Autor Tópico: Batida FM  (Lida 129836 vezes)

pdnf

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Re: Batida FM
« Responder #180 em: Agosto 24, 2022, 04:32:33 pm »

Mesmo que termine a Vodafone FM, a frequência 101,1 MHz, respeitante ao concelho da Moita terá de mudar de designação para  outra coisa qualquer que não M80. Não é possível legalmente uma rádio local passar a retransmitir uma rede regional, dentro da área de influência desta.

Luís, suponhamos que eles pura e simplesmente desligam o emissor. Perdem a licença, frequência fica livre, como já ocorreu com outras rádios locais. De seguida, dentro das competências que a lei lhes permite pedem uma nova frequência para a margem sul. A ANACOM autoriza. Nada os impede, legalmente, de usar aquele equipamento para emitir a M80, porque o centro emissor não é apreendido, naturalmente. Parece-me uma solução demasiadamente complexa, que não justificará, a menos que a ANACOM não disponibilize nenhuma frequência para existir um retransmissor da M80 na margem sul do Tejo, e por isso essa possa ser uma solução interessante. Porém, mais uma vez, entendo que complexa.
Tanto quanto sei, há o precedente da TSF que perdeu a local que tinha quando ganhou a RRN, eu tenho consciência disso. Mas a realidade é que olhando para o artigo 11º não vejo categoricamente escrito, preto no branco, que tal não seja possível, bem pelo contrário.
« Última modificação: Agosto 24, 2022, 04:51:20 pm por pdnf »
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Re: Batida FM
« Responder #181 em: Agosto 24, 2022, 05:21:39 pm »

Mesmo que termine a Vodafone FM, a frequência 101,1 MHz, respeitante ao concelho da Moita terá de mudar de designação para  outra coisa qualquer que não M80. Não é possível legalmente uma rádio local passar a retransmitir uma rede regional, dentro da área de influência desta.

Luís, suponhamos que eles pura e simplesmente desligam o emissor. Perdem a licença, frequência fica livre, como já ocorreu com outras rádios locais. De seguida, dentro das competências que a lei lhes permite pedem uma nova frequência para a margem sul. A ANACOM autoriza. Nada os impede, legalmente, de usar aquele equipamento para emitir a M80, porque o centro emissor não é apreendido, naturalmente. Parece-me uma solução demasiadamente complexa, que não justificará, a menos que a ANACOM não disponibilize nenhuma frequência para existir um retransmissor da M80 na margem sul do Tejo, e por isso essa possa ser uma solução interessante. Porém, mais uma vez, entendo que complexa.
Tanto quanto sei, há o precedente da TSF que perdeu a local que tinha quando ganhou a RRN, eu tenho consciência disso. Mas a realidade é que olhando para o artigo 11º não vejo categoricamente escrito, preto no branco, que tal não seja possível, bem pelo contrário.

É muito mais complexo do que isso na prática. E com os elementos que vou dizer agora torna-se virtualmente impossível.

 Não é desligar e perder o emissor - é desligar, aguardar no mínimo 60 dias que é o período legal associado conforme Lei da Rádio e uma série de deliberações da ERC, e depois perde o alvará. E este prazo de 60 dias é grosseira e sucessivamente desconsiderado pelo Regulador, tanto que há casos de locais que andaram à deriva 1 e 2 anos e nada aconteceu, porque para instar o processo é preciso alguém denunciar ou a ERC, deliberadamente, ir tentar ouvir a frequência e pedir explicações.

Estou me a lembrar agora do caso da Fi FM (93.7 Lisboa, atual Observador) nos idos de 2010-2014 em que esteve desligada durante mais de 1 ano quase seguido, o operador notificou a ERC de dificuldades financeiras, a ERC deu 6 meses para regularizar, volta de facto dentro do período, passado outro tanto desliga e andou assim até cerca de 2014/2015 em que passa a reemitir 24/24. Iguais casos sucederam, e estou a dizer de cabeça, com estações como a Águia Azul (87.6 Espinho), Regional de Resende (104.?), Asas da Beira, a antiga Rádio Triângulo de Pedrogao Grande, Rádio São Mamede de Portalegre (88.9 vinda da parceria com a RDS), para só citar alguns exemplos similares, que andaram assim 2 e 3 anos.

