Autor Tópico: M80  (Lida 187056 vezes)

pdnf

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Re: M80
« Responder #795 em: Dezembro 20, 2025, 08:07:09 pm »
Entretanto, como depreendo que ninguém por aqui deu nota disso, parece que as manhãs da M80 passaram pelo Parlamento Europeu na passada 4ª feira...

https://m80.pt/artigo/macaquinhos-no-sotao-preco-certo-no-parlamento-europeu?fbclid=IwY2xjawOyXDlleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeNoMZUIOfSIriGoZUeWyN1U5kB_iHvinLhtclzVur9iKk5umbMTxIT7IQyXQ_aem__smTpynKFF1igE0dwueq0g

Aos 8:50 é autenticamente o sketch do Ruído, tal é o riso forçado da Ana Moreira. É impressão minha ou isto ficou ainda pior com a mudança?
Tão plástico quanto o programa, só mesmo a Srª Fartura, que adora ir a estes programas, mas que fica sempre estranhamente pouco à vontade.

Aparte desse aspeto, dar nota de que sou sempre da opinião, que estas emissões, menos musicadas, e que aproximam os órgãos de soberania da vida das pessoas.
Também dar nota que, de acordo com o Nuno Castilho de Matos, foi a primeira emissão fora de Portugal da M80, o que também não deixa de ser assinalável:
https://www.linkedin.com/posts/nuno-castilho-de-matos-aa985810_esta-semana-a-m80-foi-numa-viagem-rel%C3%A2mpago-activity-7408181945718755328-BSHj?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc

Segundo as suas redes Sociais, a M80 atinge neste ultimo Barometro do ano, o seu melhor resultado de sempre...
A ser isso verdade, não vão mudar nada e é pena.

Certo, publicitam 1.8 Milhões de ouvintes.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

Atento

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Re: M80
« Responder #796 em: Dezembro 20, 2025, 08:31:24 pm »
Entretanto, como depreendo que ninguém por aqui deu nota disso, parece que as manhãs da M80 passaram pelo Parlamento Europeu na passada 4ª feira...

https://m80.pt/artigo/macaquinhos-no-sotao-preco-certo-no-parlamento-europeu?fbclid=IwY2xjawOyXDlleHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEeNoMZUIOfSIriGoZUeWyN1U5kB_iHvinLhtclzVur9iKk5umbMTxIT7IQyXQ_aem__smTpynKFF1igE0dwueq0g

Aos 8:50 é autenticamente o sketch do Ruído, tal é o riso forçado da Ana Moreira. É impressão minha ou isto ficou ainda pior com a mudança?
Tão plástico quanto o programa, só mesmo a Srª Fartura, que adora ir a estes programas, mas que fica sempre estranhamente pouco à vontade.

Aparte desse aspeto, dar nota de que sou sempre da opinião, que estas emissões, menos musicadas, e que aproximam os órgãos de soberania da vida das pessoas.
Também dar nota que, de acordo com o Nuno Castilho de Matos, foi a primeira emissão fora de Portugal da M80, o que também não deixa de ser assinalável:
https://www.linkedin.com/posts/nuno-castilho-de-matos-aa985810_esta-semana-a-m80-foi-numa-viagem-rel%C3%A2mpago-activity-7408181945718755328-BSHj?utm_source=share&utm_medium=member_android&rcm=ACoAABG81lABaNdhrEZ5m1Y_Bw2YKcleyItBbXc

Segundo as suas redes Sociais, a M80 atinge neste ultimo Barometro do ano, o seu melhor resultado de sempre...
A ser isso verdade, não vão mudar nada e é pena.

Certo, publicitam 1.8 Milhões de ouvintes.


Semanalmente ou diariamente?

Se for diariamente tem tantos ouvintes como a CADENA 100, em Espanha...

pdnf

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Re: M80
« Responder #797 em: Dezembro 20, 2025, 11:23:45 pm »
Semanalmente ou diariamente?

