Rectifico: trouxe informações erradas para o tópico da CIdade Fm. Quem me passou a informação do Luís Pinheiro ir para o lugar do Hélder Tavares na cidade estava seguro que isso iria acontecer. Notem neste podcast, aos 46 minutos: https://podtail.com/pt-PT/podcast/terapia-de-casal/tdc-255-sobre-bater-em-amigos-c-luis-pinheiro/
Luís Pinheiro confirma: fará parte da equipa das manhãs da RFM a partir de 27 de Janeiro.
Já puseste a hipótese de, à data, não teres dado uma informação errada? Terás, isso sim, dado uma informação que entretanto se alterou.
Há um equilíbrio que poderia ficar algo instável com essa transferência. É o que é. Para mim, fica é evidente que o Prof. Mendes já só deve estar no cargo no papel.
O Luís Pinheiro é capaz de ser aquela transferência que mais me deixou boquiaberto: péssimo na TV, na rádio para mim tem o nível para uma Sudoeste nada mais e agora vai diretamente para as manhãs de uma rádio que quer regressar à liderança...
Se falares em off, dizem-te exatamente o mesmo que eu vou dizer: não trocava o Luís Pinheiro pela Aurora Raposo. Aliás, nem é preciso ser em off, a Maria Correia disse para quem quis ouvir que o Luís a fazer rádio, era todo um erro de casting.
Em todo o caso, porque, naturalmente, nada do que escrevo é pessoal, desejo as maiores felicidades ao Luís neste novo desafio, esperando que as manhãs da RFM possam crescer. Parece-me bom de ver que serão Luís, Hélder e Catarina.
Em todo o caso, acho que o Pedro Ribeiro deve ter mandado abrir um Cristal Rosé depois de saber desta notícia. Embora, em matérias deste tipo, também esteja longe de ser purista.
Pergunto eu. Onde encaixar o Rodrigo?
A Catarina Figueiredo, a Jessica,a Inês Bento,a Ana Pinheiro?
Excelente questão. Se o Wi-Fi não regressar às noites, deverão ficar com uma grelha totalmente diferenciada ao fim-de-semana.
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Em História Económica e Social estuda-se amplamente a cultura de aprendizagem dos ofícios, e como isso impacta a vida das empresas e as economias. Em Portugal, como na generalidade dos países do sul da Europa, há uma cultura secular de transição de ofícios através das gerações, a que, hoje em dia, chamamos de nepotismo. Parafraseando a falecida Drª Maria José Morgado, "faz de Portugal um país pobre a atrasado". Não porque seja sintoma de corrupção, mas porque a evolução nas empresas e no Estado não se faz por via da competição que estimula a competitividade e o crescimento.