Mesmo uma comunicação de cessação de serviço de programas, da qual o exemplo mais recente é creio eu a SuperFM que decidiu tal na cooperativa e comunicou à ERC pode levar meses! entre o momento da decisão, a comunicação da autorização da ERC… Em termos práticos podem desligar no dia a seguir, administrativamente leva muito mais.

E agora outro detalhe vital:

101.1 Moita tem proteção ao concelho, Moita, pela ERC. Na mesma frequência, licenciada para Portalegre, há a RFM (101.1, Serra de São Mamede), que aliás entra na margem sul sempre que a Moita está com esse emissor desligado ou em esporádicas.

O precedente de cair a frequência e passar para a alçada da M80 é inviável porque a área de proteção da Rede Regional Sul é justamente coincidente com a área de proteção da RFM no sul do país!!!

Teríamos uma situação em que o operador Rádio Regional de Lisboa, a M80, pede autorização para emitir os 101.1 na Moita ou no Barreiro ou etc e a RFM podia e teria legitimidade total para impedir a difusão na mesma exata frequência porque a área de emissão deles é nacional e é *obrigatorio* um período de testes em que se algum operador se queixar, já era! Mais: com jeitinho, até a Rádio Nova Antena (101.3 Montemor) poderia pedir isto também, porque a distância quilométrica é superior, as nacionais tendem a ser autorizadas com potências superiores e poderia interferir na área de cobertura da estação montemorense!

Por isso a teoria de ir pegar numa frequência, mandar abaixo e fazê-la parte da RRS é pura utopia. E ainda será mais utopia se licenças locais se vierem a tornar ou ter proteção a licenças distritais, sendo que nesse segundo caso daria direito a reclamação por problemas de cobertura na zona de… Pegões, no Montijo, em que a frequência já é interferida forte e feio pela RFM e sofre de zonas de sombra.

E não, Palmela não era solução porque só ia agravar estes problemas. Micros também não daria pela lógica de proteção nacional e aí era desvalorizar o operador porque estava licenciada esta para 2 kW… e por aí fora. É pura utopia.



pdnf

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Re: Batida FM
« Responder #182 em: Agosto 24, 2022, 06:45:22 pm »

Mesmo que termine a Vodafone FM, a frequência 101,1 MHz, respeitante ao concelho da Moita terá de mudar de designação para  outra coisa qualquer que não M80. Não é possível legalmente uma rádio local passar a retransmitir uma rede regional, dentro da área de influência desta.

Luís, suponhamos que eles pura e simplesmente desligam o emissor. Perdem a licença, frequência fica livre, como já ocorreu com outras rádios locais. De seguida, dentro das competências que a lei lhes permite pedem uma nova frequência para a margem sul. A ANACOM autoriza. Nada os impede, legalmente, de usar aquele equipamento para emitir a M80, porque o centro emissor não é apreendido, naturalmente. Parece-me uma solução demasiadamente complexa, que não justificará, a menos que a ANACOM não disponibilize nenhuma frequência para existir um retransmissor da M80 na margem sul do Tejo, e por isso essa possa ser uma solução interessante. Porém, mais uma vez, entendo que complexa.
Tanto quanto sei, há o precedente da TSF que perdeu a local que tinha quando ganhou a RRN, eu tenho consciência disso. Mas a realidade é que olhando para o artigo 11º não vejo categoricamente escrito, preto no branco, que tal não seja possível, bem pelo contrário.

É muito mais complexo do que isso na prática. E com os elementos que vou dizer agora torna-se virtualmente impossível.