Se for diariamente tem tantos ouvintes como a CADENA 100, em Espanha...

https://www.meiosepublicidade.pt/2025/12/19/m80-termina-o-ano-com-maximo-historico-de-escuta-diaria

Diários. Por acaso, curiosamente, apesar dos estilos diferenciados de música, em minha opinião, são as duas nacionais mais fracas da Península, nem uma nem outra me enchem as medidas.
Rádio é:
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tuscano332

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Re: M80
« Responder #798 em: Dezembro 26, 2025, 01:01:39 pm »
Esta manhã acordei às 9h e através de uma aplicação de rádios verifiquei a Ana Moreira estava na M80, em directo sozinha a fazer emissão(tal como o Pedro Ribeiro na Comercial, as 3 da Manhã na RR era gravado, pois foi o jornalista de plantão que introduziu o desporto e não houve interecção nenhuma), aproveitei para matar algumas saudades da sua voz desde as 9h.10 até ao fim do programa, pois na companhia do resto dos colegas, não dá mesmo para ouvir aquilo, além da concorrência ser melhor.

Luis P Borges

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Re: M80
« Responder #799 em: Janeiro 01, 2026, 01:33:29 pm »

A M80 neste primeiro dia de 2026, está fazer Jus ao nome que tem! A passar as Músicas dos Anos 80, as mais marcantes, sem palavras pelo meio, sem animadores, com aquela superficialidade, a anunciar o óbvio, a dizerem banalidades. Tenho estado a ouvir durante todo o dia. E Preferiria uma M80 nestes moldes. O que os animadores acrescentam, com aquilo que dizem?...O que é um animador nos tempo de hoje?.... Questiono-me sobre isso. Não oiço rádio para ouvir qualquer animador. Oiço ou pela música, eventualmente pelas noticias, uma reportagem, e nunca pelo animador. Excecionalmente, para confirmar a regra, oiça com agrado o José Carlos Trindade na manha da Antena 1. E um Realizador de Programas: Luís Caetano da Antena 2. De resto e no que a animadores diz respeito, é tudo muito rasteiro. Todos a dzerem o mesmo, na chamada continuidade.

estvmkt

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Re: M80
« Responder #800 em: Janeiro 01, 2026, 01:40:42 pm »
Já apanhei anos 90 e 2000

Luis P Borges

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Re: M80
« Responder #801 em: Janeiro 01, 2026, 02:27:40 pm »
Do que tenho ouvido, só apanhei mesmo anos 80. MAs sim, com certeza também estão a passar dos anos 90 e 2000!...o Dia de hoje é feito com o lema: 'Musica nº1 neste primeiro dia do ano'. Devem estar a passar só aquelas músicas de topo dos anos 80, 90 e 2000!.

tuscano332

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Re: M80
« Responder #802 em: Janeiro 01, 2026, 05:03:15 pm »
Muito boa a playlist, pelo menos das 15h ate às  17h , é  preciso ser dia de festa.

joao_s

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Re: M80
« Responder #803 em: Janeiro 01, 2026, 09:28:41 pm »
Noutras paragens, rádios no target da ‘M80’, ou seja, intergeracionais, portanto, vocacionadas para audiências em larga escala, compõem as bandas sonoras de forma a contemplar todos os períodos da música contemporânea. Não são estanques a uma dada década ou décadas, verifica-se que os temas recentes também vão para o ar, embora numa reduzida percentagem face ao restante repositório, o mesmo se verifica em relação aos temas mais antigos, digamos das décadas de 50, quiçá 60. Talvez o objetivo seja encaminhar o auditório para outras tipologias de produtos radiofónicos que os mesmos operadores disponibilizam. A estratégia visada pressupõe um acervo musical em tese quase ilimitado, face a uma estratégia estanque, logo, limitada. Esta é parte de uma fórmula que engloba, ainda, a estruturação de uma grelha de programas apelativa e também a criatividade, e até ousadia, dos dinamizadores, inclusive na forma como se relacionam com o público que os ouve.

Portanto, a designação M80 é redutora daquilo que deve ser uma verdadeira ‘M80’, no entanto alterar o nome de uma marca solidamente implementada é, a meu ver, arriscado.

