A meu ver, no tocante ao serviço público, temo-nos focado no acessório e não no essencial na discussão. O problema não estará tanto em A versus B, sendo que um ouvinte gostará mais de A, outro de B, mas sim na total e gritante falta de orientação que existe na programação e definição de uma linha condutora para as Antenas. O que existe neste momento são 3 rádios feitas mais por boa vontade dos profissionais que nelas trabalham, do que fruto de qualquer visão estratégica que nelas predomine. E isso é extremamente preocupante, fazendo com que as mesmas só subsistam por se tratar do setor público.