Autor Tópico: Rádio Observador  (Lida 807818 vezes)

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2670 em: Maio 21, 2024, 11:10:01 am »
Ninguém comprou nada de pistola na mão. Ninguém vendeu nada ameaçado de morte. Vai reclamar com os teus conterrâneos que venderam as rádios aos grupos. Eles provavelmente vão explicar lhe direitinho porque o fizeram.

E chega desta choradeira porque já demos pelo teu ressabiamento.
Também trabalhas na Observador ?

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2671 em: Maio 21, 2024, 11:12:35 am »
O Zeca,uma rádio que marca a diferença merece ser ouvida em território nacional. Se fosse um leitor mp3 ok,mas falamos numa rádio de palavra. O Zeca tenha mais paciência e fique mais informado na Observador. Quando emitir para Viseu la terei que trocar a RFM pela Observador.
Só peço que a CMR também chegue a Viseu.
O interior merece igualdade de oportunidades que o litoral e Viseu neste momento tem estrutura de cidade do litoral.
Horas de ponta,bem caóticas isto no pos pandemia.
Movimenta um enorme fluxo de pessoas. Tem um dos maiores shoppings do país. A nivel de lojas este está a reorganizar e trouxe já KFC e brevemente a Primark. A nivel de supermercados tem algo que nem Coimbra e Aveiro teem. Vai ter Coimbra a seguir a Viseu: ter Continente, Pingo Doce,Lidl,Aldi,Mini preço,Auchan e Mercadona. Aveiro não tem Aldi e Coimbra aguarda Mercadona.
Ou seja,Viseu só lhe falta uma universidade pública para ser mais atractiva. Ao contrário da Guarda muito parada e com potencial para mais. Viseu falta ter mais indústrias no concelho. Mas a nível de crescimento cresceu a olhos vistos. O Ruicleto pode o confirmar. Repeses,Ranhados (ao pé do Palácio do Gelo),Marzovelos,Gumiraes,Travassos de Cima.

O país inteiro está cheio de boas palavras vindas do reino. O tal país está cheio desse discurso centralista. Passe a fronteira e descubra uma realidade diferente em todo o lado onde as regiões têm vida e não precisam da boa a habitual palavra da sede do reino. Mas, agora com mais 15 bilioes a investir na Capital, mais inchados vão ficar da soberba.

nelsonsoares

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Re: Rádio Observador
« Responder #2672 em: Maio 21, 2024, 11:23:05 am »
O Zeca,uma rádio que marca a diferença merece ser ouvida em território nacional. Se fosse um leitor mp3 ok,mas falamos numa rádio de palavra. O Zeca tenha mais paciência e fique mais informado na Observador. Quando emitir para Viseu la terei que trocar a RFM pela Observador.
Só peço que a CMR também chegue a Viseu.
O interior merece igualdade de oportunidades que o litoral e Viseu neste momento tem estrutura de cidade do litoral.
Horas de ponta,bem caóticas isto no pos pandemia.
Movimenta um enorme fluxo de pessoas. Tem um dos maiores shoppings do país. A nivel de lojas este está a reorganizar e trouxe já KFC e brevemente a Primark. A nivel de supermercados tem algo que nem Coimbra e Aveiro teem. Vai ter Coimbra a seguir a Viseu: ter Continente, Pingo Doce,Lidl,Aldi,Mini preço,Auchan e Mercadona. Aveiro não tem Aldi e Coimbra aguarda Mercadona.
Ou seja,Viseu só lhe falta uma universidade pública para ser mais atractiva. Ao contrário da Guarda muito parada e com potencial para mais. Viseu falta ter mais indústrias no concelho. Mas a nível de crescimento cresceu a olhos vistos. O Ruicleto pode o confirmar. Repeses,Ranhados (ao pé do Palácio do Gelo),Marzovelos,Gumiraes,Travassos de Cima.
O IPV é uma universidade pública, que tem pólos para CTesp's em Moimenta da Beira, Lamego, Sernacelhe e São Pedro do Sul.
O ensino politécnico é também bastante importante, para o desenvolvimento do país. Nem toda a gente tem a possibilidade de estudar em Lisboa e Porto, em universidades privadas, e estes institutos politécnicos permitem que todos tenham facilidade de acesso ao ensino superior, seja por CTesp's, ou mesmo através das licenciaturas.

