As rádios que ainda existem continuam numa lenta agonia: ontem por exemplo ouvi o painel de regresso a casa (17-20h) da rádio Nova, conduzido pelo Paulo Arbiol, e ele interviu 2-3 vezes por hora...Ora isto não pode ser! Como ouvinte, fico com a sensação de que estamos perante uma rádio fantasma e a tendência é mudar de posto...
As rádios que ainda existem continuam numa lenta agonia: ontem por exemplo ouvi o painel de regresso a casa (17-20h) da rádio Nova, conduzido pelo Paulo Arbiol, e ele interviu 2-3 vezes por hora...Ora isto não pode ser! Como ouvinte, fico com a sensação de que estamos perante uma rádio fantasma e a tendência é mudar de posto...
Contra factos não há argumentos... desconhecia este cenário, como provavelmente qualquer português que se interesse por rádio.
Desde quo este tópico foi criado, decidi dedicar algum tempo a pensar sobre a situação da rádio em Portugal. É indiscutÃvel que a rádio feita a partir do Norte está moribunda e a precisar de ganhar outra implantação incluÃndo nas seis redes nacionais e, por ordem de razão, na rede regional do norte. As próprias locais que resistem estão fracas, curiosamente melhores algumas que já ficam mais afastadas mas chegam ao centro da AMP e que vão salvando o panorama, como sejam a Norte as rádios de Guimarães, Famalicão e Braga ou, a sul, Ãlhavo, Ovar e Sever do Vouga.Pessoalmente continuo a considerar o futuro da rádio, na tecnologia DAB+.
Não obstante, entendo que temos confundido duas temáticas que, embora possuam zonas de confluência ou com fronteira ténue, são distintas em si mesmas. Uma coisa é a decadêncida da rádio feita no Porto, outra é a canibalização de emissores locais por parte de estações que são pensadas com uma lógica nacional.
Atente-se nos seguintes mapas:
(https://i.postimg.cc/ry1BhKms/AMP.png) (https://postimg.cc/Z0qsnY6z)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana do Porto
(https://i.postimg.cc/kGvLDhZK/AML.jpg) (https://postimg.cc/D4mxM57w)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana de Lisboa
A Ãrea Metropolitana do Porto é composta por 17 concelhos, dos quais 11 pertencem ao distrito do Porto e 6 ao distrito de Aveiro, possuindo ainda fronteira com municÃpios do distrito de Braga, com fortes ligações à cidade invicta.
Por sua vez, a área Metropolitana de Lisboa é composta por 18 municÃpios, divididos em igual número entre os distritos de Lisboa e Setúbal, sendo que ambas as capitais de distrito pertencem à região. Possuiu ainda fronteira com o distrito de Santarém pelo concelho de Benavente e com o distrito de Évora, pelo munÃcipio de Vendas Novas, devido à descontinuidade territorial que cria a caricata situação de, dentro da Ãrea Metropolitana de Lisboa se estar já em pleno Alentejo. Os elementos identitários dos munÃcipios de fronteira são menos intensos do que o que ocorre na AMP, particularmente a Norte.
Em termos de alvarás de rádios locais, o concurso de 1989 atribuiu 33 aos municÃpios que hoje integram a AMP e 38 aos que compõem a AML. Em cada área metropolitana dois alvarás não se encontram em funcionamento (Porto, Espinho, Oeiras e Alcochete), o que dá um rácio de 1,83 rádios locais por municÃpio na AMP e de 2 na AML. Todavia, importa recordar que em ambas as regiões, existem dois municipios sem alvarás atribuÃdos, Odivelas e Trofa, em virtude da elevação a concelho de ambos os territórios ser posterior a 1989, contando ambos com foral de 19 de novembro de 1998.
Ao momento, em Portugal Continental existem 6 redes de rádio nacional, a saber: Antenas 1, 2 e 3 (RDP), Rádio Renascença e Renascença FM (R/Com) e Rádio Comercial (Media Captial Rádios).
Para além das referidas estações, existem ainda as seguintes rádios, que não emitindo para a totalidade do território nacional continental, abrangem uma parcela muito significativa da população nas suas áreas de cobertura e que detêm emissores nas áreas metropolitanas. Estas emissoras têm na sua programação uma vocação eminentemente nacional. As referidas são a TSF (detentora de alvará para a rede regional do norte), as quatro emissoras do grupo Media Capital Rádios, a M80 (detentora do alvará para a rede regional do sul), a Cidade FM, a Smooth FM e a Vodafone FM, a emissora jovem do grupo Renascença Multimédia, a MegaHits, a emissora para os PALOP da RDP, a Ãfrica, as emissoras musicais do grupo Música no Coração, a MEO Sudoeste e a Super Bock Super Rock, a informativa Observador, a insolvente rádio Estádio e ainda as rádios religiosas Maria e Record, pertença da Igreja Católica e da "Igreja" Universal do Reino de Deus.
As referidas rádios, por forma a atingirem a sua vocação de rádios nacionais, foram forçadas a um crescimento que, fruto da limitação do especto em frequência modulada, se traduziu na aquisição de alvarás destinados a rádios locais, processo esse que foi acompanhado de alterações à Lei da Rádio na Assembleia da República que acomodassem essa possibilidade de crescimento.
Assim, à data de hoje, dos 31 alvarás ativos para rádios locais na Ãrea Metropolitana do Porto, 15 deles estão afetos a rádios nacionais, uma percentagem de 48%. Dos referidos 15, apenas 4 emitem 8 durante 8 horas com RDS distitno da rede nacional (RECORD FM, Rádio Maria, Cidade FM de Vale de Cambra e M80 de Valongo), sendo que apenas na RECORD FM o desdobramento se traduz em programação emitida a partir da AMP e com interesse relevante para as populações locais.
Já no que concerne à Ãrea Metropolitana de Lisboa, 17 dos 36 alvarás ativos emitem cadeias nacionais, numa percentagem muito equivalente à da AMP, 47%. Dos referidos 17, não existe nenhuma rádio que tenha horas de programação própria. Considerando que metade das frequências de rádios locais foram canibalizadas por emissoras de vocação nacional, é posta em causa a função destes alvarás, como meio de aproximação da população à s forças vivas do concelho e de acesso à informação de âmbito concelhio. Esta situação torna-se particularmente evidente num momento de campanha eleitoral autárquica, onde a existência de alvarás locais é essencial à pressecução dos objetivos eleitorais de cada uma das forças polÃticas e a um esclarecimento cabal e informado da população. Tal materializa-se na inexistência de debates, entrevistas e tempos de antena para vários dos concelhos destas regiões.
Com exceção dos casos especÃficos de Odivelas e da Trofa, pelos motivos acima explicados, e de Alcochete por cessação do alvará, encontram-se privados de uma rádio concelhia os municÃpios de Matosinhos, Maia, Valongo, Gondomar e Vale de Cambra (5/16=31%) e de Lisboa, Amadora, Barreiro e Palmela (4/17=23%), o que compara de forma favorável com a Ãrea Metropolitana do Porto.
Poder-se-á argumentar, com alguma propriedade, que as rádios locais dos municÃpios vizinhos, numa tentativa de captação de audiência dão resposta à s lacunas de cobertura existentes nos municÃpios supracitados. Sendo tal verdade, importa recordar que o modelo português assenta na existência de rádios de âmbito concelhio e não distrital ou metropolitanas. Por outro lado, no caso particular da AML, por força da proximidade geográfica ao poder polÃtico, mas também da localização das redações e estúdios, as rádios de âmbito nacional cobrem de uma forma mais adequada a realidade concelhia do que o que acontece na Ãrea Metropolitana do Porto, o que, por si só, se afigura como vantajoso. Por outro lado, e pese embora se tenha consciência de que a capital não dispõe de uma frequência verdadeiramente local, no anel urbano da AMP, composto pelos municÃpios do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar, existem apenas 3 rádios locais, sendo duas delas temáticas musicais. Por seu turno, Lisboa compara com 11 rádios nos municÃpios fronteiriços, quer da margem norte, quer da margem sul, o que resulta numa situação muito menos prejudicial a sul do que a norte, não obstante ser igualmente objeto da preocupação.
Em suma, e em jeito de conclusão, importa ponderar devidamente sobre o modelo que deverá suceder ao implementado em 1989. É notório que as rádios concelhias não têm escala nem músculo financeiro para competir com os grandes grupos, que usam as frequências para a pressecução do seu objetivo de expansão nos territórios mais populosos e com maior rentabilidade. A evolução para um modelo de rádios regionais, permitiria certamente eliminar uma grande parte dos problemas aqui elencados, aproveitando muito do know how que resulta das locais de maior qualidade hoje existentes.
A pergunta que se impõe: será que o DAB+ por si só mudaria radicalmente o panorama radiofónico em Portugal? Será que por haver maior capacidade (espectro), haveria condições para se ter 5 rádios locais no Porto, 2 ou 3 em Matosinhos, mais 2 ou 3 em Gaia, mais umas tantas em Gondomar, na Maia, na Póvoa do Varzim, em Vila do Conde, na Trofa, Santo Tirso... Haveria mercado para dezenas de rádios locais no Grande Porto, a terem de comer do mesmo "bolo" (o bolo dos €€€ da publicidade)?
Ou o DAB+ serviria para, quem sabe, retransmitir a Rádio Amália, a Radar, a Oxigénio, a Marginal, a 105.4 (Cascais) ou a Popular FM?
Sejamos claros: em Portugal não há tecido económico que sustente dezenas de rádios locais a concorrer entre si na mesma região. Ou há empresários dispostos a financiarem directamente rádios, ou não há milagres quando as receitas publicitárias são escassas. Portugal podia ter o DAB+ da Noruega se também tivesse rádios a receber dinheiro da publicidade ao petróleo, ao gás natural e até ao bacalhau.
Desde quo este tópico foi criado, decidi dedicar algum tempo a pensar sobre a situação da rádio em Portugal. É indiscutÃvel que a rádio feita a partir do Norte está moribunda e a precisar de ganhar outra implantação incluÃndo nas seis redes nacionais e, por ordem de razão, na rede regional do norte. As próprias locais que resistem estão fracas, curiosamente melhores algumas que já ficam mais afastadas mas chegam ao centro da AMP e que vão salvando o panorama, como sejam a Norte as rádios de Guimarães, Famalicão e Braga ou, a sul, Ãlhavo, Ovar e Sever do Vouga.
Não obstante, entendo que temos confundido duas temáticas que, embora possuam zonas de confluência ou com fronteira ténue, são distintas em si mesmas. Uma coisa é a decadêncida da rádio feita no Porto, outra é a canibalização de emissores locais por parte de estações que são pensadas com uma lógica nacional.
Atente-se nos seguintes mapas:
(https://i.postimg.cc/ry1BhKms/AMP.png) (https://postimg.cc/Z0qsnY6z)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana do Porto
(https://i.postimg.cc/kGvLDhZK/AML.jpg) (https://postimg.cc/D4mxM57w)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana de Lisboa
A Ãrea Metropolitana do Porto é composta por 17 concelhos, dos quais 11 pertencem ao distrito do Porto e 6 ao distrito de Aveiro, possuindo ainda fronteira com municÃpios do distrito de Braga, com fortes ligações à cidade invicta.
Por sua vez, a área Metropolitana de Lisboa é composta por 18 municÃpios, divididos em igual número entre os distritos de Lisboa e Setúbal, sendo que ambas as capitais de distrito pertencem à região. Possuiu ainda fronteira com o distrito de Santarém pelo concelho de Benavente e com o distrito de Évora, pelo munÃcipio de Vendas Novas, devido à descontinuidade territorial que cria a caricata situação de, dentro da Ãrea Metropolitana de Lisboa se estar já em pleno Alentejo. Os elementos identitários dos munÃcipios de fronteira são menos intensos do que o que ocorre na AMP, particularmente a Norte.
Em termos de alvarás de rádios locais, o concurso de 1989 atribuiu 33 aos municÃpios que hoje integram a AMP e 38 aos que compõem a AML. Em cada área metropolitana dois alvarás não se encontram em funcionamento (Porto, Espinho, Oeiras e Alcochete), o que dá um rácio de 1,83 rádios locais por municÃpio na AMP e de 2 na AML. Todavia, importa recordar que em ambas as regiões, existem dois municipios sem alvarás atribuÃdos, Odivelas e Trofa, em virtude da elevação a concelho de ambos os territórios ser posterior a 1989, contando ambos com foral de 19 de novembro de 1998.
Ao momento, em Portugal Continental existem 6 redes de rádio nacional, a saber: Antenas 1, 2 e 3 (RDP), Rádio Renascença e Renascença FM (R/Com) e Rádio Comercial (Media Captial Rádios).
Para além das referidas estações, existem ainda as seguintes rádios, que não emitindo para a totalidade do território nacional continental, abrangem uma parcela muito significativa da população nas suas áreas de cobertura e que detêm emissores nas áreas metropolitanas. Estas emissoras têm na sua programação uma vocação eminentemente nacional. As referidas são a TSF (detentora de alvará para a rede regional do norte), as quatro emissoras do grupo Media Capital Rádios, a M80 (detentora do alvará para a rede regional do sul), a Cidade FM, a Smooth FM e a Vodafone FM, a emissora jovem do grupo Renascença Multimédia, a MegaHits, a emissora para os PALOP da RDP, a Ãfrica, as emissoras musicais do grupo Música no Coração, a MEO Sudoeste e a Super Bock Super Rock, a informativa Observador, a insolvente rádio Estádio e ainda as rádios religiosas Maria e Record, pertença da Igreja Católica e da "Igreja" Universal do Reino de Deus.
As referidas rádios, por forma a atingirem a sua vocação de rádios nacionais, foram forçadas a um crescimento que, fruto da limitação do especto em frequência modulada, se traduziu na aquisição de alvarás destinados a rádios locais, processo esse que foi acompanhado de alterações à Lei da Rádio na Assembleia da República que acomodassem essa possibilidade de crescimento.
Assim, à data de hoje, dos 31 alvarás ativos para rádios locais na Ãrea Metropolitana do Porto, 15 deles estão afetos a rádios nacionais, uma percentagem de 48%. Dos referidos 15, apenas 4 emitem 8 durante 8 horas com RDS distitno da rede nacional (RECORD FM, Rádio Maria, Cidade FM de Vale de Cambra e M80 de Valongo), sendo que apenas na RECORD FM o desdobramento se traduz em programação emitida a partir da AMP e com interesse relevante para as populações locais.
Já no que concerne à Ãrea Metropolitana de Lisboa, 17 dos 36 alvarás ativos emitem cadeias nacionais, numa percentagem muito equivalente à da AMP, 47%. Dos referidos 17, não existe nenhuma rádio que tenha horas de programação própria. Considerando que metade das frequências de rádios locais foram canibalizadas por emissoras de vocação nacional, é posta em causa a função destes alvarás, como meio de aproximação da população à s forças vivas do concelho e de acesso à informação de âmbito concelhio. Esta situação torna-se particularmente evidente num momento de campanha eleitoral autárquica, onde a existência de alvarás locais é essencial à pressecução dos objetivos eleitorais de cada uma das forças polÃticas e a um esclarecimento cabal e informado da população. Tal materializa-se na inexistência de debates, entrevistas e tempos de antena para vários dos concelhos destas regiões.
Com exceção dos casos especÃficos de Odivelas e da Trofa, pelos motivos acima explicados, e de Alcochete por cessação do alvará, encontram-se privados de uma rádio concelhia os municÃpios de Matosinhos, Maia, Valongo, Gondomar e Vale de Cambra (5/16=31%) e de Lisboa, Amadora, Barreiro e Palmela (4/17=23%), o que compara de forma favorável com a Ãrea Metropolitana do Porto.
Poder-se-á argumentar, com alguma propriedade, que as rádios locais dos municÃpios vizinhos, numa tentativa de captação de audiência dão resposta à s lacunas de cobertura existentes nos municÃpios supracitados. Sendo tal verdade, importa recordar que o modelo português assenta na existência de rádios de âmbito concelhio e não distrital ou metropolitanas. Por outro lado, no caso particular da AML, por força da proximidade geográfica ao poder polÃtico, mas também da localização das redações e estúdios, as rádios de âmbito nacional cobrem de uma forma mais adequada a realidade concelhia do que o que acontece na Ãrea Metropolitana do Porto, o que, por si só, se afigura como vantajoso. Por outro lado, e pese embora se tenha consciência de que a capital não dispõe de uma frequência verdadeiramente local, no anel urbano da AMP, composto pelos municÃpios do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar, existem apenas 3 rádios locais, sendo duas delas temáticas musicais. Por seu turno, Lisboa compara com 11 rádios nos municÃpios fronteiriços, quer da margem norte, quer da margem sul, o que resulta numa situação muito menos prejudicial a sul do que a norte, não obstante ser igualmente objeto da preocupação.
Em suma, e em jeito de conclusão, importa ponderar devidamente sobre o modelo que deverá suceder ao implementado em 1989. É notório que as rádios concelhias não têm escala nem músculo financeiro para competir com os grandes grupos, que usam as frequências para a do seu objetivo de expansão nos territórios mais populosos e com maior rentabilidade. A evolução para um modelo de rádios regionais, permitiria certamente eliminar uma grande parte dos problemas aqui elencados, aproveitando muito do know how que resulta das locais de maior qualidade hoje existentes.
O numero de rádios on line é inacreditável.
È sinal que há muita gente com interesse pelo meio. Basta uma procura por elas e vamos encontrar para todos os gostos em Portugal.
Se há tantas a nascer na internet é porque há quem goste de rádio.
O problema do mercado publicitário estar saturado é uma grande treta.
O problema é que os grande grupos, que aglutinam uma enormidade de frequências, aglutinam eles também quase todo o mercado publicitário. Se não tivesse sido permitido mais que uma rádio por cada operador ou titular de uma rádio, o mercado publicitário abria e era mais repartido.
O problema das rádios on line são os custos inerentes e a pouca capacidade de acessos da grande maioria, pois caso contrario
A maior parte das rádios locais serve para quê?
Os desdobramentos locais são ficticios pois a emissão é de Lisboa e não dos concelhos onde está o emissor.
Quanto ao resto, um excelente resumo do panorama nas duas AM do qual se pode concluir facilmente que em Lisboa podem estar alguns concelhos sem rádio local mas a sua frequência é ocupada por rádios da região e por isso fica esbatida a sua falta, quer pela criação de empregos, quer pela emissão que as rádios produzem, pois destinam-se a esses concelhos também.