 Não é desligar e perder o emissor - é desligar, aguardar no mínimo 60 dias que é o período legal associado conforme Lei da Rádio e uma série de deliberações da ERC, e depois perde o alvará. E este prazo de 60 dias é grosseira e sucessivamente desconsiderado pelo Regulador, tanto que há casos de locais que andaram à deriva 1 e 2 anos e nada aconteceu, porque para instar o processo é preciso alguém denunciar ou a ERC, deliberadamente, ir tentar ouvir a frequência e pedir explicações.

Estou me a lembrar agora do caso da Fi FM (93.7 Lisboa, atual Observador) nos idos de 2010-2014 em que esteve desligada durante mais de 1 ano quase seguido, o operador notificou a ERC de dificuldades financeiras, a ERC deu 6 meses para regularizar, volta de facto dentro do período, passado outro tanto desliga e andou assim até cerca de 2014/2015 em que passa a reemitir 24/24. Iguais casos sucederam, e estou a dizer de cabeça, com estações como a Águia Azul (87.6 Espinho), Regional de Resende (104.?), Asas da Beira, a antiga Rádio Triângulo de Pedrogao Grande, Rádio São Mamede de Portalegre (88.9 vinda da parceria com a RDS), para só citar alguns exemplos similares, que andaram assim 2 e 3 anos.

Mesmo uma comunicação de cessação de serviço de programas, da qual o exemplo mais recente é creio eu a SuperFM que decidiu tal na cooperativa e comunicou à ERC pode levar meses! entre o momento da decisão, a comunicação da autorização da ERC… Em termos práticos podem desligar no dia a seguir, administrativamente leva muito mais.

E agora outro detalhe vital:

101.1 Moita tem proteção ao concelho, Moita, pela ERC. Na mesma frequência, licenciada para Portalegre, há a RFM (101.1, Serra de São Mamede), que aliás entra na margem sul sempre que a Moita está com esse emissor desligado ou em esporádicas.

O precedente de cair a frequência e passar para a alçada da M80 é inviável porque a área de proteção da Rede Regional Sul é justamente coincidente com a área de proteção da RFM no sul do país!!!

Teríamos uma situação em que o operador Rádio Regional de Lisboa, a M80, pede autorização para emitir os 101.1 na Moita ou no Barreiro ou etc e a RFM podia e teria legitimidade total para impedir a difusão na mesma exata frequência porque a área de emissão deles é nacional e é *obrigatorio* um período de testes em que se algum operador se queixar, já era! Mais: com jeitinho, até a Rádio Nova Antena (101.3 Montemor) poderia pedir isto também, porque a distância quilométrica é superior, as nacionais tendem a ser autorizadas com potências superiores e poderia interferir na área de cobertura da estação montemorense!

Por isso a teoria de ir pegar numa frequência, mandar abaixo e fazê-la parte da RRS é pura utopia. E ainda será mais utopia se licenças locais se vierem a tornar ou ter proteção a licenças distritais, sendo que nesse segundo caso daria direito a reclamação por problemas de cobertura na zona de… Pegões, no Montijo, em que a frequência já é interferida forte e feio pela RFM e sofre de zonas de sombra.

E não, Palmela não era solução porque só ia agravar estes problemas. Micros também não daria pela lógica de proteção nacional e aí era desvalorizar o operador porque estava licenciada esta para 2 kW… e por aí fora. É pura utopia.

Esse sim, já é um argumento que me faz sentido, porque, a meu ver, não resulta diretamente do plasmado na Lei, mas de uma impossibilidade técnica que resulta de interferências. Desconhecia que Portalegre chegasse aos arredores de Lisboa, mas faz sentido, dada a ausência de obstáculos de relevo no território.
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Re: Batida FM
« Responder #183 em: Agosto 24, 2022, 07:45:32 pm »
E desde quando é que uma empresa rebenta com um alvará que deve ter custado umas centenas de milhares de euros? Está tudo doido?
Seja razoável pdnf

Luis Carvalho

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Re: Batida FM
« Responder #184 em: Agosto 24, 2022, 07:58:50 pm »

Mesmo que termine a Vodafone FM, a frequência 101,1 MHz, respeitante ao concelho da Moita terá de mudar de designação para  outra coisa qualquer que não M80. Não é possível legalmente uma rádio local passar a retransmitir uma rede regional, dentro da área de influência desta.

