Viva a rádio em direto! não à gravação completamente estéril e sempre sem qualquer erro - que é humano.
Rui Cleto, concordo consigo.
Há uma certa autenticidade nas emissões de continuidade, a forma como contorna ou dá a volta a imprevistos, em contraste com a locução autómata. Seguramente, essa autenticidade humana é impossível de reproduzir por uma qualquer IA e não é nada monótona.
Do pouco que tenho ouvido, a playlist desta estação até é boa mas falta-lhe algum tempero, intensidade. Parece que tem origem em algoritmos, portanto de algum artificialismo.