Na AMP as frequências perdidas são muitas, todas ocupadas por rádios da AML e não se compreende que em tempos de eleições autárquicas nunca tenha visto em debate a erosão dos órgãos de comunicação social locais, nomeadamente rádio. Acredito que a grande maioria dos autarcas desconheça que os seus concelhos tenham frequências de rádio e como elas estão a ser ocupadas. Os debates autárquicos na AMP foram efectuados pelo Porto Canal e JN. Em rádio, nenhum concelho do 1º anel da AMP foi debatido, porque não há rádio onde debater. È triste.
A pergunta que se impõe: será que o DAB+ por si só mudaria radicalmente o panorama radiofónico em Portugal? Será que por haver maior capacidade (espectro), haveria condições para se ter 5 rádios locais no Porto, 2 ou 3 em Matosinhos, mais 2 ou 3 em Gaia, mais umas tantas em Gondomar, na Maia, na Póvoa do Varzim, em Vila do Conde, na Trofa, Santo Tirso... Haveria mercado para dezenas de rádios locais no Grande Porto, a terem de comer do mesmo "bolo" (o bolo dos €€€ da publicidade)?Na minha optica deveria no continente adoptar-se o princÃpio de uma rádio local para cada 100.000 habitantes, por regiões NUT2 (com um mÃnimo de 10)
Ou o DAB+ serviria para, quem sabe, retransmitir a Rádio Amália, a Radar, a Oxigénio, a Marginal, a 105.4 (Cascais) ou a Popular FM?
Sejamos claros: em Portugal não há tecido económico que sustente dezenas de rádios locais a concorrer entre si na mesma região. Ou há empresários dispostos a financiarem directamente rádios, ou não há milagres quando as receitas publicitárias são escassas. Portugal podia ter o DAB+ da Noruega se também tivesse rádios a receber dinheiro da publicidade ao petróleo, ao gás natural e até ao bacalhau.
A pergunta que se impõe: será que o DAB+ por si só mudaria radicalmente o panorama radiofónico em Portugal? Será que por haver maior capacidade (espectro), haveria condições para se ter 5 rádios locais no Porto, 2 ou 3 em Matosinhos, mais 2 ou 3 em Gaia, mais umas tantas em Gondomar, na Maia, na Póvoa do Varzim, em Vila do Conde, na Trofa, Santo Tirso... Haveria mercado para dezenas de rádios locais no Grande Porto, a terem de comer do mesmo "bolo" (o bolo dos €€€ da publicidade)?Na minha optica deveria no continente adoptar-se o princÃpio de uma rádio local para cada 100.000 habitantes, por regiões NUT2 (com um mÃnimo de 10)
Ou o DAB+ serviria para, quem sabe, retransmitir a Rádio Amália, a Radar, a Oxigénio, a Marginal, a 105.4 (Cascais) ou a Popular FM?
Sejamos claros: em Portugal não há tecido económico que sustente dezenas de rádios locais a concorrer entre si na mesma região. Ou há empresários dispostos a financiarem directamente rádios, ou não há milagres quando as receitas publicitárias são escassas. Portugal podia ter o DAB+ da Noruega se também tivesse rádios a receber dinheiro da publicidade ao petróleo, ao gás natural e até ao bacalhau.
Norte - 38
Lisboa - 28
Centro - 23
Alentejo - 10
Algarve - 10
Madeira - 10
Açores - 10
Por outro lado, à s rádios da RDP, RR e MCR emitiriam para todo o paÃs assim como a Observador, Radar, Marginal, e quem mais quisesse.
Desde quo este tópico foi criado, decidi dedicar algum tempo a pensar sobre a situação da rádio em Portugal. É indiscutÃvel que a rádio feita a partir do Norte está moribunda e a precisar de ganhar outra implantação incluÃndo nas seis redes nacionais e, por ordem de razão, na rede regional do norte. As próprias locais que resistem estão fracas, curiosamente melhores algumas que já ficam mais afastadas mas chegam ao centro da AMP e que vão salvando o panorama, como sejam a Norte as rádios de Guimarães, Famalicão e Braga ou, a sul, Ãlhavo, Ovar e Sever do Vouga.
Não obstante, entendo que temos confundido duas temáticas que, embora possuam zonas de confluência ou com fronteira ténue, são distintas em si mesmas. Uma coisa é a decadêncida da rádio feita no Porto, outra é a canibalização de emissores locais por parte de estações que são pensadas com uma lógica nacional.
Atente-se nos seguintes mapas:
(https://i.postimg.cc/ry1BhKms/AMP.png) (https://postimg.cc/Z0qsnY6z)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana do Porto
(https://i.postimg.cc/kGvLDhZK/AML.jpg) (https://postimg.cc/D4mxM57w)Distribuição dos Alvarás de rádio concelhios entre emissoras locais e nacionais na Ãrea Metropolitana de Lisboa
A Ãrea Metropolitana do Porto é composta por 17 concelhos, dos quais 11 pertencem ao distrito do Porto e 6 ao distrito de Aveiro, possuindo ainda fronteira com municÃpios do distrito de Braga, com fortes ligações à cidade invicta.
Por sua vez, a área Metropolitana de Lisboa é composta por 18 municÃpios, divididos em igual número entre os distritos de Lisboa e Setúbal, sendo que ambas as capitais de distrito pertencem à região. Possuiu ainda fronteira com o distrito de Santarém pelo concelho de Benavente e com o distrito de Évora, pelo munÃcipio de Vendas Novas, devido à descontinuidade territorial que cria a caricata situação de, dentro da Ãrea Metropolitana de Lisboa se estar já em pleno Alentejo. Os elementos identitários dos munÃcipios de fronteira são menos intensos do que o que ocorre na AMP, particularmente a Norte.
Em termos de alvarás de rádios locais, o concurso de 1989 atribuiu 33 aos municÃpios que hoje integram a AMP e 38 aos que compõem a AML. Em cada área metropolitana dois alvarás não se encontram em funcionamento (Porto, Espinho, Oeiras e Alcochete), o que dá um rácio de 1,83 rádios locais por municÃpio na AMP e de 2 na AML. Todavia, importa recordar que em ambas as regiões, existem dois municipios sem alvarás atribuÃdos, Odivelas e Trofa, em virtude da elevação a concelho de ambos os territórios ser posterior a 1989, contando ambos com foral de 19 de novembro de 1998.
Ao momento, em Portugal Continental existem 6 redes de rádio nacional, a saber: Antenas 1, 2 e 3 (RDP), Rádio Renascença e Renascença FM (R/Com) e Rádio Comercial (Media Captial Rádios).
Para além das referidas estações, existem ainda as seguintes rádios, que não emitindo para a totalidade do território nacional continental, abrangem uma parcela muito significativa da população nas suas áreas de cobertura e que detêm emissores nas áreas metropolitanas. Estas emissoras têm na sua programação uma vocação eminentemente nacional. As referidas são a TSF (detentora de alvará para a rede regional do norte), as quatro emissoras do grupo Media Capital Rádios, a M80 (detentora do alvará para a rede regional do sul), a Cidade FM, a Smooth FM e a Vodafone FM, a emissora jovem do grupo Renascença Multimédia, a MegaHits, a emissora para os PALOP da RDP, a Ãfrica, as emissoras musicais do grupo Música no Coração, a MEO Sudoeste e a Super Bock Super Rock, a informativa Observador, a insolvente rádio Estádio e ainda as rádios religiosas Maria e Record, pertença da Igreja Católica e da "Igreja" Universal do Reino de Deus.
As referidas rádios, por forma a atingirem a sua vocação de rádios nacionais, foram forçadas a um crescimento que, fruto da limitação do especto em frequência modulada, se traduziu na aquisição de alvarás destinados a rádios locais, processo esse que foi acompanhado de alterações à Lei da Rádio na Assembleia da República que acomodassem essa possibilidade de crescimento.
Assim, à data de hoje, dos 31 alvarás ativos para rádios locais na Ãrea Metropolitana do Porto, 15 deles estão afetos a rádios nacionais, uma percentagem de 48%. Dos referidos 15, apenas 4 emitem 8 durante 8 horas com RDS distitno da rede nacional (RECORD FM, Rádio Maria, Cidade FM de Vale de Cambra e M80 de Valongo), sendo que apenas na RECORD FM o desdobramento se traduz em programação emitida a partir da AMP e com interesse relevante para as populações locais.
Já no que concerne à Ãrea Metropolitana de Lisboa, 17 dos 36 alvarás ativos emitem cadeias nacionais, numa percentagem muito equivalente à da AMP, 47%. Dos referidos 17, não existe nenhuma rádio que tenha horas de programação própria. Considerando que metade das frequências de rádios locais foram canibalizadas por emissoras de vocação nacional, é posta em causa a função destes alvarás, como meio de aproximação da população à s forças vivas do concelho e de acesso à informação de âmbito concelhio. Esta situação torna-se particularmente evidente num momento de campanha eleitoral autárquica, onde a existência de alvarás locais é essencial à pressecução dos objetivos eleitorais de cada uma das forças polÃticas e a um esclarecimento cabal e informado da população. Tal materializa-se na inexistência de debates, entrevistas e tempos de antena para vários dos concelhos destas regiões.
Com exceção dos casos especÃficos de Odivelas e da Trofa, pelos motivos acima explicados, e de Alcochete por cessação do alvará, encontram-se privados de uma rádio concelhia os municÃpios de Matosinhos, Maia, Valongo, Gondomar e Vale de Cambra (5/16=31%) e de Lisboa, Amadora, Barreiro e Palmela (4/17=23%), o que compara de forma favorável com a Ãrea Metropolitana do Porto.
Poder-se-á argumentar, com alguma propriedade, que as rádios locais dos municÃpios vizinhos, numa tentativa de captação de audiência dão resposta à s lacunas de cobertura existentes nos municÃpios supracitados. Sendo tal verdade, importa recordar que o modelo português assenta na existência de rádios de âmbito concelhio e não distrital ou metropolitanas. Por outro lado, no caso particular da AML, por força da proximidade geográfica ao poder polÃtico, mas também da localização das redações e estúdios, as rádios de âmbito nacional cobrem de uma forma mais adequada a realidade concelhia do que o que acontece na Ãrea Metropolitana do Porto, o que, por si só, se afigura como vantajoso. Por outro lado, e pese embora se tenha consciência de que a capital não dispõe de uma frequência verdadeiramente local, no anel urbano da AMP, composto pelos municÃpios do Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Maia, Valongo e Gondomar, existem apenas 3 rádios locais, sendo duas delas temáticas musicais. Por seu turno, Lisboa compara com 11 rádios nos municÃpios fronteiriços, quer da margem norte, quer da margem sul, o que resulta numa situação muito menos prejudicial a sul do que a norte, não obstante ser igualmente objeto da preocupação.
Em suma, e em jeito de conclusão, importa ponderar devidamente sobre o modelo que deverá suceder ao implementado em 1989. É notório que as rádios concelhias não têm escala nem músculo financeiro para competir com os grandes grupos, que usam as frequências para a do seu objetivo de expansão nos territórios mais populosos e com maior rentabilidade. A evolução para um modelo de rádios regionais, permitiria certamente eliminar uma grande parte dos problemas aqui elencados, aproveitando muito do know how que resulta das locais de maior qualidade hoje existentes.
Os desdobramentos locais são ficticios pois a emissão é de Lisboa e não dos concelhos onde está o emissor.
Quanto ao resto, um excelente resumo do panorama nas duas AM do qual se pode concluir facilmente que em Lisboa podem estar alguns concelhos sem rádio local mas a sua frequência é ocupada por rádios da região e por isso fica esbatida a sua falta, quer pela criação de empregos, quer pela emissão que as rádios produzem, pois destinam-se a esses concelhos também.
Na AMP as frequências perdidas são muitas, todas ocupadas por rádios da AML e não se compreende que em tempos de eleições autárquicas nunca tenha visto em debate a erosão dos órgãos de comunicação social locais, nomeadamente rádio. Acredito que a grande maioria dos autarcas desconheça que os seus concelhos tenham frequências de rádio e como elas estão a ser ocupadas. Os debates autárquicos na AMP foram efectuados pelo Porto Canal e JN. Em rádio, nenhum concelho do 1º anel da AMP foi debatido, porque não há rádio onde debater. È triste.
Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Para mim, rádio é estar no local.Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Simples.
Está o relatador em estúdio a relatar o Braga.
Já não são precisas viagens, deslocações, etc etc.
Se a RR e a TSF relatam os jogos dos grandes lá fora via tv, porque não relatam o Braga via TV atendendo a todas essas circunstancias?
Só não relatam porque não querem.
A Rádio Portuense relata o Porto e o Boavista e sabe quento ganham por isso?
Nada. Amor à rádio.
Sabia disso?
Por isso, não me venha com tretas de custos. Não relatam porque não querem.
Ninguem está a falar do Casa Pia. Estamos a falar do Sp de Braga.Para mim, rádio é estar no local.Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Simples.
Está o relatador em estúdio a relatar o Braga.
Já não são precisas viagens, deslocações, etc etc.
Se a RR e a TSF relatam os jogos dos grandes lá fora via tv, porque não relatam o Braga via TV atendendo a todas essas circunstancias?
Só não relatam porque não querem.
A Rádio Portuense relata o Porto e o Boavista e sabe quento ganham por isso?
Nada. Amor à rádio.
Sabia disso?
Por isso, não me venha com tretas de custos. Não relatam porque não querem.
Não podemos criticar por exemplo um órgão de comunicação social por estar sediado em Lisboa, e quase não ter colaboradores a norte, e depois defendermos os relatos via TV.
Aí perdemos a coerência.
Mas neste tópico em questão, falamos das reclamações do Sporting de Braga, como há uns dias lia a reclamação do meu amigo Tiago Cunha do Moreirense.
Se as rádios fizerem relatos pela TV, e não mandarem ninguém aos estádios, como podem depois estar representadas nas conferências de imprensa pós-jogo?
É impossível.
As rádios continuam a fazer o seu trabalho.
Independentemente de ser no estádio ou pela TV.
Se gostávamos todos que as principais rádios marcassem presença em todos os estádios?
É lógico e óbvio que sim.
Mas não podemos esquecer que grande parte das rádios que acompanham a primeira liga são rádios generalistas, e que para além de não poderem dedicar toda a programação ao desporto, por motivos óbvios, também não podem gastar muito dinheiro, quando acredito que muito possivelmente só têm retorno financeiro e de audiências com 3 clubes (em relação a isto, falo sem conhecimento de causa, confesso).
E quando falo no facto das rádios não poderem gastar muito dinheiro, é necessário entender que há grupos de rádios neste país a começar a entrar em colapso financeiro (e mais não posso dizer).
Eu vivi em Espanha um mês.
Achei extraordinário existir 5 rádios nacionais com tardes desportivas desde da hora de almoço até quase de madrugada, ao sábado e ao domingo.
Mas que peso as regiões têm para Espanha?
E que peso têm as regiões para o nosso país?
Será que é rentável em termos financeiros para as rádios seguir o modelo espanhol?
À exceção dos adeptos dos clubes, quem é que está assim tão interessado em ouvir um relato de um Paços de Ferreira vs Casa Pia, ou de um Marítimo vs Gil Vicente?
Vivemos num país teso.
Uma vez fui ao Dragão relatar um jogo das competições europeias contra uma equipa espanhola, e estavam as 5 rádios que mais acompanham desporto em Espanha presentes no Dragão.
Quando uma equipa portuguesa vai a Espanha (e não estamos a falar de uma deslocação tão longa quanto isso), muitas vezes só vai a rádio pública.
Eu posso estar aqui a gastar mais caracteres a tentar explicar o porquê deste tipo de situações, como esta que o Sporting de Braga reclama, realmente acontecerem no nosso país.
Mas creio que basta abrirmos os olhos ao contexto rádio, e facilmente entendemos o porquê de não se fazer mais.
Corrijam-me se estiver muito enganado, mas creio que nem a RTP, nem a TSF nem a Observador têm estúdios em Braga. A RR tinha há uns anos mas julgo que encerraram ou foram reduzidos à expressão mínima do mínimo para gravar o "Ser Igreja" e talvez transmitir a partir da cidade dos arcebispos um uma ou outra cerimónia religiosa. E deslocar meios de V. N. Gaia para cobrir um jogo de futebol em Braga não fica muito barato...A RR relata os jogos dos grandes lá fora a partir do estúdio.
Apenas dei uma visão mais por dentro do que se passa em termos radiofónicos neste país.Ninguem está a falar do Casa Pia. Estamos a falar do Sp de Braga.Para mim, rádio é estar no local.Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Simples.
Está o relatador em estúdio a relatar o Braga.
Já não são precisas viagens, deslocações, etc etc.
Se a RR e a TSF relatam os jogos dos grandes lá fora via tv, porque não relatam o Braga via TV atendendo a todas essas circunstancias?
Só não relatam porque não querem.
A Rádio Portuense relata o Porto e o Boavista e sabe quento ganham por isso?
Nada. Amor à rádio.
Sabia disso?
Por isso, não me venha com tretas de custos. Não relatam porque não querem.
Não podemos criticar por exemplo um órgão de comunicação social por estar sediado em Lisboa, e quase não ter colaboradores a norte, e depois defendermos os relatos via TV.
Aí perdemos a coerência.
Mas neste tópico em questão, falamos das reclamações do Sporting de Braga, como há uns dias lia a reclamação do meu amigo Tiago Cunha do Moreirense.
Se as rádios fizerem relatos pela TV, e não mandarem ninguém aos estádios, como podem depois estar representadas nas conferências de imprensa pós-jogo?
É impossível.
As rádios continuam a fazer o seu trabalho.
Independentemente de ser no estádio ou pela TV.
Se gostávamos todos que as principais rádios marcassem presença em todos os estádios?
É lógico e óbvio que sim.
Mas não podemos esquecer que grande parte das rádios que acompanham a primeira liga são rádios generalistas, e que para além de não poderem dedicar toda a programação ao desporto, por motivos óbvios, também não podem gastar muito dinheiro, quando acredito que muito possivelmente só têm retorno financeiro e de audiências com 3 clubes (em relação a isto, falo sem conhecimento de causa, confesso).
E quando falo no facto das rádios não poderem gastar muito dinheiro, é necessário entender que há grupos de rádios neste país a começar a entrar em colapso financeiro (e mais não posso dizer).
Eu vivi em Espanha um mês.
Achei extraordinário existir 5 rádios nacionais com tardes desportivas desde da hora de almoço até quase de madrugada, ao sábado e ao domingo.
Mas que peso as regiões têm para Espanha?
E que peso têm as regiões para o nosso país?
Será que é rentável em termos financeiros para as rádios seguir o modelo espanhol?
À exceção dos adeptos dos clubes, quem é que está assim tão interessado em ouvir um relato de um Paços de Ferreira vs Casa Pia, ou de um Marítimo vs Gil Vicente?