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Uma característica das democracias liberais ocidentais, consiste na liberdade de criação cultural, que emana das sociedades civis, e que rapidamente se disseminam pelos vários países, permitindo, por essa via, entre outras, que os povos partilhem modus vivendi semelhantes. A música é uma forma de expressão cultural que rapidamente atravessa fronteiras.

Vejamos alguns exemplos de temas aparentemente simples e que conquistaram sucessos em toda a Europa, suscitando o interesse de milhões de pessoas.

Em 1980, a RTP iniciava as emissões regulares de TV a cores. Na altura eramos crianças, pelo que a animação a cores era bastante apelativa e “colava” grupos de crianças ao ecrã: esta foi a primeira série animada a cores de matriz ocidental difundida pela RTP1 e outra, um ano depois, etc.
Nessa altura, este tema era comum na rádio ocidental, também na nacional, e de “fácil” audição para crianças e adultos:

KOOL AND THE GANG – Celebration (1980)  3|5  (mais tarde, o muito tocado na rádio FM: KOOL AND THE GANG – Cherish (1985)  4|5, também no TNT, 99.8 FM Estéreo da Rádio Comercial)

Um dos vários ícones da década de 70. O tema seguinte conquistou os europeus pela essência, carisma e voz única, embrulhados numa melodia intemporal, embora característica da era Disco Sound. Parece básico, mas não, é uma excelente canção.

Hiperligação dupla:
esquerda – versão menos conhecida, composta com imagens da TVE; direita – áudio que conhecemos desde sempre, maior carisma

BARRY WHITE – You're The First, The Last, My Everything (1974)  5|5

Foram a banda que abriu o mítico evento Live Aid que, em 1985, juntou músicos dos dois lados do Atlântico. Envolveu a travessia do oceano de Phil Collins, no supersónico Concorde, a ponto de atuar em Londres (estádio de Wembley) e 3 horas depois em Filadélfia (estádio JFK). A RTP transmitiu em direto, com emissão desdobrada entre RTP1 e RTP2. Outro tema acessível para todas as faixas etárias e que fez furor por essa Europa fora.

Hiperligação tripla:
esquerda – vídeo original; centro – atuação Live Aid; direita – atuação na ZDF, segundo operador público da Alemanha.

STATUS QUO - Rockin' All Over The World (1977)  3|5

Basta falar com outros europeus e constatamos que a nossa “base” musical é a mesma (não só, mas aqui o tema é rádio). É assim há décadas.
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pdnf

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Re: M80
« Responder #804 em: Janeiro 02, 2026, 12:53:31 am »
Noutras paragens, rádios no target da ‘M80’, ou seja, intergeracionais, portanto, vocacionadas para audiências em larga escala, compõem as bandas sonoras de forma a contemplar todos os períodos da música contemporânea. Não são estanques a uma dada década ou décadas, verifica-se que os temas recentes também vão para o ar, embora numa reduzida percentagem face ao restante repositório, o mesmo se verifica em relação aos temas mais antigos, digamos das décadas de 50, quiçá 60. Talvez o objetivo seja encaminhar o auditório para outras tipologias de produtos radiofónicos que os mesmos operadores disponibilizam. A estratégia visada pressupõe um acervo musical em tese quase ilimitado, face a uma estratégia estanque, logo, limitada. Esta é parte de uma fórmula que engloba, ainda, a estruturação de uma grelha de programas apelativa e também a criatividade, e até ousadia, dos dinamizadores, inclusive na forma como se relacionam com o público que os ouve.

Portanto, a designação M80 é redutora daquilo que deve ser uma verdadeira ‘M80’, no entanto alterar o nome de uma marca solidamente implementada é, a meu ver, arriscado.
Não estou bem a ver como é que, em Portugal, uma rádio tocaria um êxito dos anos 50, por exemplo, do Elvis, e, de seguida, meteria um tema da Sabrina Carpenter ou da Dua Lipa. Na realidade portuguesa, imaginem, Carlos Paião e, logo de seguida, Plutónio? Neh...
A existência de estações segmentadas, principalmente quando operam numa lógica de grupo, é muito positiva, a meu ver. O grande problema é, isso sim, dentro dos grupos, a união ser só para a Festa de Natal. Os produtos têm de ser percepcionados como uma extensão uns dos outros, levando a que existam sinergias que se revelem visíveis para os ouvintes.