nelsonsoares

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Re: Rádio Observador
« Responder #2673 em: Maio 21, 2024, 11:31:37 am »
Isto resolvia-se bem: abertura de concursos para licenças por região NUT's III, com emissores em condições para se ouvirem em toda a regão sem problema, e estava feito. Seriam menos do que os atuais. Em contraponto, permita-se completar as atuais RRS e RRN, e com emissores de mais baixa potência, R/COM e Bauer teriam mais uma rádio, a Observador e a CMR ficariam com a outra licença nacional. Fazendo o paralelismo com Espanha, talvez ainda desse para a Smooth.

Depois, abrir-se-iam as licenças possíveis no espectro, com o mínimo de 2, eventualmente, as NUT's III AMP, Ave, Cávado, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve poderiam ir às 5 ou 6. Sendo que no mínimo teria de existir uma rádio generalista, tendencialmente de palavra, a ter a licença. Tudo o que fosse jukebox atual ficaria impedida de concorrer (estilo Rádio 5/Batida). Com a coisa bem feita, podia não ficar perfeito em termos de não existirem zonas de choque de sinais, mas dava para termos um éter mais bem servido.
Há muito tempo que defendo isto.
Menos rádios locais, mais rádios regionais, para que o mercado publicitário não fique tão saturado, e que seja possível ter rádios com qualidade em todas as regiões do país. Seguir o modelo espanhol das rádios, mas sem o éter estar completamente cheio, umas em cima das outras. Se der para conseguir um meio termo, seria ótimo. A ERC teve uma oportunidade de ouro. Decidiu chutar para daqui a 15 anos. Francamente, ou fazemos rapidamente o caminho para a digitalização da rádio (DAB+), ou daqui a uns anos, apenas aguentam-se as melhores estruturadas, ou as jukebox's que não têm de pagar a ninguém, por serem jukebox's.

nelsonsoares

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Re: Rádio Observador
« Responder #2674 em: Maio 21, 2024, 11:40:47 am »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.

Os emissores locais são isso mesmo locais. Se alguem os quer ocupar, crie emissºao local para essa região, com pessoas e estudios no concelho. Se assim não for, fecha-se a frequencia.
O problema é que a lei da rádio permite isso.
Tu tens uma rádio sediada na Maia, em que ninguém sabe ao certo onde se situa os alegados estúdios que não têm, e que têm emissão em Trás-os-Montes.
Estúdios em Trás-os-Montes?
Nada.
E este, é só um exemplo do que a lei da rádio permite.
Mais do que sermos a favor ou contra centralismos, ou de andarmos numa guerra que enquanto ninguém a quiser resolver, nada feito.
Voltem a dar voz ao povo, no que toca à questão da regionalização.
O que ficar decidido, fica.

joao.rosa.10004

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Re: Rádio Observador
« Responder #2675 em: Maio 21, 2024, 11:43:45 am »
Se uma empresa detentora de um alvará para serviço de radio local torna-se inviável financeiramente que abra insolvência ou feche as portas como qualquer outra empresa e que não se esconda atrás de uma concessão pública para aproveitamento empresarial quanto à sua venda.
O alvará unicamente deveria servir para o fim que foi atribuído. Serviço de radio local. Se a frequência ficasse vaga que se abrisse concurso para atribuição de licença para o fim que se destina.
Algo de muito errado quanto à lei da radio.

Atento

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Re: Rádio Observador
« Responder #2676 em: Maio 21, 2024, 12:00:06 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.

Os emissores locais são isso mesmo locais. Se alguem os quer ocupar, crie emissºao local para essa região, com pessoas e estudios no concelho. Se assim não for, fecha-se a frequencia.

As rádios locais como estão têm de acabar.

Haja coragem para o fazer.

