Não atirei culpas para cima de ninguém, até por no caso, não houve dolo.
A miúda estava num sítio, não se adoptou, voltou para o lugar anterior. Aconteceu em tempos o mesmo à Joana Gama, que vinda da Mega, não se adoptou na RFM, passados uns meses regressa à Mega. Sem dramas...
E para já a Inês está na equipa de produção do Café da Manhã.
Se o António lhe vai dar, outras opções no futuro, veremos...
Mas, sem culpados, as coisas são o que são..
Não se trata de dolo, obviamente, até porque a entidade patronal é a mesma. Não obstante, a forma como escrevemos, subliminarmente transmite uma mensagem que passa para o público e para quem, dentro do meio, lê o fórum. Não se adaptou ou não quiseram que se adaptasse? Pois... Nestas coisas, vejo sempre mais culpa das chefias, seja na Mega, no Pingo Doce ou na EDP. É a chefia que tem a obrigação de enquadrar e dar oportunidades de crescimento ao profissional. Até porque, não seria a Inês que chegava lá uma bela manhã e dizia "hoje o micro é meu". Quantas horas de locução teve a Inês na Mega? Foi bombeira de serviço todo o mês de agosto, onde esteve bastante bem a fazer o Snooze com o Diogo e com o Alexandre. Quando esteve a fazer painel com a Pilar, a pessoa com o CV mais próximo dela, a meu ver, as diferenças eram significativas, na qualidade de uma e de outra.
Ponto de ordem, não tenho nenhuma razão válida para estar a defender a Inês, mas para mim, terá sido dos casos mais injustos que ocorreram na rádio no último ano, no que a atitudes para com profissionais diz respeito, verdadeiramente só superado pela humilhação de por a Laura Ferreira a fazer locais de Vale de Cambra durante 3 meses na Cidade FM, e da novela que por aí houve no meio.
PS: Obviamente o episódio manhãs da Antena 1 tem muito mais relevância, mas aí a humilhação é geral para com todos os profissionais da casa, não para com um em particular.