Luís, suponhamos que eles pura e simplesmente desligam o emissor. Perdem a licença, frequência fica livre, como já ocorreu com outras rádios locais. De seguida, dentro das competências que a lei lhes permite pedem uma nova frequência para a margem sul. A ANACOM autoriza. Nada os impede, legalmente, de usar aquele equipamento para emitir a M80, porque o centro emissor não é apreendido, naturalmente. Parece-me uma solução demasiadamente complexa, que não justificará, a menos que a ANACOM não disponibilize nenhuma frequência para existir um retransmissor da M80 na margem sul do Tejo, e por isso essa possa ser uma solução interessante. Porém, mais uma vez, entendo que complexa.
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Tanta complicação, meus caros, para resolver um problema simples... Se a Bauer quiser reforçar o sinal da Rádio Comercial e da M80 na zona oriental de Lisboa e na Margem Sul do Tejo, não precisa de grandes invenções: basta pedir à ANACOM autorização para testar frequências para a Rádio Comercial e M80 a partir do centro emissor da Moita. Algumas possibilidades: 87,8 MHz; 88,4 MHz; 94,1 MHz; 104,6 MHz; 104,8 MHz; 107,0 MHz. Perdoem-me o termo: seria estúpido, totalmente estúpido perder o alvará dos 101,1 MHz para resolver um não-problema. Seria perder tempo e dinheiro na sequência de uma péssima decisão.

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Luís Carvalho

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Re: Batida FM
« Responder #185 em: Agosto 24, 2022, 08:19:30 pm »
E desde quando é que uma empresa rebenta com um alvará que deve ter custado umas centenas de milhares de euros? Está tudo doido?
Seja razoável pdnf
É que tão lunático que nem me atrevo a comentar.

pdnf

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Re: Batida FM
« Responder #186 em: Agosto 24, 2022, 09:07:48 pm »
E desde quando é que uma empresa rebenta com um alvará que deve ter custado umas centenas de milhares de euros? Está tudo doido?
Seja razoável pdnf
É que tão lunático que nem me atrevo a comentar.

Ok. Já me convenceram que não será por aí a razão para a frequência da Moita ter sido então incorporada na Emissora Regional de Lisboa, em lugar da Rádio Comercial e ou da Rádio Cidade.
Rádio é:
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Re: Batida FM
« Responder #187 em: Agosto 24, 2022, 10:01:58 pm »
Moita e Montijo chega a Setúbal?
Ou chega Grândola?

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Re: Batida FM
« Responder #188 em: Agosto 24, 2022, 11:15:22 pm »
Moita e Montijo chega a Setúbal?
Ou chega Grândola?
Chega mal a Setúbal por causa do efeito barreira da serra da Arrábida.
« Última modificação: Agosto 24, 2022, 11:30:17 pm por AG »

Luis Carvalho

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Re: Batida FM
« Responder #189 em: Agosto 24, 2022, 11:23:35 pm »
Moita e Montijo chega a Setúbal?
Ou chega Grândola?

Moita e Montijo emitem da mesma torre, situado em Arroteias. Das poucas vezes em que passei por Setúbal, nem a Vodafone (101,1), nem a Smooth (103,0), nem a Cidade FM 106,2 MHz se ouviam bem na cidade da Luísa Todi e do poeta Bocage. Nem as frequências de Lisboa se livram de falhas em Setúbal. Aliás, da Bauer, nem a Rádio Comercial se ouve de forma excelente - nem os 96,8 MHz Grândola fazem milagres.