Urge libertar o espectro para projetos com gente dentro .

Devemos avançar para rádios distritais.

Urge terminar com as estúpidas e insignificantes 8 horas locais.

Avançar para a atribuição de duas redes nacionais generalistas tendencialmente de palavra através de frequências distritais, sendo estas obrigadas a ter dois jornalistas e um técnico ou três jornalistas.

Emissões locais por distrito: entre as 13:00-15:00 e 20:00-21:00 e no horário nobre da rádio (manhã e final da tarde) desconexão para noticiários de 5 minutos.
« Última modificação: Maio 21, 2024, 12:01:37 pm por Atento »

modernices

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Re: Rádio Observador
« Responder #2677 em: Maio 21, 2024, 12:14:27 pm »
Ninguém comprou nada de pistola na mão. Ninguém vendeu nada ameaçado de morte. Vai reclamar com os teus conterrâneos que venderam as rádios aos grupos. Eles provavelmente vão explicar lhe direitinho porque o fizeram.

E chega desta choradeira porque já demos pelo teu ressabiamento.
Também trabalhas na Observador ?

Onde trabalho não te diz respeito. Mas para teu consolo a minha área é jurídica e regulação e não estou ligado a nenhum órgão de comunicação social público ou privado.

pdf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2678 em: Maio 21, 2024, 01:40:25 pm »
Eu devo ser uma das pessoas mais à esquerda deste fórum e até a mim me mete impressão este protecionismo e regionalismo exagerado do Zeca.

São entidades privadas, fazem o que querem. Uma visão regional-estatizante é inadequada.

Não há futuro para grande parte das locais, fruto do disparate do final dos anos 80, em que cada chafarica tinha uma local. Cabe na cabeça de alguém centenas de alvarás com áreas de cobertura umas em cima das outras?

As melhores sobreviverão, claro. As que por uma razão ou outra são aglutinadas, azar. É o mercado a funcionar.

ruicleto

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Re: Rádio Observador
« Responder #2679 em: Maio 21, 2024, 01:56:52 pm »
Isto resolvia-se bem: abertura de concursos para licenças por região NUT's III, com emissores em condições para se ouvirem em toda a regão sem problema, e estava feito. Seriam menos do que os atuais. Em contraponto, permita-se completar as atuais RRS e RRN, e com emissores de mais baixa potência, R/COM e Bauer teriam mais uma rádio, a Observador e a CMR ficariam com a outra licença nacional. Fazendo o paralelismo com Espanha, talvez ainda desse para a Smooth.

Depois, abrir-se-iam as licenças possíveis no espectro, com o mínimo de 2, eventualmente, as NUT's III AMP, Ave, Cávado, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve poderiam ir às 5 ou 6. Sendo que no mínimo teria de existir uma rádio generalista, tendencialmente de palavra, a ter a licença. Tudo o que fosse jukebox atual ficaria impedida de concorrer (estilo Rádio 5/Batida). Com a coisa bem feita, podia não ficar perfeito em termos de não existirem zonas de choque de sinais, mas dava para termos um éter mais bem servido.

Assunto a pensar, com potencial para ser possível, assim o Governo, a ERC e a ANACOM queiram...

pdnf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2680 em: Maio 21, 2024, 03:42:32 pm »

Os emissores locais são isso mesmo locais. Se alguem os quer ocupar, crie emissºao local para essa região, com pessoas e estudios no concelho. Se assim não for, fecha-se a frequencia.

Entre ter projetos ou não ter nenhuns, viva a rádio, de voz calada.

Mas para tal, tem que ser a RTP a tomar a iniciativa também. Em qualquer serviço público de radiodifusão europeu com qualidade, existem emissoras regionais. É certo que cá temos a Antena 1 Açores, Antena 1 Madeira e Antena 3 Madeira, mas é curto.
Eu nem digo a RTP ter emissoras à escala de uma NUT III (era o ideal, mas são 28 em Portugal Continental), mas se usasse a escala distrital (já são 18) era muito bom.
Depois, talvez no âmbito desses concursos e aguçados pela iniciativa da RTP, a r/Com ou a Bauer podiam também voltar a ter emissoras regionais, como acontece com a COPE e a Onda Cero em Espanha.

