O fim de tarde com o Alberto Rocha só terá sucesso se a rádio passar a ser uma espécie de Festival/No Ar, com participação do auditório, mensagens e musica popular portuguesa.
Para ser diferente do resto, só assim podem crescer no Porto e em Lisboa.
Mas para isso precisam de cortar nos noticiários e deixar as meias horas com isso.
No fundo, entalar em duas horas ou três, uma Festival/No Ar/Popular.
Sou totalmente contra o fim dos noticiários às meias horas ou de quaisquer cortes nos noticiários. Temos informação a menos na rádio portuguesa e queiramos ou não é o forte da Medialivre, mesmo que não concordemos com o ângulo.
E também sou totalmente contra copycats da Festival / No Ar ou alterações de um único painel para ter musica pimba. Quebras de grelha não fazem sentido algum.
Explique-me como é que enquadra uma dupla claramente ligada á musica popular e à rádio popular sem que se faça uma rádio de cariz mais popular ?
Com noticiários de 15 minutos às horas certas e mais 10 às meias horas, mais publicidade o que sobra ?
Ninguém aguenta.
A dupla até pode fazer sucesso pois tem cariz popular e se a CM os colocou no regresso a casa não é para combater com uma Observador/TSF/Antena 1.
O Zeca aqui tem razão.
Mas acrescento para ser uma rádio de cariz popular a CMR tem de "uniformizar" a grelha. Este final de tarde, vai em princípio, ser diferente das manhãs que no geral tem um "tom" um pouco mais "sério".
E também deviam deixar os simultâneos do Grande Jornal (pelo menos). Duvido que alguém ouça aquilo. Os da noite não tem mal nenhum, é um "horário morto" em rádio.
Assim que houver relatos de futebol, ou desde o começo do debate de futebol nocturno até ao fim do Noite das Estrelas estou de acordo com o simultâneo, no resto não, não faz sentido e até é incomodativo.
Em relação ao espaço do Rocha e da Luciana, sim, não há outra coisa a fazer se não tornar o horário mais popular. Começar a passar Adele, Bruno Mars, Taylor Swift, etc, estilo musical da Comercial ou RFM, com eles os dois à frente da emissão destoa, soa mal, não tem de ser tudo pimba, mas em parte tem de ser.