Porque sim, não tenham dúvidas de que mesmo um teenager de hoje, não vai procurar de quando em vez, ouvir uma M80. É que ouvem mesmo. Claro que em 5% do tempo, mas não há esse meter em gavetas, o que não é, nem nunca será, segmentação de produto, porque o público não é estanque.


A M80 neste primeiro dia de 2026, está fazer Jus ao nome que tem! A passar as Músicas dos Anos 80, as mais marcantes, sem palavras pelo meio, sem animadores, com aquela superficialidade, a anunciar o óbvio, a dizerem banalidades. Tenho estado a ouvir durante todo o dia. E Preferiria uma M80 nestes moldes. O que os animadores acrescentam, com aquilo que dizem?...O que é um animador nos tempo de hoje?.... Questiono-me sobre isso. Não oiço rádio para ouvir qualquer animador. Oiço ou pela música, eventualmente pelas noticias, uma reportagem, e nunca pelo animador. Excecionalmente, para confirmar a regra, oiça com agrado o José Carlos Trindade na manha da Antena 1. E um Realizador de Programas: Luís Caetano da Antena 2. De resto e no que a animadores diz respeito, é tudo muito rasteiro. Todos a dzerem o mesmo, na chamada continuidade.
Não são os animadores que são fracos. É, isso sim, aquilo que os deixam fazer, regra geral. Basta vermos quando, nos formatos podcast, saem para fora de pé.
Rádio sem animação, não é rádio, é o Spotify FM.
Agora, que a animação é muito fraquinha na M80? Seguramente. As continuidades, fora das pontas da manhã e da tarde regra geral são também muito pouco na generalidade das estações? Verdade. Mas, mudas o locutor de horário e vês a diferença.
Rádio é:
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tuscano332

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Re: M80
« Responder #805 em: Janeiro 02, 2026, 01:01:37 am »
A M80 só tem 3 vozes, Ana Moreira,  Vanda Miranda e Elsa Teixeira, o resto, estarem lá ou só playlist vai dar ao mesmo, o que é muito pouco.  A troca recente das vozes na manhã e da tarde, não afetou nenhuma das 2, o problema é o resto, que por exemplo no caso do programa da manhã é mau.

radio do sul

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Re: M80
« Responder #806 em: Janeiro 02, 2026, 09:32:35 pm »
Noutras paragens, rádios no target da ‘M80’, ou seja, intergeracionais, portanto, vocacionadas para audiências em larga escala, compõem as bandas sonoras de forma a contemplar todos os períodos da música contemporânea. Não são estanques a uma dada década ou décadas, verifica-se que os temas recentes também vão para o ar, embora numa reduzida percentagem face ao restante repositório, o mesmo se verifica em relação aos temas mais antigos, digamos das décadas de 50, quiçá 60. Talvez o objetivo seja encaminhar o auditório para outras tipologias de produtos radiofónicos que os mesmos operadores disponibilizam. A estratégia visada pressupõe um acervo musical em tese quase ilimitado, face a uma estratégia estanque, logo, limitada. Esta é parte de uma fórmula que engloba, ainda, a estruturação de uma grelha de programas apelativa e também a criatividade, e até ousadia, dos dinamizadores, inclusive na forma como se relacionam com o público que os ouve.

Mas uma coisa é certa: a música das décadas de 50 e 60 tem espaço em muitas emissoras europeias e em Portugal, não. Finaram-se a Star, a Sim e a Nostalgia e que rádio se voltou para esse auditório? Nenhuma. Num país com uma população claramente cada vez mais sénior, este segmento está claramente a falhar. Uma rádio com esse tipo de seleção musical tem pernas para andar, tem ouvidos para a escutar...

