Autor Tópico: Rádio Observador  (Lida 807811 vezes)

O Bigode do Sala

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Re: Rádio Observador
« Responder #2655 em: Maio 20, 2024, 03:57:09 pm »
Absolutamente condenável!!!!

https://www.jn.pt/6732680452/fachada-do-jornal-observador-vandalizada-em-lisboa/

Se não gostam, não oiçam ou leiam!
É absolutamente vil qualquer ataque a um órgão de comunicação social. Infelizmente, estamos paulatinamente a estreitar os limites para a liberdade colectiva, tornando as sociedades cada vez mais extremistas e intransigentes com o próximo.

O meu voto de solidariedade para com o Observador e de repúdio para qualquer forma de vandalismo e extremismo, seja ele de Esquerda ou de Direita!
« Última modificação: Maio 20, 2024, 03:58:44 pm por O Bigode do Sala »
«O que acontece no Mundo é que toda a gente que nasce, nasce de alguma maneira poeta! Inventor de algo que não havia no Mundo antes de eles nascerem!
E inteiramente individual: cada um poeta que é!»

Agostinho da Silva

pdnf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2656 em: Maio 20, 2024, 04:36:15 pm »
Absolutamente condenável!!!!

https://www.jn.pt/6732680452/fachada-do-jornal-observador-vandalizada-em-lisboa/

Se não gostam, não oiçam ou leiam!
É absolutamente vil qualquer ataque a um órgão de comunicação social. Infelizmente, estamos paulatinamente a estreitar os limites para a liberdade colectiva, tornando as sociedades cada vez mais extremistas e intransigentes com o próximo.

O meu voto de solidariedade para com o Observador e de repúdio para qualquer forma de vandalismo e extremismo, seja ele de Esquerda ou de Direita!

Aqui, as declarações do próprio OCS:
https://observador.pt/2024/05/20/fachada-do-edificio-do-observador-foi-vandalizada-ja-foi-apresentada-queixa-a-psp/?utm_medium=Social&utm_source=Twitter#Echobox=1716206466

Subscrevo inteiramente o que refere o BdS: entrei, uma vez mais no X nos últimos dias, o ambiente está extremamente polarizado, fica difícil sentirmo-nos no centro. E mais tóxico que o Instagram... 😂😂😂
Rádio é:
Ir ao fim da Rua, a ligar Portugal, aconteça o que acontecer.
Mais música nova para sentir (e decidir).
Estar no carro, em casa, em todo o lado, só se quiseres.
Saber que se a vida tem uma música, ela passa-a.
É a arte que toca, mais do que música...PESSOAS. Ah, and all that "unique" soul.

ruicleto

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Re: Rádio Observador
« Responder #2657 em: Maio 20, 2024, 07:33:18 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2658 em: Maio 20, 2024, 08:35:52 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

estvmkt

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Re: Rádio Observador
« Responder #2659 em: Maio 20, 2024, 09:43:26 pm »
O Zeca,uma rádio que marca a diferença merece ser ouvida em território nacional. Se fosse um leitor mp3 ok,mas falamos numa rádio de palavra. O Zeca tenha mais paciência e fique mais informado na Observador. Quando emitir para Viseu la terei que trocar a RFM pela Observador.
Só peço que a CMR também chegue a Viseu.
O interior merece igualdade de oportunidades que o litoral e Viseu neste momento tem estrutura de cidade do litoral.
Horas de ponta,bem caóticas isto no pos pandemia.
Movimenta um enorme fluxo de pessoas. Tem um dos maiores shoppings do país. A nivel de lojas este está a reorganizar e trouxe já KFC e brevemente a Primark. A nivel de supermercados tem algo que nem Coimbra e Aveiro teem. Vai ter Coimbra a seguir a Viseu: ter Continente, Pingo Doce,Lidl,Aldi,Mini preço,Auchan e Mercadona. Aveiro não tem Aldi e Coimbra aguarda Mercadona.
Ou seja,Viseu só lhe falta uma universidade pública para ser mais atractiva. Ao contrário da Guarda muito parada e com potencial para mais. Viseu falta ter mais indústrias no concelho. Mas a nível de crescimento cresceu a olhos vistos. O Ruicleto pode o confirmar. Repeses,Ranhados (ao pé do Palácio do Gelo),Marzovelos,Gumiraes,Travassos de Cima.

pdnf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2660 em: Maio 20, 2024, 10:08:49 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.
Rádio é:
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SamM

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Re: Rádio Observador
« Responder #2661 em: Maio 20, 2024, 10:52:43 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Concordo Zeca. Vejo que poucos entendem a sua revolta, pois tal como eu sofremos pelo centralismo reinante do país que asfixia tudo o que é longe das capitais. É uma hipocrisia tremenda dos políticos deste país, terem um ministério da coesão nacional, para supostamente inverter a tendência das assimetrias regionais e depois não haver nenhum mecanismo de proteção para preservação do interesse público e salvaguarda dos usos e costumes e promoção local que uma rádio como essa e muitas outras fazem. E não fazem -mais porque os apoios não abundam, a crise existe e a consequência é agacharem-se perante os abutres de Lisboa, com interesses em muitas áreas que vão muito além da paixão pela rádio, ou mesmo pelas pessoas.

