De acordo com o site do Observador, a rádio chegará em breve a região Oeste através das frequências de Rio Maior (92.6 e 99.5).
Caro “Danl” e restantes participantes do fórum, em décadas, a boa nova que anunciou é uma...
E X C E L E N T E N O T Í C I A !!
Finalmente, uma rádio cerebral, digamos assim, em contraponto com jukeboxes, vácuo de conteúdo falado, piadolas sem piada ou produtos estupidificantes. A Observador encara uma região de forma integrada, ou seja, a região de Lisboa e Vale do Tejo, onde residem 3,7 milhões de pessoas, passa a ter a cobertura de sinal possível em grande parte da sua extensão, com: 98.7; 93.7 e, futuramente, 92.6/99.5. Julgo que o futuro da rádio também deve ser encarado nesta perspetiva, produtos de abrangência regional. Não a atual lógica provinciana, localizada, em que um ouvinte ao deslocar-se “meia dúzia” de kms, deixa de ter sinal da estação que quer ouvir o que é algo demasiado redutor e em contraciclo com os tempos atuais, nos quais muitos milhares de pessoas deslocam-se constantemente de um lado para o outro por razões profissionais, de lazer, entre outras. O país não é assim tão pequeno.
Por outro lado, esta decisão da Observador dá a entender que estão a perspetivar o futuro, quiçá baseados em projeções que já existem e que indiciam a expansão da Área Metropolitana de Lisboa até aqui. Aliás, isso já está a acontecer, devido ao elevado custo da habitação, muitos lisboetas estão a adquirir terrenos e construir moradias nesta zona, conseguindo uma qualidade de vida que não é possível conseguir em Lisboa. Deslocam-se diariamente para os locais de trabalho e também para atividades de lazer, conseguindo-o em menos de 30 min, caso circulem a 120 km ou mais. Dentro da malha urbana da capital, demoram mais tempo a conseguir o mesmo desiderato, se utilizarem automóvel.
Caso o cenário do aeroporto para a região se venha a concretizar nesta zona, todo o processo descrito anteriormente será acelerado, e em matéria de rádio, os emissores de Rio Maior da ‘Observador’ e de Santarém da ‘SmoothFM’ situam-se de frente para a infraestrutura a debitar sinal com a máxima intensidade.
De qualquer forma, sem atender às situações supramencionadas, as principais rodovias da região no eixo norte sul e este oeste, estão saturadas de tráfego. Largos milhares de pessoas circulam por essas vias diariamente e seguramente que os rádios das viaturas não estão desligados, alguma estação as pessoas ouvem. Há alturas em que se circula na A1 a 30 km/h, dado o volume de tráfego, por exemplo às sextas e aos domingos. As seis faixas de rodagem nem sempre são suficientes para escoar o fluxo de tráfego, são necessárias 8 faixas de rodagem.
NOTA: Neste momento 92.6 está a emitir qualquer coisa que não é a 'Observador'.
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Hoje na Europa, síntese informativa de titulares que nem sempre são tratados noutros espaços noticiosos.