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Nem é a ideia deste emissor servir o Alentejo sequer, como é evidente. É de facto servir cidades do Oeste e Ribatejo como Santarém, Tomar, Caldas da Rainha, Fátima/Ourém, e com menor qualidade, Torres Vedras ou mesmo Leiria. Sobretudo a ideia é abranger os percursos da A1 e da A8 a partir do Cartaxo (Torres Vedras na A8) até Fátima (Leiria na A8). Bem "esticadinho" a norte 92,6 chega quase às portas da Figueira da Foz.
“AG”, acha mesmo que tem receção minimamente satisfatória no troço Aveiras-Cartaxo da A1, em 98.7? Pois, não tem. Ouve demasiado ruído e o sinal é instável. 92.6 deve chegar até Aveiras, é o mínimo dos mínimos, diria 92.6 deve colocar sinal no norte do distrito de Lisboa. Se na prática isso acontece, desconheço, não escuto essa frequência, só quando mudar o conteúdo da emissão.
Os 92.6 chegam a Aveiras sim, aliás, até chegam mais longe: em Vila Franca de Xira começa a haver escuta mais estável. Na zona Oeste, começam a furar da Venda do Pinheiro para cima, grosso modo, mas chegam ainda uns restos a Loures. A troca vai ser 93.7 - 92.6 pela A8 em princípio, e 98.7 - 92.6 pela A1.
Isto basicamente é o que o joao_s desejava há imenso tempo e agora tem. A frequência, ainda que a potência não faça escrever livros, é muito boa. E depois claro, o portento da gestão técnica da Rádio Observador ainda vai optimizar mais um bocadinho isto.
Creio que não é exagero dizer que se a Observador conseguir arranjar mais uma rádio para retransmitir o sinal para Coimbra e boa parte da região Centro, a estação consegue, com 6 bons emissores servir grande parte da A1. A zona mais problemática a nível da escuta seria a região de Leiria, mas em grande parte do trajecto Lisboa-Porto a RO far-se-ia ouvir sem dificuldades consideráveis de recepção a registar.
De Palmela a Ponte de Lima seria sempre a “assapar”, sim.
Já chegámos a discutir isso apaixonadamente aqui. Pombal resolveria tudo, aliás, uma frequência a sul de Coimbra mas próxima qb seria o suficiente a este ponto para selar a situação no litoral, no que diz respeito a Lisboa - Porto. A questão é cobrir Leiria da forma mais eficiente possível. Ou, se Leiria não for possível, a região de Viseu.
É um desafio técnico, mas vale a pena. Locais há de sobra, é haver quem queira ceder à estação nos termos que a Observador precisa para ligar o último ponto.
Continuo ainda assim a achar que o Algarve também merece emissão da estação.