carvalho

Administrador do "Fórum da Rádio"