Vivemos num país teso.
Uma vez fui ao Dragão relatar um jogo das competições europeias contra uma equipa espanhola, e estavam as 5 rádios que mais acompanham desporto em Espanha presentes no Dragão.
Quando uma equipa portuguesa vai a Espanha (e não estamos a falar de uma deslocação tão longa quanto isso), muitas vezes só vai a rádio pública.
Eu posso estar aqui a gastar mais caracteres a tentar explicar o porquê deste tipo de situações, como esta que o Sporting de Braga reclama, realmente acontecerem no nosso país.
Mas creio que basta abrirmos os olhos ao contexto rádio, e facilmente entendemos o porquê de não se fazer mais.
O clube que representa Portugal na Liga Europa e que está em segundo no campeonato e que desde há muitos anos, está sempre no topo da classificação.
Essa mentalidade a tentar justificar a ostracização do Braga em prol dos clubes do costume mostra bem como somos um país provinciano. Se calhar você também apoia o clube da terra dos outros em vez do clube da sua terra. Onde está a coerencia de se apoiar o clube da terra dos outros?
Nelson, parece que não percebeu.Apenas dei uma visão mais por dentro do que se passa em termos radiofónicos neste país.Ninguem está a falar do Casa Pia. Estamos a falar do Sp de Braga.Para mim, rádio é estar no local.Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Simples.
Está o relatador em estúdio a relatar o Braga.
Já não são precisas viagens, deslocações, etc etc.
Se a RR e a TSF relatam os jogos dos grandes lá fora via tv, porque não relatam o Braga via TV atendendo a todas essas circunstancias?
Só não relatam porque não querem.
A Rádio Portuense relata o Porto e o Boavista e sabe quento ganham por isso?
Nada. Amor à rádio.
Sabia disso?
Por isso, não me venha com tretas de custos. Não relatam porque não querem.
Não podemos criticar por exemplo um órgão de comunicação social por estar sediado em Lisboa, e quase não ter colaboradores a norte, e depois defendermos os relatos via TV.
Aí perdemos a coerência.
Mas neste tópico em questão, falamos das reclamações do Sporting de Braga, como há uns dias lia a reclamação do meu amigo Tiago Cunha do Moreirense.
Se as rádios fizerem relatos pela TV, e não mandarem ninguém aos estádios, como podem depois estar representadas nas conferências de imprensa pós-jogo?
É impossível.
As rádios continuam a fazer o seu trabalho.
Independentemente de ser no estádio ou pela TV.
Se gostávamos todos que as principais rádios marcassem presença em todos os estádios?
É lógico e óbvio que sim.
Mas não podemos esquecer que grande parte das rádios que acompanham a primeira liga são rádios generalistas, e que para além de não poderem dedicar toda a programação ao desporto, por motivos óbvios, também não podem gastar muito dinheiro, quando acredito que muito possivelmente só têm retorno financeiro e de audiências com 3 clubes (em relação a isto, falo sem conhecimento de causa, confesso).
E quando falo no facto das rádios não poderem gastar muito dinheiro, é necessário entender que há grupos de rádios neste país a começar a entrar em colapso financeiro (e mais não posso dizer).
Eu vivi em Espanha um mês.
Achei extraordinário existir 5 rádios nacionais com tardes desportivas desde da hora de almoço até quase de madrugada, ao sábado e ao domingo.
Mas que peso as regiões têm para Espanha?
E que peso têm as regiões para o nosso país?
Será que é rentável em termos financeiros para as rádios seguir o modelo espanhol?
À exceção dos adeptos dos clubes, quem é que está assim tão interessado em ouvir um relato de um Paços de Ferreira vs Casa Pia, ou de um Marítimo vs Gil Vicente?
Vivemos num país teso.
Uma vez fui ao Dragão relatar um jogo das competições europeias contra uma equipa espanhola, e estavam as 5 rádios que mais acompanham desporto em Espanha presentes no Dragão.
Quando uma equipa portuguesa vai a Espanha (e não estamos a falar de uma deslocação tão longa quanto isso), muitas vezes só vai a rádio pública.
Eu posso estar aqui a gastar mais caracteres a tentar explicar o porquê deste tipo de situações, como esta que o Sporting de Braga reclama, realmente acontecerem no nosso país.
Mas creio que basta abrirmos os olhos ao contexto rádio, e facilmente entendemos o porquê de não se fazer mais.
O clube que representa Portugal na Liga Europa e que está em segundo no campeonato e que desde há muitos anos, está sempre no topo da classificação.
Essa mentalidade a tentar justificar a ostracização do Braga em prol dos clubes do costume mostra bem como somos um país provinciano. Se calhar você também apoia o clube da terra dos outros em vez do clube da sua terra. Onde está a coerencia de se apoiar o clube da terra dos outros?
Repito:
Não há falta de vontade para fazer as coisas. Há sim, falta do básico, até porque são poucos os que vivem verdadeiramente da rádio neste país (o que suporta a rádio neste país, são sobretudo os colaboradores que as mesmas têm, e que são pagos à peça).
Vai voltar a falar-me da Rádio Portuense, já sei.
Fazem um excelente trabalho em prol da cidade.
Conheço muito bem as pessoas ligadas ao projeto, até nutro uma amizade e um respeito por elas, e por aquilo que dedicam à rádio.
Mas falamos de uma web-rádio.
E quer queiram, quer não, não há comparação possível entre os custos de manutenção de uma web-rádio, e custos de manutenção de uma rádio que emite em frequência modulada.
Por exemplo, as rádios que emitem em frequência modulada têm a obrigação de passar 3 blocos noticiosos por dia, as web-rádios não têm essa obrigação.
Uma licença de uma web-rádio na ERC não chega sequer à centena de euros, de uma frequência modulada a renovação do alvará creio que não é nada barata.
Não há comparação possível.
E depois podemos defender os relatos pela TV, e ao mesmo tempo criticarmos a Rádio Observador por supostamente não ter repórteres a norte (quando até os tem) e por não ter estúdios na região.
A pessoa que começa com este tópico, ataca a imprensa por não ir a uma conferência de imprensa do 2° classificado do campeonato (é legítima a crítica).
Depois defende os relatos pela TV.
Uma rádio que faça relatos pela TV, não consegue marcar presença nas conferências de imprensa, porque não existe vídeoconferência nos jogos do campeonato, como alguns clubes ainda chegaram a fazer no tempo da pandemia.
Desculpe a minha interpretação e a minha opinião, mas não há qualquer tipo de coerência no seu discurso.
E para finalizar:
Em termos de regiões, eu sei muito bem como está o país atualmente.
Sou algarvio, vivi no Porto durante 3 anos, estudei 1 ano e meio no Minho, mais um em Trás-os-Montes, tenho família no Alentejo, e tive ligações afetivas ao arquipélago da Madeira.
Conheço extremamente bem este país de norte a sul.
Sou defensor do regionalismo.
Mas não podemos comparar regiões.
Por exemplo, custa-me muito mais ver uma rádio do norte a fazer relatos pela TV, que uma rádio de qualquer outra região, até porque a maioria dos clubes do nosso campeonato estão a norte.
A Emissora das Beiras de Tondela, e a Rádio Alvor de Portimão, fazem praticamente todos os relatos no estádio.
Sabe quanto é que a Rádio Alvor gasta em deslocações?
Sabe que marcas fazem patrocínio nas rádios algarvias?
Mas possivelmente saberá que marcas patrocinam as rádios da região norte, nomeadamente do Minho?
As rádios locais passam por dificuldades de norte a sul.
Mas as rádios algarvias não têm marcas fortes a patrocinar as mesmas e a região vive somente de 3 meses (é assim também em termos comerciais nas rádios do Algarve), ao passo que as rádios da região norte têm quase sempre uma ou outra marca de peso a patrocinar, já para não falar que quase toda a indústria deste país encontra-se a norte.
Se olharmos para uma tabela de publicidade de uma rádio local do norte, e para uma tabela de publicidade de uma rádio local do Algarve, percebemos o diferencial que existe nos preços praticados.
As rádios têm que se adaptar às regiões a que estão inseridas.
Para finalizar, é óbvio que por motivos lógicos e deontológicos, eu não lhe vou dizer o qual é o meu clube, mas também nunca escondi de ninguém.
Quem me conhece, sabe o meu clube.
Mas dando-lhe uma pista, deixe-me responder à sua provocação:
Quando estudava em Trás-os-Montes, ia para o café ver jogos do clube da minha terra, com o cachecol ao pescoço.
O clube da minha terra era o único que me fazia levantar da cama a uma segunda feira à noite, muitas vezes com temperaturas negativas, para ir para o café vê-lo.
Está a ver como muitas vezes atiramos coisas para o ar, sem termos conhecimento das mesmas?
E quando não sabemos, para não nos arriscarmos a dizer coisas sem nexo, o melhor é cingirmo-nos ao silêncio.
A TSF fruto do protocolo que tem com o clube minhoto, relata todos os jogos do Sp. Braga.Nelson, parece que não percebeu.Apenas dei uma visão mais por dentro do que se passa em termos radiofónicos neste país.Ninguem está a falar do Casa Pia. Estamos a falar do Sp de Braga.Para mim, rádio é estar no local.Temos de ter noção que em termos de €€€, as coisas não estão fáceis para os órgãos de comunicação social.
É de conhecimento público as dificuldades neste meio, mas mesmo assim há quem não queira entender.
Quem faz rádio, sobretudo relatos de futebol ou jornalismo de desporto, gostaria obviamente de fazer muito mais.
Mas financeiramente as coisas estão difíceis.
É vermos a quantidade de rádios que hoje preferem fazer um relato pela televisão, ao invés de estar no local.
E contra mim falo.
Falando por mim e pelos meus colegas, gostávamos de fazer mais e melhor.
Não é possível.
Sabem quantas pessoas que colaboram com rádios, trabalham noutro tipo de profissões, por não existir oportunidade de emprego a tempo inteiro nos órgãos de comunicação social?
Até nas rádios nacionais há n casos, que creio ser de conhecimento público alguns deles.
E se nos órgãos de comunicação nacionais estamos assim, nem queiram imaginar nos órgãos de comunicação regionais/locais.
Os clubes têm direito de reclamar.
Eu entendo o lado dos clubes.
Com os horários dos jogos da Liga, já aconteceu-me por algumas ocasiões ter que sair à pressa do estádio, para ir para o meu emprego, para não chegar atrasado.
Enquanto não se conseguir perceber num plano mais profundo o que leva os órgãos de comunicação social em Portugal a terem tantas dificuldades financeiras, podem reclamar sim, mas não devem apontar dedos.
Sobretudo aos jornalistas que muitas vezes fazem os possíveis e os impossíveis, mesmo sem ninguém sonhar.
Simples.
Está o relatador em estúdio a relatar o Braga.
Já não são precisas viagens, deslocações, etc etc.
Se a RR e a TSF relatam os jogos dos grandes lá fora via tv, porque não relatam o Braga via TV atendendo a todas essas circunstancias?
Só não relatam porque não querem.
A Rádio Portuense relata o Porto e o Boavista e sabe quento ganham por isso?
Nada. Amor à rádio.
Sabia disso?
Por isso, não me venha com tretas de custos. Não relatam porque não querem.
Não podemos criticar por exemplo um órgão de comunicação social por estar sediado em Lisboa, e quase não ter colaboradores a norte, e depois defendermos os relatos via TV.
Aí perdemos a coerência.
Mas neste tópico em questão, falamos das reclamações do Sporting de Braga, como há uns dias lia a reclamação do meu amigo Tiago Cunha do Moreirense.
Se as rádios fizerem relatos pela TV, e não mandarem ninguém aos estádios, como podem depois estar representadas nas conferências de imprensa pós-jogo?
É impossível.
As rádios continuam a fazer o seu trabalho.
Independentemente de ser no estádio ou pela TV.
Se gostávamos todos que as principais rádios marcassem presença em todos os estádios?
É lógico e óbvio que sim.
Mas não podemos esquecer que grande parte das rádios que acompanham a primeira liga são rádios generalistas, e que para além de não poderem dedicar toda a programação ao desporto, por motivos óbvios, também não podem gastar muito dinheiro, quando acredito que muito possivelmente só têm retorno financeiro e de audiências com 3 clubes (em relação a isto, falo sem conhecimento de causa, confesso).
E quando falo no facto das rádios não poderem gastar muito dinheiro, é necessário entender que há grupos de rádios neste país a começar a entrar em colapso financeiro (e mais não posso dizer).
Eu vivi em Espanha um mês.
Achei extraordinário existir 5 rádios nacionais com tardes desportivas desde da hora de almoço até quase de madrugada, ao sábado e ao domingo.
Mas que peso as regiões têm para Espanha?
E que peso têm as regiões para o nosso país?
Será que é rentável em termos financeiros para as rádios seguir o modelo espanhol?
À exceção dos adeptos dos clubes, quem é que está assim tão interessado em ouvir um relato de um Paços de Ferreira vs Casa Pia, ou de um Marítimo vs Gil Vicente?
Vivemos num país teso.
Uma vez fui ao Dragão relatar um jogo das competições europeias contra uma equipa espanhola, e estavam as 5 rádios que mais acompanham desporto em Espanha presentes no Dragão.
Quando uma equipa portuguesa vai a Espanha (e não estamos a falar de uma deslocação tão longa quanto isso), muitas vezes só vai a rádio pública.
Eu posso estar aqui a gastar mais caracteres a tentar explicar o porquê deste tipo de situações, como esta que o Sporting de Braga reclama, realmente acontecerem no nosso país.
Mas creio que basta abrirmos os olhos ao contexto rádio, e facilmente entendemos o porquê de não se fazer mais.
O clube que representa Portugal na Liga Europa e que está em segundo no campeonato e que desde há muitos anos, está sempre no topo da classificação.
Essa mentalidade a tentar justificar a ostracização do Braga em prol dos clubes do costume mostra bem como somos um país provinciano. Se calhar você também apoia o clube da terra dos outros em vez do clube da sua terra. Onde está a coerencia de se apoiar o clube da terra dos outros?
Repito:
Não há falta de vontade para fazer as coisas. Há sim, falta do básico, até porque são poucos os que vivem verdadeiramente da rádio neste país (o que suporta a rádio neste país, são sobretudo os colaboradores que as mesmas têm, e que são pagos à peça).
Vai voltar a falar-me da Rádio Portuense, já sei.
Fazem um excelente trabalho em prol da cidade.
Conheço muito bem as pessoas ligadas ao projeto, até nutro uma amizade e um respeito por elas, e por aquilo que dedicam à rádio.
Mas falamos de uma web-rádio.
E quer queiram, quer não, não há comparação possível entre os custos de manutenção de uma web-rádio, e custos de manutenção de uma rádio que emite em frequência modulada.
Por exemplo, as rádios que emitem em frequência modulada têm a obrigação de passar 3 blocos noticiosos por dia, as web-rádios não têm essa obrigação.
Uma licença de uma web-rádio na ERC não chega sequer à centena de euros, de uma frequência modulada a renovação do alvará creio que não é nada barata.
Não há comparação possível.
E depois podemos defender os relatos pela TV, e ao mesmo tempo criticarmos a Rádio Observador por supostamente não ter repórteres a norte (quando até os tem) e por não ter estúdios na região.
A pessoa que começa com este tópico, ataca a imprensa por não ir a uma conferência de imprensa do 2° classificado do campeonato (é legítima a crítica).
Depois defende os relatos pela TV.
Uma rádio que faça relatos pela TV, não consegue marcar presença nas conferências de imprensa, porque não existe vídeoconferência nos jogos do campeonato, como alguns clubes ainda chegaram a fazer no tempo da pandemia.
Desculpe a minha interpretação e a minha opinião, mas não há qualquer tipo de coerência no seu discurso.
E para finalizar:
Em termos de regiões, eu sei muito bem como está o país atualmente.
Sou algarvio, vivi no Porto durante 3 anos, estudei 1 ano e meio no Minho, mais um em Trás-os-Montes, tenho família no Alentejo, e tive ligações afetivas ao arquipélago da Madeira.
Conheço extremamente bem este país de norte a sul.
Sou defensor do regionalismo.
Mas não podemos comparar regiões.
Por exemplo, custa-me muito mais ver uma rádio do norte a fazer relatos pela TV, que uma rádio de qualquer outra região, até porque a maioria dos clubes do nosso campeonato estão a norte.
A Emissora das Beiras de Tondela, e a Rádio Alvor de Portimão, fazem praticamente todos os relatos no estádio.
Sabe quanto é que a Rádio Alvor gasta em deslocações?
Sabe que marcas fazem patrocínio nas rádios algarvias?
Mas possivelmente saberá que marcas patrocinam as rádios da região norte, nomeadamente do Minho?
As rádios locais passam por dificuldades de norte a sul.
Mas as rádios algarvias não têm marcas fortes a patrocinar as mesmas e a região vive somente de 3 meses (é assim também em termos comerciais nas rádios do Algarve), ao passo que as rádios da região norte têm quase sempre uma ou outra marca de peso a patrocinar, já para não falar que quase toda a indústria deste país encontra-se a norte.
Se olharmos para uma tabela de publicidade de uma rádio local do norte, e para uma tabela de publicidade de uma rádio local do Algarve, percebemos o diferencial que existe nos preços praticados.
As rádios têm que se adaptar às regiões a que estão inseridas.
Para finalizar, é óbvio que por motivos lógicos e deontológicos, eu não lhe vou dizer o qual é o meu clube, mas também nunca escondi de ninguém.
Quem me conhece, sabe o meu clube.
Mas dando-lhe uma pista, deixe-me responder à sua provocação:
Quando estudava em Trás-os-Montes, ia para o café ver jogos do clube da minha terra, com o cachecol ao pescoço.
O clube da minha terra era o único que me fazia levantar da cama a uma segunda feira à noite, muitas vezes com temperaturas negativas, para ir para o café vê-lo.
Está a ver como muitas vezes atiramos coisas para o ar, sem termos conhecimento das mesmas?
E quando não sabemos, para não nos arriscarmos a dizer coisas sem nexo, o melhor é cingirmo-nos ao silêncio.
Eu não entrei em contradicao.
O que eu disse foi que não se admite que rádios que se apresentam como nacionais, omitam os relatos do Braga.
Depois, em função do seu comentário, acrescentei que então, pelo menos o mínimo, ou seja, se essas rádios relatam os grandes lá fora via TV, então que para o Braga o façam nesses moldes, por contenção de custos. Foi isto que eu escrevi.
Próxima quinta-feira, 12/01, o Turno da Tarde será em direto do Porto, do Teatro Nacional São João, a propósito da estreia da programação itenerante do D. Maria II, encerrado para obras.
