Não tenho que ter cuidado com a linguagem, porque eu não ofendi ninguém.
Mas preciso de o fazer, para expor as minhas opiniões.
Mas, foi quando ela saiu, que o vi, com ataques desenfeeados ao Nelson Cunha, que é um profissional Íntegro, já muita experiência, desde os tempos da extinta Rádio Capital. Tem defeitos e comete erros, como todos nós.
Nunca se atacou a Inês, falou se num caso de não adaptação à Mega, nada mais...
Se acha a expressão "mais que tudo" fraca, obviamente discordo. Todos aqui sabemos a que contexto está associada essa expressão, não preciso certamente de lhe ensinar. Ou se calhar não sabe o que é isso, mas adiante. Ultrapassemos.
Quando entende que ataquei o Nelson Cunha, está a confundir conceitos. Critiquei, isso sim, opções editoriais, o que me parece absolutamente legítimo. E já vem de há algum tempo. Penso que a Inês ainda estava na RFM, quando terminou o Não é Tarde nem é Cedo e aqui carreguei na tinta. A formulação original do Drive-In simplesmente não funcionou, foi a sorte da Inês Andrade sair para a RFM que fez com que aquilo desse uma volta. Lembro-me particularmente da desmotivação assumida da Teresa quando encostaram a melhor voz feminina da estação no horário das 10H. A partir daí nunca mais o empenho dela foi igual, isso é notório. Critiquei o Nelson nesta questão da defesa indefensável do Conguito, farto-me de o criticar por ter as duas melhores vozes masculinas com um papel absolutamente secundário... e sim, critiquei-o também por causa da Inês, que, como comprova esta decisão do António Mendes de a chamar de volta e escolher como locutora para as manhãs de fim-de-semana, para uma estação que deve ter 10x mais audiência real que a Mega, mostra o valor imenso que ela tem ali em bruto, para lapidar. Foi absolutamente incompreensível escolher a Pilar em Abril em deterimento da Inês. Para o final, a Inês já nem fins-de-semana fazia. O que acha que é isto, senão embirração e encostar? Chama-lhe não adaptação? Ok. É um bom eufemismo. Depois, o R4 ainda veio aqui subtilmente tentar atirar as culpas para problemas de amizade... mas as pessoas são profissionais ou não são? Uma rádio não é o 9E da C+S, mas às vezes a Mega parece.
Só ouvi os dois últimos takes, mas acho que a Inês encaixa belíssimamente no perfil RFM. Para estreia, notei-a mais segura do que a Jéssica, e até melhor do que algumas vezes na Mega. Estão ambas de parabéns por estas oportunidades.
Foi, como disse, o estmkt uma boa aposta, tal como a Jéssica. Se for filha do Mendes, pelo menos teve a decência de separar o pai do papel de diretor, podia perfeitame ter trocado e posto-a a fazer as manhãs, dava-lhe mais destaque. Não é como em outros casos... mas isso quem tiver Instagram, não será dificil de investigar.
Em qualquer caso, é um rejenuvescimento da RFM que muito se saúda. Mais vozes há que lá podem ter lugar.