Em pleno Covid vimos o Estado comparticipar os grandes grupos de Comunicação em Portugal... E os outros? Os pequeninos? Aqueles que são a base e a companhia para muitos dos idosos, que nem num telemóvel sabem sintonizar uma rádio em formato online?
« Última modificação: Maio 20, 2024, 10:54:55 pm por SamM »

AG

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Re: Rádio Observador
« Responder #2662 em: Maio 20, 2024, 11:30:21 pm »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.
Claro.

É triste mas é a realidade.

Este modelo de rádios locais está absolutamente datado há uns bons vinte anos para cá.

Ainda por cima estamos a falar na maioria dos casos de regiões deprimidas economicamente e socialmente, e muito envelhecidas.

Basta verificar as regiões onde as locais com pujança ainda existem, no litoral e no norte do país sobretudo (Minho ou Aveiro).

Depois temos o caso especial do Porto (e até Lisboa) em que as locais não sobreviveram sobretudo devido a má gestão nos anos 90, tornando-se em alvos fáceis para os grandes grupos lançarem vários produtos radiofónicos para nichos ou para seitas religiosas.

Daqui a 10 anos se existirem umas 120 rádios locais no espírito da lei de 1988 será um pequeno milagre.
« Última modificação: Maio 20, 2024, 11:38:40 pm por AG »

modernices

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Re: Rádio Observador
« Responder #2663 em: Maio 20, 2024, 11:46:19 pm »
Já cá faltava a ladainha

pdnf

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Re: Rádio Observador
« Responder #2664 em: Maio 21, 2024, 02:17:29 am »
Isto resolvia-se bem: abertura de concursos para licenças por região NUT's III, com emissores em condições para se ouvirem em toda a regão sem problema, e estava feito. Seriam menos do que os atuais. Em contraponto, permita-se completar as atuais RRS e RRN, e com emissores de mais baixa potência, R/COM e Bauer teriam mais uma rádio, a Observador e a CMR ficariam com a outra licença nacional. Fazendo o paralelismo com Espanha, talvez ainda desse para a Smooth.

Depois, abrir-se-iam as licenças possíveis no espectro, com o mínimo de 2, eventualmente, as NUT's III AMP, Ave, Cávado, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve poderiam ir às 5 ou 6. Sendo que no mínimo teria de existir uma rádio generalista, tendencialmente de palavra, a ter a licença. Tudo o que fosse jukebox atual ficaria impedida de concorrer (estilo Rádio 5/Batida). Com a coisa bem feita, podia não ficar perfeito em termos de não existirem zonas de choque de sinais, mas dava para termos um éter mais bem servido.
Rádio é:
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O Bigode do Sala

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Re: Rádio Observador
« Responder #2665 em: Maio 21, 2024, 08:28:41 am »
Isto resolvia-se bem: abertura de concursos para licenças por região NUT's III, com emissores em condições para se ouvirem em toda a regão sem problema, e estava feito. Seriam menos do que os atuais. Em contraponto, permita-se completar as atuais RRS e RRN, e com emissores de mais baixa potência, R/COM e Bauer teriam mais uma rádio, a Observador e a CMR ficariam com a outra licença nacional. Fazendo o paralelismo com Espanha, talvez ainda desse para a Smooth.

Depois, abrir-se-iam as licenças possíveis no espectro, com o mínimo de 2, eventualmente, as NUT's III AMP, Ave, Cávado, Grande Lisboa, Península de Setúbal e Algarve poderiam ir às 5 ou 6. Sendo que no mínimo teria de existir uma rádio generalista, tendencialmente de palavra, a ter a licença. Tudo o que fosse jukebox atual ficaria impedida de concorrer (estilo Rádio 5/Batida). Com a coisa bem feita, podia não ficar perfeito em termos de não existirem zonas de choque de sinais, mas dava para termos um éter mais bem servido.

Mas para tal, tem que ser a RTP a tomar a iniciativa também. Em qualquer serviço público de radiodifusão europeu com qualidade, existem emissoras regionais. É certo que cá temos a Antena 1 Açores, Antena 1 Madeira e Antena 3 Madeira, mas é curto.
Eu nem digo a RTP ter emissoras à escala de uma NUT III (era o ideal, mas são 28 em Portugal Continental), mas se usasse a escala distrital (já são 18) era muito bom.
Depois, talvez no âmbito desses concursos e aguçados pela iniciativa da RTP, a r/Com ou a Bauer podiam também voltar a ter emissoras regionais, como acontece com a COPE e a Onda Cero em Espanha.
«O que acontece no Mundo é que toda a gente que nasce, nasce de alguma maneira poeta! Inventor de algo que não havia no Mundo antes de eles nascerem!
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Agostinho da Silva

