Próxima semana: Sílvia Alberto
Passou pela defunta MIX FM e era a voz no início do serviço Cotonete.
Curiosíssimo para ouvir.
Mas a Cláudia Semedo ficava muito bem em termos de tecido de vozes com o Pedro Fernandes... existem excertos dela nas manhãs da 3 (associados ao Laboratolarilolela) e era impecável!
É caso para questionar o que se passou com a Mariana Alvim. Espero que sejam apenas umas férias de inverno, nenhuma ausência mais prolongada por nenhum motivo mau.
Quanto à Claúdia, dos dois dias que piquei, gostei, embora me parecesse um tanto ou nada tímida, perante um Pedro Fernandes que é totalmente solto. Mas tem um timbre que se adequa bem, sem dúvida. Achei piada que num deles, em todas as vezes que dava o tempo, referia a temperatura para o Marco de Canaveses, para gáudio do Pedro.

Da Sílvia Alberto, confesso, não espero tanto. Mesmo como apresentadora, nunca a achei nada de extraordinário. Eu, contrariamente à opinião maioritária, prefiro que a malta da TV não ponha muito as mãos na rádio.
Novo site da RFM
Bom, avaliação de uma navegação de nem 3 minutos, muito corrida...
Pontos positivos:
A sessão fotográfica, quer dos Animadores, quer dos bastidores, ficou ótima, dá um aspeto divertido ao pessoal. Há quem parece que rejenuvesceu um par de anos. Porém, a pixelização das imagens deixa algo a desejar. Nota-se bastante, por exemplo, na bio do Pedro Fernandes.
A possibilidade de dar um voto positivo às músicas, quer à que está no ar ao momento, quer às que passaram.
Pontos negativos:
Página inicial: perde-se o destaque do "Agora no Ar", a rádio FM fica num quadradinho pequeno, junto com as demais 3000 rádios online, com o nome do animador a passar em letras que obrigam praticamente a óculos. No canto superior direito há um botão redondo, q.b. pequeno e tímido com um "ouvir".
Há um banner de publicidade enorme, que ocupa quase meia página, que é um quadrado branco, na parte superior do site. A ser corrigido, percebo que a publicidade venda, mas desincentiva a navegação.
Indo à página, ao abrir, sinto que estou a entrar no site do "Dioguinho", tenho de andar kms para ver qualquer coisa que seja mesmo sobre a rádio, ainda por cima a levar com o logo em cima dos conteúdos, que não desaparece ou encolhe para a parte superior. Para se ter uma ideia, o primeiro conteúdo que encontro sobre rádio é uma entrevista de um rapper à RDP África, em que revelou que cortou a 25/04 para gravar um videoclipe.
E quando surge, como seja o metaverso, ou a votação para o Top 25 RFM é... um simples botão, em forma caixa de texto, vermelho, com letras a branco, sem uma imagem sugestiva sequer. Têm dentro de casa quem lhes faça o serviço melhor do que o que está este site.
Ficha Técnica: continua desatualizada, o João Porto ainda é locutor, as Inês nem existem, a Jéssica só é Santos, e editora de multimédia. By the way, não conseguiram corrigir a existência das duas Jéssicas, a Mendes é animadora, a Santos a que edita as notícias do site, juntamente com a Madalena. Continuam a existir artigos que devem ser escritos por outras pessoas, que não têm nome. Ok, a RFM não é uma informativa, e como estamos a ver nas renovações de alvarás, a ERC está bem chill com isso, mas ainda assim...
Nónio: essa coisa ainda existe sequer? Para quê o destaque assinalável?
Transparência: ok, já incluiram a Mega Viseu como um serviço autónomo (curiosamente a de Sintra não surge em lado nenhum), mas continuam a mencionar a Rádio Sim No Ar.
Podcasts: estão lá no fundo, muito profundo. Quase como o convite a escutar a emissão, diga-se.
Frequeências: bom quem quiser procurar uma frequência de Vila Real tem de fazer 18 cliques, das ilhas são mais. Mais vale irem ao FMScan ou à base de dados do Mundo da Rádio.
Pior que tudo, é quase preciso um curso para se achar os links para as redes sociais. Isso é um erro de palmatória em 2024.
No fundo, percebo a ideia, tornar mais clean, não sei se foi muito bem sucedido. Perdeu alguma da agressividade que se associa à marca, ficou demasiado similar aos sites do social. A menos que seja esse o objetivo... mas o original costuma ser sempre melhor que a cópia, não é verdade?