A Inês Andrade não era assim tão boa voz. Aliás, da vaga de vozes femininas na Cidade era de longe a mais fraca. A Joana Perez metia-a um canto em emissão, e mesmo em produção era sub-par. Portanto isto não me espanta.
Entretanto no site da Cidade, anteriormente a Yolanda Tati estava 4 dias da semana a fazer 11-15 e na Sexta não havia animação das 15-19, o que era inadmissÃvel. Solução? Foram buscar o Gonçalo Roque para fazer esses mesmos 4 dias e à Sexta e Sábado faz a Yolanda emissão. Ainda agora a rádio mudou e já andam instabilidades nos painéis. Não quero fazer o funeral antecipadamente, e desejo a melhor das sortes, mas isto assim não está fácil...
Noutras notas também, correram com as duas estagiárias do Sábado de manhã - mas as coisas pioraram muito aos fins de semana. Continuam com o erro de deixar estagiários escrever descrições... agora ao Sábado está o Diogo Serra e aos Domingos aumentaram a dose para a Mariah Biah (foto +-, nome inacreditável, descrição inenarrável), e logo a seguir o também estagiário João Lotra, que escreve, e passo a citar:
"Tenho um passado na música mas é um tema no qual não gosto de falar"
Mas quem é que deixa escrever descrições destas?
??Por comparação, veja-se a do Diogo Serra:
Nascido e criado na bela aldeia do Pó (sei que o nome tem piada e que não sabes onde fica, mas não importa) hoje em dia tento licenciar-me em Ciências da Comunicação. Adoro música! Todo o tipo de música e acredito que um pimba anima e salva qualquer festa
(por isso é que ando sempre com uma playlist com 200 músicas!). Não me levo nada a sério, para mim a vida leva-se a gozar e a rir!
E a da Mariah Biah (oh valha-me deus):
Posso chamar-me Maria Beatriz, mas acho que se me chamarem assim eu já nem percebo que se referem a mim... Mariah Biah é o meu nome artÃstico
porque sou uma estrela, e as estrelas têm nomes artÃsticos! Tenho 20 anos,
mas a minha mãe diz que de mentalidade não passei dos 12. Gosto de uma boa música
para abanar o rabiosque e quando há festa eu estou lá batida a dar tudo, porque parar é morrer!
A negrito, o pior destes textos. A vergonha alheia que sinto destas descrições dava para encher um garrafão de cinco litros.