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2666 em: Maio 21, 2024, 10:00:08 am »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Concordo Zeca. Vejo que poucos entendem a sua revolta, pois tal como eu sofremos pelo centralismo reinante do país que asfixia tudo o que é longe das capitais. É uma hipocrisia tremenda dos políticos deste país, terem um ministério da coesão nacional, para supostamente inverter a tendência das assimetrias regionais e depois não haver nenhum mecanismo de proteção para preservação do interesse público e salvaguarda dos usos e costumes e promoção local que uma rádio como essa e muitas outras fazem. E não fazem -mais porque os apoios não abundam, a crise existe e a consequência é agacharem-se perante os abutres de Lisboa, com interesses em muitas áreas que vão muito além da paixão pela rádio, ou mesmo pelas pessoas.

Em pleno Covid vimos o Estado comparticipar os grandes grupos de Comunicação em Portugal... E os outros? Os pequeninos? Aqueles que são a base e a companhia para muitos dos idosos, que nem num telemóvel sabem sintonizar uma rádio em formato online?

Não diga aqui que o país é centralista, que a rádio é centralista e que o país está afunilado a Lisboa. O que você deve dizer aqui é bem dos grupos de comunicação social lisboeta que aniquilam tudo em seu redor. Por cá existem meia duzia deles que adoram o centralismo, adoram tudo que cheire á Capital e rádios fora dos grandes grupos devem fechar e servir de retransmissores a Lisboa.

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2667 em: Maio 21, 2024, 10:03:02 am »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.
Claro.

É triste mas é a realidade.

Este modelo de rádios locais está absolutamente datado há uns bons vinte anos para cá.

Ainda por cima estamos a falar na maioria dos casos de regiões deprimidas economicamente e socialmente, e muito envelhecidas.

Basta verificar as regiões onde as locais com pujança ainda existem, no litoral e no norte do país sobretudo (Minho ou Aveiro).

Depois temos o caso especial do Porto (e até Lisboa) em que as locais não sobreviveram sobretudo devido a má gestão nos anos 90, tornando-se em alvos fáceis para os grandes grupos lançarem vários produtos radiofónicos para nichos ou para seitas religiosas.

Daqui a 10 anos se existirem umas 120 rádios locais no espírito da lei de 1988 será um pequeno milagre.

AS rádios locais de Lisboa não sobreviveram ? Mas o que são a RR, Antena 1, TSF, Mega Hits, Cidade, Smoth, Observador, M80 ? São rádios locais de Lisboa com emissores por quase todo o país e as nacionais não passam de rádios lisboetas com emissores em FM por todo o país, pois só têm emissão desde a Capital, sem vida fora de Lisboa. Por isso, Lisboa tem mais de 20 rádio locais com voz nacional. O unico caso no mundo e por alguma razao somos o país mais atrasado da Europa.

modernices

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Re: Rádio Observador
« Responder #2668 em: Maio 21, 2024, 10:05:58 am »
Ninguém comprou nada de pistola na mão. Ninguém vendeu nada ameaçado de morte. Vai reclamar com os teus conterrâneos que venderam as rádios aos grupos. Eles provavelmente vão explicar lhe direitinho porque o fizeram.

E chega desta choradeira porque já demos pelo teu ressabiamento.

Zeca 2021

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Re: Rádio Observador
« Responder #2669 em: Maio 21, 2024, 11:07:37 am »
Para os mais distraídos, o sítio na internet "Radialistas de Viseu" anuncia que a Emissora das Beiras foi vendida à Rádio Observador.

Mais uma local a desaparecer, até á extinção final de todas as rádios locais.
Nada como espalhar a voz de de Lisboa em dezenas e dezenas de rádios pelo país inteiro.

Zeca, ninguém nacionalizou a Emissora das Beiras, nem certamente dos familiares do Sr. Rosa lhe encostar uma pistola para vender a rádio. Esta estação, no último ano, deu cerca de 2700€ de prejuízo, tem despesas de 67.000€/ano, os rendimentos são inferiores. Pede quotizações, provavelemente, força da pirâmide etária, vê o seu auditório diminuir. Obviamente que é uma perda, estamos a falar de uma rádio que tem apenas menos um ano do que a Rádio Renascença, deverá ser a emissora privada de caráter empresarial, mais antiga do país. Agora, seria sustentável? Duvido. Por muito que o prejuízo seja pequeno, não estou a ver que os acionistas, que são uma família, pessoas singulares, tenham interesse em fazer reforços de capital.
O Zeca não se engana muito quando refere que o modelo das locais, datado no tempo, está condenado a desparecer. Veja quantas destas se ouvem cada vez pior no FM. Porque será? Ou não têm dinheiro para investimento nos emissores, ou estão a diminuir potências para poupar na eletricidade.

Os emissores locais são isso mesmo locais. Se alguem os quer ocupar, crie emissºao local para essa região, com pessoas e estudios no concelho. Se assim não for, fecha-se a frequencia.