Deixo também um apontamento histórico que a Miriam partilhou agora no ar: Tintim começou em Portugal a ser transmitido pela Rádio Renascença, numa rúbrica radiofónica, antes mesmo de sair em formato B.D. Curiosidade interessante do património imaterial desta estação.
Próxima quinta-feira, 12/01, o Turno da Tarde será em direto do Porto, do Teatro Nacional São João, a propósito da estreia da programação itenerante do D. Maria II, encerrado para obras.
Deixo também um apontamento histórico que a Miriam partilhou agora no ar: Tintim começou em Portugal a ser transmitido pela Rádio Renascença, numa rúbrica radiofónica, antes mesmo de sair em formato B.D. Curiosidade interessante do património imaterial desta estação.
Um programa feito por dois lisboetas que durante 365 dias fazem daquilo um programa dedicado a Lisboa vão subir até ao Porto para esses inenarráveis programas de "proximidade" em que vão começar por dizer: "Gostamos muito do Norte". O paroxismo na sua plenitude.
Vão convidar os do costume, Rui reininho e Manuel serrão para dizer as mesmas coisas de sempre e depois lá descem até casa.
Pobre rádio RR. Uma rádio que nos anos 80 era feita 12 horas desde o Porto e agora resumida a meia duzia de noticiários com toda a locução de continuidade com sotaque lisboeta.
Próxima quinta-feira, 12/01, o Turno da Tarde será em direto do Porto, do Teatro Nacional São João, a propósito da estreia da programação itenerante do D. Maria II, encerrado para obras.
Deixo também um apontamento histórico que a Miriam partilhou agora no ar: Tintim começou em Portugal a ser transmitido pela Rádio Renascença, numa rúbrica radiofónica, antes mesmo de sair em formato B.D. Curiosidade interessante do património imaterial desta estação.
Um programa feito por dois lisboetas que durante 365 dias fazem daquilo um programa dedicado a Lisboa vão subir até ao Porto para esses inenarráveis programas de "proximidade" em que vão começar por dizer: "Gostamos muito do Norte". O paroxismo na sua plenitude.
Vão convidar os do costume, Rui reininho e Manuel serrão para dizer as mesmas coisas de sempre e depois lá descem até casa.
Pobre rádio RR. Uma rádio que nos anos 80 era feita 12 horas desde o Porto e agora resumida a meia duzia de noticiários com toda a locução de continuidade com sotaque lisboeta.
Se é feito no Porto, é porque é feito no Porto. Se é feito em Lisboa, então é porque Lisboa é centralista. Talvez o Zeca fique mais satisfeito se fizerem o programa nas Berlengas...
Até compreendo a situação da RR e culpo mais as TVs no entanto é engraçado é que a CMTV com muito menos orçamento conseguiu criar uma verdadeira rede de repórteres regional desde o ínicio, daí infelizmente a força que tem. "Só falam de desgraças mas pelo menos falam da minha terra"...
A extinção do Regiões na RTP deve ter sido uma das piores decisões na história da comunicação social em Portugal.
O centralismo combate- se com políticas inclusivas que esbatam as assimétricas entre litoral e interior.
Eu por exemplo gostava de viver no meu Trás os Montes, mas sinto na pele as descreminacoes, poucos hospitais e farmácias, poucas escolas, etc, etc... Viver em Lisboa, no Porto ou Coimbra ainda trás privilegilegios.
Na Rádio, a RR, já teve emissões próprias no Porto, Lisboa, Elvas, Chaves, Braga, Leiria ou Évora, numa altura de mais riqueza, em que o bolo publicitário não era tão disputado.Agora a parca receita dá para para pagar salários e pouco mais...
Entende agora?
Nem mais...Em vez de contratar tanta gente em Lisboa porque não optaram por contratar no Porto , em Faro ou Coimbra ?
A RR despedia todo o o pessoal de Lisboa, técnicos, locutores( da RR, RFM e Hits) e mudava se de armas e bagagens para o Porto. São mais mais de 200 trabalhadores, todos no DESEMPREGO.LINDO!
Só para a rádio deixar de ser centralista...
Deixe se de disparates regionalistas...
Claro, para satisfazer os seus caprichos regionalistas.
A RR, fundada por Monsenhor Lopes da Cruz, sempre teve os seus estúdios em Lisboa e na altura nem tinha nada no Porto.
Os actuais estúdios em Lisboa, na Quinta do Bom Pastor, nem custaram nada à Católica, eram instalações que serviam para retiros, mas que há vários anos não eram utilizados.
A RR sempre foi uma rádio nacional, com os principais estúdios na Capital, mas sempre com uma presença forte no Porto, com estúdios e redação. Actualmente entre jornalistas e técnicos, devem estar cerca de 20 pessoas, na Invicta...
A RR, tem no total cerca de 250 trabalhadores...
Repito, a RR foi fundada em Lisboa, e há várias razões para uma rádio nacional ter os seus principais estúdios em Lisboa.
Por exemplo, para negociar contratos e patrocínios ( a RR e as outras rádios do grupo vivem muito disso).
Ora os principais parceiros e patrocinadores, têm os seus departamentos comerciais na Capital, ora é muito mais fácil os negócios fluirem.
Porque é que acha que nenhuma rádio nacional está no Porto? Nem RTP, nem Bauer e até o grupo TSF está em Lisboa?
Repito, a RR foi fundada em Lisboa, e há várias razões para uma rádio nacional ter os seus principais estúdios em Lisboa.
Por exemplo, para negociar contratos e patrocínios ( a RR e as outras rádios do grupo vivem muito disso).
Ora os principais parceiros e patrocinadores, têm os seus departamentos comerciais na Capital, ora é muito mais fácil os negócios fluirem.
Porque é que acha que nenhuma rádio nacional está no Porto? Nem RTP, nem Bauer e até o grupo TSF está em Lisboa?
Ah, e já agora, sobre se dizer teatro D. Maria, a companhia que está no S. João é deste teatro.
O Teatro D. Maria está em obras e a companhia aproveita par fazer uma digressão pelo País, já que não pode utilizar este teatro.
Portanto, a companhia era de D. Maria e o S. João só serviu o palco.
Ja que ouviu digam me que famosos é que foram ouvidos?
Então diga me lá porque não há um UNICA rádio do Porto a nível nacional?
Porque será?
A empresas da Press que era do Porto comprou a TSF, e acabou com a Press e fundindo - a com a TSF.
No Porto, infelizmente, nem uma boa rádio local consegue ter! Porque , as que existiam deixaram se vender e capturar por empresas de Lisboa.
E, responda -. me, porque é que isto acontece?
Porque é que o Porto não se consegue impor na comunicação social?
Se quiser eu até lhe respondo...
Então diga me lá porque não há um UNICA rádio do Porto a nível nacional?
Porque será?
A empresas da Press que era do Porto comprou a TSF, e acabou com a Press e fundindo - a com a TSF.
No Porto, infelizmente, nem uma boa rádio local consegue ter! Porque , as que existiam deixaram se vender e capturar por empresas de Lisboa.
E, responda -. me, porque é que isto acontece?
Porque é que o Porto não se consegue impor na comunicação social?
Se quiser eu até lhe respondo...
Na minha opinião, o que faz a diferença não é tanto a dimensão nem a densidade populacional, mas sim a estrutura da economia que é muito díspar entre as duas cidades. Efetivamente, o Zeca tem razão num ponto: Portugal é centralista ao máximo. Lembro-me de estudar em Geografia no 11ºAno o índice de centralidade e Lisboa tinha dos valores mais altos da OCDE. Lisboa é uma cidade que gravita em torno do poder associado ao aparelho do Estado, de grandes empresas de serviços e dos agentes culturais. Poder esse que não vinha mal ao mundo se fosse melhor repartido equitativamente pelo país. Por cá, o Porto é uma cidade essencialmente industrial, o que, por si só, não gera tanta notícia. Se pensarmos bem, a própria informação não deixa de ter um tanto ou nada de entretenimento: o que enche jornais, as tricas dos corredores de São Bento e os soundbites no plenário. O que atrai, o que vende, é o que está em Lisboa, não por ser Lisboa, mas porque se criou um cluster fechado sobre essa área geográfica, de uma forma que não acontece em qualquer outro país europeu, onde há uma muito maior polarização entre as 2/3 grandes cidades, mais que não seja pelo facto de existir um nível de poder regional (aparte: por cá seria mais uma fonte de jobs for the boys and girls, de mão estendida...a São Bento).
Claro que num país com estas características é impossível a um órgão de comunicação social nacional não assentar a base das suas operações em Lisboa. Senão vejamos, se é em Lisboa que se passa 95% da atividade política relevante para o país, que racional teria, ter uma redação principal sediada a 300 km de distância? Tal justifica que, por exemplo a rádio Nova tenha sido forte na informação, no tempo das vacas gordas... só que em tempos de vacas magras, é pura e simplesmente um modelo impossível. Daí que, por exemplo, uma TSF que baseia muito da sua operação em contratos precários e estagiários, se tenha mudado de armas e bagagens para onde está o que alimenta o negócio da comunicação social. Principalmente, sendo o dinheiro pouco, é normal que se tomem esse tipo de decisões. Claro que principalmente a rádio pública, deveria ter uma representação mínima que fosse, a tal locução de continuidade, pelo menos na segunda cidade do país, para justamente gerar essa externalidade positiva, que potencie a criação de polos culturais fora da capital. A uma rádio privada, não cabe pedir-se essa missão.
Finalmente, a rádio no Porto, face a este panorama, não pode estar muito mais que ligada às máquinas. As que sobrevivem a passar música, o produto mais barato, são, efetivamente umas resistentes.
Mas será possível que não se fala mais nada neste fórum do que desta treta de Porto e Lisboa? Mais rádio e menos tretas destas por favor. Move on na conversa que já chateia
Mas será possível que não se fala mais nada neste fórum do que desta treta de Porto e Lisboa? Mais rádio e menos tretas destas por favor. Move on na conversa que já chateia
Há que lutar contra o centralismo lisboeta em todo o lado.
A rádio é um dos tentaculos do centralismo e há que lutar contra ele.
Não gosta, não comenta.
È livre de criar os topicos que quiser mas não tem o direito de limitar os tópicos de conversa.
Mas será possível que não se fala mais nada neste fórum do que desta treta de Porto e Lisboa? Mais rádio e menos tretas destas por favor. Move on na conversa que já chateia
Há que lutar contra o centralismo lisboeta em todo o lado.
A rádio é um dos tentaculos do centralismo e há que lutar contra ele.
Não gosta, não comenta.
È livre de criar os topicos que quiser mas não tem o direito de limitar os tópicos de conversa.
Vivo em Coimbra e por aqui há rádios onde consigo saber o que se passa na região. Tenho família em Viseu e Bragança onde vou regularmente e la há rádios locais com informação regional. Se no Porto não há é um inconseguimento das pessoas daí em fazer um projeto local em condições. Não vi em lado algum algum decreto feito em Lisboa a alterar as rádios daí para Lisboa. Há sim falta de empreendedorismo no Porto para fazer aí a rádio que tanto queria ter. E merece! Mas ou, aguente-se e abra de vez os olhos para o problema e reclame com os proprietários das rádios do Porto por não fazer essa rádio, reclame com quem as vendeu ou faça se a estrada para fazer uma, se conseguir.
Agora, andamento nesta conversa de território.
(...)
Quem não percebe o que significa "centralismo" nunca irá perceber nada de nada.
Somos o unico não regionalizado e por alguma razão o mais pobre da Europa.
Mas será possível que não se fala mais nada neste fórum do que desta treta de Porto e Lisboa? Mais rádio e menos tretas destas por favor. Move on na conversa que já chateia
Há que lutar contra o centralismo lisboeta em todo o lado.
A rádio é um dos tentaculos do centralismo e há que lutar contra ele.
Não gosta, não comenta.
È livre de criar os topicos que quiser mas não tem o direito de limitar os tópicos de conversa.
Vivo em Coimbra e por aqui há rádios onde consigo saber o que se passa na região. Tenho família em Viseu e Bragança onde vou regularmente e la há rádios locais com informação regional. Se no Porto não há é um inconseguimento das pessoas daí em fazer um projeto local em condições. Não vi em lado algum algum decreto feito em Lisboa a alterar as rádios daí para Lisboa. Há sim falta de empreendedorismo no Porto para fazer aí a rádio que tanto queria ter. E merece! Mas ou, aguente-se e abra de vez os olhos para o problema e reclame com os proprietários das rádios do Porto por não fazer essa rádio, reclame com quem as vendeu ou faça se a estrada para fazer uma, se conseguir.
Agora, andamento nesta conversa de território.
Nunca viu nenhum decreto feito em Lisboa a alterar as rádios?
A lei da rádio e suas alterações foi feita onde? Em Bragança ou em Lisboa?
A lei da rádio foi sendo alterada para admitir a aquisição de alvarás locais com que finalidade?
Para permitir aos grandes grupos transformarem a sua frequência local numa rádio quase nacional.
Gondomar, Valongo, Matosinhos não têm rádio, Gaia só tem uma e o Porto apenas duas, ao todo são 8 frequências ocupadas por Lisboa. Basta este exemplo e dá para perceber o que é o negocio da rádio.
Se a lei da rádio não tivesse sido alterada, jamais teriamos essas frequências locais ocupadas por rádios de Lisboa.
Coimba também já perdeu frequencias
Só uma coisa em relação ao teu post Tiago, se a TSF não tivesse mudado relativamente há pouco tempo para as Amoreiras (com uma renda com certeza exorbitante que não deve ser paga pela publicidade da rádio) acredito que grande parte da programação pudesse estar a ser feita do Porto para no caso deles reduzirem custos.
Tiago, no contexto social, fez referência ao cerne de um problema crítico que se tende a agravar. A aproximação do salário mínimo ao vencimento médio, ou seja, o esbatimento da classe média neste país. Nos países desenvolvidos são as classes médias que impulsionam o desenvolvimento económico e social, nos países de terceiro mundo prevalecem os extremos, classes baixa e alta, sendo a classe média residual. Portanto, antevê-se descontentamento, revolta e protesto. Vamos ver o desfecho de tudo isto quando acabarem os milhões do PRR.
As notícias no setor da educação, a meu ver, são preocupantes. Estamos no início da quarta revolução industrial, caracterizada pela inteligência artificial, automação e robótica. Estas três áreas vão evoluir significativamente. A qualidade da formação é essencial para a integração dos cidadãos no mercado de trabalho e para o desenvolvimento do país. Vamos ter as máquinas a substituir os humanos em áreas que julgamos impensáveis. Ora este setor está em crise, os profissionais são mal pagos, a regredir para a classe baixa, e colocados a centenas/dezenas de kms das suas áreas de residência. Total instabilidade familiar e profissional. Um professor em início de carreira em França ganha o mesmo que um professor em final de carreira em Portugal, para os poucos que atingem o topo da carreira. Os responsáveis pela tutela têm vindo a colocar a sociedade contra esta classe e, isto, a médio/longo prazo vai dar mau resultado. No futuro próximo vão faltar professores, os jovens não querem esta profissão, foi-lhes passada a mensagem pelos (ir)responsáveis deste país que se trata de proletariado com manias de grandeza. Esta lacuna tende acrescentar empobrecimento ao país, pois vai acrescentar problemas à formação profissional. Ora, sendo a Educação Universal um dos pilares do estado democrático, da paz social e do desenvolvimento, esta má governação deixa-me apreensivo.
(...)
Quem não percebe o que significa "centralismo" nunca irá perceber nada de nada.
Somos o unico não regionalizado e por alguma razão o mais pobre da Europa.
Então Zeca, segundo as suas palavras, não somos um país regionalizado. As regiões autónomas dos Açores e Madeira são o quê? Países independentes?
Os seus argumentos primários carecem de fundamentação e, dada a repetição, o que num primeiro momento dá vontade de rir, pelas queixinhas, vitimização, mania da perseguição, em suma, pela infantilidade, a partir de certo momento chateia. É um discurso chato, repetitivo, oco.
Se tivermos que associar uma rádio ao seu tipo de discurso, chegamos… à megaSeca.
Por enquanto, não somos o país mais pobre da União Europeia, mas, o desenrolar dos acontecimentos dos últimos dias e o se tem verificado nas últimas décadas, indicia que esse tende a ser o trajeto. Ou seja, vai ser mais difícil para os mais novos do que foi para nós.
A desagregação e impreparação deste governo socialista é quase surreal. Parece que estão a bater recordes do maior número de demissões no menor espaço de tempo para figurar no guiness.
A meu ver, a regionalização (política) tende a agravar o problema de subdesenvolvimento em relação ao resto da União Europeia. Ao acrescentar nível intermédio decisão política, tende a aumentar a opacidade, rede tentacular de interesses que se apoderam do estado e dos recursos financeiros do país a seu favor, clientelismo, favorecimentos, incompetentes a ocupar cargos de decisão, crime económico e financeiro, etc. Portanto, os dois fatores principais para este nível subdesenvolvimento são: fraca qualidade da classe política e sistema de justiça capturado e conivente, não funciona quando devia. Nada acontece aos que mais lesam o país e a sociedade no seu conjunto. Estes são os dois principais problemas a resolver, assim como as estratégias de crescimento.
Descentralização, afigura-se como a solução mais adequada, neste contexto.
De facto, a democracia neste país continua muito frágil e, em certo ponto, em retrocesso civilizacional. Nos setores da Educação, nenhum jovem quer ser professor pois a profissão deixou de ser apelativa, no setor da Saúde, muitos pretendem emigrar quando terminam os seus estudos, etc. Emigram profissionais qualificados, formados nas universidades portuguesas, que tiveram um custo para o Estado, são compensados pela imigração de paquistaneses, indianos, brasileiros sem essa qualificação. Portanto, o empobrecimento relativo em relação ao resto da Europa tende a vincar-se.
Este ponto que o joao_s toca é absolutamente central: o contexto deste país é de empobrecimento, não de enriquecimento, por muito que os “amanhãs que cantam” vão cantando. Quem visse esta tarde o e-mail do Negócios ficaria a saber que a taxa atual de poupança está em 0,24% (leram bem) e que a este ritmo, dentro de escassos 20 anos, seremos mais um desses países comunistas em que o salário mínimo é igual ao médio e não há qualquer incentivo de progressão. Está-se a seguir um caminho muito perigoso.
E isto obviamente que vai afetar a rádio, afeta a RR, afeta a capacidade de descentralizar e manter gente, afeta os salários que se recebem. A Renascença pode ser da Igreja mas não faz milagres: e eu nem tinha sequer noção que eram 250 pessoas na estrutura rádio da Renascença (deduzo que no grupo). É uma estrutura pesada, na minha opinião, e para o que vai para a antena, quase de serviço público, confundindo-se com a valência social da Igreja embora nos últimos anos perdendo algum desse foco na RFM (está um pouco melhor na Mega Hits). Preços a pagar.
