Coisa que continua a causar "comichão" nos meus ouvidos ao escutar na Rádio Renascença: o anúncio "Renascença. Setúbal, Sesimbra, Grândola: 105.8". Obviamente que se refere ao emissor da Arrábida (105,8 MHz), e está correcta a referência a Setúbal e a Grândola. Já quanto a Sesimbra, ironicamente tão perto da Arrábida, os 105,8 MHz não se ouvem em condições minimamente satisfatórias na vila (de Sesimbra), bem como em muitas das localidades do concelho (Santana, Cotovia etc.). A explicação é relativamente simples: A vila de Sesimbra e outras localidades do concelho encontram-se numa zona de sombra onde nem a RR (105,8), nem a irmã RFM (89,9 MHz) penetram de forma razoável, mercê da orografia. As frequências alternativas possíveis (duas que não valem uma microcobertura em Sesimbra) para se ouvir a emissora católica portuguesa na vila são a da Fóia (98,6) e a de Lisboa (Monsanto - 103,4 MHz).
Por vezes 90.2 Montejunto podem dar uma pequena ajuda nalgumas áreas, mas não vai além de mono limpo. Sobretudo em partes de Santana, porque na vila em si não entra em condições mínimas.
Faz parte do mesmo lote de separadores de frequência que dizia "Leiria, 106.0"... quem gravou isso não tem grande conhecimento de orografia.
Hoje, Nuno Luz, na Rádio Observador, arrasou quem deixou morrer uma marca poderosa no desporto da RR - a Bola Branca.
Arrasou todos aqueles que optaram por em Portugal haver uma rádio de computador em detrimento de uma rádio de autor.
Arrasou também todos aqueles que não souberam evoluir e modernizar as rádios nas transmissões desportivas, contrapondo com o exemplo espanhol.
Realmente tem toda a razão basta ver que as interações dos ouvintes com a Tarde Desportiva, atualmente, são feitas por email...lol...
A Bola Branca não está morta, o que morreu foi a Frente Desportiva. A Bola Branca continua a existir, só que num estado desvitalizado. É diferente.
Em qualquer caso, tem bastante razão.