Mais uma rádio com locução gravada a parecer um robot. Pelo menos façam as coisas bem feitas, como a RR, que parece natural a gravação. Por outro lado, cinco minutos de notícias, tudo futebol. Num dia como o 25 de abril, não há mais nada para noticiar? É mais importante a Youth League que as comemorações? Não compreendo, numa rádio que se pretende ser disruptiva. Para além disso, os 88.1 estão com um ruído de fundo agudo, parece um aspirador a trabalhar no apartamento do vizinho, que se torna bastante incomodativo.
Sobre os 88.1 posso dizer te que a situação está reportada e a ser resolvida. Parece não ser coisa simples porque dura desde Sábado. Cheira-me que vamos ter que ter paciência - aquilo deve ser processador a precisar de substituir e/ou soldar alguma coisa e isso não é trabalho para 5 minutos em equipamentos que custam milhares de euros. Além disso a frequência é alugada e usa os equipamentos do Acácio Marinho, portanto tem que ser ele a abrir os cordões à bolsa. Mais fim de semana, mais feriado… esta semana pode ficar mas tem que se ter paciência.
Quanto às gravações, eu ouvi a Rita Camarneiro em direto à tarde e a dar sequência ao Vicente Figueira para o futebol. Essas gravações devem ter sido de manhã e parece ter sido claramente racionalização de custos - afinal, quem vai estar a trabalhar num feriado que até permite pontes? (Por acaso eu estava mas isso é outra história). Parece-me razoável, francamente razoável.
A questão é: podiam gravar madrugadas nem que fosse de forma minimalista… porque das informativas são a única que fecha a loja à meia-noite e há conteúdos gravados para os quais convinha alguém dar entrada. O Contra Corrente gravado arranca às 5 da manhã, eu já ouvi boletins nesse horário e não há entrada dada, idem aspas para os conteúdos das 2 da manhã; só o Porque Sim Não é Resposta tem entrada dada por quem estiver à meia-noite.
Nota ainda para um novo corte de locução na Observador - agora nos dias de desporto a locução acaba às 23h, uma hora mais cedo do que acontecia. Isto acontece aos fins-de-semana. Não sei se foram os euros a imperar ou se foi apenas o sentido prático de “esta última hora é para o teto, já muito menos gente está a ouvir depois dos comentários, não se justifica”