O Zeca vinha com um argumento que eu achei delicioso: “onde é que foi feita a Lei da Rádio? Em Bragança ou em Lisboa?”. Porque toda a gente sabe que se fosse, sei lá, feita numa casa de banho em Cinfães, já seria muito mais relevante… O que é que interessa onde a Lei da Rádio é ou deixa de ser feita? O que interessa é o resultado final.
E sim: é 200% verdade que rádio ou estrutura que se preze, e precise de ter valência comercial, tem que ter alguma coisa principal em Lisboa. Seja departamento de marketing, seja estrutura da estação, para a vender alguma coisa tem que haver porque está muito lá centralizado. Quem anda aqui a dizer que “em tempos do remoto” se vem com esse argumento devia experimentar - e sugiro que se faça esse exercício - enviar uns e-mails a algumas das principais empresas a pedir reuniões ou propostas de colaboração, reforçando com chamadas. Asseguro que é muito mais difícil do que parece. E dessa batalha ninguém fala. Porque como muita coisa neste mundo, quer-se tudo “dado e arregaçado”, feito e pronto a comer, e esquece-se do trabalho que está por trás.
Ou acham que aos profissionais do jornalismo da Renascença foi fácil trocar um contrato por recibos depois de tantos anos numa casa E ficar ainda leais e fiéis à estação e ao grupo? Ou acham que os emissores optimizados até ao tutano, o satélite, a manutenção técnica, se pagam sozinhos? Ou acham que as grelhas programáticas recheadas de conteúdos com inúmeras personalidades e os programas de autor ou não de 1 hora (!) como o Em Nome da Lei, Da Capa à Contracapa, Visto de Fora, o Hotel Califórnia (com 2h até) se pagam sozinhos? Já foi tempo.
Eu defendo uma descentralização, sim. Mas nunca ninguém me ouvirá dizer para mandar 250 profissionais para o Porto, qual Infarmed de pacotilha. Isso seria o maior suicidio comercial e de um grupo que já vi em muito tempo. O caminho é equilibrar, diversificar e acima de tudo tentar aguentar e ir progredindo um barco que, quando vai abaixo vai muito abaixo, e depois quando volta não volta totalmente e já fica pior, num país num contexto completamente descendente. Porque este é o contexto rádio desde literalmente 1995 e ninguém, ou quase ninguém, está a ver a vida como ela é.
Para o que existe e para a situação atual, a RR é uma rádio de excelência.
Se houvesse metade da exigência com a letárgica TSF que há com o Grupo Renascença eu estava todo feliz da vida.
Vou so fazer aqui um apelo e contar uma história.A Rádio Sim ocupava uma frequencia local da Maia e só com 6 horas do e para o Porto.
O apelo, nunca mais digam nada quando as centralistas RR ou Obs forem ao Porto ou à sua área Metropolitana, não refiram isso. O Zeca fica enervado. Afinal o Porto está tão sosegadinho, e lá vem esses ignorantes centralistas perturbar tudo...
Agora a história, quando a Sim foi fundada, era emitida a partir de Lisboa, Porto, Braga e Évora e mais tarde, quando a Sim adquiriu a Rádio Pal de Palmela, também emitia a partir daí.
E o que se verificada? Ninguém sabia isso, talvez só os ouvintes mais atentos.
Porquê? Em Lisboa as emissões dele não eram muito difrentes, das emissões do José Manuel Monteiro no Porto, nem do Daniel Mogas, nem do Carlos Coutinho de Évora ou do Carlos Lopes de Palmela.
Tinham música, referências ao tempo e alguma conversa que cada um, no seu estilo, tinha...
Ou seja, não trazia nenhuma mais valia para a rádio..
Vou so fazer aqui um apelo e contar uma história.
O apelo, nunca mais digam nada quando as centralistas RR ou Obs forem ao Porto ou à sua área Metropolitana, não refiram isso. O Zeca fica enervado. Afinal o Porto está tão sosegadinho, e lá vem esses ignorantes centralistas perturbar tudo...
Agora a história, quando a Sim foi fundada, era emitida a partir de Lisboa, Porto, Braga e Évora e mais tarde, quando a Sim adquiriu a Rádio Pal de Palmela, também emitia a partir daí.
E o que se verificada? Ninguém sabia isso, talvez só os ouvintes mais atentos.
Porquê? Em Lisboa as emissões do Aurélio Carlos Moreira não eram muito difrentes, das emissões do José Manuel Monteiro no Porto, nem do Daniel Mogas de Braga, nem do Carlos Coutinho de Évora ou do Carlos Lopes de Palmela.
Tinham música, referências ao tempo e alguma conversa que cada um, no seu estilo, tinha...
Ou seja, não trazia nenhuma mais valia para a rádio...
Parabéns por me informar que Portugal é regionalizado ao invocar as regiões autónomas. Desconhecia.
E quanto a Portugal Continental?
Mas afinal, decida-se, prefere um país regionalizado como os restantes países da Europa ou prefere um país parolo e centralista?
Falando em antena 1 e TSF, apenas, porque das outras, da igreja, não sou ouvinte, quando algo é feito do Porto nota-se menos qualidade. Há um ou outro caso em que não acontece mas no geral os profissionais tem muito menos qualidade quase a roçar o nível de rádio local (comparar um Frederico Moreno com um Nuno Rodrigues ou um Artur Carvalho ou Leonor Ferreira com um Nuno Domingues ou Ana Cristina Henriques é como comparar a beira da estrada com a Estrada da Beira), as condições de estúdio são piores e o conteúdo acaba por sofrer. Já na televisão é a mesma coisa. A RTP 3 maioritariamente feita a partir do Porto é sofrível. O Porto Canal é uma treta mal feita e por aí fora. Esta questão num país como este é uma parolice que só interessa ao Zecandido.
Caro Memórias, hoje em dia as rádios têm identidade vincada, os locutores não têm que andar sempre a dizer de local estão a emitir.Estaríamos a falar de uma questão de segundos, não é por aí. Por exemplo a CNN também exige que seja tudo o mais standardizado possível no entanto o Francisco David Ferreira faz sempre questão de dizer que está nos estúdios do Porto nas suas emissões ao fim de semana.
Por exemplo o Carlos Coutinho da Sim, Évora, tinha o programa Praça Central, entre as 10 e as 12, e geralmente quando abria o programa dizia que estava nos estúdios de Évora. O programa até tinha rubricas e entrevistas, algumas eram de gente de Évora, mas a maioria não.
Posso dar outros casos, na RR, o último locutor a emitir do Porto era o José Araújo, e o mesmo se passava, na Mega, a última locutora a fazer horas locais a partir do Porto, era a Daniela Silva, nessas emissões Também referia a frequência e dava conta de alguns acontecimentos locais, mas ela fazia Também emissão nacional, no fim de semana e aí era uma locutora normal, dizia o que os outros também diziam...
Na Sim nunca percebi as horas de emissão local...A Cidade chegou a ter emissão local nos 101.0 a partir do Porto, parece estranho mas é verdade.
Por exemplo Viseu.
O José Araújo foi na M80.
Até 2012 a M80 tinha tudo feito localmente.
A Cidade e a Star creio que era tudo feito de Lisboa,as locais,só a M80 mantinha mesmo locais.
Na Mega o último foi o Fontoura..que também fazia nacional...
A Cidade chegou a ter emissão local nos 101.0 a partir do Porto, parece estranho mas é verdade.Quando os 101,0 começaram a emitir a Cidade em 2008 as emissões eram feitas em Aveiro. Aliás, já no tempo do RCP assim foi a partir de meados de 2004 (março ou abril).
Ouvia pouco mas se não estou em erro até chegaram a haver painéis em dupla.
O José Araújo da RR a única coisa em comum com o José Araújo que eu ouvi na Comercial( não me lembro de o ouvir na M80), era o o facto de ambos serem do Porto e terem o mesmo nome, já as vozes eram bem diferentes...
A Sim, não teve emissões locais em Viseu, lembro me de ter em Vila do Conde, Rio Maior, Portel e Palmela, no fundo as frequências que foi adquirindo... Estas emissões eram em conjunto com as rádios que emitiam nessas frequências.
A Daniela Silva se não foi a última, foi das ultimas a fazer as emissões locais da Mega no Porto....
Ps- Em Viseu só existia a emissão local do Ser Igeija, um programa de informação católica, com as notícias da Diocese local
Falando em antena 1 e TSF, apenas, porque das outras, da igreja, não sou ouvinte, quando algo é feito do Porto nota-se menos qualidade. Há um ou outro caso em que não acontece mas no geral os profissionais tem muito menos qualidade quase a roçar o nível de rádio local (comparar um Frederico Moreno com um Nuno Rodrigues ou um Artur Carvalho ou Leonor Ferreira com um Nuno Domingues ou Ana Cristina Henriques é como comparar a beira da estrada com a Estrada da Beira), as condições de estúdio são piores e o conteúdo acaba por sofrer. Já na televisão é a mesma coisa. A RTP 3 maioritariamente feita a partir do Porto é sofrível. O Porto Canal é uma treta mal feita e por aí fora. Esta questão num país como este é uma parolice que só interessa ao Zecandido.
Não tem nada que ver com sotaque. Portugal é um país homogéneo e de facto não vejo essas questiúnculas regionais nas bocas de mais ninguém a não ser daí. Parece que vivem obcecados com isso e visto de fora o resto do país até se ri com essa mentalidade. É que visto de fora essa choraminguice permanente só parece ridícula.
Quando os 101,0 começaram a emitir a Cidade em 2008 as emissões eram feitas em Aveiro. Aliás, já no tempo do RCP assim foi a partir de meados de 2004 (março ou abril).
Na Cidade FM Penacova as emissões eram em Coimbra, mas em 2003/2004 (quando a Cidade foi relançada) nem locutor tinham.
Não tem nada que ver com sotaque. Portugal é um país homogéneo e de facto não vejo essas questiúnculas regionais nas bocas de mais ninguém a não ser daí. Parece que vivem obcecados com isso e visto de fora o resto do país até se ri com essa mentalidade. É que visto de fora essa choraminguice permanente só parece ridícula.
Prefiro que o país se ria (não sei de que regiões estará a falar, mas tudo bem) do que viver numa cidade completamente parada no tempo muito devido ao esquecimento do poder central, que não sei o que já seria sem a Universidade e que pelo menos a julgar por si não queira lutar nem um bocadinho contra isso. Digo isto com muita pena minha porque tenho família e amigos por aí.Quando os 101,0 começaram a emitir a Cidade em 2008 as emissões eram feitas em Aveiro. Aliás, já no tempo do RCP assim foi a partir de meados de 2004 (março ou abril).
Na Cidade FM Penacova as emissões eram em Coimbra, mas em 2003/2004 (quando a Cidade foi relançada) nem locutor tinham.
Então provavelmente saíram de Aveiro e foram deslocalizadas para o Porto mas durante pouco tempo.
Amigo, quer debater a segunda metade do meu post? A primeira podemos fazer pessoalmente quando cá vier ver os coldplay! É que já parece o outro!
Amigo, quer debater a segunda metade do meu post? A primeira podemos fazer pessoalmente quando cá vier ver os coldplay! É que já parece o outro!
Tenho mais opções para gastar o meu dinheiro mas se se contenta com "rebuçados" na sua cidade de 10 em 10 anos isso é lá consigo... Isso ou um clube como a Académica por este andar estar a caminho dos distritais, mas também com certeza também será culpa dos regionalistas a Norte.
Sim posso discutir a segunda parte, se me explicar em que é que a regionalização iria prejudicar Coimbra sou todo ouvidos.
Já o porquê de não haver descentralização de produção na cidade x ou y poderá ser explicada em boa parte por esta homogeneidade e por financeiramente não se justificar. Não se deixa de consumir rádio no Porto porque ela é feita em Lisboa nem a publicidade ganha valor por metade da produção de uma rádio ser feira a partir do Porto, Braga, Coimbra ou Faro.
Quanto vale o mercado de publicidade rádio em Portugal?
Falando em antena 1 e TSF, apenas, porque das outras, da igreja, não sou ouvinte, quando algo é feito do Porto nota-se menos qualidade. Há um ou outro caso em que não acontece mas no geral os profissionais tem muito menos qualidade quase a roçar o nível de rádio local (comparar um Frederico Moreno com um Nuno Rodrigues ou um Artur Carvalho ou Leonor Ferreira com um Nuno Domingues ou Ana Cristina Henriques é como comparar a beira da estrada com a Estrada da Beira), as condições de estúdio são piores e o conteúdo acaba por sofrer. Já na televisão é a mesma coisa. A RTP 3 maioritariamente feita a partir do Porto é sofrível. O Porto Canal é uma treta mal feita e por aí fora. Esta questão num país como este é uma parolice que só interessa ao Zecandido.
Já o porquê de não haver descentralização de produção na cidade x ou y poderá ser explicada em boa parte por esta homogeneidade e por financeiramente não se justificar. Não se deixa de consumir rádio no Porto porque ela é feita em Lisboa nem a publicidade ganha valor por metade da produção de uma rádio ser feira a partir do Porto, Braga, Coimbra ou Faro.
Quanto vale o mercado de publicidade rádio em Portugal?
Já o porquê de não haver descentralização de produção na cidade x ou y poderá ser explicada em boa parte por esta homogeneidade e por financeiramente não se justificar. Não se deixa de consumir rádio no Porto porque ela é feita em Lisboa nem a publicidade ganha valor por metade da produção de uma rádio ser feira a partir do Porto, Braga, Coimbra ou Faro.
Quanto vale o mercado de publicidade rádio em Portugal?
A publicidade não ganha valor porque quem dirige, i.e. quem a paga que é quem sustenta as coisas e importa no fim do dia, é regra geral gente que não tem formação nem para perceber coisas mais avançadas de gestão, quanto mais o mero conceito de "rádios da zona falam melhor para a zona". É só mais uma de entre muitas que acontecem neste nosso retângulo. E depois claro que é uma pescadinha de rabo na boca: a falta de produto feito fora de Lisboa fomenta a falta de valorização da proximidade. Há anunciantes que fazem a sua publicidade em rádios locais de coisas que não faz *sequer* sentido nenhum anunciar em rádio. E mais não digo.
Há vantagens, e valências, pela descentralização da produção da rádio, não só ao nível do preço que se paga, do custo das infraestruturas, mas também pela diversificação de emprego. Toda a gente é cidadã portuguesa e toda a gente tem o direito de trabalhar no que queira, não pode estar limitada porque x estrutura está só em x zona, não faz sentido. Isso é um pensamento do século 19.
Quanto à crítica da produção do Porto, não podia discordar mais.
Alguém nota diferenças na produção entre o período 06-12h na CNN Portugal e o que acontece depois em Lisboa? Mas coisas mesmo mesmo graves? Os pivots de manhã no Porto chegam até a ser melhores que certos pivots em Lisboa...
Alguém nota diferenças na produção da RTP3 quando é feita do Porto? No Porto é com videowall e em Lisboa é na maioria do tempo estúdio físico...
Alguém nota, genuinamente, diferenças na emissão da Rádio Nova, a única das locais da Região Norte que é feita com standards e ao nível de Lisboa, por estar feita a partir do Porto?
O Diamantino José, dos poucos na Antena 1 que faz emissão do Porto, é pior que o Herberto Quaresma, que faz em Lisboa?
O Porto Canal é "uma treta mal feita"? Que raio de termo de comparação é que tem quando não há nenhum outro canal regional, por exemplo... para Coimbra ou a zona centro? A única comparação possível e intelectualmente razoável, e distanciada muitos anos no tempo, é a do Porto Canal com o CNL ou a NTV. Não há mais nada.
A única coisa em que concedo é a maior dificuldade de obter profissionais que existe. Normal, os centros de formação estão na maioria onde estão e a experiência prática está na maioria onde está, é uma pescadinha de rabo na boca. Mesmo assim, como explicar que Coimbra tenha *dois* cursos na área da Comunicação (IPC, Comunicação Social, e UC, Ciências da Comunicação) e não há *nem uma* rádio a fazer animação local *de* Coimbra desde que a Mega a terminou em 2007... porque os alvarás foram todos vendidos?
O Porto está mal nesta área, sim, mas Coimbra está ainda pior. Está tão mal que o modernices, para ouvir a Observador, tem que a ouvir do emissor de São João da Madeira, em Aveiro; está tão mal que o parto do emissor na região Centro da estação está a ser quase que de cesariana; está tão mal que eu não sei como é que a esta altura ninguém faz nada para mudar esse panorama. Na Antena 1, as manhãs de fim de semana 07-13 são das mais confrangedoras das rádios nacionais, apresentadas pelo João Costa.
O problema é simples: quem tem dinheiro não quer fazer melhor. Por não saber como ou não querer saber como. Na rádio como no resto. É só isto, porque o dinheiro existe. A capacidade técnica está lá. Há dezenas! de formados na área a morar em Coimbra com experiência em Lisboa. Quem manda simplesmente não quer.
E tivesse eu acesso a uma frequência na região e logo viam a voltinha que isto levava e os resultados disso. E mais não digo.
Bom, tentei ter uma discussão séria sobre o meio rádio mas já vi que isto está tomado por uns quantos com uma narrativa manhosa regional. Não vale a pena perder tempo aqui, tenho mais que fazer.
O que se quer é boa rádio, independentemente do local onde é feita, se em Bragança, óptimo...
Sobre o Porto, teve uma oportunidade incrível de ter uma rádio nacional, a TSF e desperdiçou- a.
Pessoalmente até gostava que houvesse uma rádio do Porto ou nortenha, nacional e acho absolutamente incrível, que nem sequer uma boa rádio local, o Porto consiga ter....
Já o porquê de não haver descentralização de produção na cidade x ou y poderá ser explicada em boa parte por esta homogeneidade e por financeiramente não se justificar. Não se deixa de consumir rádio no Porto porque ela é feita em Lisboa nem a publicidade ganha valor por metade da produção de uma rádio ser feira a partir do Porto, Braga, Coimbra ou Faro.
Quanto vale o mercado de publicidade rádio em Portugal?
A publicidade não ganha valor porque quem dirige, i.e. quem a paga que é quem sustenta as coisas e importa no fim do dia, é regra geral gente que não tem formação nem para perceber coisas mais avançadas de gestão, quanto mais o mero conceito de "rádios da zona falam melhor para a zona". É só mais uma de entre muitas que acontecem neste nosso retângulo. E depois claro que é uma pescadinha de rabo na boca: a falta de produto feito fora de Lisboa fomenta a falta de valorização da proximidade. Há anunciantes que fazem a sua publicidade em rádios locais de coisas que não faz *sequer* sentido nenhum anunciar em rádio. E mais não digo.
