A este título diria que há que distinguir entre a invasão de um africano numa missa, que foi mais levada como piada e que foi desconsiderada no comunicado nesse vídeo porque salvo erro não dizia nada de mais, de uma situação genuína em que:
- alguém ficou sem trabalho à conta disto
- houve um desrespeito logo à cabeça ao falar alto numa peça
- alguém invade um palco exibindo nudez que absolutamente ninguém pediu
- essa pessoa manda calar grosseiramente o ator e manda-o sair do palco
- o São Luiz cedeu logo de imediato à posição destx ativista (não me arrisco a escrever género ou sexo aqui) e, mais suspeito ainda, arranjou logo substituta e de um dia para o outro numa peça de teatro, i que eu achei muito muito estranho e cria um precedente muito grave que apenas tem paralelo neste país nas substituições em estruturas por membros afetos ao PCP que ocorreram em 1975 antes e durante o Verão Quente, e a lógica de direções do Jornal de Letras até bem dentro da década de 90; é exatamente a mesma lógica, não é por ser cultura que escapa, da minha perspetiva..
Dado ser um tema muito alimentado pela extrema-esquerda e dado a opinião pública ter ficado dividida neste ponto, um pouco partida diria mesmo, faz todo o sentido que seja tema cimeiro do Contra-Corrente para se ouvirem posições diferentes.
O vídeo que eu vi do São Luiz é censura de extrema-esquerda (opinião pessoal) e o Observador, na posição tendencial que tem e considerando esta conduta a que assistimos, traz toda a razão de ser em analisar isto, porque mesmo comercialmente seria sempre distinto do que iria acontecer no Fórum TSF, muito mais pululado por figuras do PS e do BE, por exemplo. Faz todo o sentido em agenda, em identitário e em marcação de diferença.
Por isso, bem o Observador, na minha opinião.