A nova identidade sonora é muito de rádio musical e pouco de rádio informativa.
A única coisa que não muda é o sinal horário.
O nome da rádio é cantado e é algo estilo M80.
A rádio vai ganhar uma certa pedalada, no entanto, é preciso que os animadores acompanhem a dinâmica dos jingles, caso contrário, vai soar estranho.
Então, se é assim, já sabemos que João "Nasex" Costa, da emissão de Coimbra, não vai ter pedalada para acompanhar a plástica, porque o homem fala a 33 rotações. Certinho como 2 e 2 serem 4.
Tenho dúvidas quanto ao Jorge Afonso também, porque não o ouço com pedalada desde a renovação de jingles de 2005, mas o homem é muito competente e alguma forma de fazer ele vai arranjar. Filomena Crespo também terá que ganhar pedalada, mas é-lhe acessível algo assim.
O resto não tem grandes problemas.
Bom espírito de plástica do Nuno Galopim, mais uma vez de parabéns pela renovação. A TSF que se cuide porque este era basicamente o último reduto dela.
Manhãs da Antena 1 com Ricardo Soares e Frederico Moreno a partir de segunda-feira.
Escolha... interessante, não nego. Falta um nome mais sonante que puxasse à escuta das manhãs, mas a Antena 1 sempre foi isto, ao menos estão iguais a si próprios.
Voltam à solução de Rui Pêgo e de Baltazar (2020-2021).
Novidades? Zero!
Apenas a remoção (já não é pouco, mas não chega) de Mónica, Miguel Soares e Maio - demoraram meses até corrigir um erro que se via logo à primeira...
Regressam os jingles cantados 10 ou 11 anos depois...
Se o jingles têm ritmo os que se engasgam ou começam a gravar ou vai ser medonho...
Pelos vistos também removeram uma quw me irritava até à medula - Noémia Gonçalves.
A Mónica Mendes ou Amaral?
O Miguel Soares teria nervo para isto, idem para a Eduarda Maio, o problema seriam os enganos e dependendo da plástica, o estilo deles pode de facto destoar.
A Noémia Gonçalves deve só mudar de horário, é uma das mais capazes para uma eventual plástica assim.