Há vantagens, e valências, pela descentralização da produção da rádio, não só ao nível do preço que se paga, do custo das infraestruturas, mas também pela diversificação de emprego. Toda a gente é cidadã portuguesa e toda a gente tem o direito de trabalhar no que queira, não pode estar limitada porque x estrutura está só em x zona, não faz sentido. Isso é um pensamento do século 19.
Quanto à crítica da produção do Porto, não podia discordar mais.
Alguém nota diferenças na produção entre o período 06-12h na CNN Portugal e o que acontece depois em Lisboa? Mas coisas mesmo mesmo graves? Os pivots de manhã no Porto chegam até a ser melhores que certos pivots em Lisboa...
Alguém nota diferenças na produção da RTP3 quando é feita do Porto? No Porto é com videowall e em Lisboa é na maioria do tempo estúdio físico...
Alguém nota, genuinamente, diferenças na emissão da Rádio Nova, a única das locais da Região Norte que é feita com standards e ao nível de Lisboa, por estar feita a partir do Porto?
O Diamantino José, dos poucos na Antena 1 que faz emissão do Porto, é pior que o Herberto Quaresma, que faz em Lisboa?
O Porto Canal é "uma treta mal feita"? Que raio de termo de comparação é que tem quando não há nenhum outro canal regional, por exemplo... para Coimbra ou a zona centro? A única comparação possível e intelectualmente razoável, e distanciada muitos anos no tempo, é a do Porto Canal com o CNL ou a NTV. Não há mais nada.
A única coisa em que concedo é a maior dificuldade de obter profissionais que existe. Normal, os centros de formação estão na maioria onde estão e a experiência prática está na maioria onde está, é uma pescadinha de rabo na boca. Mesmo assim, como explicar que Coimbra tenha *dois* cursos na área da Comunicação (IPC, Comunicação Social, e UC, Ciências da Comunicação) e não há *nem uma* rádio a fazer animação local *de* Coimbra desde que a Mega a terminou em 2007... porque os alvarás foram todos vendidos?
O Porto está mal nesta área, sim, mas Coimbra está ainda pior. Está tão mal que o modernices, para ouvir a Observador, tem que a ouvir do emissor de São João da Madeira, em Aveiro; está tão mal que o parto do emissor na região Centro da estação está a ser quase que de cesariana; está tão mal que eu não sei como é que a esta altura ninguém faz nada para mudar esse panorama. Na Antena 1, as manhãs de fim de semana 07-13 são das mais confrangedoras das rádios nacionais, apresentadas pelo João Costa.
O problema é simples: quem tem dinheiro não quer fazer melhor. Por não saber como ou não querer saber como. Na rádio como no resto. É só isto, porque o dinheiro existe. A capacidade técnica está lá. Há dezenas! de formados na área a morar em Coimbra com experiência em Lisboa. Quem manda simplesmente não quer.
E tivesse eu acesso a uma frequência na região e logo viam a voltinha que isto levava e os resultados disso. E mais não digo.
Ele deve ser tanto de Coimbra como eu da China. Ele é mais um com algum complexo contra o Porto. Coimbra, uma cidade moribunda, morta e ainda tenta defender o centralismo.
Está a falar do quê?
Bilhetes.
Por norma têm que ser levantados no local de emissão.
Bilhetes.
Por norma têm que ser levantados no local de emissão.
Não só...por isso referi, já ouvi histórias nos mesmos moldes, nomeadamente de um colega que recebeu um bem, que outras entidades que usualmente o disponibilizam enviam sempre via CTT, naturalmente com todas as medidas de segurança. E foi noutra estação! ;D
Não referi qual porque é absolutamente irrelevante. Pretendia, isso sim, demonstrar, que não é por mal, mas existe uma tendência natural para centralizar tudo ao redor da capital. Mas aliás, deixem-me aproveitar para referir que acabou por ser solucionado, após duas ou três mensagens. Não é uma crítica à estação, de forma nenhuma, mas apenas um alerta a quem tem que se lembrar que serve todo um país e não apenas a AML!
Calma, o pdf sou eu.Faltou ver o N.
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?Outra vez arroz?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?Outra vez arroz?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
;D ;D ;D ;D ;DQuantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Os empreendedores Juca & Serrão podiam ter dado uma ajudinha...
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?Outra vez arroz?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Penso que aqui há espaço para as perguntas e respostas de todos, certo?
Não vejo mal nenhum nessas duas perguntas, até as acho bastante pertinentes...
...já uma resposta concreta às mesmas é que ainda não li nenhuma.
Já agora: se for uma tacinha de arroz doce, eu até agradeço :P
Zeca,
Ande para trás uns dois anos e encontra um post onde eu demonstro ao detalhe que as rádios nacionais que saem de Lisboa são-no para o país inteiro. Na verdade, também em Lisboa não há rádios locais.
By the way, este tópico não devia estar no separador "Rádios Nacionais".
Zeca,
Ande para trás uns dois anos e encontra um post onde eu demonstro ao detalhe que as rádios nacionais que saem de Lisboa são-no para o país inteiro. Na verdade, também em Lisboa não há rádios locais.
By the way, este tópico não devia estar no separador "Rádios Nacionais".
São de Lisboa, ponto.
O problema é que este senhor Zeca, só sabe falar disto.Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM de Lisboa com emissor ou retransmissor na AM do Porto ?Outra vez arroz?
Quantas rádios ( nacionais ou locais ) emitem desde os seus estúdios localizados na AM do Porto com emissor ou retransmissor na AM de Lisboa ?
Penso que aqui há espaço para as perguntas e respostas de todos, certo?
Não vejo mal nenhum nessas duas perguntas, até as acho bastante pertinentes...
...já uma resposta concreta às mesmas é que ainda não li nenhuma.
Já agora: se for uma tacinha de arroz doce, eu até agradeço :P
Zeca,
Ande para trás uns dois anos e encontra um post onde eu demonstro ao detalhe que as rádios nacionais que saem de Lisboa são-no para o país inteiro. Na verdade, também em Lisboa não há rádios locais.
By the way, este tópico não devia estar no separador "Rádios Nacionais".
São de Lisboa, ponto.
Eu aí tenho uma visão diferente de si. Acho um tanto ou nada complexo uma rádio nacional emitir maioritariamente a partir do Porto, de Coimbra ou de Faro, infelizmente, dado o quanto o nosso país é centralizado. Não obstante, como já explicitei, até por uma questão de clusters culturais, fazia sentido que pelo menos um painel saísse do Porto, no caso da RTP também de Coimbra e Faro.
A prova de que Lisboa também não tem rádios locais é ter de ser a Antena 1 a andar a passar as informações dos desvios de trânsito da CML. Fazem falta emissoras locais quer ao Porto, quer a Lisboa, porque, vou repetir, as nacionais têm uma vocação que é abrangente ao território. O que podiam, isso sim, era investir muito mais em correspondentes, mas sabemos que as vacas estão muito magras. Esse é o grande problema da rádio.
Dito isto, claro que o centralismo é um problema.
Não faz sentido haver painéis a sair por sair gora de Lisboa. Cumprir uma simples burocracia de lugar até é contraproducente.Para ser de fora de Lisboa que seja realmente uma mais-valia e não como algumas coisas que se ouvem na Antena 1 como aquele "excêntrico" radialista de Coimbra aos fins-de-semana de manhã.
E pensar que a Antena 3 "passou" a estar em Coimbra porque os criadores do Bruno Aleixo para fazerem parte da personagem se recusaram a gravar as rubricas em Lisboa...
Afinal o que é que temos de extraordinário fora de Lisboa (já aqui não há nada de especial quanto mais fora...)?
Não faz sentido haver painéis a sair por sair gora de Lisboa. Cumprir uma simples burocracia de lugar até é contraproducente.Para ser de fora de Lisboa que seja realmente uma mais-valia e não como algumas coisas que se ouvem na Antena 1 como aquele "excêntrico" radialista de Coimbra aos fins-de-semana de manhã.
E emissões que valham a pena, em vez de música a metro.
Não faz sentido haver painéis a sair por sair gora de Lisboa. Cumprir uma simples burocracia de lugar até é contraproducente.Para ser de fora de Lisboa que seja realmente uma mais-valia e não como algumas coisas que se ouvem na Antena 1 como aquele "excêntrico" radialista de Coimbra aos fins-de-semana de manhã.
E emissões que valham a pena, em vez de música a metro.
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Desde há muito que o Grande Porto está no top dos rankings das escolas e este ano não foi diferente. Um caso claro de parolismo e provinciano do Porto face à Capital.
Basta andar por Lisboa e arredores e andar por Lisboa e arredores para se ver que o parolismo existe nos dois lados, hoje já contaminados pela invasão de todas as raças e etnias africanas e brasileiras. Mas mesmo assim, o parolismo do Porto identifica-se com as raizes populares portuguesas mas o parolismo lisboeta identifica-se com as raizes africanas. Obviamente, prefiro um marante a qualquer kizombada ou trap.
RANKING GERAL ESCOLA CONCELHO MÉDIA?
1.º Colégio Efanor (PRI) Matosinhos 16.76
2.º Grande Colégio Universal (PRI) Porto 16.07
3.º Colégio Nossa Senhora do Rosário (PRI) Porto 16.05
4.º Colégio D. Diogo de Sousa (PRI) Braga 15.91
5.º Colégio Casa Mãe (PRI) Paredes 15.26
6.º Colégio Novo da Maia (PRI) Maia 15.25
7.º Externato Senhora do Carmo (PRI) Lousada 15.23
8.º Academia de Música de Santa Cecília (PRI) Lisboa 15.22
9.º Colégio Paulo VI de Gondomar (PRI) Gondomar 15.02
10.º Colégio João Paulo II (PRI) Braga 15.02
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Desde há muito que o Grande Porto está no top dos rankings das escolas e este ano não foi diferente. Um caso claro de parolismo e provinciano do Porto face à Capital.
Basta andar por Lisboa e arredores e andar por Lisboa e arredores para se ver que o parolismo existe nos dois lados, hoje já contaminados pela invasão de todas as raças e etnias africanas e brasileiras. Mas mesmo assim, o parolismo do Porto identifica-se com as raizes populares portuguesas mas o parolismo lisboeta identifica-se com as raizes africanas. Obviamente, prefiro um marante a qualquer kizombada ou trap.
RANKING GERAL ESCOLA CONCELHO MÉDIA?
1.º Colégio Efanor (PRI) Matosinhos 16.76
2.º Grande Colégio Universal (PRI) Porto 16.07
3.º Colégio Nossa Senhora do Rosário (PRI) Porto 16.05
4.º Colégio D. Diogo de Sousa (PRI) Braga 15.91
5.º Colégio Casa Mãe (PRI) Paredes 15.26
6.º Colégio Novo da Maia (PRI) Maia 15.25
7.º Externato Senhora do Carmo (PRI) Lousada 15.23
8.º Academia de Música de Santa Cecília (PRI) Lisboa 15.22
9.º Colégio Paulo VI de Gondomar (PRI) Gondomar 15.02
10.º Colégio João Paulo II (PRI) Braga 15.02
O que é que o poder de compra de notas por parte das classes mais altas do Grande Porto tem haver com rádio? :o
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Desde há muito que o Grande Porto está no top dos rankings das escolas e este ano não foi diferente. Um caso claro de parolismo e provinciano do Porto face à Capital.
Basta andar por Lisboa e arredores e andar por Lisboa e arredores para se ver que o parolismo existe nos dois lados, hoje já contaminados pela invasão de todas as raças e etnias africanas e brasileiras. Mas mesmo assim, o parolismo do Porto identifica-se com as raizes populares portuguesas mas o parolismo lisboeta identifica-se com as raizes africanas. Obviamente, prefiro um marante a qualquer kizombada ou trap.
RANKING GERAL ESCOLA CONCELHO MÉDIA?
1.º Colégio Efanor (PRI) Matosinhos 16.76
2.º Grande Colégio Universal (PRI) Porto 16.07
3.º Colégio Nossa Senhora do Rosário (PRI) Porto 16.05
4.º Colégio D. Diogo de Sousa (PRI) Braga 15.91
5.º Colégio Casa Mãe (PRI) Paredes 15.26
6.º Colégio Novo da Maia (PRI) Maia 15.25
7.º Externato Senhora do Carmo (PRI) Lousada 15.23
8.º Academia de Música de Santa Cecília (PRI) Lisboa 15.22
9.º Colégio Paulo VI de Gondomar (PRI) Gondomar 15.02
10.º Colégio João Paulo II (PRI) Braga 15.02
O que é que o poder de compra de notas por parte das classes mais altas do Grande Porto tem haver com rádio? :o
Pouco... para quem está no marketing, tende a associar-se poder de compra com tipos de produto escutado (as chamadas classes), mas em proveito prático... pouco.
No Porto isso ainda tem menos a ver porque, tal como no teu Ribatejo (que eu sempre adorei, é uma região incrível!), tens gente de classe alta a ouvir a chamada música pimba. Não quer dizer nada.
Uma vez tive uma namorada cuja mãe era professora e o pai era empresário da construção civil. Gente de dinheiro, boa moradia, bom carro, conta Prestige. Sabes o que é que ouviam? Variava entre Antena 2, RFM e Rádio Bonfim. E por aqui me fico.
As pessoas não funcionam por caixas. Há é quem ache que sim. E viva o conjunto Diapasão!
Prefere uma kizombada ou um Marante ?
Que grande, grande pergunta. 5*
Quanto ao resto, a análise do pdnf parece-me certeira. Aliás, no que diz respeito aos rankings, creio que foram as escolas da grande Lisboa que saíram na frente das do Porto. São apenas culturas diferentes (frase que há 20 anos seria inofensiva, mas que hoje poderia bem render-me umas garoupas no cúbito)
Uma rádio como a No Ar em cadeia nacional podia fazer ainda uma boa audiência. Além disso, seria uma sólida vacina para tantas locais que optam pelo modelo de música deste tipo... e que poderiam ter que arranjar outra coisa.
Desde há muito que o Grande Porto está no top dos rankings das escolas e este ano não foi diferente. Um caso claro de parolismo e provinciano do Porto face à Capital.
Basta andar por Lisboa e arredores e andar por Lisboa e arredores para se ver que o parolismo existe nos dois lados, hoje já contaminados pela invasão de todas as raças e etnias africanas e brasileiras. Mas mesmo assim, o parolismo do Porto identifica-se com as raizes populares portuguesas mas o parolismo lisboeta identifica-se com as raizes africanas. Obviamente, prefiro um marante a qualquer kizombada ou trap.
RANKING GERAL ESCOLA CONCELHO MÉDIA?
1.º Colégio Efanor (PRI) Matosinhos 16.76
2.º Grande Colégio Universal (PRI) Porto 16.07
3.º Colégio Nossa Senhora do Rosário (PRI) Porto 16.05
4.º Colégio D. Diogo de Sousa (PRI) Braga 15.91
5.º Colégio Casa Mãe (PRI) Paredes 15.26
6.º Colégio Novo da Maia (PRI) Maia 15.25
7.º Externato Senhora do Carmo (PRI) Lousada 15.23
8.º Academia de Música de Santa Cecília (PRI) Lisboa 15.22
9.º Colégio Paulo VI de Gondomar (PRI) Gondomar 15.02
10.º Colégio João Paulo II (PRI) Braga 15.02
O que é que o poder de compra de notas por parte das classes mais altas do Grande Porto tem haver com rádio? :o
Pouco... para quem está no marketing, tende a associar-se poder de compra com tipos de produto escutado (as chamadas classes), mas em proveito prático... pouco.
No Porto isso ainda tem menos a ver porque, tal como no teu Ribatejo (que eu sempre adorei, é uma região incrível!), tens gente de classe alta a ouvir a chamada música pimba. Não quer dizer nada.
Uma vez tive uma namorada cuja mãe era professora e o pai era empresário da construção civil. Gente de dinheiro, boa moradia, bom carro, conta Prestige. Sabes o que é que ouviam? Variava entre Antena 2, RFM e Rádio Bonfim. E por aqui me fico.
As pessoas não funcionam por caixas. Há é quem ache que sim. E viva o conjunto Diapasão!
Tudo dito.
E mais... sobre a rádio, não consigo aceder a esses números. Mas pegando no caso da televisão, a popular (e, quiçá, populista) CMTV tem uma forte adesão da Classe A (em 2016, conseguiu estar apenas atrás da SIC), tal como o Big Brother já foi várias vezes o programa mais visto por todas as classes.
O Mundo, como tão bem dizes, não é estanque e a preto e branco. Seguindo a lógica do Zeca 2021, uma Antena 2 ou uma Smooth FM tinham audiências recorde no Grande Porto.
https://www.cmjornal.pt/tv-media/detalhe/cmtv_com_melhor_resultado_de_sempre_na_classe_a
https://tvi.iol.pt/bigbrother/bb2020/big-brother-2020/big-brother-bate-novo-recorde-de-audiencia
PS: Estás mais que convidado, quando vires cá abaixo, a irmos beber um copo algures no Ribatexas!
Parei no apeadeiro durante uns minutos da Observador ontem e hoje e o tema era: Candidata do PS à CM de Lisboa.Mas tu sabes qual é o candidato da Ad ou PSD, não sei se vão coligados, à Câmara do Porto, não sabes, ou seja esse tema ainda não é assunto para debate, a seu tempo veremos se falam dele ou não, só depois podes criticar, agora não há assunto algum sobre as eleições no Porto.
:)
Parei no apeadeiro durante uns minutos da Observador ontem e hoje e o tema era: Candidata do PS à CM de Lisboa.Mas tu sabes qual é o candidato da Ad ou PSD, não sei se vão coligados, à Câmara do Porto, não sabes, ou seja esse tema ainda não é assunto para debate, a seu tempo veremos se falam dele ou não, só depois podes criticar, agora não há assunto algum sobre as eleições no Porto.
:)
offtopic: o PS não tem melhor escolha para o Porto do que o ex-ministro da saúde? um eterno derrotado em eleições autárquicas...vezes sem conta... e que se está a tornar numa espécie de Ilda Figueiredo do partido rosa...
97.7 da Observador nesta altura sem emissão...98.7 Seixal ou 93.7 Amadora?
Parei no apeadeiro durante uns minutos da Observador ontem e hoje e o tema era: Candidata do PS à CM de Lisboa.Mas tu sabes qual é o candidato da Ad ou PSD, não sei se vão coligados, à Câmara do Porto, não sabes, ou seja esse tema ainda não é assunto para debate, a seu tempo veremos se falam dele ou não, só depois podes criticar, agora não há assunto algum sobre as eleições no Porto.