Portanto, a designação M80 é redutora daquilo que deve ser uma verdadeira ‘M80’, no entanto alterar o nome de uma marca solidamente implementada é, a meu ver, arriscado.
Não estou bem a ver como é que, em Portugal, uma rádio tocaria um êxito dos anos 50, por exemplo, do Elvis, e, de seguida, meteria um tema da Sabrina Carpenter ou da Dua Lipa. Na realidade portuguesa, imaginem, Carlos Paião e, logo de seguida, Plutónio? Neh...
A existência de estações segmentadas, principalmente quando operam numa lógica de grupo, é muito positiva, a meu ver. O grande problema é, isso sim, dentro dos grupos, a união ser só para a Festa de Natal. Os produtos têm de ser percepcionados como uma extensão uns dos outros, levando a que existam sinergias que se revelem visíveis para os ouvintes.

Porque sim, não tenham dúvidas de que mesmo um teenager de hoje, não vai procurar de quando em vez, ouvir uma M80. É que ouvem mesmo. Claro que em 5% do tempo, mas não há esse meter em gavetas, o que não é, nem nunca será, segmentação de produto, porque o público não é estanque.


A M80 neste primeiro dia de 2026, está fazer Jus ao nome que tem! A passar as Músicas dos Anos 80, as mais marcantes, sem palavras pelo meio, sem animadores, com aquela superficialidade, a anunciar o óbvio, a dizerem banalidades. Tenho estado a ouvir durante todo o dia. E Preferiria uma M80 nestes moldes. O que os animadores acrescentam, com aquilo que dizem?...O que é um animador nos tempo de hoje?.... Questiono-me sobre isso. Não oiço rádio para ouvir qualquer animador. Oiço ou pela música, eventualmente pelas noticias, uma reportagem, e nunca pelo animador. Excecionalmente, para confirmar a regra, oiça com agrado o José Carlos Trindade na manha da Antena 1. E um Realizador de Programas: Luís Caetano da Antena 2. De resto e no que a animadores diz respeito, é tudo muito rasteiro. Todos a dzerem o mesmo, na chamada continuidade.
Não são os animadores que são fracos. É, isso sim, aquilo que os deixam fazer, regra geral. Basta vermos quando, nos formatos podcast, saem para fora de pé.
Rádio sem animação, não é rádio, é o Spotify FM.
Agora, que a animação é muito fraquinha na M80? Seguramente. As continuidades, fora das pontas da manhã e da tarde regra geral são também muito pouco na generalidade das estações? Verdade. Mas, mudas o locutor de horário e vês a diferença.

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Re: M80
« Responder #807 em: Janeiro 02, 2026, 09:35:33 pm »
Mas uma coisa é certa: a música das décadas de 50 e 60 tem espaço em muitas emissoras europeias e em Portugal, não. Finaram-se a Star, a Sim e a Nostalgia e que rádio se voltou para esse auditório? Nenhuma. Num país com uma população claramente cada vez mais sénior, este segmento está claramente a falhar. Uma rádio com esse tipo de seleção musical tem pernas para andar, tem ouvidos para a escutar...

Memorias da Radio

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Re: M80
« Responder #808 em: Janeiro 02, 2026, 10:50:54 pm »
... e será que vai ter locutores um dia destes?

Sofia Morais a fazer hoje 21-23 na M80 e a fechar o painel dela com um take às... 22h38. A regra ditaria que o mínimo seria 22h40 e quanto mais próximo do fecho melhor. Cedíssimo, a fechar isto.

Já nem falo de usarem locutores da Smooth na M80.

Amanhã também fará 21-23.

tuscano332

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Re: M80
« Responder #809 em: Janeiro 02, 2026, 11:36:08 pm »
... e será que vai ter locutores um dia destes?

Sofia Morais a fazer hoje 21-23 na M80 e a fechar o painel dela com um take às... 22h38. A regra ditaria que o mínimo seria 22h40 e quanto mais próximo do fecho melhor. Cedíssimo, a fechar isto.

Já nem falo de usarem locutores da Smooth na M80.

Amanhã também fará 21-23.
A sorte da M80 e até da Smooth, é tanto a Sofia Morais, quanto o João Vaz, provavelmente não terem outro lugar para onde ir, caso saíssem do grupo, por isso calam-se  e sujeitam-se a isto.