P.S. Como o AG disse e bem, Setúbal está rodeada pela Serra da Arrábida, que afecta a esmagadora maioria dos sinais vindos de Norte e Oeste. E nem mesmo os emissores de Grândola se ouvem muito bem na cidade - a microcobertura das três "Antenas" públicas não foi colocada na península de Tróia por acaso.
« Última modificação: Agosto 24, 2022, 11:29:04 pm por Luis Carvalho »
Cumprimentos,
Luís Carvalho

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MCastro

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Re: Batida FM
« Responder #190 em: Agosto 25, 2022, 01:56:22 am »
Em Setúbal as rádios que se apanham bem são as locais (Amália, Jornal e Azul, 100.6, 98.9 e 88.6 respetivamente), a Rádio Maria Palmela (102.2), a Antena 1 (106.7), a Antena 2 (99.7), a Antena 3 (107.9), a RR (105.8 ) e a RFM (89.9). Tirando essas, todas as outras frequências que se apanham ouvem-se com falhas.
« Última modificação: Agosto 25, 2022, 01:59:05 am por MCastro »

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Re: Batida FM
« Responder #191 em: Agosto 25, 2022, 09:55:31 pm »
Pelo que me foi dito, confirma-se o que se vai escrevendo por aqui. Vodafone é para ser nado morto até pelo menos 2023. Depois logo se vê se continua ou se encaixam novo projeto.


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Re: Batida FM
« Responder #192 em: Agosto 26, 2022, 02:27:23 am »

Em Setúbal as rádios que se apanham bem são as locais (Amália, Jornal e Azul, 100.6, 98.9 e 88.6 respetivamente), a Rádio Maria Palmela (102.2), a Antena 1 (106.7), a Antena 2 (99.7), a Antena 3 (107.9), a RR (105.8 ) e a RFM (89.9). Tirando essas, todas as outras frequências que se apanham ouvem-se com falhas.

Em alguns casos, ainda que com falhas, há complementos de sinal que ajudam a que a rádio seja audível com relativo conforto nessa cidade. É o caso da Mega Hits em que entra Sintra, Lisboa e até Rio Maior (mono c/RDS) em certas zonas e… da Vodafone - mas pior, porque 107.2 Amadora são já de si algo fraquinhos (sempre foram) e os 101.1 quando operavam com mais potência ajudavam bem, mas agora complementam praticamente nada desde que a MCR fez a opção estúpida de limitar a frequência a 500w à saída… sendo por isso que não se ouvem em Setúbal.

A Cidade FM opera com mais, penso que ronde os 1000w mas também tem obrigações de cobertura e um micro acidente de relevo em Sarilhos.

Atenção que as micros de Tróia são insuficientes para uma escuta perfeita em Setúbal, a Antena 1 e 3 têm sempre de ser apoiadas por Grândola no mínimo… resolvem 90% do problema, não todo.

Pelo que me foi dito, confirma-se o que se vai escrevendo por aqui. Vodafone é para ser nado morto até pelo menos 2023. Depois logo se vê se continua ou se encaixam novo projeto.


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Deve ser contrato que termina a 31/12/2022 ou coisa que o valha… e daí para a frente vamos ver. Ou seja, quem gostar desta Vodafone a la Cidade tem pelo menos mais 3 meses.


« Última modificação: Agosto 26, 2022, 02:30:16 am por Memorias da Radio »

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Re: Batida FM
« Responder #193 em: Agosto 26, 2022, 09:25:53 am »
Deve ser contrato que termina a 31/12/2022 ou coisa que o valha… e daí para a frente vamos ver. Ou seja, quem gostar desta Vodafone a la Cidade tem pelo menos mais 3 meses.

Em Paredes de Coura o João Carvalho, mesmo já com certeza sabendo do que se passava, mesmo assim só deu uma entrevista à Vodafone e não à 3 que fez a cobertura "a sério" por isso sim também acho que devem ser apenas questões contratuais.

Julio Carvalho

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Re: Batida FM
« Responder #194 em: Setembro 19, 2022, 10:01:08 am »
Maria Celeiro, que não sei quem é, é a nova voz da Vodafone FM...