:)
Parei no apeadeiro durante uns minutos da Observador ontem e hoje e o tema era: Candidata do PS à CM de Lisboa.Mas tu sabes qual é o candidato da Ad ou PSD, não sei se vão coligados, à Câmara do Porto, não sabes, ou seja esse tema ainda não é assunto para debate, a seu tempo veremos se falam dele ou não, só depois podes criticar, agora não há assunto algum sobre as eleições no Porto.
:)
offtopic: o PS não tem melhor escolha para o Porto do que o ex-ministro da saúde? um eterno derrotado em eleições autárquicas...vezes sem conta... e que se está a tornar numa espécie de Ilda Figueiredo do partido rosa...
Parei no apeadeiro durante uns minutos da Observador ontem e hoje e o tema era: Candidata do PS à CM de Lisboa.Mas tu sabes qual é o candidato da Ad ou PSD, não sei se vão coligados, à Câmara do Porto, não sabes, ou seja esse tema ainda não é assunto para debate, a seu tempo veremos se falam dele ou não, só depois podes criticar, agora não há assunto algum sobre as eleições no Porto.
:)
offtopic: o PS não tem melhor escolha para o Porto do que o ex-ministro da saúde? um eterno derrotado em eleições autárquicas...vezes sem conta... e que se está a tornar numa espécie de Ilda Figueiredo do partido rosa...
A falta de gente com protagonismo nacional com base no Porto limita tudo no país e o PS está refém do DDT do PS no Porto.
O Carneiro é de Baião e pouco ou nada conhece do Porto.
ora aí está o que é: e não é por decreto ou por querermos que isso seja diferente, ou por referirmos isso a cada post, que alteramos essa dura realidade...Segunda figura do Estado: José Pedro Aguiar Branco, natural do Porto, e não faz gala pela pronuncia de esconder a origem. Pelo contrário, numa reunião onde estive com ele há uns meses, disse-nos a nós jovens para lutarmos mais pelas nossas raízes e por um país mais homogeneo.
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...
Também queria a AR e a sede do governo no Porto?
A maioria dos chefes dos governos é oriunda da província...
2025 e ainda falar em "província"...Descobrimos que o Boxx é o Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, que também nos acompanha aqui no fórum. ;D ;D
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...É para isso que uma capital serve, verdade seja dita. Como por exemplo um checo para ser primeiro-ministro ter de viver em Praga ou um espanhol ter de viver em Madrid. Discussão inútil e sem sentido.
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...
Por acaso, a capital de Portugal não é Lisboa. De facto é, mas não de jure. Continua a ser Coimbra, nunca existiu essa transição vertida para a documentação oficial.Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...É para isso que uma capital serve, verdade seja dita. Como por exemplo um checo para ser primeiro-ministro ter de viver em Praga ou um espanhol ter de viver em Madrid. Discussão inútil e sem sentido.
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...
Também queria a AR e a sede do governo no Porto?
A maioria dos chefes dos governos é oriunda da província...
A capital é onde o Rei de Portugal vivia, portanto até o Rio de Janeiro chegou a ser a nossa capital. Prefiro dar valor à situação de facto.Por acaso, a capital de Portugal não é Lisboa. De facto é, mas não de jure. Continua a ser Coimbra, nunca existiu essa transição vertida para a documentação oficial.Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...É para isso que uma capital serve, verdade seja dita. Como por exemplo um checo para ser primeiro-ministro ter de viver em Praga ou um espanhol ter de viver em Madrid. Discussão inútil e sem sentido.
https://observador.pt/2016/10/06/lisboa-nao-e-a-capital-de-portugal-e-outros-9-factos-que-nao-aprendeu-nas-aulas-de-historia/
Uma capital serve para isso, é certo, mas não tem que secar tudo à sua volta. É, por exemplo, uma desonra para o Tribunal Constitucional ter considerado uma desonra ser relocalizado em Coimbra.
Todos eles tiveram de rumar à capital do império para exercer as suas funções...É para isso que uma capital serve, verdade seja dita. Como por exemplo um checo para ser primeiro-ministro ter de viver em Praga ou um espanhol ter de viver em Madrid. Discussão inútil e sem sentido.
Século 21 e a rádio pública continua a transmitir sessões parlamentares com qualidade de telefone.
Século XXI.
Século 21 e a rádio pública continua a transmitir sessões parlamentares com qualidade de telefone.
Século XXI.
Como é que se corrige alguém no seculo XXI que chama os não lisboetas de "provincianos" ?
E esta discussão vai levar a?
E esta discussão vai levar a?
Realmente, em vez de contribuirmos para o desenvolvimento da rádio em Portugal, que tanto tem para concretizar, bem como noutras geografias, valorizamos o que nada interessa com conversas fúteis... deixa-me desolado este fórum!
O que é que esta discussão bacoca tem que ver com rádio?
Eu defendo que, nessas situações pontuais, se ocupe a Antena 2 ou a Antena 3, como já aconteceu no passado e não relegarem para a OM.
São duas redes nacionais, ao invés da RDP África.
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Eu defendo que, nessas situações pontuais, se ocupe a Antena 2 ou a Antena 3, como já aconteceu no passado e não relegarem para a OM.
São duas redes nacionais, ao invés da RDP África.
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Talvez esteja mesmo na hora de pensarmos em ter uma quarta rede nacional, como têm os nossos vizinhos. Eles ainda conseguem ter, para além das 4 RNE's + 2 Redes Regionais + SER + COPE + ESRADIO + ONDACERO + LOS40 + CAD 100 + DIAL + EUROPAFM, todas estas se escutam praticamente em 100% do território nacional. E não lhes faltam locais. Estamos longe de ser impossível completar a rede da RTP África e torna-la em algo verdadeiramente útil.
Eu defendo que, nessas situações pontuais, se ocupe a Antena 2 ou a Antena 3, como já aconteceu no passado e não relegarem para a OM.
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Talvez esteja mesmo na hora de pensarmos em ter uma quarta rede nacional, como têm os nossos vizinhos. Eles ainda conseguem ter, para além das 4 RNE's + 2 Redes Regionais + SER + COPE + ESRADIO + ONDACERO + LOS40 + CAD 100 + DIAL + EUROPAFM, todas estas se escutam praticamente em 100% do território nacional. E não lhes faltam locais. Estamos longe de ser impossível completar a rede da RTP África e torna-la em algo verdadeiramente útil.
Nós também temos duas redes regionais e olha como estão, sediadas na capital. :) Só mesmo em Portugal.
Eu defendo que, nessas situações pontuais, se ocupe a Antena 2 ou a Antena 3, como já aconteceu no passado e não relegarem para a OM.
São duas redes nacionais, ao invés da RDP África.
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Talvez esteja mesmo na hora de pensarmos em ter uma quarta rede nacional, como têm os nossos vizinhos. Eles ainda conseguem ter, para além das 4 RNE's + 2 Redes Regionais + SER + COPE + ESRADIO + ONDACERO + LOS40 + CAD 100 + DIAL + EUROPAFM, todas estas se escutam praticamente em 100% do território nacional. E não lhes faltam locais. Estamos longe de ser impossível completar a rede da RTP África e torna-la em algo verdadeiramente útil.
Nós também temos duas redes regionais e olha como estão, sediadas na capital. :) Só mesmo em Portugal.
Que, apesar da TSF ser uma rádio informativa, tem uma capilaridade débil do Trevim para Norte, à excepção do Grande Porto.
A M80, nem vale a pena comentar.
O Famalicão Guimarães ok, até pode ter bastastes ouvintes, pois o Guimarães tem simpatizantes bem aguerridos e ferrenhos e o jogo do Braga, mais a mais com classificação actual devia ter sido todo relatado na totalidade. Sem desprimor para os clubes que vou citar, imaginemos que era um Farense - Casa Pia, ou como vai ser esta Segunda um Arouca - Rio Ave, quantos ouvintes estariam de facto interessados em ouvir o relato destes jogos na integra, é que também é preciso ter isso em conta.Em Espanha, essa questão nem se coloca, porque há 3 rádios nacionais (duas delas com boas redes) que acompanham os jogos da Liga na totalidade, e com direitos radiofónicos de 100€ por jogo (COPE, SER e Marca).
Eu defendo que, nessas situações pontuais, se ocupe a Antena 2 ou a Antena 3, como já aconteceu no passado e não relegarem para a OM.
São duas redes nacionais, ao invés da RDP África.
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Talvez esteja mesmo na hora de pensarmos em ter uma quarta rede nacional, como têm os nossos vizinhos. Eles ainda conseguem ter, para além das 4 RNE's + 2 Redes Regionais + SER + COPE + ESRADIO + ONDACERO + LOS40 + CAD 100 + DIAL + EUROPAFM, todas estas se escutam praticamente em 100% do território nacional. E não lhes faltam locais. Estamos longe de ser impossível completar a rede da RTP África e torna-la em algo verdadeiramente útil.
Nós também temos duas redes regionais e olha como estão, sediadas na capital. :) Só mesmo em Portugal.
Que, apesar da TSF ser uma rádio informativa, tem uma capilaridade débil do Trevim para Norte, à excepção do Grande Porto.
A M80, nem vale a pena comentar.
Mas não deixa de ser um exemplo vivo de provincianismo parolo da corte em que se permite que a rede norte seja ocupada por uma rádio sediada em Lisboa.
O grupo TSF comprou o grupo falido PRESS - um produto absolutamente medíocre quando comparado com aquilo que era ouvido naTSF...Foi a Lusomundo - que tinha um produto mediano, a Rádio Press - quem comprou a TSF, que estava em pré-falência apesar do impacto que teve - a cobertura da estação não era famosa e isso limitava o alcance publicitário.
O Zeca tem que se convencer de uma coisa, actualmente NENHUM GRUPO empresarial do Norte ou do Porto que ter um projecto radiofónico.
É estranho, mas é verdade...
E repito o que já disse aqui várias vezes, Portugal deve ser o único País da Europa em que a segunda cidade nao tem um grande projecto de rádio.
Agora, das duas uma, ou meu caro tem dinheiro e faz um investimento no meio ou se não tem, sensibiliza quem o tem, nas vantagens de uma boa rádio portuense.
Mas tem que ser o Zeca a ter a iniciativa, porque na verdade, não há mais interessados...
O Zeca tem que se convencer de uma coisa, actualmente NENHUM GRUPO empresarial do Norte ou do Porto que ter um projecto radiofónico.
É estranho, mas é verdade...
E repito o que já disse aqui várias vezes, Portugal deve ser o único País da Europa em que a segunda cidade nao tem um grande projecto de rádio.
Agora, das duas uma, ou meu caro tem dinheiro e faz um investimento no meio ou se não tem, sensibiliza quem o tem, nas vantagens de uma boa rádio portuense.
Mas tem que ser o Zeca a ter a iniciativa, porque na verdade, não há mais interessados...
O Famalicão Guimarães ok, até pode ter bastastes ouvintes, pois o Guimarães tem simpatizantes bem aguerridos e ferrenhos e o jogo do Braga, mais a mais com classificação actual devia ter sido todo relatado na totalidade. Sem desprimor para os clubes que vou citar, imaginemos que era um Farense - Casa Pia, ou como vai ser esta Segunda um Arouca - Rio Ave, quantos ouvintes estariam de facto interessados em ouvir o relato destes jogos na integra, é que também é preciso ter isso em conta.Em Espanha, essa questão nem se coloca, porque há 3 rádios nacionais (duas delas com boas redes) que acompanham os jogos da Liga na totalidade, e com direitos radiofónicos de 100€ por jogo (COPE, SER e Marca).
O problema, é que em Portugal, qualquer coisa, é desporto a mais.
A Tarde Desportiva tem de acabar às 18h, porque senão a provedora vai dizer que é desporto a mais.
A música a metro, é que não é demasiado em nenhuma rádio.
E também não podemos esquecer que há uma enorme falta de recursos humanos na Antena 1.
Este fim-de-semana, não houve ninguém para ir a Faro fazer o Farense vs Nacional para a Antena 1 Madeira. Teve a Antena 1 Madeira que fazer de estúdio.
Relativamente aos jogos do Sp. Braga, o posicionamento da Antena 1, é o mesmo de sempre (excetuando a época passada). Se no final da época, o Sp. Braga estiver a lutar pelo título, há relatos do Sp. Braga em antena (recordo-me há uns anos o Famalicão a liderar destacadamente o campeonato durante algum tempo, e a Antena 1 ainda fez uns quantos relatos deles). Se não acontecer, só há relatos do Sp. Braga contra os 3 grandes, ou se coincidirem com a Tarde Desportiva. E quem diz o Sp. Braga, diz o Vitória, ou qualquer outro clube que possa entrar na luta pelo título, perto do término da temporada. Relativamente à TSF acompanhar os jogos do Sp. Braga, convém recordar que existe um protocolo entre a rádio e o clube.
E isso tem de ser cumprido. Também se não houvesse esse protocolo, tenho dúvidas se teriam aberto uma emissão de desporto, propositadamente para o rugby.
De qualquer das formas, é o que temos, nada a fazer.
O Zeca tem que se convencer de uma coisa, actualmente NENHUM GRUPO empresarial do Norte ou do Porto que ter um projecto radiofónico.
É estranho, mas é verdade...
E repito o que já disse aqui várias vezes, Portugal deve ser o único País da Europa em que a segunda cidade nao tem um grande projecto de rádio.
Agora, das duas uma, ou meu caro tem dinheiro e faz um investimento no meio ou se não tem, sensibiliza quem o tem, nas vantagens de uma boa rádio portuense.
Mas tem que ser o Zeca a ter a iniciativa, porque na verdade, não há mais interessados...
Em França não há nenhum grupo pujante fora de Paris...
Todos os grupos centralizam em Paris os programas base.
A France Blue que emite programação própria para e a partir de cada região sofreu uma profunda reestruturação, pois para a Radio France ter 5% é insuficiente tendo em conta os recursos e o financiamento...
Neste sentido, passou a designar-se ICI com a supervisão apertada da nova diretora de programação/geral e de outros diretores da France TV/France 3.
Exigem mais a todos os níveis, incluindo nas audiências.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
Eu tenho uma espécie de trauma com a Rádio África.
Há uns 10 anos, quando era estudante, o prédio onde vivia esteve em obras e os trabalhadores (presumo serem dos PALOP), que pegavam bastante cedo ao trabalho, escutavam o dia todo a RDP África.
Também cheguei a apanhar táxi e ouvir a RDP África.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
Eu tenho uma espécie de trauma com a Rádio África.
Há uns 10 anos, quando era estudante, o prédio onde vivia esteve em obras e os trabalhadores (presumo serem dos PALOP), que pegavam bastante cedo ao trabalho, escutavam o dia todo a RDP África.
Também cheguei a apanhar táxi e ouvir a RDP África.
Já aqui o referi, que penso que deveria existir uma "Antena Lusofonia" ao invés de uma "África", dado o contexto de imigração que temos atualmente. Seria muito bom misturar músicas do mundo onde existem comunidades de língua portuguesa.
Certo!A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
Eu tenho uma espécie de trauma com a Rádio África.
Há uns 10 anos, quando era estudante, o prédio onde vivia esteve em obras e os trabalhadores (presumo serem dos PALOP), que pegavam bastante cedo ao trabalho, escutavam o dia todo a RDP África.
Também cheguei a apanhar táxi e ouvir a RDP África.
Já aqui o referi, que penso que deveria existir uma "Antena Lusofonia" ao invés de uma "África", dado o contexto de imigração que temos atualmente. Seria muito bom misturar músicas do mundo onde existem comunidades de língua portuguesa.
Seria outra asneira.
As frequências da RDP África deviam ser usadas para criar em cada uma delas rádio regionais para essa mesma região. O Grande Porto ter uma RDP Porto a 100%, uma rádio metropolitana era ouro sobre azul.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
Eu tenho uma espécie de trauma com a Rádio África.
Há uns 10 anos, quando era estudante, o prédio onde vivia esteve em obras e os trabalhadores (presumo serem dos PALOP), que pegavam bastante cedo ao trabalho, escutavam o dia todo a RDP África.
Também cheguei a apanhar táxi e ouvir a RDP África.
Já aqui o referi, que penso que deveria existir uma "Antena Lusofonia" ao invés de uma "África", dado o contexto de imigração que temos atualmente. Seria muito bom misturar músicas do mundo onde existem comunidades de língua portuguesa.
Seria outra asneira.
As frequências da RDP África deviam ser usadas para criar em cada uma delas rádio regionais para essa mesma região. O Grande Porto ter uma RDP Porto a 100%, uma rádio metropolitana era ouro sobre azul.
A RDP África no FM português só faz sentido na Grande Lisboa, onde tem uma aceitação interessante.Acho que isso é mais um mito que outra coisa qualquer. Nunca apanhei ninguém a ouvir aquilo, só por "acidente": quando dão os relatos da Antena 1 em simultâneo. O que indicia que uma rádio com informação desportiva faria mais sentido.
Espero sinceramente que a RTP Rádio coloque outra coisa qualquer (o ideal: rádio de informação e de desporto com desdobramentos regionais) nos emissores da RDP África em Portugal em breve. É uma inutilidade total a situação actual.
Mas eu até dou de barato que, existindo uma enorme comunidade originária dos PALOP, que se pudesse meter a AFRICA nos 104.8 da SUPERFM.
Eu tenho uma espécie de trauma com a Rádio África.
Há uns 10 anos, quando era estudante, o prédio onde vivia esteve em obras e os trabalhadores (presumo serem dos PALOP), que pegavam bastante cedo ao trabalho, escutavam o dia todo a RDP África.
Também cheguei a apanhar táxi e ouvir a RDP África.
Já aqui o referi, que penso que deveria existir uma "Antena Lusofonia" ao invés de uma "África", dado o contexto de imigração que temos atualmente. Seria muito bom misturar músicas do mundo onde existem comunidades de língua portuguesa.
Seria outra asneira.
As frequências da RDP África deviam ser usadas para criar em cada uma delas rádio regionais para essa mesma região. O Grande Porto ter uma RDP Porto a 100%, uma rádio metropolitana era ouro sobre azul.
já temos uma rádio Metropolitana no Porto (até de nome), mas que na realidade é uma rádio (quase) fantasma...
Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
È factual que as pessoas a Sul dizem "Norte" a torto e a direito. Até o sotaque dizem sotaque do "Norte" quando o Norte tem vários sotaques.
Eu nunca digo que vou ao Algarve mas sim para Tavira.
Mas ja agora, são os proprios algarvios que dzem que residem no Algarve.
Um tipo do Porto diz que mora no Porto e nunca no Norte.
Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
È factual que as pessoas a Sul dizem "Norte" a torto e a direito. Até o sotaque dizem sotaque do "Norte" quando o Norte tem vários sotaques.
Eu nunca digo que vou ao Algarve mas sim para Tavira.
Mas ja agora, são os proprios algarvios que dzem que residem no Algarve.
Um tipo do Porto diz que mora no Porto e nunca no Norte.
(https://i.postimg.cc/dQfpMKtW/IMG-0888.jpg) (https://postimg.cc/14pJ62F6)Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
È factual que as pessoas a Sul dizem "Norte" a torto e a direito. Até o sotaque dizem sotaque do "Norte" quando o Norte tem vários sotaques.
Eu nunca digo que vou ao Algarve mas sim para Tavira.
Mas ja agora, são os proprios algarvios que dzem que residem no Algarve.
Um tipo do Porto diz que mora no Porto e nunca no Norte.
Zeca, aqui vai um abraço. A emissão feita a partir do Porto está a levar a TSF para as catacumbas das audiências. Que duro golpe.
(https://i.postimg.cc/dQfpMKtW/IMG-0888.jpg) (https://postimg.cc/14pJ62F6)Enquanto algarvio, já nos habituamos a ouvir pela boca dos nortenhos, que vão passar férias "na Quarteira", "na Albufeira", "no Carvoeiro", "no Alvor", e muitos deles só dizem mesmo que vão de férias para o Algarve, sem especificar o sítio. O mesmo se passa com os sulistas, quando vão passar férias para a região norte. E mais podia dizer sobre este tema, mas o off-topic já vai longo...Está madrugada de Sexta para Sábado estive a ouvir a TSF entre a 1h e as 2h.30, mais ou menos quando adormeci. Gostei do programa que esteve no ar, o problema foi que depois da 1h, não ouvi mais notícias, nem sequer às 2h da madrugada, se fosse noutra rádio compreendia, mas é a TSF.
A TSF houve uma altura em que deixou de ter notícias nas madrugadas de sábado, domingo e salvo erro segunda, já há vários meses. Entretanto, tentam assegurar escalas sempre que possível, mas nem sempre o conseguem. Por exemplo, no anterior fim-de-semana, todas as madrugadas tiveram noticiários.Pessoal, hoje reencarnei no Zeca.Aproveitando, este vídeo a recordar os 37 anos da rádio também está bem lisboeta quando têm muito a agradecer à grande audiência que têm a norte...
Para já, aproveito para desejar a todas as foristas mulher um feliz dia da mulher.
Hoje, no noticiário das 7, o Filipe Santa Bárbara, falou no dia da mulher e nas cidades portuguesas onde vão existir manifestações e falou em várias, mas só a de Lisboa teve direito a ser descrito todo o percurso.
Não havia necessidade, se até eu fiquei chateado, imagino o Zeca, que felizmente a essa hora devia estar a dormir...
https://youtu.be/LBrta5EkN9I?si=eBFVzBppMIFWybYG
A TSF é uma rádio de "Lesboa". Surgiu lá, nasceu lá, soube aproveitar uma RRN, mas exigia-se mais no Porto, capital da região Norte, do que uns estúdios num centro comercial decrépito em Mte dos Burgos. E, não é algo de agora, ouçam no vídeo a referência a "Castelo da Paiva" (é algo que me espanta, como é que a malta de Lisboa não sabe por os artigos corretos no nome das localidades, não vemos ninguém do Norte a referir-se à Coina, por exemplo). Menos mal, o vídeo ainda tem um ouvinte a falar, a partir das Praias de Matosinhos.
Duas notas sobre o mesmo:
Quem é o cromo que partiu o vidro?
96 visualizações em dois dias, é a prova viva que a TSF é a rádio portuguesa que morria de imediato, sem o FM.
Simples de explicar. O pessoal do Norte viaja para Sul mas o pessoal do Sul raramente viaja para Norte.
A consequência é que os nortenhos conhecem o Sul, os concelhos e colocam correctamente os artigos nos nomes do concelhos.
O pessoal do Sul chama "Norte " a tudo e por norma raramente identifica os concelhos por desconhecimento e ignorancia.
Para um lisboeta só existe Lisboa, Norte, Alentejo e Algarve. 80% da população do Algarve nunca passou de Lisboa para cima.
O centralismo tem desta coisas.
È factual que as pessoas a Sul dizem "Norte" a torto e a direito. Até o sotaque dizem sotaque do "Norte" quando o Norte tem vários sotaques.
Eu nunca digo que vou ao Algarve mas sim para Tavira.
Mas ja agora, são os proprios algarvios que dzem que residem no Algarve.
Um tipo do Porto diz que mora no Porto e nunca no Norte.
Zeca, aqui vai um abraço. A emissão feita a partir do Porto está a levar a TSF para as catacumbas das audiências. Que duro golpe.
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"Este homem não é do Norte, carago!"Ainda ontem falei em privado com o pdf sobre o umbiguismo da Nova, aquele "clássico" das rádios mais alternativas em Portugal. E a Nova francesa é um belo exemplo do que a nossa Nova devia ser.
Falando mais a sério, a Rádio feita no Porto está morta e a que existe moribunda...urge fazer algo para remediar, a fim de evitar o desfecho habitual:
Porque razão a Nova Era, mesmo com os reduzidos meios de dispõe, não tem a ousadia de outros tempos, seja a nivel musical, seja em animação propriamente dita?
Porque motivo a Rádio Nova, com um emissor de alcance considerável, não faz mais e melhor? Porque continua fechada numa redoma? Porque não se inspira na sua homónima francesa, e abre o espectro, criando um conceito semelhante "le grand mix"?
Se a Metropolitana fosse bem feita, já que música sabem escolher, podia ser uma boa rádio do norte, mas infelizmente não me parece que passe muito do que já é."Este homem não é do Norte, carago!"Ainda ontem falei em privado com o pdf sobre o umbiguismo da Nova, aquele "clássico" das rádios mais alternativas em Portugal. E a Nova francesa é um belo exemplo do que a nossa Nova devia ser.
Falando mais a sério, a Rádio feita no Porto está morta e a que existe moribunda...urge fazer algo para remediar, a fim de evitar o desfecho habitual:
Porque razão a Nova Era, mesmo com os reduzidos meios de dispõe, não tem a ousadia de outros tempos, seja a nivel musical, seja em animação propriamente dita?
Porque motivo a Rádio Nova, com um emissor de alcance considerável, não faz mais e melhor? Porque continua fechada numa redoma? Porque não se inspira na sua homónima francesa, e abre o espectro, criando um conceito semelhante "le grand mix"?
Mesmo assim quem me dera ter uma Nova em Lisboa. Com o fim da SBSR abriu-se um espaço, embora estejamos a falar de rádios algo diferentes no estilo musical.
Quanto à Nova Era, lá está, pena não haver empresários que comprassem a estação e dessem um novo dinamismo, porque audiência na AMP até tem, o que é um milagre.
O resto, tirando a populacha NoAr, nem vale a pena comentar: é um absoluto vazio.
Se a Metropolitana fosse bem feita, já que música sabem escolher, podia ser uma boa rádio do norte, mas infelizmente não me parece que passe muito do que já é."Este homem não é do Norte, carago!"Ainda ontem falei em privado com o pdf sobre o umbiguismo da Nova, aquele "clássico" das rádios mais alternativas em Portugal. E a Nova francesa é um belo exemplo do que a nossa Nova devia ser.
Falando mais a sério, a Rádio feita no Porto está morta e a que existe moribunda...urge fazer algo para remediar, a fim de evitar o desfecho habitual:
Porque razão a Nova Era, mesmo com os reduzidos meios de dispõe, não tem a ousadia de outros tempos, seja a nivel musical, seja em animação propriamente dita?
Porque motivo a Rádio Nova, com um emissor de alcance considerável, não faz mais e melhor? Porque continua fechada numa redoma? Porque não se inspira na sua homónima francesa, e abre o espectro, criando um conceito semelhante "le grand mix"?
Mesmo assim quem me dera ter uma Nova em Lisboa. Com o fim da SBSR abriu-se um espaço, embora estejamos a falar de rádios algo diferentes no estilo musical.
Quanto à Nova Era, lá está, pena não haver empresários que comprassem a estação e dessem um novo dinamismo, porque audiência na AMP até tem, o que é um milagre.
O resto, tirando a populacha NoAr, nem vale a pena comentar: é um absoluto vazio.
Conseguir eles conseguem escolher música razoável, nem sempre gostamos de tudo e algumas repetem-nas demais, falta é tudo o resto, desde vozes no ar, a informação mais aprofundada, etc.Se a Metropolitana fosse bem feita, já que música sabem escolher, podia ser uma boa rádio do norte, mas infelizmente não me parece que passe muito do que já é."Este homem não é do Norte, carago!"Ainda ontem falei em privado com o pdf sobre o umbiguismo da Nova, aquele "clássico" das rádios mais alternativas em Portugal. E a Nova francesa é um belo exemplo do que a nossa Nova devia ser.
Falando mais a sério, a Rádio feita no Porto está morta e a que existe moribunda...urge fazer algo para remediar, a fim de evitar o desfecho habitual:
Porque razão a Nova Era, mesmo com os reduzidos meios de dispõe, não tem a ousadia de outros tempos, seja a nivel musical, seja em animação propriamente dita?
Porque motivo a Rádio Nova, com um emissor de alcance considerável, não faz mais e melhor? Porque continua fechada numa redoma? Porque não se inspira na sua homónima francesa, e abre o espectro, criando um conceito semelhante "le grand mix"?
Mesmo assim quem me dera ter uma Nova em Lisboa. Com o fim da SBSR abriu-se um espaço, embora estejamos a falar de rádios algo diferentes no estilo musical.
Quanto à Nova Era, lá está, pena não haver empresários que comprassem a estação e dessem um novo dinamismo, porque audiência na AMP até tem, o que é um milagre.
O resto, tirando a populacha NoAr, nem vale a pena comentar: é um absoluto vazio.
acho que nem na musica se safam: ouvi aquilo com mais atenção e há lá lixo em demasia...
Se a Metropolitana fosse bem feita, já que música sabem escolher, podia ser uma boa rádio do norte, mas infelizmente não me parece que passe muito do que já é."Este homem não é do Norte, carago!"Ainda ontem falei em privado com o pdf sobre o umbiguismo da Nova, aquele "clássico" das rádios mais alternativas em Portugal. E a Nova francesa é um belo exemplo do que a nossa Nova devia ser.
Falando mais a sério, a Rádio feita no Porto está morta e a que existe moribunda...urge fazer algo para remediar, a fim de evitar o desfecho habitual:
Porque razão a Nova Era, mesmo com os reduzidos meios de dispõe, não tem a ousadia de outros tempos, seja a nivel musical, seja em animação propriamente dita?
Porque motivo a Rádio Nova, com um emissor de alcance considerável, não faz mais e melhor? Porque continua fechada numa redoma? Porque não se inspira na sua homónima francesa, e abre o espectro, criando um conceito semelhante "le grand mix"?
Mesmo assim quem me dera ter uma Nova em Lisboa. Com o fim da SBSR abriu-se um espaço, embora estejamos a falar de rádios algo diferentes no estilo musical.
Quanto à Nova Era, lá está, pena não haver empresários que comprassem a estação e dessem um novo dinamismo, porque audiência na AMP até tem, o que é um milagre.
O resto, tirando a populacha NoAr, nem vale a pena comentar: é um absoluto vazio.
acho que nem na musica se safam: ouvi aquilo com mais atenção e há lá lixo em demasia...
A Nova Era com a rede FM da defunta Batida FM devia dar umas audiências jeitosasNão sei que audiência a Nova Era ainda tem, sinceramente. Só se for no Vale do Sousa. No Porto e Gaia, acho que já morreu há muito tempo.
Certo - principalmente quando metem o pé na portuguesa e na brasileira, há temas de bradar aos céus de tão maus que são.A questão é: há música portuguesa, dentro do género da estação, em qualidade suficiente para cumprir as quotas. Estamos no tópico da TSF (já agora, se calhar algumas mensagens poderiam ir para outros tópicos), que é considerada, regra geral, a rádio com a melhor playlist. Que música portuguesa passa? Pouquíssima Pois... ???
Pois, essa é que é a questão. Na minha opinião não há, nem nunca houve, música portuguesa com qualidade em quantidade suficiente para alimentar uma rádio com um perfil mais exigente como é a TSF. É que são logo 30% e ainda por cima com uma percentagem de música recente.A Nova Era com a rede FM da defunta Batida FM devia dar umas audiências jeitosasNão sei que audiência a Nova Era ainda tem, sinceramente. Só se for no Vale do Sousa. No Porto e Gaia, acho que já morreu há muito tempo.
A Batida já esteve ligada às máquinas, hoje direi que está nos cuidados intermédios.Certo - principalmente quando metem o pé na portuguesa e na brasileira, há temas de bradar aos céus de tão maus que são.A questão é: há música portuguesa, dentro do género da estação, em qualidade suficiente para cumprir as quotas. Estamos no tópico da TSF (já agora, se calhar algumas mensagens poderiam ir para outros tópicos), que é considerada, regra geral, a rádio com a melhor playlist. Que música portuguesa passa? Pouquíssima Pois... ???
Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Vou alargar para 30 anos (1995).Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Também é verdade. Um dia faço uma lista...
Mais alguns exemplos:Vou alargar para 30 anos (1995).Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Também é verdade. Um dia faço uma lista...
96,6: RCP (versão Botelho Moniz), RCP/Nova, Mix, Best Rock, Star FM
90,4: Rádio Paris Lisboa, Rádio Europa Lisboa, Nostalgia, SBSR
91,6: XFM, Voxx
107,2: Foxx FM, Romântica, Vodafone FM
93,7: Central, Lights, Kiss FM, Fi FM
96,2: Super FM, Metropolitana (versão Ediberto Lima), MFM, Estádio
103,0: Nacional
104,3: RCP (versão MCR)
106,2: Luna, Classe FM
100,8: Capital
Assim de repente são as que me lembro, mas haverá mais certamente.
Mais alguns exemplos:Vou alargar para 30 anos (1995).Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Também é verdade. Um dia faço uma lista...
96,6: RCP (versão Botelho Moniz), RCP/Nova, Mix, Best Rock, Star FM
90,4: Rádio Paris Lisboa, Rádio Europa Lisboa, Nostalgia, SBSR
91,6: XFM, Voxx
107,2: Foxx FM, Romântica, Vodafone FM
93,7: Central, Lights, Kiss FM, Fi FM
96,2: Super FM, Metropolitana (versão Ediberto Lima), MFM, Estádio
103,0: Nacional
104,3: RCP (versão MCR)
106,2: Luna, Classe FM
100,8: Capital
Assim de repente são as que me lembro, mas haverá mais certamente.
88,0: Rádio Ocidente
92,0: Rádio Nova Antena
102,2: Rádio Pal, Rádio Sim Pal
104,8: Eco FM, Super FM
Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?Porquê que a Rádio Nova, não faz uma parceria com as universidades do Porto, para colocar jovens dos cursos de comunicação a ganharem embalagem para outros projetos?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Mais alguns exemplos:Vou alargar para 30 anos (1995).Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Também é verdade. Um dia faço uma lista...
96,6: RCP (versão Botelho Moniz), RCP/Nova, Mix, Best Rock, Star FM
90,4: Rádio Paris Lisboa, Rádio Europa Lisboa, Nostalgia, SBSR
91,6: XFM, Voxx
107,2: Foxx FM, Romântica, Vodafone FM
93,7: Central, Lights, Kiss FM, Fi FM
96,2: Super FM, Metropolitana (versão Ediberto Lima), MFM, Estádio
103,0: Nacional
104,3: RCP (versão MCR)
106,2: Luna, Classe FM
100,8: Capital
Assim de repente são as que me lembro, mas haverá mais certamente.
88,0: Rádio Ocidente
92,0: Rádio Nova Antena
102,2: Rádio Pal, Rádio Sim Pal
104,8: Eco FM, Super FM
Se a rádio morreu no Porto há muitos anos , onde é que querem que se descubram talentos para a rádio feita no Porto?Porquê que a Rádio Nova, não faz uma parceria com as universidades do Porto, para colocar jovens dos cursos de comunicação a ganharem embalagem para outros projetos?
Alguém faz omeletes sem ovos ?
A rádio no Porto começou a morrer desde que a RDP deixou de ter emissão de continuidade desde o Porto e com o definhar das locais, praticamente deixou de existir onde mostrar talento na rádio no Porto. Quem gosta, desiste por inexistência de rádios.
Andarem a discutir se a TSF tem menos audiência no Porto quando a emissão é feita no Porto, é de rir pois a TSF tem maior audiência no Porto que a Observador.
Ao longo dos últimos 20 anos, quantas rádios de Lisboa acabaram?
Quantas deram a origem a novos projetos, também falhados?
Uma imensidão delas.
Quem diz a Nova, diz a Nova Era, ou mesmo a Metropolitana.
É só uma ideia...
Era fantástico que o Grande Porto tivesse uma rádio publica, com emissão própria para o Grande Porto, nos 91.5 substituindo a RDP África que ninguém a ouve.
Era fantástico o Grande Porto ter uma rádio privada urbana para o Grande Porto, de informação/cultura/desporto/palavra que até podia adotar o nome Urbana Porto
Era fantástico o Grande Porto ter uma rádio Rock, rompendo com o marasmo musical do FM do Porto, caixa de ressonância de Lx.
Com estas 3 mudanças, o Porto sim, renascia.
E nenhuma destas duas estar sujeita à quota bacoca e reacionária de música portuguesa.Não sei se essa não será uma das principais razões da rádio nacional estar no estado miserável em que se encontra... :'(
Sem dúvida que sim. Não há produção portuguesa suficiente para alimentar 35% de uma playlist. Ainda por cima parte dela tem de ser recente. É um absurdo. Rádios de música para mim só ouço as estrangeiras e as portuguesas que estão isentas: Smooth, Oxigénio ou Nova.E nenhuma destas duas estar sujeita à quota bacoca e reacionária de música portuguesa.Não sei se essa não será uma das principais razões da rádio nacional estar no estado miserável em que se encontra... :'(
Sem dúvida que sim. Não há produção portuguesa suficiente para alimentar 35% de uma playlist. Ainda por cima parte dela tem de ser recente. É um absurdo. Rádios de música para mim só ouço as estrangeiras e as portuguesas que estão isentas: Smooth, Oxigénio ou Nova.E nenhuma destas duas estar sujeita à quota bacoca e reacionária de música portuguesa.Não sei se essa não será uma das principais razões da rádio nacional estar no estado miserável em que se encontra... :'(