A RTP tem um problema que é nas regiões autónomas não ter emissão nacional 24/7 na Antena 1, menos grave na Antena 3. A emissão regional deve existir, mas deverá ter emissores próprios. Não me parece que a abrirem licenças regionais fosse descabido usar as NUT’s III.
A ideia de que os outros iriam atrás… a situação financeira é grave, e ainda há dias se viu que em Espanha estão a cortar também nas emissões para as localidades, e a focar nas regiões.

Eu devo ser uma das pessoas mais à esquerda deste fórum e até a mim me mete impressão este protecionismo e regionalismo exagerado do Zeca.

São entidades privadas, fazem o que querem. Uma visão regional-estatizante é inadequada.

Não há futuro para grande parte das locais, fruto do disparate do final dos anos 80, em que cada chafarica tinha uma local. Cabe na cabeça de alguém centenas de alvarás com áreas de cobertura umas em cima das outras?

As melhores sobreviverão, claro. As que por uma razão ou outra são aglutinadas, azar. É o mercado a funcionar.
Eu acho que isto nem é uma questão política. Por esse ponto de vista, estando eu no centro-direita, até diria que quanto mais juke box existirem, às mãos dos caciques, melhor seria, dado que tirando a Observador, há um viés mais à esquerda nos OCS portugueses. Aliás, deverei ser das poucas pessoas no centro-direita que defendem um reforço do papel da RTP. Não é uma questão de política, trata-se, isso sim, de melhorar a oferta radiofónica nacional.
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

joao_s

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Re: Rádio Observador
« Responder #2681 em: Maio 24, 2024, 10:13:59 pm »
No trajeto Lisboa – Porto, o principal do país, e onde conflui um volume significativo de  pessoas em trânsito, muitas público-alvo da rádio Observador, como é sabido, a cobertura de sinal falha em grande parte do trajeto, incluindo a zona de Coimbra.
Um emissor em Coimbra podia reduzir significativamente a área sem cobertura de sinal neste trajeto e dotar condições de receção boas numa zona que tem público-alvo residente para esta estação.

Ao que parece, não é esse o entendimento, e tendo em conta o noticiado neste fórum, um emissor candidato, o último com possibilidade de retransmitir a emissão na íntegra, 24h/dia, é 91.2, 0,5kW, Tondela. Um destes dias, quando me encontrava em Coimbra, testei a cobertura deste emissor e o resultado foi dececionante. O único ponto onde o autorrádio mostrou indicadores de sinal no máximo foi em Cruz de Morouços (ali perto do emissor da M80, portanto, pontual), tirando este local, predomina o sinal fraco a sofrível ou inexistente, ou seja, há vários locais de Coimbra em que não se ouve de todo.

Nas estradas a sul de Coimbra, ali para a zona de Condeixa, o sinal apresenta-se oscilante entre bom – fraco – nulo, ou seja, sem condições confortáveis de audição.

Uma nota curiosa, na zona sul de Coimbra, para os lados de Ceira, quando fazia a subida íngreme para entrar na A13, o RDS do autorrádio ativa a emissão da RCSINTRA!!  Compare-se a distância de Tondela a Coimbra e de Sintra a Coimbra… Ouvia-se uma mistura de Frank Sinatra com música ligeira francesa.

Veredicto do sinal de 91.2 em Coimbra: Insatisfatório. Nesta Cidade o emissor não cumpre os mínimos. (3 em 10). Duvido que venha a ter audiência em Coimbra e perde muito no trajeto Lisboa - Porto.

pdnf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2682 em: Maio 25, 2024, 12:28:26 am »
No trajeto Lisboa – Porto, o principal do país, e onde conflui um volume significativo de  pessoas em trânsito, muitas público-alvo da rádio Observador, como é sabido, a cobertura de sinal falha em grande parte do trajeto, incluindo a zona de Coimbra.
Um emissor em Coimbra podia reduzir significativamente a área sem cobertura de sinal neste trajeto e dotar condições de receção boas numa zona que tem público-alvo residente para esta estação.

Ao que parece, não é esse o entendimento, e tendo em conta o noticiado neste fórum, um emissor candidato, o último com possibilidade de retransmitir a emissão na íntegra, 24h/dia, é 91.2, 0,5kW, Tondela. Um destes dias, quando me encontrava em Coimbra, testei a cobertura deste emissor e o resultado foi dececionante. O único ponto onde o autorrádio mostrou indicadores de sinal no máximo foi em Cruz de Morouços (ali perto do emissor da M80, portanto, pontual), tirando este local, predomina o sinal fraco a sofrível ou inexistente, ou seja, há vários locais de Coimbra em que não se ouve de todo.

Nas estradas a sul de Coimbra, ali para a zona de Condeixa, o sinal apresenta-se oscilante entre bom – fraco – nulo, ou seja, sem condições confortáveis de audição.

Uma nota curiosa, na zona sul de Coimbra, para os lados de Ceira, quando fazia a subida íngreme para entrar na A13, o RDS do autorrádio ativa a emissão da RCSINTRA!!  Compare-se a distância de Tondela a Coimbra e de Sintra a Coimbra… Ouvia-se uma mistura de Frank Sinatra com música ligeira francesa.

Veredicto do sinal de 91.2 em Coimbra: Insatisfatório. Nesta Cidade o emissor não cumpre os mínimos. (3 em 10). Duvido que venha a ter audiência em Coimbra e perde muito no trajeto Lisboa - Porto.
Eu não sei onde é que a RCSINTRA tem o emissor, mas que é uma frequência e tantos, lá isso é, comparativamente às outras de Sintra, então à Mega, nem se fala. São quase 300km, e na Serra de Canelas, escuta-se todo o ano, em dias de propagação favorável, como é o caso de hoje, chega à zona baixa da vila, com boa qualidade de escuta. Mesmo em Lisboa, que nenhuma delas é famosa, é de todas a melhor. Mas pensei que a "embaixada de Lisboa" na Serra de Negrelos fosse um pormenor pontual, fruto de algum acaso, não imaginava que se conseguisse ouvir em Coimbra. A verdade é que via A8 chega às portas da Figueira da Foz, tem uma grande perda de sinal a descer Montejunto, mas depois recupera. e mantem-se estável. Nem me tinha lembrado desse pormenor, no que respeita à frequência de Tondela. Embora acredite que se possa resolver com alguma ""otimização"", mas vai ter sempre essa pressão adicional no centro sul da região centro, é verdade, principalmente no Verão. É um facto, por aqui, mais depresa se apanha Sintra (variadas vezes) do que Tondela, que apanhei duas apenas. Curisoamente, nas proximidades da Cruz de Morouços os 91.3 da Antena 1 também se ouvem com boa qualidade, a par dos 99.2 da Comercial, supreendente, face à proximidade à Foz do Mondego, a apenas 0,1.
« Última modificação: Maio 25, 2024, 12:30:22 am por pdnf »
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

bicas

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Re: Rádio Observador
« Responder #2683 em: Maio 25, 2024, 10:23:58 am »
Penso que mais dia, menos a 94 FM também irá de vela. Se a observador lhe pegar, melhorava a cobertura do ic2.

ouvinte

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Re: Rádio Observador
« Responder #2684 em: Maio 25, 2024, 10:48:01 am »
Já me relataram movimentações da equipa do Observador em Leiria. Caso avance, precisam na mesma de um reforço para Coimbra.
O emissor de Leiria também não deve estar nos melhores dias mas, atualmente, e considerando que pode integrar a rede do Observador, fazia bem a comutação com Rio Maior para sul, a Norte precisa de um apoio em Coimbra para fazer a ponte com Aveiro e Porto.
Se estiverem com dinheiro, podiam ainda conseguir mais uma frequência para fazer o eixo Porto-Braga-Viana.